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Questões para Concursos
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
1.033 questões encontradas
Pimenta
( 2010 ) pontua como a popularização da discussão sobre o conceito de professor reflexivo tem sido marcada pelo “oferecimento de treinamento para que o professor torne-se reflexivo”. Nesse contexto, a autora trata do “mercado do conceito”, destacando que este entende a reflexão como
De acordo com Manfredi (REVISTA Linhas Críticas, 2010), “a qualificação profissional, entendida como direito social, refere-se ao direito de acesso a oportunidades de educação permanente, tanto no âmbito da qualificação profissional, como no âmbito da educação escolar de nível básico (fundamental e médio)”. Nesse contexto, em relação ao sistema escolar formal, a certificação profissional
Tardif
( 2014 ) apresenta uma concepção da prática educativa caracterizada pela “ideia de que a ação educativa está ligada a realidades contingentes e individuais que não podem ser julgadas de maneira cientificamente rigorosa e necessária”. Segundo essa concepção, o professor “age guiando-se por certas finalidades, e sua prática corresponde a uma espécie de mistura de talento pessoal, de intuição, de experiência, de hábito, de bom senso e de habilidades confirmadas pelo uso”. Trata-se da concepção de educação como
Veiga
( 1995 ) sublinha que “o projeto político-pedagógico, ao mesmo tempo em que exige dos educadores, funcionários, alunos e pais a definição clara do tipo de escola que intentam, requer a definição de fins”. Logo, os diferentes sujeitos da escola devem
Oliveira (in Veiga, 2013) entende que o avanço tecnológico “reivindica uma formação que permita à pessoa ampliar as diferentes maneiras de ler, interpretar e interagir com a pluralidade dos diferentes mundos que se entrecruzam”. Para a autora, esse avanço exige a criação de novas maneiras de educar as pessoas para lidar com
Discutindo a concepção construtivista e a atenção à diversidade, Zabala
( 1998 ) propõe um conjunto de questões que o professor deve se fazer. Entre essas, está se indagar se existem atividades “que possamos inferir que são adequadas ao nível de desenvolvimento de cada aluno”; ou “que provoquem um conflito cognitivo e promovam a atividade mental do aluno, necessária para que estabeleça relações entre os novos conteúdos e os conhecimentos prévios”. Essas questões podem “facilitar pistas para reforçar algumas atividades ou acrescentar outras novas”, tendo ainda o objetivo específico de reconhecer a validade
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A vida humana Certa feita, segundo os índios bororo, a pedra e a taquara deram início a um debate para saber qual das duas se assemelhava mais à vida humana. – Sem dúvida alguma, a vida humana se parece mais comigo – disse a pedra, categoricamente –, pois a vida humana é tão resistente sobre a Terra quanto as pedras. Neste ponto, a taquara contestou: – De forma alguma, amiga pedra. A vida humana se parece comigo, e não com você. Os homens morrem como as taquaras, ao invés de durarem perpetuamente como as pedras. A pedra alterou-se ligeiramente. – Ora, tolices! A vida humana se parece comigo! Não vê, então, como ela resiste ao frio e ao calor, não se dobrando nem ao vento, nem às intempéries? – Não, não, enganas-te – disse a taquara. – O homem, na verdade, tem bem pouco de pedra. Ele morre como nós, as taquaras, morremos, porém renasce nos seus filhos. Então, mostrando à pedra os seus filhos – a taquara estava dentro de um enorme e ruidoso taquaral –, ela pôs, por assim dizer, uma pedra sobre a questão: – Veja como somos parecidos com os homens: somos maleáveis, temos a pele frágil e, finalmente, nos reproduzimos sem parar. Então a pedra, reconhecendo a derrota, ficou muda e nunca mais disse palavra. (Franchini, A. S. As 100 Melhores Lendas do Folclore Brasileiro )
Assinale a frase que está coerente com o sentido do texto e em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A vida humana Certa feita, segundo os índios bororo, a pedra e a taquara deram início a um debate para saber qual das duas se assemelhava mais à vida humana. – Sem dúvida alguma, a vida humana se parece mais comigo – disse a pedra, categoricamente –, pois a vida humana é tão resistente sobre a Terra quanto as pedras. Neste ponto, a taquara contestou: – De forma alguma, amiga pedra. A vida humana se parece comigo, e não com você. Os homens morrem como as taquaras, ao invés de durarem perpetuamente como as pedras. A pedra alterou-se ligeiramente. – Ora, tolices! A vida humana se parece comigo! Não vê, então, como ela resiste ao frio e ao calor, não se dobrando nem ao vento, nem às intempéries? – Não, não, enganas-te – disse a taquara. – O homem, na verdade, tem bem pouco de pedra. Ele morre como nós, as taquaras, morremos, porém renasce nos seus filhos. Então, mostrando à pedra os seus filhos – a taquara estava dentro de um enorme e ruidoso taquaral –, ela pôs, por assim dizer, uma pedra sobre a questão: – Veja como somos parecidos com os homens: somos maleáveis, temos a pele frágil e, finalmente, nos reproduzimos sem parar. Então a pedra, reconhecendo a derrota, ficou muda e nunca mais disse palavra. (Franchini, A. S. As 100 Melhores Lendas do Folclore Brasileiro )
Assinale a alternativa em que o emprego das formas verbais está em conformidade com a norma-padrão.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A vida humana Certa feita, segundo os índios bororo, a pedra e a taquara deram início a um debate para saber qual das duas se assemelhava mais à vida humana. – Sem dúvida alguma, a vida humana se parece mais comigo – disse a pedra, categoricamente –, pois a vida humana é tão resistente sobre a Terra quanto as pedras. Neste ponto, a taquara contestou: – De forma alguma, amiga pedra. A vida humana se parece comigo, e não com você. Os homens morrem como as taquaras, ao invés de durarem perpetuamente como as pedras. A pedra alterou-se ligeiramente. – Ora, tolices! A vida humana se parece comigo! Não vê, então, como ela resiste ao frio e ao calor, não se dobrando nem ao vento, nem às intempéries? – Não, não, enganas-te – disse a taquara. – O homem, na verdade, tem bem pouco de pedra. Ele morre como nós, as taquaras, morremos, porém renasce nos seus filhos. Então, mostrando à pedra os seus filhos – a taquara estava dentro de um enorme e ruidoso taquaral –, ela pôs, por assim dizer, uma pedra sobre a questão: – Veja como somos parecidos com os homens: somos maleáveis, temos a pele frágil e, finalmente, nos reproduzimos sem parar. Então a pedra, reconhecendo a derrota, ficou muda e nunca mais disse palavra. (Franchini, A. S. As 100 Melhores Lendas do Folclore Brasileiro )