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No que se refere aos Órgãos Sociais e Estatutários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), segundo dispõe seu Estatuto Social, assinale a alternativa que apresente incorretamente um órgão estatutário da EBSERH.

A Conselho de Administração
B Conselho Nacional de Fiscalização Sanitária
C Comitê de Auditoria
D Conselho Fiscal
E Diretoria Executiva

A Interpretação Técnica Geral (ITG) 2000 R1 trata dos critérios e procedimentos que devem ser adotados pelas empresas para sua escrituração contábil, bem como a responsabilidade do profissional de contabilidade e a guarda e manutenção da documentação e de arquivos contábeis. Sobre o assunto exposto, assinale a alternativa INCORRETA :

A A terminologia utilizada no registro contábil deve expressar a essência econômica da transação
B A escrituração contábil deve ser realizada com observância aos Princípios de Contabilidade
C O detalhamento dos registros contábeis de qualquer empresa estabelecida no país, deve ser único e necessariamente observar um padrão pré-definido pelos normativos contábeis
D Os livros contábeis obrigatórios, entre eles o Livro Diário e o Livro Razão, em forma digital, devem ser assinados digitalmente pela entidade e pelo profissional da contabilidade regularmente habilitado e serem autenticados no registro público ou entidade competente, desde que exigível por legislação específica
E Os documentos em papel que deram origem aos lançamentos contábeis podem ser digitalizados e armazenados em meio magnético, desde que assinados pelo responsável pela entidade e pelo profissional da contabilidade regularmente habilitado, devendo ser submetidos ao registro público competente
Texto associado
Texto I A menina que criava peixes na barriga (fragmento) A menina lavava a louça no jirau estendido para o fundo da casa de madeira. No quintal havia um lago de águas represadas que no tempo invernoso transbordava, formando um córrego, que por sua vez desaguava no rio. Barrigudinha, como quase todas as crianças ribeirinhas amazônicas, ela ajudava a mãe depois do almoço e guardava no armário de madeira branca os parcos talheres e vasilhas usados nas refeições familiares. Quando seus parentes dormiam à tarde, Kelly do Socorro – esse era o nome dela – se dirigia ao pequeno porto da frente da casa para olhar os navios transportadores de minérios, parados ao longo do rio, à espera de carregamento. Ali ela se imaginava viajando num daqueles monstros de ferros que povoavam a paisagem e alimentavam seus sonhos. Acenava, também, para os pescadores passantes em seus barquinhos motorizados movidos à gasolina, pois as velhas montarias a remo agora davam lugar às rabetas. Mas até o barulho delas lhe encantava. A mãe quebrava o encanto, chamando-a. Era hora de preparar o jantar, antes que os carapanãs que costumavam aparecer subitamente em nuvens ao anoitecer enchessem a casa. O pai chegaria logo com cachos de açaí para serem debulhados e preparados no acompanhamento da refeição do dia seguinte. Kelly chorava. – Dói muito minha barriga, mãe. Não aguento mais isso todo dia. A mãe retrucava. – Tu tens que fazer isso, criatura. É da tua natureza. E fazia massagem na barriga, no peito e na boca da menina com azeite de copaíba. Talvez por causa do amargor desse óleo vegetal ela não resistia e expelia pela boca dezenas de peixes sobre o jirau. A mãe escolhia os maiores, descamava-os com rapidez e os fritava para o jantar. Os restantes eram jogados ainda vivos no pequeno igarapé atrás da casa. Eram de várias espécies e se reproduziam e cresciam rapidamente, formando enormes cardumes, para a satisfação dos pescadores da área. [...] (Fernando Canto)

Ao longo do texto, é recorrente o emprego de verbos flexionados no pretérito imperfeito do modo Indicativo. Considerando o contexto, pode-se compreender que esse emprego revela ações que:

A se limitam a uma ocorrência única num momento passado.
B marcadas pela incompletude, não foram plenamente realizadas.
C ocorrerão no futuro em diálogo com fatos ocorridos no passado.
D se repetem, sendo apresentadas como rotineiras ou habituais.
E remetem a fatos do universo fantástico, com caráter fabuloso.
Texto associado
Texto I A menina que criava peixes na barriga (fragmento) A menina lavava a louça no jirau estendido para o fundo da casa de madeira. No quintal havia um lago de águas represadas que no tempo invernoso transbordava, formando um córrego, que por sua vez desaguava no rio. Barrigudinha, como quase todas as crianças ribeirinhas amazônicas, ela ajudava a mãe depois do almoço e guardava no armário de madeira branca os parcos talheres e vasilhas usados nas refeições familiares. Quando seus parentes dormiam à tarde, Kelly do Socorro – esse era o nome dela – se dirigia ao pequeno porto da frente da casa para olhar os navios transportadores de minérios, parados ao longo do rio, à espera de carregamento. Ali ela se imaginava viajando num daqueles monstros de ferros que povoavam a paisagem e alimentavam seus sonhos. Acenava, também, para os pescadores passantes em seus barquinhos motorizados movidos à gasolina, pois as velhas montarias a remo agora davam lugar às rabetas. Mas até o barulho delas lhe encantava. A mãe quebrava o encanto, chamando-a. Era hora de preparar o jantar, antes que os carapanãs que costumavam aparecer subitamente em nuvens ao anoitecer enchessem a casa. O pai chegaria logo com cachos de açaí para serem debulhados e preparados no acompanhamento da refeição do dia seguinte. Kelly chorava. – Dói muito minha barriga, mãe. Não aguento mais isso todo dia. A mãe retrucava. – Tu tens que fazer isso, criatura. É da tua natureza. E fazia massagem na barriga, no peito e na boca da menina com azeite de copaíba. Talvez por causa do amargor desse óleo vegetal ela não resistia e expelia pela boca dezenas de peixes sobre o jirau. A mãe escolhia os maiores, descamava-os com rapidez e os fritava para o jantar. Os restantes eram jogados ainda vivos no pequeno igarapé atrás da casa. Eram de várias espécies e se reproduziam e cresciam rapidamente, formando enormes cardumes, para a satisfação dos pescadores da área. [...] (Fernando Canto)

No terceiro parágrafo, há algumas ocorrências do sinal indicativo de crase. De acordo com a Gramática Tradicional, o “a” é sempre acentuado nas locuções de natureza adverbial formadas com palavra feminina, motivo pelo qual a construção “à tarde” recebe o acento grave. Assinale a alternativa em que esse acento é empregado por essa mesma razão.

A Todos passearam à vontade por toda a região.
B Entregou o material à recepcionista da empresa.
C Gosta de usar calça larga e chapéu à Napoleão.
D Normalmente, prestam obediência às leis.
E Você fez jus à nota da sua última avaliação.
Texto associado
Texto I A menina que criava peixes na barriga (fragmento) A menina lavava a louça no jirau estendido para o fundo da casa de madeira. No quintal havia um lago de águas represadas que no tempo invernoso transbordava, formando um córrego, que por sua vez desaguava no rio. Barrigudinha, como quase todas as crianças ribeirinhas amazônicas, ela ajudava a mãe depois do almoço e guardava no armário de madeira branca os parcos talheres e vasilhas usados nas refeições familiares. Quando seus parentes dormiam à tarde, Kelly do Socorro – esse era o nome dela – se dirigia ao pequeno porto da frente da casa para olhar os navios transportadores de minérios, parados ao longo do rio, à espera de carregamento. Ali ela se imaginava viajando num daqueles monstros de ferros que povoavam a paisagem e alimentavam seus sonhos. Acenava, também, para os pescadores passantes em seus barquinhos motorizados movidos à gasolina, pois as velhas montarias a remo agora davam lugar às rabetas. Mas até o barulho delas lhe encantava. A mãe quebrava o encanto, chamando-a. Era hora de preparar o jantar, antes que os carapanãs que costumavam aparecer subitamente em nuvens ao anoitecer enchessem a casa. O pai chegaria logo com cachos de açaí para serem debulhados e preparados no acompanhamento da refeição do dia seguinte. Kelly chorava. – Dói muito minha barriga, mãe. Não aguento mais isso todo dia. A mãe retrucava. – Tu tens que fazer isso, criatura. É da tua natureza. E fazia massagem na barriga, no peito e na boca da menina com azeite de copaíba. Talvez por causa do amargor desse óleo vegetal ela não resistia e expelia pela boca dezenas de peixes sobre o jirau. A mãe escolhia os maiores, descamava-os com rapidez e os fritava para o jantar. Os restantes eram jogados ainda vivos no pequeno igarapé atrás da casa. Eram de várias espécies e se reproduziam e cresciam rapidamente, formando enormes cardumes, para a satisfação dos pescadores da área. [...] (Fernando Canto)

A significação de uma palavra, às vezes, pode ser compreendida por meio de elementos que a circundam num texto. Considerando o vocábulo “rabeta”, presente no terceiro parágrafo, pode-se afirmar que seu significado está apontado no seguinte fragmento do mesmo parágrafo:

A “navios transportadores de minérios”.
B “monstros de ferros que povoavam a paisagem”.
C “barquinhos motorizados movidos à gasolina”.
D “velhas montarias a remo”.
E “pequeno porto da frente da casa”.
Texto associado
Texto I A menina que criava peixes na barriga (fragmento) A menina lavava a louça no jirau estendido para o fundo da casa de madeira. No quintal havia um lago de águas represadas que no tempo invernoso transbordava, formando um córrego, que por sua vez desaguava no rio. Barrigudinha, como quase todas as crianças ribeirinhas amazônicas, ela ajudava a mãe depois do almoço e guardava no armário de madeira branca os parcos talheres e vasilhas usados nas refeições familiares. Quando seus parentes dormiam à tarde, Kelly do Socorro – esse era o nome dela – se dirigia ao pequeno porto da frente da casa para olhar os navios transportadores de minérios, parados ao longo do rio, à espera de carregamento. Ali ela se imaginava viajando num daqueles monstros de ferros que povoavam a paisagem e alimentavam seus sonhos. Acenava, também, para os pescadores passantes em seus barquinhos motorizados movidos à gasolina, pois as velhas montarias a remo agora davam lugar às rabetas. Mas até o barulho delas lhe encantava. A mãe quebrava o encanto, chamando-a. Era hora de preparar o jantar, antes que os carapanãs que costumavam aparecer subitamente em nuvens ao anoitecer enchessem a casa. O pai chegaria logo com cachos de açaí para serem debulhados e preparados no acompanhamento da refeição do dia seguinte. Kelly chorava. – Dói muito minha barriga, mãe. Não aguento mais isso todo dia. A mãe retrucava. – Tu tens que fazer isso, criatura. É da tua natureza. E fazia massagem na barriga, no peito e na boca da menina com azeite de copaíba. Talvez por causa do amargor desse óleo vegetal ela não resistia e expelia pela boca dezenas de peixes sobre o jirau. A mãe escolhia os maiores, descamava-os com rapidez e os fritava para o jantar. Os restantes eram jogados ainda vivos no pequeno igarapé atrás da casa. Eram de várias espécies e se reproduziam e cresciam rapidamente, formando enormes cardumes, para a satisfação dos pescadores da área. [...] (Fernando Canto)

Para construir as relações sintáticas e de sentido no último parágrafo, o vocábulo “peixes” foi empregado várias vezes de modo implícito. Caso fosse explicitado nas passagens abaixo, assinale a alternativa em que se aponta sua classificação sintática correta.

A “A mãe escolhia os maiores” – predicativo do objeto.
B “descamava-os com rapidez” – objeto indireto.
C “e os fritava para o jantar” – complemento nominal.
D “Os restantes eram jogados” – predicativo do sujeito.
E “Eram de várias espécies” –núcleo do sujeito.
Texto associado
Texto II O texto abaixo é um fragmento da obra Amapá: a terra onde o Brasil começa (1999). Tem, pois, o Amapá, uma vocação natural para a produção de proteína muito superior à capacidade interna de consumo, o que faz deste cenário norte-hemisférico um caso excepcional no contexto brasileiro. Além desta excelência, detém o Amapá reservas incalculáveis de minérios, primeiro deles o manganês, explorado incessantemente há 40 anos sem grandes contribuições à diversificação da economia local e à elevação de seu nível de capitalização interna. Dentro de pouco tempo, porém, toda esta riqueza de reservas minerais estará revelada e se constituirá contribuição decisiva à produção nacional. Enfim, entre as aguadas litorâneas de rara apropriação à cultura do búfalo e as surpresas escondidas sob a serra de Tumucumaque, estende-se, ainda, uma faixa de cerrados por onde se iniciou a ocupação do território, pobre, porém suficiente para abrigar um processo de substituição de importações de víveres, hoje, vocacionada para o reflorestamento. (Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/1029/00077342 4.pdf?sequence=4&isAllowed=y. Acesso em: 15/02/2022)

De acordo com o texto, a excepcionalidade do Amapá estaria relacionada com:

A um destaque da vocação natural para a produção de proteína.
B a superioridade de produção em relação ao consumo interno.
C a particularidade de compor o cenário norte-hemisférico no país.
D o fato de deter reservas incalculáveis de minérios.
E o potencial incessante de exploração do manganês.

“Composta por ritmo, dança, vestimentas, comida, bebida e estilo literário próprio, o (a) _______________ é uma manifestação cultural praticada em especial pelas comunidades negras do Amapá [...]. O Ciclo do (a) _____________ ocorre em Macapá durante período pascal e constitui em importante tradição de sincretismo religioso brasileiro homenageando a Santíssima Trindade e o Divino Espírito Santo [...]” (adaptado de IPHAN, 2018). Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.

A Marabaixo / Marabaixo
B Círio de Nazaré / Círio de Nazaré
C Festa do Sairé / Festa do Sairé
D Festa de São Benedito / Festa de São Benedito
E Dia de Iemanjá / Dia de Iemanjá