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A NBR 9050/2022 reúne a legislação em vigor relativa à acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, regulamentando entradas, rotas acessíveis, dimensionamento de portas e características de dispositivos para circulação de pedestres em passeios públicos, como escadas e rampas. De acordo com os critérios e parâmetros estabelecidos por essa norma, para a garantia das condições de acessibilidade ao meio físico de caráter público, deve-se ter em conta que

A as portas de acesso a edificações, de duas ou mais folhas, devem ter um vão livre de 0,60 m em, pelo menos, uma das folhas.
B as entradas e as rotas de interligação às funções do edifício não devem conter barreiras físicas, como degraus.
C a inclinação transversal dos passeios que demandem ajustes de soleira deve ser superior a 20%.
D os degraus de escadas fixas, localizados nas rotas acessíveis, podem ter espelhos vazados.
E a altura do desnível acima de 0,18 m, em áreas de circulação pública, não demanda a previsão de proteções contra queda.

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, que regulamenta intervenções em bens tombados no Brasil, são consideradas, para efeito de análise, contratação e aprovação de serviços de projeto de arquitetura, urbanismo e paisagismo em imóveis, sítios ou paisagens de valor patrimonial, diferentes categorias de intervenção, dentre as quais a restauração. O objetivo principal de uma intervenção de restauração em um bem cultural é

A restabelecer a unidade do bem cultural, respeitando sua concepção original, os valores de tombamento e seu processo histórico de intervenções anteriores.
B promover um conjunto de ações preventivas destinadas a prolongar o tempo de vida de determinado bem.
C realizar intervenção que implique construção de novos elementos ou ampliação ou supressão de área construída.
D manter o bem cultural em bom funcionamento e uso.
E realizar obras, tais como pintura e reparos em revestimentos que impliquem demolição ou construção de novos elementos.

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU-BR), que regulamenta a profissão de arquiteto e urbanista no Brasil, segundo a Resolução aprovada em 2013, estabelece obrigações desse profissional perante o interesse público e perante a profissão, seu contratante e seus colegas. Considerando-se essas obrigações previstas em lei e tendo em vista a elaboração de propostas para os serviços a serem contratados, o arquiteto e urbanista deve

A oferecer propostas para a prestação de serviços somente após obter informações necessárias e suficientes sobre a natureza e a extensão dos serviços profissionais solicitados.
B elaborar propostas, visando otimizar custos profissionais, com base apenas na natureza dos serviços profissionais solicitados.
C elaborar propostas, com base apenas na extensão dos serviços profissionais solicitados, tendo em vista cronogramas e prazos de entrega.
D elaborar propostas, com base apenas nas instalações a serem executadas por outros profissionais, tendo em vista os serviços solicitados.
E formular propostas, com base apenas nos materiais de construção a serem empregados em obras, levando em conta os serviços solicitados.

A Lei n o 6.766/1979, que dispõe sobre o Parcelamento do Solo Urbano e dá outras Providências, definiu um marco conceitual da função social da propriedade, visando a regular o parcelamento do solo urbano nacionalmente, bem como fornecer elementos para a regularização de assentamentos informais consolidados nas áreas urbanas. Dentre suas regulamentações sobre “requisitos urbanísticos para loteamento”, “projeto de loteamento” e “projeto de desmembramento”, essa lei federal estabelece que

A o desmembramento consiste na subdivisão de gleba em lotes destinados à edificação, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes.
B os terrenos alagadiços e sujeitos a inundações, sem ter assegurado o escoamento das águas, terão o parcelamento do solo permitido apenas para lotes cuja área não ultrapasse 250 m².
C os lotes de loteamentos destinados à urbanização específica ou à edificação de conjuntos habitacionais de interesse social terão, obrigatoriamente, área mínima de 125 m².
D os usos e os índices urbanísticos de parcelamento e ocupação do solo são definidos pela legislação municipal, ou pelo Distrito Federal, quando for o caso, enquanto as áreas mínimas dos lotes e os coeficientes máximos de aproveitamento são definidos por lei federal.
E as diretrizes de uso do solo, traçado dos lotes, sistema viário, espaços livres e de áreas reservadas para equipamento urbano e comunitário devem ser solicitadas à Prefeitura Municipal, ou ao Distrito Federal, quando for o caso, antes da elaboração do projeto.

Um orçamento pode ser classificado, conforme seu grau de detalhamento, em “estimativa de custo”, “orçamento preliminar” ou “orçamento analítico ou detalhado”, dentre outras classificações. Na orçamentação de obras de edificações por estimativa de custos, o Custo Unitário Básico (CUB) tem sido um parâmetro bastante utilizado. O CUB da construção civil representa o custo da construção por

A volume de cada um dos padrões de imóvel estabelecidos
B durabilidade de cada um dos padrões de imóvel estabelecidos
C área de cada um dos padrões de imóvel estabelecidos
D massa de cada um dos padrões de imóvel estabelecidos
E comprimento de cada um dos padrões de imóvel estabelecidos

O Projeto Porto Maravilha consiste numa operação urbana consorciada (OUC) que vem promovendo uma série de intervenções na zona portuária do Rio de Janeiro, via parceria público-privada (PPP), tais como investimentos em infraestrutura urbana, construção de empreendimentos residenciais e comerciais e restauro de edificações antigas, incluindo os galpões. Segundo o Estatuto da Cidade (Lei Federal no 10.257/2001), poderão ser previstas nas operações urbanas consorciadas, dentre outras medidas, a

A modificação de índices e características de parcelamento, uso e ocupação do solo e subsolo, bem como alterações das normas edilícias, considerado o impacto ambiental decorrente da operação urbana consorciada.
B emissão pelo município de quantidade determinada de certificados de potencial adicional de construção, conversíveis em direito de construir em áreas externas aos limites da operação urbana consorciada.
C utilização do certificado de potencial adicional no pagamento da área de construção inferior aos padrões estabelecidos pela legislação de uso e ocupação do solo, até o dobro do limite fixado pela lei específica que aprovar a operação urbana consorciada.
D realização de operações urbanas consorciadas interfederativas nas regiões metropolitanas ou nas aglomerações urbanas instituídas por lei complementar federal, desde que aprovadas por legislação municipal específica.
E realização de intervenções coordenada pelos investidores privados e proprietários, no caso de áreas centrais adensadas, desde que garantida a participação dos moradores, dos usuários permanentes ou do Poder Público municipal.

Uma empresa de TI trabalhará com o modelo Serverless para implantar um desenvolvimento nativo e serviço de nuvem. Uma das características importantes que deve ser observada durante essa implantação é a(o)

A ausência de qualquer estado entre uma execução e outra de um serviço Serveless.
B configuração de baixa latência entre os serviços Serveless na nuvem.
C grande dependência na execução na nuvem, no caso de serem utilizadas muitas funções de outras plataformas.
D baixo acoplamento com a nuvem, tornando fácil mudanças para outras plataformas.
E encerramento de execuções de Serveless na nuvem através de comandos externos à nuvem.

Determinada empresa de TI está aplicando a Infraestrutura como Código (IaC) para que haja provisionamento da sua infraestrutura por meio de códigos. Foi escolhida, para isso, uma única abordagem, que é caracterizada por definir o estado no qual se deseja o sistema, com a inclusão dos recursos necessários, as propriedades que tais recursos precisam ter e uma ferramenta específica para configurar esse estado. A abordagem escolhida por possuir essas características é a

A sensitiva
B impositiva
C imperativa
D declarativa
E colaborativa

Uma rede de computadores de uma grande empresa, que utiliza contêineres, precisa instalar contêineres do Docker. Nesse caso, esses contêineres do Docker funcionarão como um(a)

A arquivo reutilizável e compartilhável usado para criar outros contêineres ou imagens de sistemas operacionais.
B software diretamente criado de um Dockerfile.
C software criado a partir de streamings de outros contêineres.
D instância de runtime de um software independente, podendo executá-lo de qualquer lugar.
E instância imutável e hermética do Docker.

O antimalware é uma categoria de software que monitora um computador ou rede de computadores para combater malwares. Uma estratégia amplamente utilizada é adotar uma base de conhecimento de assinaturas de malwares que permite fazer a identificação, detecção, bloqueio e remoção das ameaças virtuais. Para dificultar a sua identificação, uma categoria de vírus mutante criptografa seu código e usa uma chave de criptografia diferente com cada infecção para modificar a composição física do arquivo. Além disso, o uso de grandes mecanismos de mutação gera bilhões de procedimentos de decriptação, tornando muitas abordagens de detecção ineficazes. Essa categoria de vírus é conhecida como

A cryptojacking
B formjacking
C polymorphic
D ransomware
E trojan