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Artificial Intelligence and the Future of Humans Experts say the rise of artificial intelligence will make most people better off over the next decade, but many have concerns about how advances in AI will affect what it means to be human, to be productive and to exercise free will By Janna Anderson and Lee Rainie Digital life is augmenting human capacities and disrupting eons-old human activities. Code-driven systems have spread to more than half of the world’s inhabitants in ambient information and connectivity, offering previously unimagined opportunities and unprecedented threats. As emerging algorithm-driven artificial intelligence (AI) continues to spread, will people be better off than they are today? The experts predicted networked artificial intelligence will amplify human effectiveness but also threaten human autonomy, agency and capabilities. They spoke of the wide-ranging possibilities; that computers might match or even exceed human intelligence and capabilities on tasks such as complex decision-making, reasoning and learning, sophisticated analytics and pattern recognition, visual acuity, speech recognition and language translation. They said “smart” systems in communities, in vehicles, in buildings and utilities, on farms and in business processes will save time, money and lives and offer opportunities for individuals to enjoy a morecustomized future. Many focused their optimistic remarks on health care and the many possible applications of AI in diagnosing and treating patients or helping senior citizens live fuller and healthier lives. They were also enthusiastic about AI’s role in contributing to broad public-health programs built around massive amounts of data that may be captured in the coming years about everything from personal genomes to nutrition. Additionally, a number of these experts predicted that AI would abet long-anticipated changes in formal and informal education systems. Yet, most experts, regardless of whether they are optimistic or not, expressed concerns about the long-term impact of these new tools on the essential elements of being human. All respondents in this non-scientific canvassing were asked to elaborate on why they felt AI would leave people better off or not. Many shared deep worries, and many also suggested pathways toward solutions. The main themes they sounded about threats and remedies are outlined in future reports. https://www.pewresearch.org/internet/2018/12/10/artificial-intelligence-and-thefuture-of-humans/

In the excerpt taken from TEXT, “As emerging algorithm-driven artificial intelligence (AI) continues to spread, will people be better off than they are today?”, the pronoun “they” refers to

A People.
B Artificial Intelligence.
C Algorithm-driven.
D Internet.
E Women.

O uso excessivo de telas faz mal à saúde da mente e do corpo e os efeitos podem ser ainda mais danosos nas duas primeiras décadas de vida: - Como tudo, o problema está no excesso e na falta de controle adequado, afirma o psicólogo Thiago Viola, do Instituto do Cérebro do Rio Grande do Sul. bbc.com (adaptado) Sobre o uso do discurso direto, é incorreto afirmar que este procedimento

A cria o efeito de realidade, já que a fala busca reproduzir o momento da enunciação.
B atribui o sentido de verdade, tendo em vista que prevalece o teor de preservação do discurso citado.
C delimita a fronteira entre o discurso do narrador e o discurso citado por meio de aspas, travessão e verbos de elocução.
D demarca a soberania do narrador, pois ele interpreta a fala citada, absorvida no fio de seu discurso.
E precisa transpor as palavras do discurso citado, tal qual foram enunciadas originalmente.

Quando oiei a terra ardendo Qual fogueira de São João Eu preguntei a Deus do céu, uai Por que tamanha judiação? Nos versos de Luiz Gonzaga, o eu poético narra, em primeira pessoa, suas impressões sobre um determinado assunto. Para isso, ele utiliza construções linguísticas próprias, constatadas pelo uso

A de uma norma linguística regional, a fim de caracterizar a cultura e o modo de vida do interior.
B do termo comparativo “qual”, que estabelece uma analogia entre terra e fogueira.
C de modalidade oral, que apresenta poucos recursos comunicativos, se comparada à modalidade escrita.
D do substantivo judiação , que reitera a tristeza do poeta nos trechos em destaque.
E de uma norma linguística desprestigiada, que serve para apontar a desigualdade social.

A logística envolve o gerenciamento de materiais e informações desde o fornecedor até o cliente, garantindo a entrega do produto, em um fluxo direto e tradicional na cadeia de suprimentos. Em contrapartida, a logística reversa atua no sentido oposto, iniciando no consumidor e desencadeando uma série de processos para o retorno dos produtos. Assinale a opção que apresenta uma razão para a adoção da logística reversa, ressaltando os benefícios de uma imagem positiva da marca, que, ao implementar processos para gerenciar o retorno de mercadorias, se associa diretamente à sustentabilidade.

A Competitividade.
B Limpeza de estoque.
C Respeito às legislações.
D Revalorização econômica.
E Recuperação de ativos.

A Logística 4.0, impulsionada pela transformação digital, apresenta oportunidades passíveis para a melhoria contínua das organizações atentas aos cenários futurísticos e dispostas a investir seus recursos para obtê-las. O reflexo da Logística 4.0 que utiliza inteligência artificial, em conjunto com algoritmos, para identificar padrões de comportamento do cliente com base em seus hábitos de consumo denomina-se

A Same day delivery.
B Big data.
C Veículos autodirigíveis.
D Demanda personalizada.
E Logística antecipada.

Quando falamos sobre as diferenças entre a gestão por processos e a gestão funcional tradicional, é correto afirmar que

A a gestão funcional se concentra em otimizar os processos de ponta a ponta, enquanto a gestão por processos foca em áreas específicas dentro da empresa.
B a gestão por processos melhora a eficiência da empresa ao integrar atividades entre os departamentos, quebrando aquelas barreiras que existem entre as áreas.
C a gestão funcional é mais flexível e ajuda a empresa a se adaptar melhor às mudanças do mercado do que à gestão por processos.
D na gestão por processos, a comunicação é restrita a um departamento, diferente da gestão funcional, que promove a comunicação entre diferentes áreas.
E a gestão por processos não incentiva a melhoria contínua, já que seu foco está em estruturas hierárquicas muito rígidas.

Na gestão de processos, os KPIs são como o GPS da empresa: nos mostram se estamos no caminho certo para alcançar nossos objetivos. A estratégia mais inteligente para que eles realmente nos ajudem a melhorar é

A encher o mapa de pontos de referência, mesmo que alguns não tenham nada a ver com o destino.
B focar só em atalhos que parecem mais rápidos, mesmo que a estrada seja perigosa ou o destino não seja o que a gente realmente precisa.
C escolher os pontos-chave que realmente importam para chegar lá, e ir checando o mapa durante a viagem, ajustando a rota se precisar.
D ignorar o mapa e seguir apenas a intuição, mesmo que isso signifique se perder pelo caminho.
E olhar o mapa só quando a viagem acabar, para ver se chegamos aonde queríamos.

Sobre o processo de produção noticiosa, SEABRA

( 2018 ) nos explica: “(...) a notícia nasce de uma pauta, passa pelas mãos do repórter e/ou do redator e chega ao editor. A ele cabe decidir se a notícia será aproveitada, ou como será aproveitada. Essa decisão em geral obedece a “critérios técnicos” (não perguntem quais, pois cada veículo tem os seus). Se o editor decidir que tal notícia será aproveitada, ela receberá um tratamento de praxe para ficar no formato do veículo.” Nesse contexto, o editor desempenha o papel de

A Pauteiro.
B Ombusdman.
C Gatewatcher.
D CMO da publicação.
E Gatekeeper.

Os gestores de uma sociedade industrial decidiram utilizar, internamente, o custeio variável, em substituição ao custeio por absorção. Eles afirmavam que através desse método de custeio a diferença entre a receita e o custo dos produtos vendidos pareceria maior. Em relação à afirmação dos gestores, pode-se afirmar que

A está incorreta, uma vez que o critério é integrado com o custo padrão.
B está correta, uma vez que os custos fixos não são incluídos na valoração do estoque.
C está incorreta, uma vez que a mudança de critério não impacta o lucro bruto.
D está correta, uma vez que o método leva em consideração, apenas, os custos fixos de curto prazo.
E está incorreta, uma vez que os custos fixos serão distribuídos de acordo com critérios subjetivos.

O artigo 195, I, c da Constituição Federal constitui a base para a cobrança da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). A destinação da arrecadação da CSLL é dirigida com o objetivo de

A custeio das polícias federais.
B financiamento da Seguridade Social.
C fiscalização das concessões federais.
D pagamento de salários de ocupantes do sistema financeiro nacional.
E reforço de caixa do Poder Judiciário.