A
Instalar o módulo mod ssl via repositórios universe e definir a diretiva SSLHonorCipherOrder como off, permitindo
que o navegador do cliente escolha a cifra mais segura disponível, independentemente da configuração do servidor.
B
Habilitar o cabeçalho Strict-Transport-Security (HSTS) com o parâmetro includeSubDomains, configurar o
ssl_protocols para utilizar TLSv1.2 e TLSv1.3.
C
Configurar o parâmetro ssl_protocols para aceitar TLSv1.1 e TLSv1.2, desabilitar o suporte a compressão GZIP no
nível do HTTP para evitar ataques CRIME e forçar o uso de cifras baseadas em RC4 para maior compatibilidade.
D
Migrar os certificados para o formato PKCS#7 (P7B), desabilitar a renovação automática para evitar alterações não
autorizadas no sistema de arquivos e configurar o parâmetro keepalive_timeout para 0, visando fechar conexões
HTTPS imediatamente após cada requisição.
E
Desabilitar o firewall UFW para evitar latência no handshake TLS, configurar o servidor para operar na porta 80 e realizar o
redirecionamento via software para a porta 443, garantindo que o tráfego inicial seja sempre monitorado.
A
ativar a política RestrictAnonymous no nível 0 para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação
mútua Kerberos.
B
ativar a política RestrictALL no nível 0 para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação mútua
LDAP.
C
configurar uma GPO para exigir LDAP Signing e ajustar as permissões de controle de acesso (ACLs) para remover o
acesso de leitura do grupo Logon Anônimo.
D
habilitar o serviço de DNSSec do Active Directory e forçar a comunicação via protocolo SMB assinado de forma anônima.
E
migrar os serviços para a porta 636, e forçar a utilização de certificados autoassinados gerados individualmente em cada
estação de trabalho para garantir que o atacante utilize um certificado comum a todos os usuários.
A
permitir seletivamente o tráfego da rede interna para a DMZ e bloquear todo o tráfego da internet para a DMZ, pois os
servidores devem ser acessados apenas pelos funcionários internos.
B
configurar um túnel VPN entre a DMZ e cada estação de trabalho da rede interna, garantindo que o tráfego entre essas
redes seja criptografado, dispensando regras de firewall específicas.
C
permitir todo o tráfego da internet para a DMZ sem restrições e bloquear todo o tráfego da DMZ para a rede interna,
garantindo que servidores comprometidos não afetem a rede interna.
D
permitir apenas o tráfego necessário da internet para a DMZ para o servidor web e servidor de arquivos e permitir apenas
o tráfego essencial da DMZ para a rede interna.
E
configurar a DMZ em modo bridge com a interface externa, eliminando a necessidade de regras de firewall, pois o
isolamento é garantido pelo próprio conceito de DMZ.
A
a migração ocorra para um modelo Public Cloud com criptografia de ponta a ponta gerida pelo provedor, os requisitos
técnicos de sustentabilidade foquem no descarte de hardware e o desenvolvimento seja entregue via SaaS para reduzir a
superfície de ataque local.
B
o contrato de infraestrutura priorize o modelo On-premises para manter a soberania dos dados, a segurança da informação
seja tratada como um requisito funcional específico de cada entrega e a acessibilidade seja orientada por meio do uso de
ferramentas de tradução automática.
C
o desenvolvimento seja medido por story points em regime Agile, a infraestrutura utilize o modelo Community Cloud para
isolamento lógico total e os requisitos de acessibilidade sigam a norma ISO 27001 para garantir a inclusão digital dos cida-
dãos.
D
o edital exija certificações SOC 2 Type II (Service Organization Control 2) do provedor de nuvem, o desenvolvimento utilize
métricas de Ponto de Função com análise estática de código (SAST) integrada e o contrato preveja sanções por
descumprimento de níveis de serviço de segurança.
E
a arquitetura seja baseada em Multicloud para evitar o vendor lock-in, a sustentação seja contratada por postos de trabalho
presenciais para controle físico e os requisitos não funcionais de segurança sejam validados após a homologação final do
software.
A
um IPS posicionado na rede interna, pois os ataques identificados são geralmente originados a partir de computadores
internos comprometidos e uma solução WAF para lidar com ataques do DDoS.
B
uma VPN site-to-site entre a DMZ e cada usuário externo, criptografando o tráfego do portal contra ataques web e uma
solução UTM contra ataques de camada de aplicação.
C
um WAF para proteção específica contra SQL Injection e XSS, e uma solução UTM com anti-DDoS para proteção contra
DDoS e outras ameaças de perímetro.
D
um sistema IPS em modo passivo contra SQL Injection na porta SPAN do switch da DMZ e um IDS com capacidade
reativa para detecção e eliminação de ataques do tipo DDoS.
E
um proxy reverso como balanceamento de carga entre múltiplos servidores web para suportar ataques DDoS, e uma
inspeção proteção do tipo NAC para controle de acesso às aplicações.
A
o Projeto Básico contenha a estimativa de preços baseada em notas fiscais de órgãos parceiros, enquanto o Estudo
Técnico Preliminar (ETP) foque na descrição dos requisitos de hardware e o Termo de Referência na governança.
B
o planejamento das contratações utilize o Termo de Referência para avaliar alternativas de mercado, enquanto o Estudo
Técnico Preliminar (ETP) defina as sanções administrativas e o Projeto Básico determine o indice de reajuste.
C
o Estudo Técnico Preliminar (ETP) defina o modelo de licenciamento de software, enquanto o Termo de Referência esta-
beleça a análise de viabilidade econômica e o Projeto Básico foque no mapa de riscos.
D
o Estudo Técnico Preliminar (ETP) demonstre a viabilidade técnica e a justificativa da solução, enquanto o Termo de
Referência detalhe o objeto, deveres da contratada e critérios de aceitação baseados em níveis de serviço.
E
as etapas da contratação iniciem pela elaboração do Termo de Referência para balizar o mercado e, depois, o Estudo
Técnico Preliminar (ETP) complete o processo com a descrição da metodologia de execução e medição.
A
a gestão de riscos foque na identificação de falhas de hardware em switches, orientando o PETIC no treinamento de
suporte técnico para que a governança monitore o tráfego de dados do portal.
B
o PETIC estabeleça a visão estratégica de segurança, o PDTIC detalhe os projetos e investimentos na área e a gestão de
mudanças e riscos garanta a conformidade técnica das alterações no ambiente.
C
o PETIC defina as especificações de hardening de servidores, delegando ao PDTIC a definição da periodicidade de trocas
de senhas e à gestão de mudanças a automação dos backups em nuvem.
D
a gestão de riscos identifique ameaças ao ambiente físico, possibilitando que a conformidade valide a substituição de perí-
metros de firewall por políticas de conscientização em redes sociais no PETIC.
E
o PDTIC priorize a aquisição de licenças de antivírus, cabendo à gestão de mudanças o inventário de ativos de rede e à
conformidade técnica a validação do uso de software livre no setor de RH.
A
o desenvolvimento sob demanda seja contratado via fábrica de software com métrica de ponto de função, a sustentação
seja objeto de contrato autônomo com ANS por severidade, e a escolha entre laas e PaaS seja orientada pelo nível de
controle operacional que o órgão pretende manter sobre o ambiente.
B
o sistema seja desenvolvido sob demanda com entrega por sprints documentados, a sustentação seja incorporada ao
contrato de desenvolvimento para simplificar a gestão e a infraestrutura seja contratada via SaaS para eliminar a neces-
sidade de gerenciamento de plataforma pela equipe interna.
C
o desenvolvimento seja contratado como software sob demanda via fábrica de software, com entregas medidas por pontos
de função, e a sustentação seja coberta por contrato SaaS com o mesmo fornecedor, unificando responsabilidades
técnicas e contratuais.
D
o licenciamento de software pronto cubra as funcionalidades parlamentares, com customizações entregues pela fábrica de
software sob contrato separado, e a infraestrutura seja provisionada via laas para manter o controle do ambiente pelo
órgão.
E
a fábrica de software desenvolva o sistema sob demanda com métricas de produtividade por ponto de função, a susten-
tação seja contratada separadamente com SLA definido por severidade de chamados e a infraestrutura seja provisionada
via PaaS para reduzir a gestão operacional.
A
pesquisa de preços priorize as notas fiscais de fornecedores locais, a matriz RACI defina as sanções contratuais por atraso
e a gestão de riscos analise a compatibilidade do software com o sistema de Compras Corporativas.
B
gestão de riscos estabeleça o orçamento máximo da contratação, enquanto a matriz RACI gerencie o inventário de ativos
em nuvem e a pesquisa de preços utilize orçamentos de empresas sem registro no SICAF (Sistema de Cadastramento
Unificado de Fornecedores).
C
pesquisa de preços utilize fontes diversificadas como o Painel de Preços e contratações similares, enquanto a matriz RACI
defina as responsabilidades de execução, aprovação, consulta e informação de cada entrega técnica.
D
análise de riscos mapeie as falhas de hardware no site principal, a pesquisa de preços ocorra via cotação direta com
fabricantes e a matriz RACI estabeleça os níveis de serviço para a equipe de suporte.
E
matriz RACI identifique os riscos de indisponibilidade do link de dados, a pesquisa de preços valide o menor valor global e
a gestão de riscos oriente o plano de comunicação entre os parlamentares.
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