QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
674 questões encontradas

A flutuação cambial também nos ensinou uma importante lição. Uma vez liberalizados os fluxos de capitais no plano global, tem havido quase nenhuma diferença se as taxas de câmbio são fixas ou flutuantes. Já em 1978, James Tobin, um economista keynesiano da Universidade de Yale e futuro prêmio Nobel, apontou para o problema central. “O debate sobre o regime cambial mais apropriado negligencia um problema essencial: o problema fundamental é a excessiva mobilidade dos fluxos de capitais de curto prazo. As economias nacionais e os governos nacionais não são capazes de conter os enormes efeitos dos movimentos de capitais sobre as respectivas taxas de câmbio, sem comprometer os principais objetivos das políticas econômicas nacionais com respeito ao crescimento econômico, à criação de empregos e à estabilidade inflacionária”.
RODRIK, D. The Globalization paradox: democracy and the future of the world economy. New York:W.W. Norton & Company, 2011, p.107. Tradução livre e adaptada.

O trecho acima refere-se aos impactos da globalização econômica na esfera

A produtiva
B comercial
C financeira
D tecnológica
E política

Duas pessoas, M e H, tomam decisões independentes, mas que influenciam mutuamente seus ganhos. A matriz abaixo mostra que M pode escolher M1 ou M2, e H pode escolher H1 ou H2.

Em cada célula da matriz, correspondente a um par de decisões de M e de H, aparece, à esquerda, o ganho de M, e, à direita, o de H, todos expressos em reais.
Deduz-se, do exame da matriz, que as células com alocações de ganhos ótimos de Pareto decorrem das seguintes combinações de decisões:

A M2H1 e M2H2
B M1H2 e M2H2
C M1H1 e M2H1
D M1H1 e M1H2
E M1H1 e M2H2

Tendo em conta suas características vigentes, enquadra- -se o Mercado Comum do Sul (Mercosul), atualmente, como um bloco econômico mais próximo a um(a)

A união aduaneira
B união econômica
C zona franca
D área de livre-comércio
E acordo de preferências comerciais

Quando uma empresa aumenta sua produção de 100 unidades para 101 unidades mensais, seu custo total médio de produção diminui de R$2,00/unidade para R$1,99/unidade. Logo, o custo marginal, em real, de produzir a unidade adicional é de

A 0,69
B 0,79
C 0,89
D 0,99
E 1,09

O financiamento do déficit orçamentário do setor público no Brasil, até o início dos anos 1990, ocorreu, em boa medida, através da emissão monetária inflacionária. Depois do Plano Real, o financiamento monetário inflacionário tornou-se limitado, e o mecanismo alternativo importante para financiar passou a ser a

A acumulação de reservas internacionais.
B redução dos gastos correntes do governo.
C colocação de títulos da dívida pública no mercado financeiro.
D transferência de recursos do exterior, via superávit em conta corrente do balanço de pagamentos.
E transferência de lucro das empresas estatais para o governo.

No texto a seguir, escrito no final de agosto de 2019, os autores sugerem medidas de política econômica para promover a retomada sustentável do crescimento econômico brasileiro:

A decisão de reduzir a Selic a 6%, indicando possíveis reduções adicionais, é excelente. Mas não podemos esquecer que o excesso de juros pagos ao longo dos últimos anos comprometeu as finanças públicas e inibiu por completo os investimentos públicos. Certamente, a trajetória de crescimento teria sido diferente. É importante agora que a redução de juros seja acompanhada por políticas fiscais expansionistas que permitam estimular nossa economia.
LUQUE, C.; SIBER, S.; ZAGHA, R. Inflação brasileira. Valor Econômico , São Paulo, 27 ago 2019, p. A10. Adaptado.

Considerando-se que a economia brasileira contava com elevado nível de capacidade ociosa, altas taxas de desemprego, e tendo-se em vista as recomendações de política econômica propostas pelos autores do texto, deduz-se que o principal fator que impede a retomada do crescimento econômico no Brasil, a partir de 2019, é a

A elevada carga tributária
B inelasticidade da oferta agregada
C debilidade do sistema educaciona
D deterioração das condições fiscais
E insuficiência crônica de demanda efetiva

O último programa de política industrial adotado no Brasil, do qual resultou uma profunda transformação da estrutura produtiva da economia e um aumento considerável da participação das exportações de produtos manufaturados no total dos bens exportados brasileiros está relacionado ao(à)

A I Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND), implementado entre 1972 e 1974, no Governo Médici
B II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND), implementado entre 1975 e 1979, no Governo Geisel
C Plano Brasil Maior, implementado em 2011, no Governo Dilma Rousseff (1o mandato)
D Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), implementado em 2008, no Governo Lula (2o mandato)
E Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), implementada em 2004, no Governo Lula (1o mandato)

Desde 2017, a política fiscal brasileira vem sendo subordinada a uma nova regra, introduzida pela Emenda Constitucional no 95, de 15 de dezembro de 2016, conhecida como “Teto de Gastos”. A principal característica dessa regra é que

A impede o aumento dos gastos públicos em rubricas importantes, como educação, saúde e transferências sociais.
B permite a expansão das despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nas fases de recessão econômica.
C permite o aumento das despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nos períodos em que for confirmado aumento dos fluxos de arrecadação de impostos e outros tributos governamentais.
D mantém inalteradas as despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nos próximos 10 ou 20 anos, a partir de sua vigência.
E mantém inalteradas as despesas primárias totais do setor público, em termos correntes, nos próximos 10 ou 20 anos, a partir de sua vigência.

Em determinado país sem inflação, a dívida pública é de longo prazo, metade tendo sido contratada a taxas de juros prefixadas. A outra metade tem remuneração pós- -fixada e referenciada à taxa de juros de curtíssimo prazo, do mercado de trocas de reservas interbancárias. Nesse país, cujo déficit público total está zerado, a razão entre o valor de mercado da dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB) tende a

A aumentar, se a taxa de juros interbancária diminuir.
B aumentar, se houver uma desvalorização cambial da moeda doméstica em relação à estrangeira, sem alterações no PIB.
C diminuir, se o déficit do setor público aumentar, sem alterações no PIB.
D diminuir, se houver uma valorização cambial da moeda doméstica em relação à estrangeira, sem alterações no PIB.
E permanecer inalterado, se o PIB e a taxa de juros interbancária diminuirem.

Usa-se o modelo IS/LM e o seu gráfico entre o produto da economia (y), no eixo horizontal, e os juros (r), no vertical, para analisar os efeitos das políticas de estabilização. No caso da curva LM ser horizontal, chega-se à conclusão de que a combinação de política fiscal expansiva e política monetária também expansiva, tende a

A aumentar a taxa de juros na economia.
B expandir a produção na economia.
C contrair a demanda agregada.
D reduzir as taxas de juros na economia.
E reduzir o déficit do balanço comercial.