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A arquitetura de protocolos da Internet é organizada em camadas conceituais que oferecem serviços através de protocolos de comunicação. Em particular, a camada de transporte oferece um serviço de comunicação orientado à conexão para as aplicações, provendo controle de erro e controle de fluxo fim a fim. Esse serviço é oferecido pelo protocolo

A Internet Protocol
B User Datagram Protocol
C Transmission Control Protocol
D Internet Group Message Protocol
E Internet Control Message Protocol

O Domain Name System (DNS) é implementado como um sistema distribuído usando o paradigma cliente-servidor e possui três componentes: a base de dados distribuída, os servidores de nomes e os clientes (conhecidos como resolvedores). A base de dados distribuída é hierárquica e composta por registros de recursos que são mantidos pelos servidores e consultados pelos clientes. Um desses registros de recursos contém múltiplos campos com informações administrativas sobre o domínio, como o nome do servidor de nomes primário, o endereço de e-mail do responsável, o número de série do banco de dados, entre outras. Esse registro de recurso é o

A DS
B NS
C PTR
D SOA
E CNAME

Uma estação de trabalho está configurada com o endereço e a máscara IPv4 a seguir: 10.0.240.167/27. Para enviar uma mensagem de difusão (broadcast) para todas as estações da mesma rede lógica IPv4, essa estação deve usar o endereço

A 10.0.240.1
B 10.0.240.127
C 10.0.240.191
D 10.0.240.225
E 10.0.240.255

O Hypertext Transfer Protocol (HTTP) é um protocolo, sem estado, de nível de aplicação para sistemas de informação de hipertexto distribuídos e colaborativos. O HTTP permite que um emissor crie uma requisição condicional com um ou mais campos de cabeçalho de requisição que indicam uma pré-condição a ser testada antes de aplicar o método de requisição ao recurso de destino. Se a pré- -condição especificada não for atendida, o servidor não retorna o item requisitado. As requisições GET condicionais são o mecanismo mais eficiente para atualizações de cache HTTP. Pode-se usar um campo de cabeçalho nessas requisições condicionais para solicitar a transferência de um item sob a condição de ele ter sido atualizado desde uma data especificada. Um exemplo de uso desse campo de cabeçalho é o

A If-Modified-Since: Sat, 29 Oct 2024 19:43:31 GMT
B If-Changed-Since: Sat, 29 Oct 2024 19:43:31 GMT
C If-Altered-Since: Sat, 29 Oct 2024 19:43:31 GMT
D If-Revised-After: Sat, 29 Oct 2024 19:43:31 GMT
E If-Updated-Since: Sat, 29 Oct 2024 19:43:31 GMT

Uma empresa está enfrentando dificuldades no gerenciamento de permissões de acesso aos seus sistemas internos. Alguns funcionários conseguem visualizar informações confidenciais que não são necessárias para suas funções, enquanto outros relatam dificuldades para acessar recursos essenciais. Para resolver isso, a equipe de TI decide implementar o modelo de Controle de Acesso Baseado em Papéis (Role-Based Access Control – RBAC). No modelo de Controle de Acesso Baseado em Papéis (RBAC), como são atribuídas as permissões de acesso aos usuários?

A Ajustam-se automaticamente as permissões com base na frequência de uso dos recursos.
B Atribuem-se funções, que possuem permissões predefinidas, aos usuários, garantindo um controle centralizado e simplificado.
C Concedem-se permissões individuais diretamente, com base na necessidade específica de cada usuário.
D Distribui-se um conjunto de permissões dinâmico baseado em atributos como localização e horário.
E Solicita-se manualmente, por usuário, a permissão para cada ação que deseja executar no sistema.

Uma fintech especializada em processamento de pagamentos enfrenta dificuldades na manutenção da API de transações financeiras. Tais dificuldades ocorrem devido ao crescimento desorganizado do código dessa API, que resulta em funções extensas, repetição de lógica e desafios na implementação de novas funcionalidades. Pequenos ajustes nesse código tornaram-se arriscados, pois qualquer alteração pode gerar efeitos colaterais inesperados, além de demandar um tempo excessivo da equipe para compreender trechos confusos e mal estruturados. Para resolver esse problema, o diretor de tecnologia propõe a adoção de práticas de refatoração. Dado o problema enfrentado por essa fintech, a abordagem que se alinha ao conceito de refatoração para resolver essa situação é a de

A implementar verificações externas no código para capturar mais erros em tempo real e de execução.
B priorizar o lançamento de novas funcionalidades antes de realizar qualquer refatoração no código existente.
C reescrever códigos-fonte confusos que não demandam modificações, tornando-os mais claros, com o objetivo de subdividir o problema.
D otimizar o desempenho, com vistas a conjugar a aceleração do tempo de resposta e um código mais fácil de operar.
E modificar a estrutura interna do software de forma a torná-lo mais compreensível e menos custoso, preservando seu comportamento observável.

Uma empresa especializada em desenvolvimento de software para gestão bancária enfrenta problemas frequentes com erros inesperados em seu sistema de processamento de empréstimos. Muitos desses erros ocorrem devido a entradas inválidas, falta de validação adequada e contratos mal definidos entre os módulos do sistema. Para garantir que os componentes do software se comuniquem corretamente e respeitem regras bem definidas, o arquiteto de software propõe a adoção da Programação por Contrato (Design by Contract – DbC). Nesse contexto, o uso da Programação por Contrato (Design by Contract – DbC) é adequado pois ela

A adiciona verificações redundantes de erro em pontos aleatórios do código para evitar falhas inesperadas.
B emprega assertivas para validar entradas externas em qualquer parte do código, independentemente de sua origem, e em qualquer estágio de execução.
C implementa contratos explícitos, entre métodos e seus consumidores, definindo pré-condições, pós-condições e invariantes para garantir o correto funcionamento do sistema.
D incorpora mecanismos de confiabilidade ao final do processo de implementação e documentação, objetivando a corretude dos programas.
E utiliza exceções para capturar e corrigir automaticamente qualquer erro de entrada nos métodos.

Na virtualização são identificados os conceitos de máquinas virtuais, redes virtualizadas e datastores. Relacione-os com suas respectivas descrições apresentadas a seguir. I - Máquinas Virtuais (VMs) II - Redes Virtualizadas III - Datastores P - Permitem a abstração de recursos físicos de armazenamento para disponibilizá-los como volumes lógicos gerenciáveis. Q - Representam ambientes computacionais isolados que compartilham os recursos físicos de um host. R - Facilitam a comunicação direta entre dispositivos físicos sem intermediários virtuais. S - Criam interfaces de rede lógicas que replicam funcionalidades de redes físicas, possibilitando isolamento e segmentação. As associações corretas são:

A I – P , II – Q , III – R
B I – Q , II – R , III – P
C I – Q , II – S , III – P
D I – R , II – Q , III – S
E I – R , II – S , III – Q

Um grande banco está considerando migrar sua infraestrutura para a computação em nuvem. A equipe responsável por essa migração busca uma solução que permita ter escalabilidade para lidar com picos de demanda e controle total sobre o ambiente de execução de suas aplicações, além da possibilidade de reduzir custos, pagando apenas pelos recursos usados na nuvem. Com base nesses requisitos, a solução adequada para o banco será utilizar uma nuvem

A privada com modelo de serviço SaaS.
B pública com modelo de serviço PaaS.
C privada com modelo de serviço IaaS.
D pública com modelo de serviço IaaS.
E híbrida, combinando os modelos de serviço SaaS e PaaS.

Uma startup bancária está enfrentando dificuldades em lidar com picos de tráfego durante promoções sazonais. A equipe de TI dessa startup está considerando migrar sua infraestrutura para a nuvem, buscando uma solução que permita: - aumentar ou reduzir os recursos automaticamente com base na demanda; - implementar rapidamente novos servidores ou serviços, sem a necessidade de intervenção da equipe de suporte; e - pagar apenas pelos recursos efetivamente utilizados. Com base nesses requisitos, os conceitos fundamentais de computação em nuvem mais relevantes para atender às demandas dessa startup são, respectivamente,

A elasticidade, autoatendimento e pay-per-use
B escalabilidade horizontal, automação e custo fixo
C resiliência, autoatendimento e escalabilidade vertical
D alta disponibilidade, redundância e pagamento antecipado
E redundância, escalabilidade vertical e pagamento por assinatura