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Um atacante presente numa rede local quer realizar um ataque para atuar como man-in-the-middle entre uma estação vítima e o default gateway da rede. Para executar esse ataque, o atacante quer fazer com que a estação da vítima associe o endereço MAC usado pelo atacante ao endereço IP do default gateway da rede. Além disso, quer fazer com que o default gateway da rede associe o endereço MAC usado pelo atacante ao endereço IP da estação da vítima. Para conseguir realizar essas associações, o atacante deve usar a técnica de

A IP Spoofing
B ARP Spoofing
C ICMP Spoofing
D TCP Flooding
E TCP Hijacking

O código malicioso é aquele programa de computador que tem o potencial de danificar sua vítima, mas nem sempre age dessa forma. Alguns códigos maliciosos optam por furtar dados pessoais, enquanto outros usam recursos de computação da vítima em benefício próprio, sem o conhecimento ou a autorização da vítima. Dentre esses códigos maliciosos, existe uma certa categoria que visa utilizar código Javascript malicioso para furtar dados de cartão de crédito e outras informações preenchidas em páginas de pagamento de web sites de e-Commerce. Essa categoria de códigos maliciosos é conhecida como

A worm
B formjacking
C downloader
D ransomware
E cryptojacking

A engenharia social é uma técnica de manipulação que visa persuadir pessoas a cometerem erros ou burlar políticas de segurança, de forma que o adversário tenha êxito em ações maliciosas que não seriam viáveis sem a participação da vítima. Dentre os métodos mais comuns de engenharia social, existe um que tem como objetivo seguir um membro autorizado da equipe em uma área de acesso restrito e se aproveitar da cortesia social para fazer com que a pessoa segure a porta para o atacante ou para convencer a pessoa de que o atacante também está autorizado a ficar na área de acesso restrito. Esse método de engenharia social é conhecido como

A baiting
B phishing
C smishing
D tailgating
E honeytrap

A fim de garantir a segurança da informação, é preciso adotar um conjunto de medidas de proteção para tornar sistemas de informação e sistemas de comunicação resistentes a ataques. Dentre essas medidas de proteção, existe uma que visa fornecer evidências que podem ser armazenadas e, posteriormente, apresentadas a terceiros, para resolver disputas que surgem se e quando uma comunicação é negada por uma das entidades envolvidas. Essa medida de proteção é conhecida como

A integridade
B autenticidade
C irretroatividade
D irretratabilidade
E confidencialidade

O padrão IEEE 802.1X fornece um controle de acesso à rede de comunicação de dados, através de um mecanismo de autenticação que envolve três partes: o suplicante, o autenticador e o servidor de autenticação. Durante o processo de autenticação, a entidade que deseja acessar a rede (suplicante) interage diretamente com a entidade que fornece o acesso à rede (autenticador). O autenticador interage diretamente com a entidade que decide se o suplicante pode ou não acessar a rede (servidor de autenticação). O protocolo de comunicação utilizado pelo suplicante para interagir com o autenticador durante o processo de autenticação é o

A EAP
B SAML
C LDAP
D OAuth2
E RADIUS

As equipes do Security Operation Center (SOC) da organização, muitas vezes, são inundadas com tarefas repetitivas e demoradas que prejudicam e reduzem a eficiência na resposta aos incidentes. Para minimizar esse problema, um conjunto de tecnologias de segurança cibernética permite que as organizações respondam a alguns incidentes automaticamente, possibilitando que os administradores lidem com alertas de segurança, sem a necessidade de intervenção manual. Para isso, englobam três importantes recursos de software usados pelas equipes de cibersegurança: gerenciamento de casos e de fluxos de trabalho; automação de tarefas e acesso a meios centralizados de consulta; e compartilhamento de informações sobre ameaças. Esse conjunto de tecnologias de segurança cibernética é conhecido como

A IPS
B DLP
C WAF
D CASB
E SOAR

O Transport Layer Security (TLS) é um padrão de comunicação segura que criptografa e autentica a comunicação entre aplicativos e servidores para assegurar proteção de dados. As duas versões mais comuns ainda em uso hoje são o TLS 1.2 e o mais recente protocolo TLS 1.3. Existem várias diferenças importantes entre essas versões que melhoram a segurança, o desempenho e a privacidade. Dentre as principais diferenças, verifica-se que o TLS 1.3 suporta

A apenas a cifragem AEAD com algoritmos fortes, como o AES-GCM e o Cha-Cha20-Poly1305.
B apenas o handshake completo com dois round-trips, enquanto versões antigas suportam o handshake com um round-trip ou zero round-trip, com retomada da sessão.
C opcionalmente a cifragem simétrica DES e 3DES, mas removeu os algoritmos MD5 e SHA-1.
D opcionalmente o forward secrecy para trocas de chaves, usando Diffie–Hellman e Diffie–Hellman de curva elíptica.
E opcionalmente trocas de chaves RSA estáticas, nas quais os servidores usam certificados com chaves RSA para criptografar chaves de sessão e trocá-las com clientes.

Conforme descrito no documento CIS Microsoft Windows Server 2019 Standalone Benchmark v1.0.0, os usuários devem ser educados sobre a seleção e a manutenção adequadas de senhas pessoais, especialmente com relação ao comprimento. Os tipos de ataques de senha incluem ataques de dicionário (que tentam usar palavras e frases comuns) e ataques de força bruta (que tentam todas as combinações possíveis de caracteres). Além disso, os invasores, às vezes, tentam obter o banco de dados de contas para que possam usar ferramentas para descobrir as contas e as senhas. Segundo esse benchmark, a recomendação para o tamanho das senhas no ambiente corporativo é de quantos caracteres?

A 6
B 8
C 10
D 12
E 14 ou mais

A implementação dos controles de segurança da informação é realizada com os mecanismos de segurança. Pode-se usar um método ou processo para assegurar a integridade de uma unidade de dados ou de um fluxo de unidade de dados, produzindo um código de verificação de integridade representado por um bloco de bits de tamanho fixo. Esse bloco é conhecido como

A marca d’água
B certificado digital
C carimbo de tempo
D valor de enchimento
E resumo de mensagem

Um CSIRT (Computer Security Incident Response Team) é capaz não apenas de coletar e avaliar relatórios de incidentes de segurança da informação, mas também de analisar dados relevantes e executar análises técnicas detalhadas do incidente em si e de quaisquer artefatos usados. A partir dessa análise, a mitigação e as etapas para se recuperar do incidente podem ser recomendadas. De acordo com o FIRST CSIRT Services Framework, o serviço de mitigação e recuperação está definido para a área de serviço de

A Consciência Situacional
B Transferência de Conhecimento
C Gestão de Vulnerabilidade
D Gestão de Eventos de Segurança da Informação
E Gestão de Incidentes de Segurança da Informação