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Em um mercado de concorrência perfeita, a maximização do lucro de uma dada empresa, no curto e no longo prazo,

A ocorre sob as mesmas condições de produção, nas quais os insumos produtivos são fixos.
B varia, pois, no curto prazo, a empresa observa uma curva de demanda com inclinação negativa, ao passo que, no longo prazo, a demanda é representada por uma linha horizontal.
C varia, pois, diferentemente do curto prazo, esta ocorre quando a empresa produz em um nível em que o custo marginal de longo prazo se iguala ao preço.
D ocorre sob a mesma condição de igualdade entre o custo marginal e o custo médio.
E ocorre sob a mesma condição de igualdade entr e a receita marginal e o custo marginal de curto prazo.

Em se tratando de estruturas de mercado, a presença do oligopólio se caracteriza por apresentar

A livre mobilidade dos recursos.
B rivalidade entre as poucas empresas participantes.
C inexistência de concorrência entre as empresas.
D produtos homogêneos perfeitos.
E empresas tomadoras de preço.

Em um determinado órgão público, verificou-se em um levantamento com seus 320 funcionários que:

I. 192 dos funcionários são do sexo masculino e 128 são do sexo feminino.

II. 37,5% dos funcionários ganham um salário igual ou inferior a 5 salários mínimos.

III. 75% dos funcionários do sexo masculino ganham um salário superior a 5 salários mínimos. Escolhendo aleatoriamente um funcionário deste órgão e observando que ele ganha mais do que 5 salários mínimos, a probabilidade de ele ser do sexo feminino é

A 43,75%
B 28,00%
C 40,00%
D 37,50%
E 36,00%

No Brasil, uma importante medida econômica tomada no âmbito do governo federal durante o período compreendido entre 2003 e 2006 foi

A o aprofundamento do processo de privatização de estatais que vigorava desde os anos 90.
B o rompimento com o Fundo Monetário Internacional.
C o fim do sistema de metas inflacionárias.
D a redução do “aperto fiscal”, com redução das metas de superávit primário.
E o BNDES deixar de privilegiar o financiamento de aquisições de empresas estatais pelo capital estrangeiro, dando ênfase ao financiamento do investimento das empresas nacionais.

O advento do Plano Real

( 1994 ), no Brasil, trouxe consigo a alteração da política cambial do país, quando o governo adota a denominada

A âncora cambial.
B paridade fixa entre Real e Dólar americano.
C livre flutuação.
D indexação anual das desvalorizações.
E maxidesvalorização esporádica.

Um investidor obteve um empréstimo à taxa de juros de 2% ao mês e ainda restam três parcelas mensais, iguais e consecutivas para sua liquidação. O valor de cada parcela é R$ 520.200,00 e a primeira das três parcelas vencerá daqui a 30 dias. O investidor quer alterar a forma de pagamento mantendo a mesma taxa de juros e propõe à instituição financeira a liquidação da seguinte forma: - Uma parcela de R$ 200.000,00 hoje. - Uma parcela (X) daqui a 60 dias. O valor da parcela (X) que o investidor terá que desembolsar para liquidar o empréstimo é, em reais,

A 1.352.724,00.
B 1.360.600,00.
C 1.300.196,08.
D 1.360.804,00.
E 1.326.200,00.

A Cia. Expansão necessita comprar uma máquina que será utilizada em seu processo produtivo. Para tanto, realizou uma pesquisa com três fornecedores e obteve as seguintes propostas de financiamento: - Fornecedor X: Entrada de R$ 210.000,00 + uma prestação de R$ 318.270,00 após 60 dias da data da entrada. - Fornecedor Y: Entrada de R$ 208.000,00 + duas prestações de R$ 159.135,00 para 30 e 60 dias após a data da entrada, respectivamente. - Fornecedor Z: Duas prestações de R$ 265.225,00 para 30 e 60 dias após a data da compra, respectivamente. Sabendo-se que o custo de oportunidade da empresa era 3% ao mês (juros compostos), a proposta que a empresa deve escolher é a do Fornecedor

A X.
B Y.
C Z.
D X ou Y, pois são equivalentes.
E Y ou Z, pois são equivalentes.

Uma característica do Sistema Financeiro Nacional é dada pela forte presença de instituições financeiras públicas federais no mercado de crédito, sendo que a estas

A é permitido emprestar a empresas controladas pela União, respeitados os limites e as condições estabelecidos em regulamentação específica.
B é vedado realizar operação de crédito com qualquer parte relacionada.
C se aplica isenção de cumprimento ao conjunto de regras prudenciais de capital emitidas pelo Conselho Monetário Nacional, o que se aplica também às instituições financeiras públicas estaduais.
D é vedado realizar operações de crédito para capital de giro com pessoas jurídicas, com taxas livres de mercado, devendo sempre serem utilizadas as limitações de taxas de juros estabelecidas pelo Banco Central do Brasil.
E não se aplicam normas de governança, diferentemente do que ocorre com as instituições financeiras públicas estaduais.

O existencialismo é um dos movimentos filosóficos mais importantes da modernidade. E o tema da liberdade humana é uma das questões centrais tratadas pelos filósofos existencialistas. Sobre a liberdade, o filósofo francês Jean-Paul Sartre sustenta que “o homem está condenado a ser livre”. Assim sendo, para Sartre

A a ideia de liberdade nas ações humanas é ilusória, já que toda ação humana está condenada.
B toda ação humana é livre, porque estamos fadados a ser os únicos responsáveis por aquilo que somos.
C a liberdade possível para as ações humanas depende das circunstâncias da existência, não de escolha livre.
D qualquer ação humana tem sua escolha determinada pelas convenções sociais, e assim não há escolha livre.
E a liberdade de escolha nas ações humanas é relativa e cada um tem seu próprio conceito de liberdade.

Uma das sentenças mais conhecidas da história da filosofia foi formulada pelo filósofo francês René Descartes: “Penso, logo existo”. Para chegar a essa sentença, Descartes põe em dúvida o conhecimento da realidade. Mas, com essa sentença, ele garante que

A o ser que existe tem existência anterior ao ato de pensar, pois o pensamento só é possível num ser que existe.
B pensar é ter certeza de que a realidade pensada é verdadeira, porque pensar implica não pôr em dúvida a existência da realidade.
C o ser que duvida se mantém no caminho da dúvida indefinidamente, pois o ato de pensar põe em dúvida a existência.
D o limite da dúvida é pôr em dúvida tudo que existe, mas ao pôr tudo que existe em dúvida não se pode duvidar do próprio ato de pensar.
E o limite do pensamento é admitir não haver conexão entre pensamento e realidade, já que só existe realidade no próprio ato de pensar.