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“Toda vez que pinto um retrato perco um amigo.” As formas verbais sublinhadas mostram perfeita concordância de tempos; as formas verbais a seguir que mostram inadequação são:

A pintava / perdia.
B pinte / tenho perdido.
C tivesse pintado / teria perdido.
D pintasse / perderia.
E pintara / tinha perdido.

As vantagens de minha invenção sobre todos os outros instrumentos que têm o mesmo propósito, são o corte rápido e preciso, assim como a facilidade com que pode ser feito -, uma criança pode usá-lo sem dificuldade e sem correr riscos; o cortador curvo pode ser removido caso precise ser substituído, o que torna possível reaproveitar as outras partes do instrumento, e evita gastos. O furador também faz um orifício na lata sem que o líquido espirre, como ocorre nos instrumentos em que o orifício é feito com um golpe. (Henry Petroski, A evolução das coisas úteis). O texto acima:

A exemplifica um texto de publicidade e não de propaganda, pois trabalha no campo ideológico e não no comercial.
B valoriza indiretamente o mundo capitalista.
C não tem seu anunciante identificado.
D mistura uma mensagem linguística com uma mensagem imagística.
E dirige sua mensagem para um público-alvo identificado como o alto empresariado.

Em todas as frases abaixo há dois termos sublinhados que se relacionam; a frase em que o substituto foi caracterizado corretamente é:

A substituição por sinônimos ou quase sinônimos / Enquanto as guerras se tornam a cada dia mais violentas, dirigi-las é cada vez mais cômodo e se faz de locais cada vez mais distantes da conflagração .
B substituição por hiperônimos / O coronel trazia documentos importantes, mas, após o acidente, nada foi encontrado na pasta do militar.
C substituição por pronomes / Acredito que o péssimo estado das nossas prisões é que as impede de serem ocupadas por algumas pessoas da nossa melhor sociedade.
D substituição por metáfora / Infelizmente o cérebro humano é um dos poucos órgãos do nosso corpo que nâo têm uma válvula excretora. E as fezes culturais ficam lá, nos envenenando pelo resto da vida, transformando o mais nobre e complexo órgão do corpo numa imensa fossa, imunda e fedorenta.
E substituição por termos cognatos / O riso é próprio do homem, mas o rir demais traduz pouca inteligência.

A alternativa abaixo em que ocorre uma premissa seguida de uma conclusão é:

A Foi ouvido um barulho na cozinha / a cozinheira já chegou.
B O restaurante deve estar cheio de clientes / o estacionamento está lotado.
C O Vasco da Gama vai ganhar o jogo / o time do Vasco vai jogar completo.
D Os carros novos chegarão ao mercado mais caros / os carros novos estão equipados com tecnologia moderníssima.
E Os empresários vão ficar felizes / os empresários passam a receber este mês novos financiamentos.

A frase abaixo que se estrutura sobre uma antítese é:

A “O apetite vem enquanto se come, a sede vai enquanto se bebe.”
B “É extremamente difícil falar muito sem dizer algo a mais.”
C “Os homens de poucas palavras são os melhores.”
D “Uma palavra vale uma moeda; o silêncio vale duas.”
E “O silêncio tornou-se sua língua materna.”

Um princípio geral de formulação textual diz que, a primeira vez em que é citada, uma entidade deve ser precedida de artigo indefinido e, quando citada pela segunda vez e outras, deve ser precedida do artigo definido. Ocorre, porém, que, em alguns casos, mesmo citadas pela primeira vez, algumas entidades aparecem precedidas de artigo definido. Uma das razões é quando se trata de uma entidade emoldurada, ou seja, quando um vocábulo anterior faz supor a nova entidade como já conhecida. A frase abaixo que exemplifica o que se afirma acima é:

A Um carro entrava na garagem com os pneus furados.
B Uma aluna aproximou-se do policial que estava na esquina.
C Uma das passageiras dirigiu-se ao guarda sentado a seu lado.
D Um dia, todos voltaremos ao lugar onde nascemos.
E Umas férias vou tirar no ano que vem.

“Os turistas visitaram o Corcovado, conheceram a floresta da Tijuca, telefonaram para seus parentes na Suíca, passearam de bondinho no Pão de Acúcar e tomaram caipirinha na beira da praia de Copacabana”. A marca desse segmento textual que faz com que ele não possa ser considerado como narrativo é:

A todas as ações são praticadas pelos mesmos personagens.
B a inexistência de qualquer conflito entre os personagens.
C a ausência de indicações de localização de tempo.
D as ações citadas não obedecerem a uma sequência.
E a não ocorrência de mudanças de tempos verbais.

Assinale a frase em que a forma sublinhada está corretamente grafada.

A “Sabe-se lá por quê , quando faço a barba no banho, se tento cantarolar um motivo breve e atual, me corto.”
B “Marido e mulher amavam os hóspedes , porquê sem eles acabavam brigando.”
C “Por que amou muito, Madalena teve seus pecados perdoados.”
D “Eis os crimes porque os homens devem ser punidos por Deus.”
E “Às vezes somos castigados sem saber porquê.”

No mês de dezembro de 2003, causou algum mal-estar entre militares o fato de o presidente Lula declarar, sobre a situação das Forças Armadas, o seguinte: “Não adianta ter um bando de general e soldado sem pólvora?”(O Dia, 16/12/2003) Pode-se atribuir esse mal-estar em função do(da):

A informação prestada sobre a falta de munição entre soldados.
B atribuição de problemas a uma grande quantidade de militares graduados.
C referência aos altos salários dos generais.
D emprego da palavra “bando”, de significado negativo.
E divulgação pública de um problema interno.

“Um caipira, no seu radinho de pilha, sempre ouvia a rádio da capital fazer propaganda de “cachorro-quente”. Curioso, dizia: “Quando eu for à capital, a primeira coisa que eu vou fazer é experimentar esse tal de cachorro-quente”. Um dia, lá foi ele para a capital. Logo que desembarca na estação, corre a uma lanchonete e pede: - Moço, me dá um desse tal de cachorro-quente? Imediatamente o garçom pega um pãozinho, corta-o ao meio e coloca uma salsicha no meio do pão. Envolve-o depois num guardanapo e entrega ao caipira, que olhava tudo espantado. Este abre o pão, olha horrorizado aquele negócio ali atravessado e reclama: - Ó moço! Mas logo essa parte do cachorro que o senhor foi pôr para mim?...” (Anônimo) Palavras que são marcas explícitas de passagem de tempo são:

A sempre / quando.
B quando / um dia.
C um dia / logo que.
D logo que / imediatamente.
E Imediatamente / aquele negócio.