Atenção : Para responder as questões de números 46 a 49, considere as informações abaixo.
− Gerador ligado em estrela aterrada;
− Reatância de aterramento do gerador: 0,03 [pu];
− Reatância de sequência zero do gerador: 0,20 [pu];
− Reatância de sequência positiva do gerador: 0,05 [pu];
− Reatância de sequência negativa do gerador: 0,05 [pu];
− Reatância de sequência zero da linha de transmissão: 0,02 [pu/km];
− Reatância de sequência positiva da linha de transmissão: 0,01 [pu/km]; e
− Reatância de curto-circuito do transformador: 0,05 [pu].
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FAFIPA
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FUMARC
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ACAFE
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INSTITUTO AOCP
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NUCEPE
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FUNIVERSA
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FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
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Considere a figura abaixo de uma rosca métrica triangular.
Nos geradores elétricos trifásicos de energia,
Em uma instalação elétrica industrial, vários circuitos elétricos são instalados e lançados por meio de uma mesma calha metálica, desde o quadro de distribuição até suas tomadas de uso específico. Nesse contexto, o fator de agrupamento de um circuito, utilizado para calcular a corrente de projeto, é determinado
Texto associado
Um servomecanismo hidráulico de posicionamento possui uma entrada de tensão de comando VCMD que ajusta a distensão ou retração de um pistão. Em regime permanente, para cada tensão VCMD aplicada, o pistão alcança um determinado deslocamento POS. Admitindo VCMD e POS dimensionados de forma percentual, desde 0,0 até 100,0 [%], o sistema dinâmico do servomecanismo foi identificado, resultando na função de transferência no domínio da frequência complexa de Laplace:
V C M D ( s ) P O S ( s ) = 5 . s + 1 1
Nesse sistema, quando aplica-se um degrau de 0,0 a 100,0 [%]em VCMD, o tempo necessário para que o pistão alcance mais de 95,0% em sua posição POS é, em [s], de, aproximadamente,
Uma estufa possui duas resistências como elemento de aquecimento, ligadas internamente em paralelo, conforme ilustração abaixo.
Admitindo-se que a rede elétrica forneça tensão alternada de 220 V e que, nesta condição, a potência de cada uma das resistências é de 3700 W, o valor da energia consumida pela estufa no intervalo de 240 minutos será de, aproximadamente,
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.
Simbolismo da água: aspectos rituais
Numa fórmula sumária, pode-se dizer que as águas simbolizam a totalidade das virtualidades; elas são “fons et origo”, fonte e origem, a matriz de todas as possibilidades de existência. “Àgua, tu és a fonte de todas as coisas”, diz um texto indiano. As águas são os fundamentos do mundo inteiro: elas são, nas mais variadas culturas, a essência da vegetação, o elixir da imortalidade, asseguram longa vida, força criadora, são o princípio de toda cura etc. etc.
Princípio do indiferenciado e do virtual, fundamento de toda manifestação cósmica, receptáculo de todos os gérmens, as águas simbolizam a substância primordial de que nascem todas as formas e para a qual todas voltam. O contato com a água implica sempre regeneração: por um lado, porque à dissolução segue um novo nascimento; por outro lado, porque a imersão fertiliza e aumenta o potencial de vida e de criação. A água confere um “novo nascimento” por um ritual iniciático, cura por um ritual mágico, assegura o renascimento “post mortem” por rituais funerários.
O caminho para a origem das águas e a sua obtenção implicam uma série de provas e desafios, exatamente como na busca aventurosa da “árvore da vida”. No Apocalipse, os dois símbolos encontram-se lado a lado: “Ele mostrou-me, em seguida, o rio da água da vida, límpida como cristal, que brota do trono de Deus. E nas duas margens do rio cresce a árvore da vida”. O simbolismo imemorial e ecumênico da imersão na água como instrumento de purificação e de regeneração foi aceito pelo cristianismo e enriquecido por novas valências religiosas.
(Adaptado de ELIADE, Mircea. Tratado de história das religiões. Lisboa: Cosmos, 1977, p. 231-237, passim)
Simbolismo da água: aspectos rituais
Numa fórmula sumária, pode-se dizer que as águas simbolizam a totalidade das virtualidades; elas são “fons et origo”, fonte e origem, a matriz de todas as possibilidades de existência. “Àgua, tu és a fonte de todas as coisas”, diz um texto indiano. As águas são os fundamentos do mundo inteiro: elas são, nas mais variadas culturas, a essência da vegetação, o elixir da imortalidade, asseguram longa vida, força criadora, são o princípio de toda cura etc. etc.
Princípio do indiferenciado e do virtual, fundamento de toda manifestação cósmica, receptáculo de todos os gérmens, as águas simbolizam a substância primordial de que nascem todas as formas e para a qual todas voltam. O contato com a água implica sempre regeneração: por um lado, porque à dissolução segue um novo nascimento; por outro lado, porque a imersão fertiliza e aumenta o potencial de vida e de criação. A água confere um “novo nascimento” por um ritual iniciático, cura por um ritual mágico, assegura o renascimento “post mortem” por rituais funerários.
O caminho para a origem das águas e a sua obtenção implicam uma série de provas e desafios, exatamente como na busca aventurosa da “árvore da vida”. No Apocalipse, os dois símbolos encontram-se lado a lado: “Ele mostrou-me, em seguida, o rio da água da vida, límpida como cristal, que brota do trono de Deus. E nas duas margens do rio cresce a árvore da vida”. O simbolismo imemorial e ecumênico da imersão na água como instrumento de purificação e de regeneração foi aceito pelo cristianismo e enriquecido por novas valências religiosas.
(Adaptado de ELIADE, Mircea. Tratado de história das religiões. Lisboa: Cosmos, 1977, p. 231-237, passim)