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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
180 questões encontradas
Um objetivo contracionista, tudo mais constante, pode ser alcançado por meio de uma política
Texto associado
[Beleza e propaganda] A crescente padronização do ideal de beleza feminina foi um dos efeitos imprevistos da popularização da fotografia, das revistas de grande circulação e do cinema a partir do início do século XX. Não é à toa que esse movimento coincide com a decolagem e vertiginosa ascensão da indústria da beleza (hoje um mercado com receita global acima de 200 bilhões de dólares). Como vender “a esperança dentro de um pote?" As estratégias variam ao infinito, porém a mais diabólica e (possivelmente) eficaz dentre todas - verdadeira premissa oculta do marketing da beleza - foi explicitada com brutal franqueza, em 1953, pelo então presidente da megavarejista de cosméticos americana Allied Stores: “O nosso negócio é fazer as mulheres infelizes com o que têm". O atiçar cirúrgico da insegurança estética e a exploração metódica das hesitações femininas no universo da beleza abrem as portas ao infinito. Os números e lucros do setor reluzem, mas quem estimará a soma de todo o mal-estar causado pelo massacre diuturno de um padrão ideal de beleza? (Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos . São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 104-105)
O autor do texto explora com alguma frequência expressões com clara oposição de sentido, tal como ocorre entre
Na segunda metade do século XIX, os Estados Unidos realizaram o Destino Manifesto, isto é, a expansão para o oeste até o Oceano Pacífico. Sobre este movimento, também conhecido como “Marcha para o Oeste”, pode-se afirmar que
Texto associado
1. O mantra do momento é "siga o seu coração". O coração é sábio. Se o coração não palpita, mude de vida. Ou de trabalho 2. Antigamente o trabalho era apenas um instrumento para garantir o sustento. A ideia que o "trabalho nos completa", nos "apaixona", seria incompreensível. Mas não é incompreensível hoje. Se não sentirmos um amor eterno pela rotina do escritório, pensaremos em uma derrota existencial. 3. Mas, se, em matéria de trabalho, o que interessa é cumprir nossa paixão, isso significa que todos temos uma paixão para cumprir. Noções de esforço e mérito deixam de fazer sentido. Tudo que interessa é descobrir nossa vocação. Contudo, conforme alertam psicólogos, esse raciocínio não sobrevive a uma análise cuidadosa. 4. Em matéria vocacional, a teoria de que aquilo que nos apaixona já está inscrito no nosso "DNA existencial" é a teoria dos românticos, que pulam de trabalho em trabalho em busca da epifania. Se não a encontram, a frustração aumenta. Para pesquisadores, pessoas que se refugiam nessa teoria dificilmente encontram a paixão que procuram. O mundo não é o reflexo perfeito dos nossos desejos, ele é mais imprevisível e diverso do que nossas fantasias mentais. 5. Quando nos agarramos a uma ideia fixa de realização pessoal, não vemos oportunidades de trabalho alternativas. Pior ainda: encaramos cada surpresa como um desvio intolerável. Quem acredita na vocação "natural" não concebe a existência de obstáculos. Se as coisas não são tão simples como imaginamos, isso pode significar que estamos no caminho errado. 6. Moral da história? Não siga seu coração. Prefira abrir sua cabeça para possibilidades que existem - e que sua cabeça nem sequer imaginava que existiam.