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35 Anos da Constituição Federal: Um Marco para a Assistência Social brasileira

Os 35 anos da promulgação da Constituição Federal de 1988 representam um marco fundamental na história da Assistência Social no país. A Carta Magna, ao instituir a Assistência Social como um direito universal, desempenhou um papel crucial na concepção e estruturação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
Ao se tornar direito da(o) cidadã(o), que deve ser garantido pelo Estado, sem contraprestação pelos usuários, ou seja, com caráter não contributivo, a política pública de assistência social seguiu uma trajetória de rompimento do quadro histórico de quase ausência estatal e ações marcadas pelo clientelismo e paternalismo, no qual a assistência era voltada à ajuda aos pobres, sob a lógica da caridade, filantropia ou benemerência.
Antes da Constituição Federal de 1988, a Assistência Social era uma política para poucos, pois era dirigida apenas a uma parcela da população que podia contribuir com a seguridade social. Era também fragmentada, descoordenada e mal distribuída entre os diversos territórios do país. Antes, era comum a política de assistência social ser comandada pelas primeiras-damas, sem formação técnico-científica, com caráter fisiológico e populista, subvencionada pela filantropia, resultando em uma grande variação de métodos, valores e resultados realizados.
Além disso, muitas das demandas e necessidades da população brasileira em situação de vulnerabilidade social sequer eram reconhecidas e havia inclusive situações em que a própria ação do Estado, agindo sob o viés assistencialista, ocasionava mais violações de direitos do que a necessária proteção social.
A Constituição Federal, nos artigos 203 e 204, tornou a Assistência Social um direito universal, a quem dela necessitar, sem a necessidade de contribuição prévia à seguridade social. Uma política pública de proteção social voltada à defesa dos direitos das populações em situação de vulnerabilidade. Uma política pública protagonista no combate à pobreza.
Internet: (com adaptações).

Assinale a opção cuja reformulação está gramaticalmente correta e mantém o sentido original do texto.

A Antes da Constituição de 1988, a assistência social atendia à aqueles que contribuíam para o sistema de seguridade.
B Antes da Constituição de 1988, a assistência social atendia somente aqueles que contribuíam para o sistema de seguridade, sendo desnecessário à presença do Estado.
C Antes da Constituição de 1988, a assistência social atendia apenas aqueles que contribuíam para o sistema de seguridade, o que demonstram seu caráter universal.
D Antes da Constituição de 1988, a assistência social atendia apenas aqueles que contribuíam para o sistema de seguridade, garantindo direitos à todos os cidadãos.
E Antes da Constituição de 1988, a assistência social atendia apenas àqueles que contribuíam para o sistema de seguridade.
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35 Anos da Constituição Federal: Um Marco para a Assistência Social brasileira

Os 35 anos da promulgação da Constituição Federal de 1988 representam um marco fundamental na história da Assistência Social no país. A Carta Magna, ao instituir a Assistência Social como um direito universal, desempenhou um papel crucial na concepção e estruturação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
Ao se tornar direito da(o) cidadã(o), que deve ser garantido pelo Estado, sem contraprestação pelos usuários, ou seja, com caráter não contributivo, a política pública de assistência social seguiu uma trajetória de rompimento do quadro histórico de quase ausência estatal e ações marcadas pelo clientelismo e paternalismo, no qual a assistência era voltada à ajuda aos pobres, sob a lógica da caridade, filantropia ou benemerência.
Antes da Constituição Federal de 1988, a Assistência Social era uma política para poucos, pois era dirigida apenas a uma parcela da população que podia contribuir com a seguridade social. Era também fragmentada, descoordenada e mal distribuída entre os diversos territórios do país. Antes, era comum a política de assistência social ser comandada pelas primeiras-damas, sem formação técnico-científica, com caráter fisiológico e populista, subvencionada pela filantropia, resultando em uma grande variação de métodos, valores e resultados realizados.
Além disso, muitas das demandas e necessidades da população brasileira em situação de vulnerabilidade social sequer eram reconhecidas e havia inclusive situações em que a própria ação do Estado, agindo sob o viés assistencialista, ocasionava mais violações de direitos do que a necessária proteção social.
A Constituição Federal, nos artigos 203 e 204, tornou a Assistência Social um direito universal, a quem dela necessitar, sem a necessidade de contribuição prévia à seguridade social. Uma política pública de proteção social voltada à defesa dos direitos das populações em situação de vulnerabilidade. Uma política pública protagonista no combate à pobreza.
Internet: (com adaptações).

Ao estabelecer um contraste entre o período anterior à Constituição Federal de 1988 e o modelo posterior, o texto constrói uma relação de sentido classificada como

A comparação entre dois modelos equivalentes quanto à garantia de direitos sociais.
B oposição entre um modelo assistencialista e outro estruturado como política pública de direito.
C exemplificação de práticas administrativas bem-sucedidas no período anterior à Constituição Federal de 1988.
D enumeração de características técnicas que permaneceram inalteradas ao longo do tempo.
E narração de eventos históricos sem posicionamento crítico em relação aos fatos apresentados.
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35 Anos da Constituição Federal: Um Marco para a Assistência Social brasileira

Os 35 anos da promulgação da Constituição Federal de 1988 representam um marco fundamental na história da Assistência Social no país. A Carta Magna, ao instituir a Assistência Social como um direito universal, desempenhou um papel crucial na concepção e estruturação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
Ao se tornar direito da(o) cidadã(o), que deve ser garantido pelo Estado, sem contraprestação pelos usuários, ou seja, com caráter não contributivo, a política pública de assistência social seguiu uma trajetória de rompimento do quadro histórico de quase ausência estatal e ações marcadas pelo clientelismo e paternalismo, no qual a assistência era voltada à ajuda aos pobres, sob a lógica da caridade, filantropia ou benemerência.
Antes da Constituição Federal de 1988, a Assistência Social era uma política para poucos, pois era dirigida apenas a uma parcela da população que podia contribuir com a seguridade social. Era também fragmentada, descoordenada e mal distribuída entre os diversos territórios do país. Antes, era comum a política de assistência social ser comandada pelas primeiras-damas, sem formação técnico-científica, com caráter fisiológico e populista, subvencionada pela filantropia, resultando em uma grande variação de métodos, valores e resultados realizados.
Além disso, muitas das demandas e necessidades da população brasileira em situação de vulnerabilidade social sequer eram reconhecidas e havia inclusive situações em que a própria ação do Estado, agindo sob o viés assistencialista, ocasionava mais violações de direitos do que a necessária proteção social.
A Constituição Federal, nos artigos 203 e 204, tornou a Assistência Social um direito universal, a quem dela necessitar, sem a necessidade de contribuição prévia à seguridade social. Uma política pública de proteção social voltada à defesa dos direitos das populações em situação de vulnerabilidade. Uma política pública protagonista no combate à pobreza.
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A respeito do modelo de Assistência Social existente antes da Constituição Federal de 1988, de acordo com o texto, conclui-se que esse modelo era caracterizado principalmente por

A planejamento técnico rigoroso e distribuição equitativa de recursos entre todas as regiões do País.
B coordenação centralizada por órgãos especializados e técnicos com formação científica específica.
C organização fragmentada, pouca presença estatal estruturada e práticas associadas a interesses pessoais e políticos.
D universalização imediata dos direitos sociais e ampla cobertura da população em situação de vulnerabilidade.
E forte participação popular na formulação e fiscalização das políticas públicas.
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35 Anos da Constituição Federal: Um Marco para a Assistência Social brasileira

Os 35 anos da promulgação da Constituição Federal de 1988 representam um marco fundamental na história da Assistência Social no país. A Carta Magna, ao instituir a Assistência Social como um direito universal, desempenhou um papel crucial na concepção e estruturação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
Ao se tornar direito da(o) cidadã(o), que deve ser garantido pelo Estado, sem contraprestação pelos usuários, ou seja, com caráter não contributivo, a política pública de assistência social seguiu uma trajetória de rompimento do quadro histórico de quase ausência estatal e ações marcadas pelo clientelismo e paternalismo, no qual a assistência era voltada à ajuda aos pobres, sob a lógica da caridade, filantropia ou benemerência.
Antes da Constituição Federal de 1988, a Assistência Social era uma política para poucos, pois era dirigida apenas a uma parcela da população que podia contribuir com a seguridade social. Era também fragmentada, descoordenada e mal distribuída entre os diversos territórios do país. Antes, era comum a política de assistência social ser comandada pelas primeiras-damas, sem formação técnico-científica, com caráter fisiológico e populista, subvencionada pela filantropia, resultando em uma grande variação de métodos, valores e resultados realizados.
Além disso, muitas das demandas e necessidades da população brasileira em situação de vulnerabilidade social sequer eram reconhecidas e havia inclusive situações em que a própria ação do Estado, agindo sob o viés assistencialista, ocasionava mais violações de direitos do que a necessária proteção social.
A Constituição Federal, nos artigos 203 e 204, tornou a Assistência Social um direito universal, a quem dela necessitar, sem a necessidade de contribuição prévia à seguridade social. Uma política pública de proteção social voltada à defesa dos direitos das populações em situação de vulnerabilidade. Uma política pública protagonista no combate à pobreza.
Internet: (com adaptações).

Considerando-se que o texto apresenta uma análise histórica da Política de Assistência Social no Brasil, é correto afirmar que o(a)

A Constituição Federal de 1988 ampliou o acesso à assistência social ao reconhecer essa política como direito garantido pelo Estado a quem dela necessitar.
B Constituição Federal de 1988 manteve o modelo anterior de assistência, restringindo o atendimento apenas aos contribuintes da seguridade social.
C principal mudança ocorrida após 1988 foi a privatização gradual dos serviços de proteção social.
D Texto defende que o modelo assistencialista anterior era mais eficiente que o atual sistema organizado pelo Estado.
E Política de Assistência Social permaneceu inalterada após a promulgação da Constituição Federal de 1988.