QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
103 questões encontradas

Considerando o PMBOK 5° edição, as duas únicas áreas de conhecimento que possuem processos no grupo de iniciação são:

A Gerenciamento das Aquisições de Projeto e Gerenciamento dos Custos do Projeto.
B Gerenciamento dos Recursos Humanos do Projeto e Gerenciamento de Comunicações do Projeto.
C Gerenciamento do Escopo do Projeto e Gerenciamento do Tempo do Projeto.
D Gerenciamento da Qualidade do Projeto e Gerenciamento dos Riscos do Projeto.
E Gerenciamento da Integração do Projeto e Gerenciamento das Partes Interessadas no Projeto.

Sobre as vantagens e desvantagens da computação em nuvem em relação à computação tradicional (on-premises), é correto afirmar que:

A a computação em nuvem eleva o Custo Total de Propriedade (TCO) no curto prazo.
B a computação em nuvem requer a adoção de processos de manutenção e suporte mais robustos.
C os custos iniciais de implantação de infraestruturas de software em nuvem são geralmente inferiores ao das infraestruturas tradicionais.
D softwares que operam on-premises possuem um ciclo de implantação potencialmente menor do que softwares na nuvem.
E na computação em nuvem, não há necessidade de instalar mecanismos de segurança ou backup para proteger os dados.
Texto associado
Por quê? “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar. Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado) 1 contrafactual: simulação (sentido aproximado) 2 big data: grande banco de dados

Considerando as regras de regência da norma padrão, a expressão destacada em – ... não podemos nos furtar a entender... – pode ser substituída por

A abster por
B abster em
C abster de
D abster sobre
E abster contra