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De acordo com o geógrafo José Carlos Ugeda, além dos claros riscos de incêndios florestais, as queimadas podem — a longo prazo — destruir a “vida” do solo. (Fabio Manzano. www.g1.globo.com, 23.08.2019. Adaptado.) A destruição da “vida” do solo está relacionada, neste caso, com

A a degradação da matéria orgânica, responsável pelo provimento de nutrientes para as plantas.
B o aumento da umidade, responsável pela capacidade produtiva do solo.
C a redução da erosão, responsável pela presença de micro-organismos no solo.
D o aumento de potássio e nitrogênio, responsáveis pela fertilidade do solo.
E a redução da compactação do solo, responsável pela proteção da matéria orgânica.
Texto associado
[...] no tempo em que se passavam os fatos que vamos narrando nada mais havia comum do que ter cada casa um, dois e às vezes mais agregados. Em certas casas os agregados eram muito úteis, porque a família tirava grande proveito de seus serviços, e já tivemos ocasião de dar exemplo disso quando contamos a história do finado padrinho de Leonardo; outras vezes porém, e estas eram maior número, o agregado, refinado vadio, era uma verdadeira parasita que se prendia à árvore familiar, que lhe participava da seiva sem ajudá-la a dar frutos, e o que é mais ainda, chegava mesmo a dar cabo dela. E o caso é que, apesar de tudo, se na primeira hipótese o esmagavam com o peso de mil exigências, se lhe batiam a cada passo com os favores na cara, se o filho mais velho da casa, por exemplo, o tomava por seu divertimento, e à menor e mais justa queixa saltavam-lhe os pais em cima tomando o partido de seu filho, no segundo aturavam quanto desconcerto havia com paciência de mártir, o agregado tornava-se quase um rei em casa, punha, dispunha, castigava os escravos, ralhava com os filhos, intervinha enfim nos mais particulares negócios. Em qual dos dois casos estava ou viria estar em breve o nosso amigo Leonardo? O leitor que decida pelo que se vai passar. (Manuel Antônio de Almeida. Memórias de um Sargento de Milícias, 1994.)

O romance de Manuel Antônio de Almeida aborda costumes da sociedade do Rio de Janeiro do século XIX. Um deles é a presença comum de agregados nas casas. No texto, essa figura é descrita

A com certa reserva, já que se tratava de uma pessoa que não era bem vista pela família.
B por dois vieses, conforme a sua relação com a família: ou era útil a esta ou a explorava.
C de modo divertido, como uma pessoa que surpreendia não raro pelo seu humor e pela sua simpatia.
D como vítima do sistema, uma vez que a família a explorava, chegando a tratá-la como um escravo.
E de forma positiva, dado que os laços afetivos estabelecidos com a família eram legítimos.
Texto associado
[...] no tempo em que se passavam os fatos que vamos narrando nada mais havia comum do que ter cada casa um, dois e às vezes mais agregados. Em certas casas os agregados eram muito úteis, porque a família tirava grande proveito de seus serviços, e já tivemos ocasião de dar exemplo disso quando contamos a história do finado padrinho de Leonardo; outras vezes porém, e estas eram maior número, o agregado, refinado vadio, era uma verdadeira parasita que se prendia à árvore familiar, que lhe participava da seiva sem ajudá-la a dar frutos, e o que é mais ainda, chegava mesmo a dar cabo dela. E o caso é que, apesar de tudo, se na primeira hipótese o esmagavam com o peso de mil exigências, se lhe batiam a cada passo com os favores na cara, se o filho mais velho da casa, por exemplo, o tomava por seu divertimento, e à menor e mais justa queixa saltavam-lhe os pais em cima tomando o partido de seu filho, no segundo aturavam quanto desconcerto havia com paciência de mártir, o agregado tornava-se quase um rei em casa, punha, dispunha, castigava os escravos, ralhava com os filhos, intervinha enfim nos mais particulares negócios. Em qual dos dois casos estava ou viria estar em breve o nosso amigo Leonardo? O leitor que decida pelo que se vai passar. (Manuel Antônio de Almeida. Memórias de um Sargento de Milícias, 1994.)

A hipérbole é uma figura de linguagem que expressa ideia de exagero; a metáfora, por sua vez, expressa ideia de semelhança. As passagens do segundo parágrafo do texto que exemplificam essas figuras são, respectivamente:

A “Em certas casas os agregados eram muito úteis”; “chegava mesmo a dar cabo dela”.
B “o esmagavam com o peso de mil exigências”; “que lhe participava da seiva sem ajudá-la a dar frutos”
C se lhe batiam a cada passo com os favores na cara”; “quando contamos a história do finado padrinho de Leonardo”.
D “saltavam-lhe os pais em cima tomando o partido de seu filho”; “intervinha enfim nos mais particulares negócios”.
E “se o filho mais velho da casa, por exemplo, o tomava por seu divertimento”; “que se prendia à árvore familiar”

Sílvia e Márcio moram em cidades diferentes no interior. Sílvia vai à capital uma vez a cada 10 dias, e Márcio vai à capital uma vez a cada 12 dias. A última vez em que eles se encontraram na capital foi um sábado. O próximo encontro dos dois na capital ocorrerá em

A uma terça-feira.
B uma quarta-feira.
C um domingo.
D um sábado.
E uma segunda-feira.

Uma confecção de roupas produziu um lote com um total de 150 camisetas, distribuídas entre os tamanhos P e M, sendo 59 lisas e as demais estampadas. Nesse lote, havia 100 camisetas tamanho P, das quais 67 eram estampadas. Retirando-se, ao acaso, uma camiseta desse lote e sabendo que seu tamanho é M, a probabilidade de que seja uma peça estampada é igual a

A 36%.
B 24%.
C 48%.
D 60%.
E 72%.

Um grupo de N amigos decidiu comprar um presente para uma de suas professoras. O preço do presente é R$ 396,00 e será dividido em partes iguais entre eles. No dia de comprar o presente, um dos amigos desistiu de participar da compra, o que resultou em um aumento de R$ 3,00 na parte de cada um dos amigos que restou no grupo. O número N de amigos no grupo original era igual a

A 11.
B 18.
C 12.
D 9.
E 6.