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Leia o texto a seguir para responder às questões 09 e 10:

Assinale a alternativa em que há conformidade com a norma-padrão de concordância.

Imagem da questão 210488
A Não se presenteia as crianças com animais.
B Animais não devem ser dados como presente.
C A compra impulsiva de animais não são banais.
D O abandono e a adoção irresponsável são erradas.
E É necessário a consciência sobre a adoção de animais.
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Leia o texto a seguir para responder às questões 09 e 10:

É correto afirmar que o principal objetivo desse texto é

Imagem da questão 210487
A esclarecer quais ações cometidas contra animais são configuradas como maus-tratos a eles.
B proibir a população de abandonar seus animais de estimação durante as festas de fim de ano.
C apresentar benefícios de presentear crianças com animais a propósito da celebração natalina.
D coibir a objetificação de animais num momento favorável para compras ou adoções impulsivas.
E informar a população sobre a personalidade dos animais a fim de garantir adoções conscientes.
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 08:
O torcedor
Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje". Sempre diz: "Nós jogamos hoje". Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, "que goleada fizemos, que surra a gente deu neles", ou chora sua derrota, "nos roubaram outra vez, juiz ladrão". E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.
(Eduardo Galeano, "O torcedor". In: Futebol ao sol e à sombra. São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)

Considere as passagens a seguir: "Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio." (1º parágrafo)
"...soam as matracas, os foguetes, os tambores..." (2º parágrafo)
"Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão..." (2º parágrafo)
Em conformidade com a norma-padrão de regência verbal e emprego de crase, os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por

A ruma as arquibancadas ... tangem às cornetas ... assistir a aventura
B ruma às arquibancadas ... tangem às cornetas ... assistir à aventura
C ruma as arquibancadas ... tangem as cornetas ... assistir à aventura
D ruma às arquibancadas ... tangem às cornetas ... assistir a aventura
E ruma às arquibancadas ... tangem as cornetas ... assistir a aventura
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 08:
O torcedor
Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje". Sempre diz: "Nós jogamos hoje". Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, "que goleada fizemos, que surra a gente deu neles", ou chora sua derrota, "nos roubaram outra vez, juiz ladrão". E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.
(Eduardo Galeano, "O torcedor". In: Futebol ao sol e à sombra. São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)

Considere o trecho a seguir: "Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo." (2º parágrafo)
O sinal de dois-pontos, presente no trecho, tem o mesmo sentido de

A "de modo que".
B "no entanto".
C "apesar de que".
D "desde que".
E "visto que".
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 08:
O torcedor
Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje". Sempre diz: "Nós jogamos hoje". Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, "que goleada fizemos, que surra a gente deu neles", ou chora sua derrota, "nos roubaram outra vez, juiz ladrão". E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.
(Eduardo Galeano, "O torcedor". In: Futebol ao sol e à sombra. São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)

Considere o trecho a seguir: "Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes." (5º parágrafo)
As palavras destacadas podem ser substituídas, respectivamente, preservando o sentido original do trecho, por:

A exaure ... perene
B irradia ... passageiro
C esgota ... intermitente
D desocupa ... efêmero
E entulha ... descontínuo
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 08:
O torcedor
Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje". Sempre diz: "Nós jogamos hoje". Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, "que goleada fizemos, que surra a gente deu neles", ou chora sua derrota, "nos roubaram outra vez, juiz ladrão". E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.
(Eduardo Galeano, "O torcedor". In: Futebol ao sol e à sombra. São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada está empregada em sentido próprio.

A ...soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado... (2º parágrafo)
B ...prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos... (2º parágrafo)
C Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces... (3º parágrafo)
D Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor... (4º parágrafo)
E O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós... (5º parágrafo)
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 08:
O torcedor
Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado. Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje". Sempre diz: "Nós jogamos hoje". Este jogador número doze sabe muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da arquibancada, celebra sua vitória, "que goleada fizemos, que surra a gente deu neles", ou chora sua derrota, "nos roubaram outra vez, juiz ladrão". E então o sol vai embora, e o torcedor se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão, um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde, e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas depois da morte do carnaval.
(Eduardo Galeano, "O torcedor". In: Futebol ao sol e à sombra. São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)

O autor defende no texto que o torcedor

A se comporta comedida e serenamente no estádio tanto quanto em um templo religioso.
B julga que acompanhar o jogo do estádio é mais cômodo do que fazê-lo pela televisão.
C tem no estádio uma experiência ritualística coletiva que reforça a sensação de pertencimento.
D é desestimulado a torcer por seu time nos estádios devido à desonestidade dos árbitros.
E se sente superior aos demais torcedores de seu time conforme acompanha uma partida.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03:

Na frase "Deve haver uma maneira melhor de fazer ele comer!", a expressão destacada está reescrita em conformidade com o sentido da tira e a norma-padrão de emprego dos pronomes em:

Imagem da questão 210481
A ... de ele fazer comer!
B ... de lhe fazer comer!
C ... de fazê-lo comer!
D ... de fazer comê-lo!
E ... de fazer comer-lhe!
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03:

Assinale a alternativa em que a frase "Deve haver uma maneira melhor de fazer ele comer!", do último quadrinho, está reescrita em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.

Imagem da questão 210480
A Devem existir maneiras melhores de fazer ele comer!
B Deve existir maneiras melhores de fazer ele comer!
C Devem haver maneiras melhores de fazer ele comer!
D Haverão maneiras melhores de fazer ele comer!
E Existe maneiras melhores de fazer ele comer!
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03:

A partir da leitura da tira, é correto afirmar que Calvin

Imagem da questão 210479
A adquiriu superpoderes que o transformaram irreversivelmente ao comer a refeição preparada especialmente por sua mãe.
B foi convencido pelo pai a comer o que estava no prato, a partir de uma história que ele lhe contou com tal finalidade disfarçada.
C ficou revoltado com seus pais por terem oferecido a ele uma refeição com ingredientes que identificou como tóxicos.
D recusou a refeição que seus pais prepararam, o que os levou a revelarem a verdade sobre a substância verde no prato.
E não acreditou na história contada pelo pai e, por esse motivo, deixou o alimento verde de lado para que não o ingerisse.