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Um homem de 80 anos, com alteração da deglutição, realizou esofagografia para avaliar possíveis alterações de motilidade que pudessem ser identificadas durante exame dinâmico. No entanto, a documentação do exame em perfil mostrou importante rechaço da coluna de meio de contraste esofágico em consequência do aumento da seguinte cavidade cardíaca:

A átrio direito;
B átrio esquerdo;
C ventrículo direito;
D artéria pulmonar;
E ventrículo esquerdo.

Uma mulher de 24 anos, gesta I para 0, aborto 0, realizou ultrassonografia pré-natal. O laudo relata o seguinte: “imagem cística localizada na região nucal associado a finas septações de permeio, sem evidência de anasarca ou hidropisia fetal. O volume é estimado em 4,6 cm³ . Correlacionar com cariótipo fetal”. Não foi sugerido um diagnóstico ao final do laudo. Com base na descrição, a principal suspeita é de:

A higroma cístico;
B translucência nucal;
C meningocele cervical;
D encefalocele occipital;
E cisto cervical idiopático.

Uma mulher de 36 anos relata dor abdominal difusa, febre baixa e diarreia persistente após uso de antibiótico para tratamento de infecção de via aérea superior. Ao exame físico, apresenta sinais de desidratação, distensão abdominal e dor à palpação. Tomografia computadorizada de abdômen apresentou distensão líquida difusa das alças intestinais colônicas bem como espessamento da parede intestinal envolvendo esse segmento, além de moderada quantidade de líquido livre peritoneal. Foi internada para a conduta terapêutica adequada. A provável causa do quadro clínico da paciente é:

A linfoma colônico;
B doença de Crohn;
C retocolite ulcerativa;
D colite pseudomembranosa;
E colite induzida por radiação.

Um paciente apresenta ceratite marginal periférica bilateral associada a doença sistêmica subjacente. A principal condição sistêmica associada a este quadro clínico é:

A diabetes mellitus ;
B lúpus eritematoso sistêmico;
C artrite reumatoide;
D síndrome de Sjögren;
E síndrome de Stevens-Johnson.

Um paciente de 75 anos de idade, portador de hipertensão arterial sistêmica, diabete melito tipo II e dislipidemia, apresenta queixa de claudicação intermitente incapacitante de panturrilha direita. Durante a investigação, foi solicitado ecodoppler colorido arterial de membros inferiores, que demonstrou oclusão femoropoplítea direita, sem acometimento distal importante. Diante desses fatos, o médico assistente decidiu solicitar uma angiotomografia com contraste para programação de revascularização. Para realização desse exame nesse perfil de paciente, devido ao risco de acidose lática, é preciso ficar atento ao uso de:

A cilostazol
B losartana
C metformina
D sinvastatina
E ácido acetilsalicílico

Uma paciente de 65 anos, portadora de DPOC, está com dor precordial intensa, em aperto. Na emergência, cursa com redução do nível de consciência, pressão arterial de 80 X 50 mmHg, frequência cardíaca de 62 bpm, pulmões limpos e pressão venosa jugular elevada. A ausculta cardíaca revela bulhas hipofonéticas. ECG: ritmo sinusal com infradesnivelamento do segmento ST de 3 mm, em V1, V2 e V3 e supradesnivelamento de 2 mm nas derivações V3R, V4R, V5R. O médico emergencista identificou um possível acometimento parietal ventricular, responsável pelo seguinte distúrbio hemodinâmico:

A infarto atrial;
B infarto do músculo papilar;
C infarto da parede anterior extenso;
D infarto do ventrículo direito;
E infarto da parede septal com perfuração do septo.

Um adolescente de 17 anos, saudável e de compleição física leptossômica, ao jogar futebol apresentou dor torácica súbita, palpitações e dispneia moderada. Não houve trauma em tórax durante a partida. Foi levado ao pronto-socorro, pois os sintomas não melhoravam. O diagnóstico mais provável é:

A tromboembolismo pulmonar;
B infarto agudo do miocárdio;
C pneumotórax espontâneo;
D síndrome de Tietze;
E síndrome do coração partido.

Um jovem de 20 anos portador de diabetes mellitus tipo 1, com controle clínico inadequado, dá entrada em serviço de emergência com quadro de náuseas, vômitos, dor abdominal, desidratação, sede intensa e taquipneia. A equipe clínica faz o diagnóstico de cetoacidose diabética (CAD) e inicia prontamente o tratamento. Sobre essa situação clínica, é correto afirmar que:

A hiperfostatemia é causa comum de morte na CAD;
B cetonemia > 10 mmol/L;
C a dose inicial de insulina regular é de 0,1 unidades/kg/h;
D o déficit estimado de água na CAD é de cerca de 200 mL/kg;
E a cetonúria é importante para monitorar a resposta ao tratamento da CAD.

Uma paciente de 49 anos, diabética, em acompanhamento no ambulatório de hepatologia, apresenta IMC (Índice de Massa Corporal) de 40 kg/m 2 e um resultado de exame de elastografia hepática de 15kPa. Chega ao hospital com relato de vômitos tipo borra de café. Ao exame físico, apresenta-se hipocorada 2+/4+, com pressão arterial de 100 por 60mmHg em decúbito dorsal e frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto. Em posição ortostática, tem pressão arterial de 80 por 50 mmHg. Exames laboratoriais mostram uma hemoglobina de 9g/dl, ureia de 95 mg/dl e creatinina de 1,9 mg/dl. Durante atendimento, a paciente apresenta novo episódio de vômitos tipo borra de café e evolui com rebaixamento do nível de consciência, sinais de choque com PA inaudível e pulso periférico não palpável. É encaminhada para unidade de terapia intensiva. A conduta inicial mais correta dainte do quadro acima é:

A endoscopia digestiva alta;
B administração de plasma fresco intravenoso;
C injeção de terlipressina em bolus intravenoso;
D administração de aminas vasopressoras intravenosa em bomba infusora;
E ressuscitação volêmica com cristaloide e intubação orotraqueal.

Um paciente relata que, em média 30 minutos após a refeição, apresenta taquicardia, dor abdominal, náuseas, sudorese e por vezes diarreia. Notou que o início dos sintomas começou após a realização de procedimento para tratamento de obesidade. O procedimento realizado no paciente que pode evoluir esses sintomas no pós-operatório é a(o):

A gastrectomia vertical;
B bypass gástrico em y de Roux;
C colocação de balão intragástrico;
D colocação de banda gástrica ajustável;
E switch duodenal com derivação bilio-pancreática.