QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
50 questões encontradas
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões 09 e 10:
Apenas um país produz os sete alimentos básicos (frutas, vegetais, laticínios, peixes, carne, sementes e alimentos ricos em amido) em quantidades suficientes para suprir as necessidades de sua população. É a Guiana, um dos menores países da América do Sul. De acordo com um estudo da Universidade de Göttingen, na Alemanha, China e Vietnã ficaram em segundo lugar, produzindo alimentos suficientes para responder às necessidades de suas populações em seis das sete categorias. Seis países não conseguiram atingir a autossuficiência em nenhum grupo alimentar. O Brasil é autossuficiente em cinco categorias – faltaram vegetais e peixes. O estudo verificou que muitos países ainda dependem de um único parceiro comercial para mais da metade de suas importações de alimentos. "A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis”, comentou Jonas Stehl, economista da Universidade de Göttingen.
(O único país autossuficiente em alimentos. https://revistapesquisa.fapesp.br, 07.2025. Adaptado)

No trecho "A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis.”, a expressão destacada pode ser substituída, mantendo-se a norma-padrão do emprego do acento indicativo de crase, por:

A fazer com que nações nessa condição fiquem sujeitas à vulnerabilidade.
B fazer com que nações nessa condição passem à ser consideradas vulneráveis.
C levar às nações nessa condição a uma situação de vulnerabilidade.
D levar as nações nessa condição à uma situação de vulnerabilidade.
E causar à vulnerabilidade de nações nessa condição.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões 09 e 10:
Apenas um país produz os sete alimentos básicos (frutas, vegetais, laticínios, peixes, carne, sementes e alimentos ricos em amido) em quantidades suficientes para suprir as necessidades de sua população. É a Guiana, um dos menores países da América do Sul. De acordo com um estudo da Universidade de Göttingen, na Alemanha, China e Vietnã ficaram em segundo lugar, produzindo alimentos suficientes para responder às necessidades de suas populações em seis das sete categorias. Seis países não conseguiram atingir a autossuficiência em nenhum grupo alimentar. O Brasil é autossuficiente em cinco categorias – faltaram vegetais e peixes. O estudo verificou que muitos países ainda dependem de um único parceiro comercial para mais da metade de suas importações de alimentos. "A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis”, comentou Jonas Stehl, economista da Universidade de Göttingen.
(O único país autossuficiente em alimentos. https://revistapesquisa.fapesp.br, 07.2025. Adaptado)

A partir de informações presentes no texto, é correto afirmar que

A a autossuficiência alimentar é plenamente alcançada quando o país consegue produzir as sete categorias de alimentos.
B a necessidade que uma nação tem de importar alimentos exclusivamente de um outro país a deixa exposta a riscos.
C um estudo tenta entender como a Guiana consegue autossuficiência alimentar mesmo sendo um país tão pequeno.
D a maioria dos países do mundo, isto é, mais da metade deles, dependem de um outro país para suprir a demanda de alimentos.
E o Brasil tem mais de um parceiro comercial para a importação de alimentos, o que o deixa numa situação privilegiada.

A palavra destacada pode ser substituída por "os", mantendo-se a norma-padrão de emprego e colocação pronominal.

A Mark Gansonré conhece os agricultores do país e diz que o governo já está-lhes beneficiando.
B É importante que os agricultores recebam apoio e que reconheçam-lhes por sua importância.
C Pessoas que viviam em locais cultiváveis tiveram que procurar outros por terem abandonado-lhes.
D O acesso dos pequenos produtores ao crédito lhes permite alcançar o ideal de produção do país.
E Muitos são os desafios de um país que sofre com o terrorismo, mas o governo tenta lhes atender.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 07:
A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.
Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.
Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.
Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.
"Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores", celebra Gansonré.
A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.
"O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense", destaca Gansonré.
(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho do texto alterado mantém a norma-padrão de concordância verbal e nominal.

A Aproximadamente 80% dos burquinenses participa de atividade agrícola.
B Mais de 200 mil toneladas de arroz são importadas em Burkina Faso por ano.
C Foram facilitados o acesso dos pequenos produtores ao crédito no país.
D Alcançou-se em Burkina Faso excedentes de cereais por dois anos seguidos.
E Deslocados de seus lares, a maior parte da população estavam na zona rural.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 07:
A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.
Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.
Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.
Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.
"Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores", celebra Gansonré.
A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.
"O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense", destaca Gansonré.
(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)

No trecho "... os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar." (1º parágrafo), as vírgulas foram empregadas pelo mesmo motivo que em:

A Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. (3º parágrafo)
B Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.
C "Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. (5º parágrafo)
D No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores", celebra Gansonré. (5º parágrafo)
E houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção... (7º parágrafo)
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 07:
A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.
Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.
Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.
Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.
"Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores", celebra Gansonré.
A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.
"O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense", destaca Gansonré.
(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)

Duas palavras empregadas com o mesmo sentido no texto estão destacadas em:

A a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso... (1º parágrafo) / "Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão... (5º parágrafo)
B Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola... (3º parágrafo) / ... o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. (6º parágrafo)
C O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo. (3º parágrafo) / No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores"... (5º parágrafo)
D bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores", celebra Gansonré. (5º parágrafo) / os agricultores pudessem intensificar a produção a fim de alimentar o povo burquinense", destaca Gansonré. (7º parágrafo)
E Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos... (6º parágrafo) / um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção... (7º parágrafo)
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 07:
A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.
Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.
Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.
Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.
"Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores", celebra Gansonré.
A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.
"O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense", destaca Gansonré.
(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)

De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que

A Burkina Faso tornou-se uma referência na implementação de um modelo agrícola autossustentável tanto na África quanto no restante do mundo.
B o atual governo de Burkina Faso tomou medidas que aumentaram a sobra de cereais em relação ao que excedia de alimentos na gestão anterior.
C os agricultores de Burkina Faso esperam poder ter lucro suficiente para comprar os equipamentos que lhes foram disponibilizados pelo governo.
D o aumento da produção de alimentos em certas áreas de Burkina Faso não atingidas pelo terrorismo se deve à impossibilidade de cultivá-los em outras.
E as dificuldades de produção alimentar em Burkina Faso se devem não só a fatores climáticos, mas também à falta de ação do atual governo nesse sentido.

A regência nominal e verbal está em conformidade com a norma-padrão em:

A Ter um ritmo muito lento para realizar das tarefas cotidianas pode ocasionar em atrasos.
B Algumas doenças resultam a um estresse de uma vida agitada e com pouco descanso.
C A demora dos ônibus é um exemplo de problema que afeta os moradores de metrópoles.
D É natural que o preguiçoso propague aos outros com ideias de uma vida pouco produtiva.
E Passeios ao ar livre podem garantir em pensamentos mais organizados e ideias mais abertas.
Texto associado
Leia a tirinha a seguir para responder às questões 01 e 02:

No trecho "Isso é antinatural e doentio!", o garoto emprega a palavra

Imagem da questão 210380
A "antinatural" em sentido próprio, referindo-se ao fato de que uma criança não deve pegar um ônibus sozinha.
B "antinatural" em sentido figurado, referindo-se ao fato de que na natureza os animais não pegam ônibus.
C "doentio" em sentido próprio, referindo-se ao fato de que a sociedade está adoecida com a poluição gerada pelos ônibus.
D "doentio" em sentido próprio, referindo-se ao fato de que as pessoas se acostumaram a esperar o ônibus em horários impróprios.
E "doentio" em sentido figurado, referindo-se ao fato de que a longa espera pelo ônibus é algo que afeta a saúde das pessoas.
Texto associado
Leia a tirinha a seguir para responder às questões 01 e 02:

A partir da leitura da tira, é possível afirmar que

Imagem da questão 210379
A o garoto propõe uma rotina diária com o objetivo de tornar seu dia mais produtivo sem se cansar tanto.
B um ritmo de vida mais lento, com atividades prazerosas é defendido pelo garoto como algo ideal, mas inalcançável.
C a longa espera do garoto pelo ônibus é, para ele, uma prova de que o tigre está certo ao dizer que já é tarde.
D o tigre constata que a idealização de ritmo de vida que o garoto propõe afetaria o dia útil como um todo e não apenas a manhã.
E a rotina proposta pelo garoto demonstra que ele quer se comportar como uma criança e não como o adulto que esperam que ele seja.