Atenção : As questões de números 10 a 14 referem-se ao texto abaixo.
Cães são seres sociáveis. Gostam de viver em bando. Adoram a companhia humana. Disso, pouca gente discorda. Mas o que ninguém sabe ao certo é por que eles são assim.
Vem da Suécia a mais recente pista dessa história. Pesquisadores da Universidade de Linköping submeteram a um teste 400 beagles nascidos e criados em um canil, todos com o mesmo nível de contato com seres humanos. Eles tinham que destampar três tigelas para chegar a um petisco. As duas primeiras tampas saíam facilmente. A terceira era fixa.
As reações dos cães foram registradas. Alguns procuravam ajuda entre as pessoas da sala. Outros, não. Em seguida, cada animal teve o genoma sequenciado, em busca de variações genéticas que pudessem estar relacionadas ao comportamento que demonstraram.
Resultado: um grupo de cinco genes apresentava diferenças relevantes entre os cães que buscaram ou não ajuda. São os mesmos relacionados com alterações de sociabilidade em humanos, como o transtorno de atenção.
O próximo passo dos pesquisadores é ver como são esses genes nos lobos. A hipótese é que se trata de uma mutação genética recente, que acabou prevalecendo na seleção natural. Em resumo: os cães estão geneticamente programados para ficarem perto da gente.
(Adaptado de: CORRÊA, Sílvia. “Amizade genética”, revista São Paulo, Folha de S.Paulo , 9 a 15 de outubro de 2016, p.14)
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Um técnico de segurança do trabalho de uma indústria química deparou-se com uma rotulagem preventiva anexada à embalagem do produto químico. Esta rotulagem, abaixo representada, estava seguindo os procedimentos definidos pelo Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos, conforme consta na NR 26.
Paulo instigou José a agredir João, por ter deixado de pagar uma dívida; Pedro ajudou Antonio a subtrair roupas de uma loja, colocando-as em uma sacola; e Tício, chefe de uma quadrilha, dividiu as tarefas dos comparsas que contratou para cometerem um roubo por ele idealizado. Nesse caso, Paulo, Pedro e Tício são, respectivamente,
Texto associado
Atente para as frases abaixo, redigidas a partir de frases do texto modificadas:
I. Eles tinham que destampar três tigelas para chegar à ração.
II. Pesquisadores submeteram à uma prova 400 beagles nascidos e criados em um canil.
III. São os mesmos genes vinculados à alterações de sociabilidade em humanos.
IV. Cada animal teve o genoma sequenciado, em busca de variações genéticas que pudessem estar relacionadas à atitude demonstrada.
O sinal de crase está empregado corretamente APENAS em
Um técnico de segurança foi inspecionar um quadro de energia de uma máquina. Ao final desse trabalho, concluiu que esse quadro atendia aos requisitos mínimos de segurança constantes na NR 12. Constatou-se que o quadro possuía:
− porta de acesso, a qual era mantida fechada permanentemente.
− proteção e identificação dos circuitos e atendia ao grau de proteção adequado em função do ambiente de uso.
− sinalização quanto ao perigo de choque elétrico e restrição de acesso por pessoas não autorizadas.
Além desses requisitos, o técnico de segurança observou que, conforme estabelece a norma,
O sistema de roldanas da figura abaixo é empregado para elevar o bloco que sobe verticalmente com velocidade constante de 1 m/s.
A velocidade com que o cabo deve ser puxado pela força F é, em m/s,
Edson não gosta de frango ou Marilda gosta de feijão e gosta de arroz. Uma afirmação que corresponda à negação lógica dessa é
Após acidente com material biológico, quando indicada a profilaxia para HIV, deve ser iniciada o mais precocemente possível, idealmente nas primeiras 2 horas após o acidente até no prazo máximo de
Texto associado
Atenção : As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto abaixo.
Não cometo esse erro tão comum de julgar os outros por mim. Acredito de bom grado que o que está nos outros possa divergir essencialmente daquilo que está em mim. Não obrigo ninguém a agir como ajo e concebo mil e uma maneiras diferentes de viver; e, contrariamente ao que ocorre em geral, espantam-me bem menos as diferenças entre nós do que as semelhanças. Não imponho a outrem nem meu modo de vida nem meus princípios; encaro-o tal qual é, sem estabelecer comparações. O fato de não ser continente não me impede de admirar e aprovar os Feuillants* e os capuchinhos que o são; pela imaginação ponho-me muito bem em sua pele e os estimo e honro tanto mais quanto divergem de mim. Aspiro particularmente a que julguem cada qual como é, sem estabelecer paralelos com modelos tirados do comum. Minha fraqueza não altera absolutamente o apreço em que deva ter quem possui força e vigor. Embora me arraste ao nível do solo, não deixo de perceber nas nuvens, por mais alto que se elevem, certas almas que se distinguem pelo heroísmo. Já é muito para mim ter o julgamento justo, ainda que não o acompanhem minhas ações, e manter ao menos assim incorruptível essa qualidade. Já é muito ter boa vontade, mesmo quando as pernas fraquejam.
*Ordem religiosa.
(Extraído de MONTAIGNE, Michel de. “Catão, o jovem”, Ensaios , trad. Sérgio Milliet, São Paulo, Nova Cultural, 1996, p. 213)
Não cometo esse erro tão comum de julgar os outros por mim. Acredito de bom grado que o que está nos outros possa divergir essencialmente daquilo que está em mim. Não obrigo ninguém a agir como ajo e concebo mil e uma maneiras diferentes de viver; e, contrariamente ao que ocorre em geral, espantam-me bem menos as diferenças entre nós do que as semelhanças. Não imponho a outrem nem meu modo de vida nem meus princípios; encaro-o tal qual é, sem estabelecer comparações. O fato de não ser continente não me impede de admirar e aprovar os Feuillants* e os capuchinhos que o são; pela imaginação ponho-me muito bem em sua pele e os estimo e honro tanto mais quanto divergem de mim. Aspiro particularmente a que julguem cada qual como é, sem estabelecer paralelos com modelos tirados do comum. Minha fraqueza não altera absolutamente o apreço em que deva ter quem possui força e vigor. Embora me arraste ao nível do solo, não deixo de perceber nas nuvens, por mais alto que se elevem, certas almas que se distinguem pelo heroísmo. Já é muito para mim ter o julgamento justo, ainda que não o acompanhem minhas ações, e manter ao menos assim incorruptível essa qualidade. Já é muito ter boa vontade, mesmo quando as pernas fraquejam.
*Ordem religiosa.
(Extraído de MONTAIGNE, Michel de. “Catão, o jovem”, Ensaios , trad. Sérgio Milliet, São Paulo, Nova Cultural, 1996, p. 213)