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Uma entidade pública da esfera federal, dotada de autonomia administrativa, teve um dos seus projetos estratégicos em desenvolvimento auditado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com trabalhos iniciados em março de 2022 e relatório final com análise e recomendações emitido em dezembro de 2022. Em março de 2023 houve mudança da gestão da entidade, que iniciou um plano de diagnóstico e reestruturação de macroprocessos e projetos, incluindo o projeto estratégico auditado pelo TCU no ano anterior. Considerando esse cenário, o instrumento de fiscalização a ser adotado pelo TCU em relação ao projeto estratégico auditado é o(a):

A acompanhamento;
B auditoria de desempenho;
C levantamento;
D monitoramento;
E observação.

O planejamento de um trabalho de auditoria previa a avaliação dos controles internos relativos aos processos de recebimento e distribuição de materiais do almoxarifado de uma entidade. Trata-se de processos informatizados que envolvem pessoas e controles de acesso, mas que não estão plenamente integrados a todos os sistemas de suporte à gestão da entidade. Nesse caso o auditor deve realizar:

A procedimentos analíticos;
B técnicas de conciliação;
C testes de detalhes;
D testes de observância;
E testes substantivos.

Os princípios fundamentais de auditoria do setor público (ISSAI 100) orientam que, durante todas as etapas de um trabalho de auditoria, os auditores gerenciem o risco da auditoria, com planejamento e execução de procedimentos capazes de gerar evidências suficientes, adequadas, relevantes e em bases razoáveis para fundamentar as suas conclusões. Em se tratando de risco de auditoria, o que deve ser efetivamente gerenciado é o risco de:

A não alcançar um nível de asseguração razoável;
B não conseguir bases para formar a opinião de auditor;
C não detectar as falhas dos controles internos;
D que a independência do auditor seja comprometida;
E que o relatório de auditoria seja inapropriado.

O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP), elaborado e atualizado pela Secretaria do Tesouro Nacional, é estruturado em três subsistemas de informações que segregam contas contábeis em grandes grupos de acordo com as características dos atos e fatos nelas registrados. Nesse sentido, a natureza da informação orçamentária é representada no PCASP pelas seguintes classes:

A 1 e 2;
B 3 e 4;
C 5 e 6;
D 7 e 8;
E 1, 2, 3 e 4.

Um ente público está desenvolvendo um projeto para reconhecimento e contabilização dos bens do patrimônio cultural (intangível) visando a incorporá-los ao seu balanço patrimonial. Ao observar o Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP), o grupo de trabalho (GT) identificou que não existiam contas específicas para o reconhecimento de alguns dos ativos mapeados. A inclusão dessas contas pelo GT só é possível a partir do nível:

A grupo;
B subgrupo;
C título;
D subtítulo;
E item.

Após entrar com pedido de acesso à informação sobre uma transação envolvendo a reavaliação de alguns dos ativos de um determinado ente público, dois usuários, a despeito de não alcançarem o mesmo resultado sobre as estimativas empregadas, chegaram a um consenso sobre o valor anual reduzido e destacado nas demonstrações contábeis. Com base na NBC TSP – Estrutura Conceitual, nessa situação houve o cumprimento da seguinte característica qualitativa da informação contábil:

A relevância;
B representação fidedigna;
C comparabilidade;
D compreensibilidade;
E verificabilidade.

Uma entidade pública detinha um contrato de serviço de recolhimento de resíduos hospitalares. O referido contrato tinha vigência até 30 de novembro de 20X3 e, por uma falha de controle, a equipe não processou a renovação contratual em tempo hábil. Dada a essencialidade do serviço, a empresa prestadora foi autorizada a dar continuidade à sua prestação. O serviço foi regularmente medido para o mês de dezembro, mas sem o devido empenho. No exercício de 20x4, a despesa referida deverá ser tratada como despesa de exercícios anteriores, por meio de:

A abertura de créditos adicionais extraordinários;
B inscrição em restos a pagar não processados;
C processo de reconhecimento de dívida;
D registro de despesa extraorçamentária;
E transposição de despesas intraorçamentárias.

Um grupo de servidores foi convocado para participar de uma atividade de capacitação fornecida por um órgão de controle em um estado vizinho. Por meio de suprimento de fundos, os participantes receberam, três dias antes da data da viagem, auxílio para custear transporte e hospedagem. No momento do pagamento, o ordenador de despesa deixou de cumprir a(s) seguinte(s) fase(s) da despesa pública:

A empenho;
B liquidação;
C pagamento;
D empenho e liquidação;
E empenho, liquidação e pagamento.

Durante a verificação do direito adquirido pelo fornecedor em relação aos serviços prestados em 10/12/20X1, o ordenador de despesa identificou, em 15/01/20X2, que parte dos restos a pagar não processados, que haviam sido emitidos, foram anulados em 05/01/20X2. Assim, para se proceder ao pagamento, os seguintes procedimentos foram adotados:

A reemissão dos restos a pagar não processados em montante equivalente à anulação indevida para liquidação e pagamento em 15/01/20X2;
B emissão de empenho ordinário em 15/01/20X2 para liquidação e pagamento no montante equivalente ao anulado indevidamente em 05/01/20X2;
C cancelamento, em 15/01/20X2, dos restos a pagar não processados que não foram anulados para reemissão de empenho ordinário no valor total prestado pelo fornecedor;
D emissão, em 15/01/20X2, de despesas de exercícios anteriores em valor equivalente ao montante dos restos a pagar cancelado indevidamente em 05/01/20X2;
E emissão de nota de empenho estimativo, em 15/01/20X2, com data retroativa para cumprimento da parcela de restos a pagar anulada indevidamente em 05/01/20X2.

Após a estimação das receitas na Lei Orçamentária Anual (LOA) e reconhecimento do direito ao recebimento do IPVA no balanço patrimonial, os pagamentos começaram a ser efetuados pelos contribuintes. De acordo com o Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP), o pagamento do referido tributo, na medida em que é identificado pelo ente público, afeta o(s) seguinte(s) subsistema(s) de informação:

A patrimonial;
B orçamentário e financeiro;
C controle e financeiro;
D patrimonial e orçamentário;
E patrimonial, orçamentário e controle.