QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
6.825 questões encontradas

Considere a seguinte afirmação: Se Marcos está prestando esse concurso, então ele é formado no Curso de Serviço Social. Assinale a alternativa que contém uma afirmação equivalente para a afirmação apresentada.

A Marcos está prestando esse concurso se, e somente se, ele é formado no Curso de Serviço Social.
B Se Marcos é formado no Curso de Serviço Social, então ele está prestando esse concurso.
C Marcos está prestando esse concurso e ele é formado no Curso de Serviço Social.
D Se Marcos não é formado no Curso de Serviço Social, então ele não está prestando esse concurso.
E Marcos não é formado no Curso de Serviço Social e ele está prestando esse concurso.

As condições socioeconômicas dos usuários que procuram o Serviço Social tem levado os assistentes sociais a intensificar a concessão dos recursos materiais. No entanto, o aumento da demanda versus a escassez desses recursos levam os profissionais a desempenhar a tarefa de selecionar aqueles que terão acesso aos serviços, por meio do levantamento de informações sobre a vida do usuário. A perspectiva do direito social é restringida pela seletividade imposta pela instituição, para a cobertura às necessidades do usuário. Esse processo contraria a ênfase dada pelo discurso do profissional em relação à sua

A universalidade.
B eficiência.
C presteza.
D objetividade.
E transparência.

A profissionalização do Serviço Social configurou-se como um processo no qual seus agentes se inseriram em atividades laborais, a partir de condições que determinaram sua dinâmica, organização, recursos e objetivos. Como profissionais assalariados, em grande parte pelas instituições do aparelho de Estado, nas três esferas de poder, essa força de trabalho transformada em mercadoria, só pode atuar por meio dos instrumentos de trabalho que, não sendo sua propriedade, são colocados à disposição pelos empregadores institucionais: infraestrutura humana, material e financeira para o desenvolvimento de programas, projetos, serviços, benefícios. Esse processo de requisições institucionais, postas aos assistentes sociais, faz com que o exercício profissional, nesses contextos,

A amplie sua base de atuação.
B subordine-se à demanda institucional.
C assuma o compromisso ético com o status quo .
D rompa com as amarras ideológicas.
E se consolide como profissão emancipadora.

O eixo central do Código de Ética dos assistentes sociais

( 1993 ) e que perpassa toda a sua construção é a liberdade. O Código faz a defesa de uma nova sociabilidade, pautada na liberdade da humanidade, na busca da sua essência como um ser político, livre; reconhece a importância desse eixo e apresenta-o como seu primeiro princípio fundamental, assim conceituando-o: Reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas políticas a ela inerentes – plena expansão dos indivíduos sociais, autonomia e

A respeito.
B humildade.
C emancipação.
D dignidade.
E humanidade.

No atendimento ao usuário, em qualquer âmbito da atividade profissional e a partir de qualquer atribuição desenvolvida, o assistente social ouve os relatos de sua vida privada, que são objetos de registros técnicos, concernentes ao trabalho realizado, no formato de relatórios, pareceres ou laudos sociais, cujos conteúdos fundamentam-se em estudos sociais. De acordo com o Código de Ética Profissional (artigo 2° , d), o local de trabalho, os arquivos e toda documentação técnica do assistente social são invioláveis, constituindo-se para esse profissional

A uma responsabilidade.
B uma tarefa.
C um dever.
D uma garantia.
E um direito.
Texto associado
Os descaminhos do lixo Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019 , produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), em 2018 foram gerados no Brasil 79 milhões de toneladas de resíduos. Desse total, 92% foram coletados. Isso significa uma pequena melhora em relação ao ano anterior, já que, se a produção de lixo aumentou 1%, a coleta aumentou 1,66%. Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. Dos resíduos coletados em 2018, 59,5% receberam destinação adequada nos aterros sanitários, uma melhora de 2,4% em relação a 2017. Mas esses relativos avanços não deveriam disfarçar a precariedade crônica do setor. A média nacional é bastante inferior à dos países na mesma faixa de renda, onde 70% do lixo recebe a destinação correta. Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que até agosto de 2014 o País deveria estar livre dos lixões. Mas, hoje, cerca de 8% do lixo produzido no Brasil (6,3 milhões de toneladas) ainda não é sequer coletado e 40% do lixo que é coletado é descarregado em lixões ou aterros que não contam com medidas necessárias para garantir a integridade do meio ambiente e a da população local. Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País. (https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

As informações do texto permitem afirmar que o setor de limpeza pública do Brasil

A atendeu plenamente, em 2018, o estabelecido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, em 2010.
B obteve avanço expressivo, que acompanhou a expansão da produção e da coleta em todas as regiões.
C conseguiu uma tímida evolução no último ano, embora conviva ainda com uma série de problemas.
D viveu uma queda abrupta na qualidade do serviço ofertado, em razão do aumento da produção de lixo.
E manteve o mesmo desempenho de anos anteriores, apesar do aumento na produção de lixo.
Texto associado
Os descaminhos do lixo Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019 , produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), em 2018 foram gerados no Brasil 79 milhões de toneladas de resíduos. Desse total, 92% foram coletados. Isso significa uma pequena melhora em relação ao ano anterior, já que, se a produção de lixo aumentou 1%, a coleta aumentou 1,66%. Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. Dos resíduos coletados em 2018, 59,5% receberam destinação adequada nos aterros sanitários, uma melhora de 2,4% em relação a 2017. Mas esses relativos avanços não deveriam disfarçar a precariedade crônica do setor. A média nacional é bastante inferior à dos países na mesma faixa de renda, onde 70% do lixo recebe a destinação correta. Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que até agosto de 2014 o País deveria estar livre dos lixões. Mas, hoje, cerca de 8% do lixo produzido no Brasil (6,3 milhões de toneladas) ainda não é sequer coletado e 40% do lixo que é coletado é descarregado em lixões ou aterros que não contam com medidas necessárias para garantir a integridade do meio ambiente e a da população local. Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País. (https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

Os dados numéricos presentes no texto mostram que

A a maior parte do lixo que se produziu no Brasil foi coletada.
B o percentual de lixo com destinação adequada é insignificante.
C o país conta com 70% de destinação correta do lixo produzido.
D o total de lixo descarregado em lixões é de 6,3 milhões de toneladas.
E a quantia de lixo descarregada em lixões não prejudica o meio ambiente.
Texto associado
Os descaminhos do lixo Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019 , produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), em 2018 foram gerados no Brasil 79 milhões de toneladas de resíduos. Desse total, 92% foram coletados. Isso significa uma pequena melhora em relação ao ano anterior, já que, se a produção de lixo aumentou 1%, a coleta aumentou 1,66%. Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. Dos resíduos coletados em 2018, 59,5% receberam destinação adequada nos aterros sanitários, uma melhora de 2,4% em relação a 2017. Mas esses relativos avanços não deveriam disfarçar a precariedade crônica do setor. A média nacional é bastante inferior à dos países na mesma faixa de renda, onde 70% do lixo recebe a destinação correta. Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que até agosto de 2014 o País deveria estar livre dos lixões. Mas, hoje, cerca de 8% do lixo produzido no Brasil (6,3 milhões de toneladas) ainda não é sequer coletado e 40% do lixo que é coletado é descarregado em lixões ou aterros que não contam com medidas necessárias para garantir a integridade do meio ambiente e a da população local. Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País. (https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

Com a frase final do texto – Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País. – fica evidente que a maioria dos municípios do Brasil

A segue padrões de limpeza de Primeiro Mundo.
B garante a integridade do meio ambiente.
C está sujeita a problemas com a limpeza pública.
D está livre de lixões e de aterros sanitários.
E reconhece a necessidade de lixões e aterros.
Texto associado
Os descaminhos do lixo Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019 , produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), em 2018 foram gerados no Brasil 79 milhões de toneladas de resíduos. Desse total, 92% foram coletados. Isso significa uma pequena melhora em relação ao ano anterior, já que, se a produção de lixo aumentou 1%, a coleta aumentou 1,66%. Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. Dos resíduos coletados em 2018, 59,5% receberam destinação adequada nos aterros sanitários, uma melhora de 2,4% em relação a 2017. Mas esses relativos avanços não deveriam disfarçar a precariedade crônica do setor. A média nacional é bastante inferior à dos países na mesma faixa de renda, onde 70% do lixo recebe a destinação correta. Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que até agosto de 2014 o País deveria estar livre dos lixões. Mas, hoje, cerca de 8% do lixo produzido no Brasil (6,3 milhões de toneladas) ainda não é sequer coletado e 40% do lixo que é coletado é descarregado em lixões ou aterros que não contam com medidas necessárias para garantir a integridade do meio ambiente e a da população local. Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País. (https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

O segundo parágrafo inicia-se com a conjunção “Mas”, por meio da qual

A se restringem os problemas do setor de limpeza no Brasil a poucas áreas.
B se conclui que o Brasil tem um setor de limpeza pública avançado.
C se compara o setor de limpeza pública do Brasil ao de outros países.
D se explica que o setor de limpeza pública no Brasil não é precário.
E se contrastam dois cenários do setor de limpeza pública no Brasil.
Texto associado
Os descaminhos do lixo Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019 , produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), em 2018 foram gerados no Brasil 79 milhões de toneladas de resíduos. Desse total, 92% foram coletados. Isso significa uma pequena melhora em relação ao ano anterior, já que, se a produção de lixo aumentou 1%, a coleta aumentou 1,66%. Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. Dos resíduos coletados em 2018, 59,5% receberam destinação adequada nos aterros sanitários, uma melhora de 2,4% em relação a 2017. Mas esses relativos avanços não deveriam disfarçar a precariedade crônica do setor. A média nacional é bastante inferior à dos países na mesma faixa de renda, onde 70% do lixo recebe a destinação correta. Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que até agosto de 2014 o País deveria estar livre dos lixões. Mas, hoje, cerca de 8% do lixo produzido no Brasil (6,3 milhões de toneladas) ainda não é sequer coletado e 40% do lixo que é coletado é descarregado em lixões ou aterros que não contam com medidas necessárias para garantir a integridade do meio ambiente e a da população local. Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País. (https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

Sem prejuízo ao sentido do enunciado e em conformidade com a norma-padrão, no período – Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste . –, o trecho destacado está adequadamente reescrito em:

A exceto do Nordeste.
B inclusive o Nordeste.
C sobretudo o Nordeste.
D além do Nordeste.
E menos à do Nordeste.