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Um administrador da rede de computadores de uma empresa foi notificado da ocorrência de um ataque de segurança realizado por meio da Internet e identificou como sendo do tipo spoofing, pois

A o administrador identificou, por meio do log, uma sobrecarga de tráfego na rede de pacotes SYN.
B o conteúdo da página com as informações da empresa foi modificado indevidamente.
C o servidor de páginas da empresa ficou inoperante devido ao excesso de requisições de acesso.
D um usuário recebeu um e-mail enviado em nome de um Banco com solicitação de informações da sua conta bancária.
E um usuário queixou-se de que o seu navegador web fica abrindo janelas com propaganda de forma automática.
Texto associado
Por quê? “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar. Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado) 1 contrafactual: simulação (sentido aproximado) 2 big data: grande banco de dados De acordo com as informações do texto, Pearl e Mackenzie

No contexto do primeiro parágrafo, a passagem – O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. – serve ao propósito de

A enumerar o que foi dito anteriormente.
B resumir o que foi dito anteriormente.
C refutar o que foi dito anteriormente.
D ressalvar o que foi dito anteriormente.
E ilustrar o que foi dito anteriormente.

Considerando alguns dos requisitos da segurança da informação contidos na Norma NBR ISO/IEC 27001 (Tecnologia da Informação – Técnicas de segurança – Sistemas de gestão da segurança da informação – Requisitos), é correto afirmar:

A o monitoramento, a medição, a análise e a avaliação da segurança da informação estão descritos no quesito da liderança.
B a atribuição de autoridades e responsabilidades está descrita nos requisitos de operação da segurança da informação.
C a determinação dos recursos necessários para o estabelecimento da segurança da informação está descrita no quesito da avaliação do desempenho.
D a avaliação de riscos de segurança da informação está descrita no quesito da avaliação de desempenho.
E as ações para contemplar os riscos e as oportunidades estão descritas no quesito do planejamento da segurança da informação.
Texto associado
Por quê? “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar. Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado) 1 contrafactual: simulação (sentido aproximado) 2 big data: grande banco de dados

Segundo a norma-padrão de emprego e colocação de pronomes, o trecho do texto está reescrito corretamente na alternativa:

A ... investigar melhor a causalidade... (2° parágrafo) / investigar-lhe melhor
B ... julgou não ter meios... (3° parágrafo) / julgou não lhes ter
C ... que curou a doença Y?... (4° parágrafo) / que lhe curou?
D ... entender as questões estudadas... (5° parágrafo) / entender-las
E ... que ele esteja aumentando as coisas... (6° parágrafo) / que ele as esteja aumentando

Uma prova descritiva tinha apenas 4 questões. Sabe-se que os tempos gastos por Felipe para resolver as duas primeiras questões foram iguais, e que para resolver as duas últimas questões ele gastou, em cada uma, um tempo igual a 4/5 do tempo gasto na primeira questão. Se a média aritmética dos tempos gastos em cada questão é igual a 18 minutos, então para resolver a terceira questão Felipe gastou

A 20 minutos.
B 18 minutos.
C 17 minutos.
D 16 minutos.
E 15 minutos.

Assinale a alternativa que contém a fórmula correta da função SE no Microsoft Excel 2010, em sua configuração padrão, para expressar a seguinte regra: se conteúdo da célula A1 for maior do que 20, exibir ULTRAPASSOU, se estiver entre 1 e 20 exibir ATENÇÃO e se for igual a 0 exibir OK.

A =SE(A1>20;"ULTRAPASSOU";"ATENÇÃO";"OK")
B =SE(A1>20;"ULTRAPASSOU";SE(A1>=1;"ATENÇÃO";"OK"))
C =SE(A1=0;"OK";SE(A1>=1;"ATENÇÃO";"ULTRAPASSOU")
D =SE(A1=0;"OK";"ULTRAPASSOU";"ATENÇÃO")
E =SE(A1=0;"OK";SE(A1>=1;"ATENÇÃO";SE(A1>20;"ULTRAPASSOU")))

Em uma apresentação com 10 slides, no Microsoft PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, um usuário configurou transição de slides Recortar no último slide. Considerando que não há nenhuma animação configurada nos objetos, durante o modo de apresentação de slides, assinale a alternativa correta quando o usuário pressiona ENTER no último slide.

A A apresentação volta para o slide anterior.
B A transição é iniciada.
C O arquivo da apresentação é copiado para a Área de Transferência.
D O arquivo da apresentação é recortado.
E A apresentação é terminada.

A Norma NBR ISO/IEC 27005 (Tecnologia da Informação – Técnicas de segurança – Gestão de riscos da segurança da informação) define, em sua seção de termos e definições, o risco residual como sendo

A a magnitude do risco, considerando as consequências e suas probabilidades.
B o risco remanescente após o tratamento do risco inicialmente observado.
C o processo de compreender a natureza do risco.
D o processo global de identificação, análise e avaliação de riscos.
E o processo de busca, reconhecimento e descrição de riscos.

Para compartilhar dados com outras aplicações e melhorar a experiência do usuário, os desenvolvedores de uma aplicação Java EE optaram por persistir o estado da sessão de seus usuários em banco de dados. Apesar dos resultados positivos, esse procedimento afetou negativamente o desempenho da aplicação. Com o intuito de contornar tal efeito negativo, pode-se

A utilizar a sessão também para o compartilhamento de recursos, como conexões JDBC, incentivando seu reuso.
B adotar técnicas de replicação do estado da sessão em memória, alternativamente à persistência em banco de dados.
C aumentar o volume de informações compartilhadas entre as aplicações.
D evitar a utilização de cookies para armazenar informações que devem ser válidas a longo prazo.
E restringir que as aplicações possam trocar informações entre si, fomentando a independência entre elas.

Afonso comprou um imóvel cujo preço à vista era, em reais, igual a n. Pagou um valor igual a 40% de n no ato da compra, e o restante em uma parcela única, três meses após a data da compra, sendo o valor original da parcela acrescido de 5% a título de juros. Nessas condições, o valor total que Afonso pagou pela compra desse imóvel teve, em relação a n, um acréscimo de

A 5%
B 4,5%
C 4%
D 3,5%
E 3%