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Um adolescente com 11 anos apresentou tosse produtiva, secreção hialina nasal e febre que duraram cerca de quatro dias. Na sequência, surgiu conjuntivite e prostração, vindo em seguida exantema eritematoso maculopapular, inicialmente retroauricular, progredindo caudalmente, seguindo-se de descamação furfurácea. O diagnóstico mais provável é:

A sarampo;
B dengue;
C rubéola;
D escarlatina;
E exantema súbito.

Uma criança de 8 anos, com índice de massa corporal (IMC) acima do percentil 95 para idade e sexo, é levada à consulta pela mãe, que está preocupada com o ganho ponderal excessivo do filho. As orientações médicas devem ser para:

A a adesão ao tratamento medicamentoso com sibutramina;
B a redução da ingesta de proteínas e o aumento do consumo de carboidratos;
C a necessidade de redução do peso pelo maior risco de desenvolver doença hepática não alcoólica;
D a diminuição de atividade física pelo risco aumentado de lesões;
E a realização de dieta cetogênica.

Uma criança, portadora de doença falciforme, é admitida na emergência com priapismo há 24 horas, que não respondeu ao tratamento habitual. A conduta correta, nesse caso, é:

A aplicação de compressas frias;
B redução da hidratação;
C repouso absoluto
D injeção local de fenilefrina;
E prescrição de corticoide.

Uma criança de 5 anos chega à emergência com quadro de odinofagia intensa, sialorreia, febre e dispneia intensa e súbita. A radiografia lateral de pescoço evidencia “sinal do polegar”. Nesse cenário clínico, o diagnóstico provável dessa criança é:

A crupe viral;
B laringite espasmódica;
C laringomalácia;
D laringocele externa;
E epiglotite aguda.

Um escolar de 9 anos é levado à emergência com tosse seca, taquidispneia moderada, tiragens intercostais, acianótico em ar ambiente e com sibilos difusos à ausculta pulmonar. Esse paciente deve ser medicado com:

A dropropizina xarope;
B nebulização com acetilcisteína;
C ambroxol xarope;
D salbutamol spray utilizado com espaçador;
E nebulização com brometo de ipratrópio.

Um paciente de 20 anos, estudante universitário, reside com os pais. Não tem histórico de problemas clínicos ou neurológicos significativos. É tabagista e faz uso eventual de bebidas alcoólicas. Nega uso de drogas ilícitas. Seus pais começaram a ficar preocupados com ele, especialmente nos últimos 6 meses, quando começou a ter comportamentos estranhos. Dizia que estava sendo seguido por agentes secretos e começou a passar cada vez mais tempo sozinho, fechado no seu quarto. Perguntado sobre o que lhe estava ocorrendo, disse que ouvia vozes comentando seus atos ou o insultando. Disse também que seus professores da universidade estavam conspirando para prejudicar sua carreira. O diagnóstico mais provável e o tratamento mais adequado são, respectivamente:

A transtorno bipolar do humor; internar imediatamente e iniciar carbonato de lítio;
B transtorno depressivo maior; iniciar psicoterapia familiar incluindo o paciente para elucidar as ideias de perseguição, típicas desse transtorno;
C transtorno de ansiedade generalizada; iniciar alprazolam;
D esquizofrenia; iniciar quetiapina ou outro neuroléptico;
E depressão grave; iniciar venlafaxina.

Quando ocorrem alterações na percepção, o indivíduo interpreta algo inexistente como parte da realidade. Quando uma pessoa afirma ouvir vozes conversando com elas, embora não haja ninguém presente, está-se diante do sintoma conhecido como:

A episódio depressivo maior;
B delírio de referência (de alusão ou autorreferência);
C delírio de perseguição;
D alucinação;
E esquizofrenia.

Um paciente de 50 anos apresentou inicialmente os seguintes sintomas: sensação de exploração, preocupação com a lealdade ou confiança de amigos e frequentes interpretações de comentários como ameaças. O comportamento não era evidentemente bizarro ou estranho. Passou a ter problemas conjugais, pois estava convencido de que seu cônjuge o estava traindo. Essa convicção era baseada em interpretações incorretas apoiadas em evidências duvidosas. Foi descartado o transtorno por uso de substâncias, porque não havia relato do uso de drogas ou álcool. O provável diagnóstico é:

A transtorno bipolar;
B episódio depressivo maior;
C transtorno delirante;
D esquizofrenia;
E transtorno obsessivo compulsivo.

O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) pode ser analisado por instrumentos como a escala de impacto de evento revisada (IES-R). Essa escala permite identificar várias dimensões do TEPT. As dimensões avaliadas por essa escala são:

A intrusão e desesperança;
B pensamentos obsessivos e ideias recorrentes;
C angústia, medo e evitação;
D dificuldade de concentração e desesperança;
E evitação, intrusão e hiperestimulação.