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De acordo com a norma ISO/IEC 27002, o objetivo da classificação da informação é

A verificar a informação do ponto de vista legal, atribuindo-lhe um valor de acordo com uma escala numérica adequada.
B analisar a qualidade da informação, especificamente quanto à sua veracidade, visando-se à prevenção contra a desinformação.
C filtrar o conteúdo da informação acessada pelos colaboradores, com o propósito de manter a produtividade da organização.
D assegurar que a informação receba um nível adequado de proteção, de acordo com a sua importância para a organização.
E avaliar a utilidade da informação organizacional, descartando-se os conteúdos inúteis à missão corporativa.
Órgão: Empresa Municipal de Informática de Recife Cargo: Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Softwares Básicos Prova: CESPE/CEBRASPE - EMPREL - Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Softwares Básicos - 2023

Conforme o Decreto n.º 27.627/2013 (Código de Ética do Servidor Público do Poder Executivo Municipal), a Comissão Central de Ética é composta por

A sete membros e delibera por maioria simples, com um quórum mínimo de quatro membros.
B cinco membros e delibera por maioria absoluta.
C nove membros e delibera por maioria simples, com um quórum mínimo de cinco membros.
D cinco membros e delibera por maioria simples, com um quórum mínimo de três membros.
E nove membros e delibera por maioria absoluta.
Órgão: Empresa Municipal de Informática de Recife Cargo: Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Softwares Básicos Prova: CESPE/CEBRASPE - EMPREL - Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Softwares Básicos - 2023

Uma equipe de desenvolvimento de software está criando um aplicativo para conceder financiamento de imóveis para residentes no Brasil que não conseguem comprovar renda mensal regular.

Nessa situação hipotética, para empregar conceitos de MVP ( minimum viable product ), essa equipe deve entregar uma versão do produto que

A permita que um número limitado de moradores de uma comunidade consiga simular e, eventualmente, contratar o valor de um financiamento imobiliário, receber o valor correspondente (de acordo com algumas opções de garantia de pagamento já aceitas) e iniciar o recebimento do pagamento do financiamento.
B permita que um número limitado de moradores de uma comunidade consiga simular o valor de um financiamento imobiliário, faltando apenas a concessão dos valores finais do financiamento e a cobrança correspondente.
C permita que os moradores de uma comunidade aprendam sobre as opções tradicionais de financiamento imobiliário e como aumentar a sua renda familiar, devendo ser selecionado um percentual dos moradores que concluírem o aprendizado para simular o valor de um financiamento imobiliário, receber o valor correspondente e iniciar o recebimento do pagamento do financiamento.
D ofereça um novo modelo de financiamento para os profissionais do ramo imobiliário que possa contribuir com o novo sistema, de modo que os desenvolvedores possam confirmar quais são os recursos desejados pelo público-alvo, antes de decidir lançar o produto no mercado.
E permita que um número limitado de moradores de uma comunidade consiga simular e, eventualmente, contratar o valor de um financiamento de um bem de consumo de baixo valor, receber o valor correspondente (de acordo com algumas opções de garantia de pagamento já aceitas) e iniciar o recebimento do pagamento do financiamento.
Texto associado
Texto CG2A1-I

É perigoso nos distrairmos com uma fantasia utópica ou apocalíptica possibilitada pela inteligência artificial (IA), que promete ou um futuro “florescente” ou um futuro “potencialmente catastrófico”. Essa ilusão, que infla as capacidades dos sistemas automatizados e os antropomorfiza, induz as pessoas a pensar que existe um ser senciente por trás das mídias sintéticas. Isso seduz as pessoas a não apenas confiarem acriticamente em sistemas como o ChatGPT, mas também a lhes atribuírem erroneamente a capacidade de agir. A responsabilização propriamente dita não cabe aos artefatos tecnológicos, mas a seus construtores.
O que precisamos é de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital. Isso deve ficar sempre claro quando nos deparamos com mídias sintéticas, e as organizações que constroem esses sistemas também deveriam ser obrigadas a documentar e a divulgar os dados de treinamento e as arquiteturas de modelo. Além disso, o ônus de criar instrumentos seguros de uso dessas tecnologias deveria recair sobre as empresas que constroem e implantam sistemas generativos, o que significa que os construtores desses sistemas deveriam ser responsabilizados pelos resultados produzidos por seus produtos.
A corrida atual rumo a “experimentos de IA” cada vez maiores não é um caminho predeterminado no qual a nossa única escolha é o quão rápido devemos correr, mas uma série de decisões impulsionadas pelo lucro. As ações e as escolhas das corporações devem ser moldadas por regulamentação que proteja os direitos e os interesses das pessoas. O foco da nossa preocupação não deveriam ser as “poderosas mentes digitais” imaginárias. Em vez disso, deveríamos focar nas práticas de exploração muito reais e muito presentes das empresas que afirmam construí-las.

Timnit Gebru et al. Papagaios estocásticos: o pedido de moratória para a IA e os riscos em jogo .
Internet: (com adaptações).

Assinale a opção correta no que se refere à estrutura argumentativa do texto CG2A1-I.

A No primeiro parágrafo, identifica-se o problema de se atribuir ingenuamente capacidade de agir à IA; no segundo, inicia-se a defesa da atual ausência de responsabilização dos construtores dessa tecnologia; no terceiro, articulam-se as ideias dos parágrafos anteriores para apontar o real problema no desenvolvimento dos experimentos de IA.
B No primeiro parágrafo, identifica-se o problema de se atribuir ilusoriamente à IA capacidade de agir; no segundo, desenvolve-se a questão da atual ausência de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital e de responsabilização dos construtores de artefatos tecnológicos; no terceiro, as ideias dos parágrafos anteriores são articuladas para apontar o real problema no desenvolvimento dos experimentos de IA.
C No primeiro parágrafo, critica-se a confiança excessiva das pessoas nos sistemas de IA; no segundo, é introduzida a questão da atual ausência de responsabilização dos artefatos tecnológicos e de seus criadores; no terceiro, retoma-se o problema abordado no primeiro parágrafo, vinculando-o à necessidade de regulamentação da IA.
D No primeiro parágrafo, identifica-se o problema de se atribuir indevidamente poder de ação à IA; no segundo, aborda-se a questão da atual ausência de responsabilização de seus construtores, destacando-se que eles superestimam os lucros de seus produtos; no terceiro, é retomado o problema abordado no primeiro parágrafo, vinculando-o à necessidade de regulamentação da IA.
E No primeiro parágrafo, critica-se a antropomorfização dos sistemas automatizados de IA; no segundo, desenvolve-se a ideia da necessidade de responsabilização dos construtores da IA e de sua regulamentação; no terceiro, as ideias dos parágrafos anteriores são resumidas para apontar o real problema no desenvolvimento dos experimentos de IA.
Texto associado
Texto CG2A1-I

É perigoso nos distrairmos com uma fantasia utópica ou apocalíptica possibilitada pela inteligência artificial (IA), que promete ou um futuro “florescente” ou um futuro “potencialmente catastrófico”. Essa ilusão, que infla as capacidades dos sistemas automatizados e os antropomorfiza, induz as pessoas a pensar que existe um ser senciente por trás das mídias sintéticas. Isso seduz as pessoas a não apenas confiarem acriticamente em sistemas como o ChatGPT, mas também a lhes atribuírem erroneamente a capacidade de agir. A responsabilização propriamente dita não cabe aos artefatos tecnológicos, mas a seus construtores.
O que precisamos é de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital. Isso deve ficar sempre claro quando nos deparamos com mídias sintéticas, e as organizações que constroem esses sistemas também deveriam ser obrigadas a documentar e a divulgar os dados de treinamento e as arquiteturas de modelo. Além disso, o ônus de criar instrumentos seguros de uso dessas tecnologias deveria recair sobre as empresas que constroem e implantam sistemas generativos, o que significa que os construtores desses sistemas deveriam ser responsabilizados pelos resultados produzidos por seus produtos.
A corrida atual rumo a “experimentos de IA” cada vez maiores não é um caminho predeterminado no qual a nossa única escolha é o quão rápido devemos correr, mas uma série de decisões impulsionadas pelo lucro. As ações e as escolhas das corporações devem ser moldadas por regulamentação que proteja os direitos e os interesses das pessoas. O foco da nossa preocupação não deveriam ser as “poderosas mentes digitais” imaginárias. Em vez disso, deveríamos focar nas práticas de exploração muito reais e muito presentes das empresas que afirmam construí-las.

Timnit Gebru et al. Papagaios estocásticos: o pedido de moratória para a IA e os riscos em jogo .
Internet: (com adaptações).

Assinale a opção em que a proposta de reescrita do trecho “mas também a lhes atribuírem” (terceiro período do primeiro parágrafo) é gramaticalmente correta e coerente com as ideias do texto CG2A1-I.

A entretanto a atribuírem àquelas
B embora a atribuam aqueles
C como também a atribuírem a eles
D quanto à atribuírem a estes
E contudo a atribuírem àqueles
Texto associado
Texto CG2A1-I

É perigoso nos distrairmos com uma fantasia utópica ou apocalíptica possibilitada pela inteligência artificial (IA), que promete ou um futuro “florescente” ou um futuro “potencialmente catastrófico”. Essa ilusão, que infla as capacidades dos sistemas automatizados e os antropomorfiza, induz as pessoas a pensar que existe um ser senciente por trás das mídias sintéticas. Isso seduz as pessoas a não apenas confiarem acriticamente em sistemas como o ChatGPT, mas também a lhes atribuírem erroneamente a capacidade de agir. A responsabilização propriamente dita não cabe aos artefatos tecnológicos, mas a seus construtores.
O que precisamos é de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital. Isso deve ficar sempre claro quando nos deparamos com mídias sintéticas, e as organizações que constroem esses sistemas também deveriam ser obrigadas a documentar e a divulgar os dados de treinamento e as arquiteturas de modelo. Além disso, o ônus de criar instrumentos seguros de uso dessas tecnologias deveria recair sobre as empresas que constroem e implantam sistemas generativos, o que significa que os construtores desses sistemas deveriam ser responsabilizados pelos resultados produzidos por seus produtos.
A corrida atual rumo a “experimentos de IA” cada vez maiores não é um caminho predeterminado no qual a nossa única escolha é o quão rápido devemos correr, mas uma série de decisões impulsionadas pelo lucro. As ações e as escolhas das corporações devem ser moldadas por regulamentação que proteja os direitos e os interesses das pessoas. O foco da nossa preocupação não deveriam ser as “poderosas mentes digitais” imaginárias. Em vez disso, deveríamos focar nas práticas de exploração muito reais e muito presentes das empresas que afirmam construí-las.

Timnit Gebru et al. Papagaios estocásticos: o pedido de moratória para a IA e os riscos em jogo .
Internet: (com adaptações).

Com base nos sentidos do texto CG2A1-I, julgue os itens a seguir.

I Entende-se do texto que a ilusão que antropomorfiza a IA e transforma a corrida rumo a seu desenvolvimento em um destino inescapável beneficia as corporações que lucram com a IA.
II No segundo parágrafo, a afirmação de que a garantia de segurança no uso da tecnologia digital deveria recair sobre as empresas é uma proposta que responde à demanda por transparência.
III No terceiro parágrafo, identifica-se uma contraposição entre os interesses das corporações e os das pessoas comuns.

Assinale a opção correta.

A Nenhum item está certo.
B Apenas os itens I e II estão certos.
C Apenas os itens I e III estão certos.
D Apenas os itens II e III estão certos.
E Todos os itens estão certos.

O protocolo de acesso a redes sem fio que especifica implementações fracas de criptografia RC4 e que, por sua fragilidade característica, não impede que um atacante obtenha a chave usada para cifrar os pacotes a partir do próprio tráfego cifrado é o

A WPA.
B WPA2.
C EAP.
D WEP.
E WPA-PSK.
Órgão: Empresa Municipal de Informática de Recife Cargo: Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Softwares Básicos Prova: CESPE/CEBRASPE - EMPREL - Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Softwares Básicos - 2023

ILM ( information lifecycle management ) é

A um conjunto de métodos de armazenamento de dados sem hierarquia, geralmente utilizado na nuvem; diferentemente de outros métodos, é um armazenamento de dados baseado em objetos que não usa uma árvore de diretórios.
B uma rede de armazenamento dedicada que interconecta hosts e dispositivos de armazenamento, principalmente para trocar tráfego com um conjunto de protocolos para lidar com roteamento, nomenclatura e zoneamento.
C um conjunto de imagens do volume do disco de dados fornecido, em que os registros subsequentes ao primeiro armazenam blocos de dados que foram alterados ou adicionados, o que permite um controle de versão mais rápido.
D um sistema comum para armazenamento de dados de alto volume no nível do servidor que usa muitas unidades de disco de pequena capacidade para armazenar grandes quantidades de dados e fornecer alta confiabilidade.
E um processo projetado com base no reconhecimento de que diferentes tipos de informação podem ter valores distintos em diferentes pontos de seu ciclo de vida; nesse processo, prever os requisitos de armazenamento e controlar os custos pode ser especialmente desafiador à medida que o negócio cresce.
Órgão: Empresa Municipal de Informática de Recife Cargo: Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Softwares Básicos Prova: CESPE/CEBRASPE - EMPREL - Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Softwares Básicos - 2023

Na virtualização por contêineres, o mecanismo que engloba recursos do sistema em uma abstração é conhecido como

A control groups.
B union file systems.
C bare metal.
D namespace.
E inter process communication.
Órgão: Empresa Municipal de Informática de Recife Cargo: Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Banco de Dados Prova: CESPE/CEBRASPE - EMPREL - Analista de Infraestrutura e Suporte - Área: Banco de Dados - 2023