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Uma paciente compareceu à fisioterapia com dor durante a abdução do ombro. Após a avaliação fisioterapêutica, foi detectado erro na artrocinemática do movimento de abdução, que deverá ser corrigido por meio de exercícios. Para que esta paciente realize abdução sem dor, o rolamento da cabeça do úmero deverá ocorrer:

A para baixo simultaneamente ao deslizamento para baixo.
B ateralmente simultaneamente ao deslizamento medial.
C medialmente simultaneamente ao deslizamento para cima.
D para cima simultaneamente ao deslizamento para baixo.
E lateralmente simultaneamente ao deslizamento lateral.

Um paciente submeteu-se a cirurgia de ligamento cruzado anterior do joelho. Iniciou fisioterapia, com evolução da recuperação, apresentando alteração da marcha tanto no plano frontal quanto no plano sagital. Essas alterações foram identificadas a partir da análise observacional da marcha, que identificou quais tipos de achados?

A No plano sagital: o afastamento entre os passos, joelhos e básculas laterais da pelve; no frontal: a harmonia e regularidade dos passos, movimentos sagitais do pé, tornozelo, joelho e quadril.
B Em ambos os planos: a harmonia e regularidade dos passos, movimentos sagitais do pé, tornozelo, joelho e quadril, o afastamento entre os passos.
C No plano sagital: a movimentação da pelve; no frontal: a harmonia e regularidade dos passos.
D No plano frontal: o afastamento entre os passos, joelhos e básculas laterais da pelve; no sagital: a harmonia e regularidade dos passos, movimentos sagitais do pé, tornozelo, joelho e quadril.
E Em ambos os planos: a movimentação transversal e sagital do pé, tornozelo, joelho e quadril.

O prognóstico de marcha em crianças com paralisia cerebral pode ser dado a partir da análise de alguns fatores. Os fatores considerados nessa análise são:

A ter cumprido todas as etapas do desenvolvimento motor até 2 anos, função dos membros superiores, presença de reflexos primitivos e capacidade intelectual.
B aquisição da postura em pé sem apoio até 3 anos, função de membro superior e ausência de reflexos primitivos e capacidade intelectual.
C ter cumprido todas as etapas do desenvolvimento motor até 3 anos, função dos membros superiores, presença de reflexos primitivos e função visual.
D aquisição da postura em pé com apoio até 2 anos, presença de reflexos primitivos, comprometimento motor, função dos membros superiores, capacidade intelectual.
E aquisição da postura sentada sem apoio até 2 anos, ausência de reflexos primitivos, comprometimento motor, função dos membros superiores, capacidade intelectual.

Uma paciente de 75 anos iniciou tratamento fisioterapêutico há 3 meses por apresentar limitações funcionais para atividades de vida diária. Do seu programa de exercícios, constam exercícios de fortalecimento. A carga e o número de séries indicados para os idosos é de:

A 100% da carga total nas 3 séries.
B 25% da carga total na 1 a série, 50% da carga total na 2 a série e carga total planejada na 3 a série.
C 50% da carga total na 1 a série, somam-se 50% da carga da 1 a série a 2 a série e carga total planejada na 3 a série.
D 75% da carga total na 1 a e 2 a séries e 100% da carga total planejada na 3 a série.
E 50% da carga total na 1 a e 2 a séries e 100% da carga total planejada na 3 a série.

Um paciente procurou o ortopedista há 5 meses devido a dor na região lombar decorrente de esforços repetitivos em sua jornada de trabalho. Ele foi avaliado e encaminhado para fisioterapia. Após a avaliação, o fisioterapeuta indicou exercícios de estabilização central do tronco e da coluna. Essa conduta proposta envolve aprender a

A manter a pelve na posição neutra, controlar a musculatura abdominal e manter a co-contração dos músculos abdominais e extensores da coluna lombar.
B manter a pelve em qualquer posição e controlar a musculatura extensora e coluna lombar.
C controlar a pelve em qualquer posição e controlar a musculatura abdominal e extensores da coluna lombar.
D manter a pelve com inclinação posterior e controlar a musculatura abdominal e manter contração dos músculos abdominais e extensores da coluna lombar.
E manter a pelve inclinada anteriormente e controlar a co-contração entre musculatura abdominal e extensores da coluna lombar.

Uma criança de 6 anos é hemiparética espástica à esquerda com GMFCS

II. Para compensar a discrepância no comprimento dos membros inferiores, utiliza uma palmilha à esquerda. A avaliação do comprimento de membros, nos casos de crianças com paralisia cerebral, é realizada na seguinte posição:

A em decúbito dorsal, visando à simetria das espinhas ilíacas anteroinferiores, espinhas ilíacas posteriores e maléolos laterais.
B em decúbito ventral, visando à simetria da crista ilíaca e dos maléolos laterais.
C em pé, visando à simetria das cristas ilíacas, das espinhas ilíacas anterossuperiores e posterossuperiores.
D em decúbito ventral para simetria das espinhas anterossuperiores.
E em sedestação, para simetria das cristas ilíacas e dos maléolos laterais.

Um senhor de 65 anos, viúvo há 2 anos, sofreu um acidente vascular cerebral há 2 meses. Há 15 dias, iniciou o tratamento fisioterapêutico no centro de reabilitação de seu bairro. No procedimento de avaliação do tônus muscular, o fisioterapeuta identificou hipertonia elástica de adutores e rotadores mediais de ombro, de flexores de cotovelo, de punho e dedos. O procedimento de avaliação para identificar a alteração do tónus nesses casos é a mobilização

A ativa no sentido contrário à ação muscular do músculo a ser testado, e variando a velocidade de mobilização.
B passiva no sentido contrário à ação muscular do músculo a ser testado, e variando a velocidade de mobilização.
C passiva no sentido da ação muscular do músculo a ser testado, e variando a velocidade de mobilização.
D passiva, no sentido contrário à ação muscular do músculo a ser testado, e sem variar a velocidade da mobilização.
E ativa no sentido da ação muscular do músculo a ser testado, e variando a velocidade de mobilização.

Um paciente iniciará em uma semana um programa de reabilitação cardiovascular. Para isso, foi agendada uma avaliação fisioterapêutica completa para que os exercícios sejam prescritos corretamente e com segurança. Que situações clínicas contraindicariam absolutamente que o paciente inicie a reabilitação cardiovascular?

A Valvopatias, miocardiopatias hipertensão arterial descontrolada (pressão arterial sistólica > 200 mmHg).
B Angina estável, cardiopatias congênitas, angioplastia coronária, diabetes mellitus descompensada.
C Insuficiência cardíaca descompensada, diabetes mellitus controlada, doença sistêmica aguda ou febre de origem desconhecida.
D Portadores de marca-passo, transplante cardíaco recente, arritmia não controlada.
E Infarto agudo do miocárdio, angina estável, problemas ortopédicos ou neurológicos graves.

Um paciente de 66 anos apresenta insuficiência cardíaca que causa anormalidades no metabolismo cardíaco, redução da ativação da adenilciclase e alteração do metabolismo mitocondrial, levando à ativação gênica e favorecendo a apoptose. Isso ocorre devido a:

A citocina.
B angiotensina II.
C creatinina.
D arginina-vasopressina.
E dopamina.

Um paciente de 68 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) há 6 anos, apresenta padrão respiratório com grande efeito na endurance da musculatura respiratória. Na tentativa de reduzir a dispneia e prevenir a fadiga da musculatura inspiratória, ele deve respirar:

A superficialmente e lentamente.
B profundamente e moderadamente.
C superficialmente e moderadamente.
D profundamente e lentamente.
E superficialmente e rapidamente.