Caso clínico 2A5-IV
Um paciente de 53 anos de idade, com hipertensão resistente, foi atendido na emergência, com queixa de palpitações de início súbito havia três dias. Ele apresentava cefaleia matinal, fadiga e noctúria havia três meses. Negou dor torácica, dispneia ou síncope. No exame físico, apresentava índice de massa corporal de 36 kg/m 2 , circunferência abdominal de 120 cm, circunferência cervical de 41 cm, frequência cardíaca de 110 bpm, pressão arterial de 154 mmHg × 92 mmHg e ritmo cardíaco irregular, sem outras anormalidades significativas. O paciente realizou eletrocardiograma, o qual está apresentado a seguir.
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Texto associado
Para a complementação diagnóstica no caso clínico 2A5-IV, o exame mais indicado é
Um escolar previamente saudável apresenta agudamente febre, tosse e dificuldade respiratória. Havia 3 dias que apresentava sintomas gripais leves. Não houve relato de contato com Sars-CoV-2 nos últimos 14 dias. A oximetria de pulso mostrou saturação de oxigênio de 90%. A radiografia do tórax mostrou imagem de condensação em lobo inferior do pulmão direito.
Nesse caso clínico, o agente etiológico mais provável é
Hemorragia periventricular e intraventricular são comorbidades encontradas com frequência variável em prematuros com menos de 31 semanas gestacionais, dependendo da idade gestacional e da assistência no pré-natal, no parto e ao recém-nascido.
São medidas que, se aplicadas oportunamente, reduzem a ocorrência dessas comorbidades
I administração de corticosteroide após 14 dias de ventilação mecânica.
II administração de corticosteroide antenatal entre 26 e 34 semanas gestacionais.
III assistência ventilatória não invasiva.
IV manuseio mínimo.
Estão certos apenas os itens
Kellen, de 34 anos de idade, com 32 semanas de gestação, segue dieta balanceada por nutricionista do núcleo ampliado de saúde da família e está em uso de metildopa por hipertensão gestacional com alto risco para pré-eclâmpsia.
A tabela a seguir mostra recomendações estabelecidas pela 7.ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial.
recomendação
nível de recomendação
nível de evidência
baixas doses de ácido acetilsalicílico (75 mg/dia a 150 mg/dia) no final do primeiro trimestre da gestação, para prevenção primária de pré-eclâmpsia em gestantes com risco moderado e aumentado para pré-eclâmpsia
IIa
B
suplementação de cálcio (> 1 g ao dia) para gestantes com ingestão normal desse íon e em risco moderado e aumentado de pré-eclâmpsia
III
A
solicitação dos seguintes exames de rotina para paciente com hipertensão arterial (HA): análise de urina; potássio plasmático; glicemia de jejum; HbA1C; ácido úrico plasmático
I
C
uso de tratamento não medicamentoso em situações de HA acima de 150 mmHg persistente por mais de 15 minutos em gestantes
III
B
Considerando a situação hipotética anterior e a tabela apresentada, assinale a opção correta.
Texto associado
Caso clínico 1A4-II
Uma paciente de 71 anos de idade compareceu à emergência hospitalar com queixa de dispneia progressiva e piora da tosse produtiva havia três dias. Ela era tabagista de 50 anos/maço e morava só, sem limitações para a realização das atividades diárias habituais. Ela relatou ter sido internada em duas outras ocasiões neste mesmo ano, a despeito do uso regular de indacaterol associado ao glicopirrônio. Ao exame físico, apresentava: saturação de oxigênio em ar ambiente (SO2) de 87%, frequência respiratória de 31 irpm, pressão arterial de 108 mmHg × 62 mmHg, frequência cardíaca de 104 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. A ausculta pulmonar revelou murmúrio vesicular diminuído globalmente, com crepitações em bases. O restante do exame físico não apresentou mudanças significativas. Os exames laboratoriais na admissão revelaram: pH 7,31; pO2 90; pCo2 53; HCO3 24; BE 1 (gasometria arterial em ar ambiente); hemoglobina 12 g%; leucócitos 7200 com 1% bastonetes, 10% de eosinófilos e creatinina 1 mg/dL. A espirometria prévia demonstrou: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) = 48% do predito (após broncodilatador). Após três nebulizações com fenoterol e ipatrópio, evoluiu com discreta melhora da dispneia, SO2 de 89% e frequência respiratória de 29 irpm.
Uma paciente de 71 anos de idade compareceu à emergência hospitalar com queixa de dispneia progressiva e piora da tosse produtiva havia três dias. Ela era tabagista de 50 anos/maço e morava só, sem limitações para a realização das atividades diárias habituais. Ela relatou ter sido internada em duas outras ocasiões neste mesmo ano, a despeito do uso regular de indacaterol associado ao glicopirrônio. Ao exame físico, apresentava: saturação de oxigênio em ar ambiente (SO2) de 87%, frequência respiratória de 31 irpm, pressão arterial de 108 mmHg × 62 mmHg, frequência cardíaca de 104 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. A ausculta pulmonar revelou murmúrio vesicular diminuído globalmente, com crepitações em bases. O restante do exame físico não apresentou mudanças significativas. Os exames laboratoriais na admissão revelaram: pH 7,31; pO2 90; pCo2 53; HCO3 24; BE 1 (gasometria arterial em ar ambiente); hemoglobina 12 g%; leucócitos 7200 com 1% bastonetes, 10% de eosinófilos e creatinina 1 mg/dL. A espirometria prévia demonstrou: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) = 48% do predito (após broncodilatador). Após três nebulizações com fenoterol e ipatrópio, evoluiu com discreta melhora da dispneia, SO2 de 89% e frequência respiratória de 29 irpm.
No caso clínico 1A4-II, melhor conduta inicial a ser tomada é
Uma paciente do sexo feminino, com 55 anos de idade, portadora de insuficiência renal crônica procura a emergência de um hospital apresentando queixa de febre associada a forte dor na região do esterno de surgimento há 2 dias, a qual é aliviada pela anteversoflexão do tórax. O exame físico mostra atrito pericárdico e pulso paradoxal.
Considerando esse caso clínico, assinale a opção correta.
Determinado paciente do sexo masculino, com 68 anos de idade, cardiopata, diabético, hipertenso, apresentando lombalgia havia algumas semanas, fez uso de diclofenaco sódico 150 mg diários por 5 dias, tendo apresentado episódios de melena durante os últimos 4 dias, sem repercussão hemodinâmica. Esse paciente procurou o pronto socorro após apresentar 3 episódios de hematêmese. Ao exame, encontrava-se consciente, sudoreico e com pressão arterial de 90 mmHg × 45 mmHg. Foram-lhe administrados cristaloides, com boa repercussão hemodinâmica. O paciente foi encaminhado para o serviço de endoscopia após estabilização hemodinâmica. A videoendoscopia digestiva alta revelou úlcera de 13 mm × 10 mm de diâmetro no vértice inferior (parede posterior do bulbo duodenal), com bordos elevados, fibrina central, com vaso visível e pontos de hematina.
Considerando esse caso clínico, assinale a opção que apresenta a classificação de Forrest adequada e o tratamento adequado ao paciente, respectivamente.
___ Um jovem de 19 anos de idade procurou o pronto-socorro com história de 10 horas de náuseas, vômitos e fortes dores no peito, sintomas que haviam iniciado depois de ele ter comido um pedaço de pizza . Foi realizado exame contrastado, que identificou perfuração esofágica.
No caso clínico precedente, entre as opções a seguir, o melhor tratamento é
Texto associado
Texto 3A7-I
As complicações pós-operatórias podem ser identificadas e separadas por sistemas em gastroenterológicas, cardiológicas, respiratórias, entre outras.
As complicações pós-operatórias podem ser identificadas e separadas por sistemas em gastroenterológicas, cardiológicas, respiratórias, entre outras.