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Nos anos 90 do século passado, o Brasil era reconhecido como nova potência regional na economia do mundo. No ano de 2018, estudos do FMI apontaram o sétimo ano seguido de queda na economia internacional. Em que pese o cenário de crise mundial, pode-se destacar que o Brasil desempenha um papel geopolítico no cenário mundial. Assinale a opção correta acerca da geopolítica brasileira no século XXI.

A No cenário geopolítico global atual, a China tem exercido uma influência cada vez maior nas relações internacionais do Brasil e em sua balança comercial.
B O Mercosul, enquanto projeto geopolítico de integração latino-americana, estabeleceu fortes parcerias e relações entre o Brasil e os demais países do bloco, bem como acordos com o NAFTA, OCDE e União Europeia.
C O crescimento da produção industrial e de commodities da economia brasileira nas últimas décadas tem colocado o Brasil como potência mundial em situação de desenvolvimento tecnológico na denominada economia do conhecimento.
D A posição de centro financeiro, industrial e econômico na América do Sul reforça o papel do Brasil de potência regional na América do Sul e o papel do bloco geoeconômico Mercosul no cenário global.
E O Brasil tem ocupado lugar de destaque no cenário geopolítico latino-americano, pois se transformou em um importador de peso da produção de países do Mercosul, o que o coloca como deficitário na balança comercial do bloco.

As migrações de saída e entrada tendo o Brasil como país de referência mostram a diversidade e a complexidade das migrações no século XXI. Enquanto país do Sul Global, o Brasil apresenta diversos movimentos migratórios na escala internacional. Assinale a opção correta relacionada às migrações internacionais que têm o Brasil como espaço de saída ou entrada de migrantes.

A O isolamento secular do Brasil em relação à América Latina resultou na pouca presença de brasileiros nos países vizinhos.
B A emigração de brasileiros revela equidade em relação às questões de gênero: em geral, há um equilíbrio na saída de homens e mulheres para outros países, principalmente do Norte Global.
C O Brasil é um destino de migração que atrai populações de países do sul, como o Haiti, a Venezuela, a Bolívia e uma pluralidade de fluxos provenientes da África.
D A entrada de estrangeiros no Brasil tem por destino final as cidades de fronteira ao longo do vasto território brasileiro: no geral, os migrantes estrangeiros buscam cidades do Sul e do Sudeste brasileiros próximas às fronteiras do país.
E As cidades médias nos estados do Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo têm se tornado atrativas para a entrada de migrantes estrangeiros no Brasil, pois oferecem empregos em larga escala tanto no setor de serviços quanto na agroindústria.

Nas últimas décadas, a questão migratória no Brasil deixou de concentrar-se apenas no clássico movimento rural-urbano que, nos anos 50 e 60 do século XX, preocupou e mobilizou a maior parte dos estudos. As migrações inter-regional, intrarregional, internacional e as mobilidades pendular ( commuting ) e sazonal são cada vez mais reconhecidas como faces distintas desse fenômeno demográfico. José Marcos Pinto da Cunha. Migração e urbanização no Brasil: alguns desafios metodológicos para análise. São Paulo em perspectiva, A, v. 19, n. 4, p. 3-20, out./dez. 2005 (com adaptações). A respeito das migrações no Brasil, assinale a opção correta.

A A existência de regiões de migração de saída como o Norte e o Nordeste e regiões de atração como o Sul e o Sudeste mantêm na atualidade uma estrutura de distribuição de população desigual pelo território, estabelecida na primeira metade do século XX.
B O Brasil atual não é destino final das migrações internacionais, como foi em outros momentos de sua história.
C A migração no Brasil ainda mantém uma tendência de esvaziamento do campo e concentração em regiões metropolitanas e cidades médias.
D As migrações pendulares são características de metrópoles, sendo um fenômeno ainda não observado na escala das cidades médias e pequenas.
E Os movimentos populacionais se estabelecem sob diversas formas, intensidades e escalas no Brasil, desde a escala local até escalas que envolvem diferentes regiões e países.
Texto associado
Texto 1A1-I Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles. Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis. Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte. Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. Luiz Ruffato. Meus romances preferidos . Internet: (com adaptações).

No segundo parágrafo do texto 1A1-I, o emprego das reticências indica que

A o autor não quis revelar todas as suas metas para o novo ano.
B a lista de metas apresentada não é exaustiva.
C o autor mudou de ideia entre uma frase e outra.
D a lista de metas para o ano novo não tem fim.
E o autor não conclui seu pensamento.
Texto associado
Texto 1A1-I Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles. Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis. Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte. Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. Luiz Ruffato. Meus romances preferidos . Internet: (com adaptações).

Mantendo-se o sentido original do texto 1A1-I, a locução “formos propor” (início do segundo parágrafo) poderia ser corretamente substituída pela forma verbal

A propuséssemos.
B proporemos.
C propusermos.
D proporíamos.
E propúnhamos.
Texto associado
Texto 1A1-I Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles. Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis. Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte. Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. Luiz Ruffato. Meus romances preferidos . Internet: (com adaptações).

Na frase “Essa elenco na categoria das inúteis” (segundo parágrafo do texto 1A1-I), o termo “elenco” significa

A mencionar.
B preferir.
C interpretar.
D entender.
E dispor.
Texto associado
Texto 1A1-I Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles. Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis. Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte. Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. Luiz Ruffato. Meus romances preferidos . Internet: (com adaptações).

No trecho “como somos competitivos” (primeiro parágrafo do texto 1A1-I), a conjunção “como” expressa o mesmo que

A conforme.
B tanto quanto.
C apesar de.
D porque.
E embora.
Texto associado
Texto 1A1-I Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles. Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis. Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte. Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. Luiz Ruffato. Meus romances preferidos . Internet: (com adaptações).

No texto 1A1-I, a forma pronominal “a” empregada no trecho “Enquadro-a na categoria das listas inúteis” (último parágrafo) refere-se a

A “uma história afetiva das minhas leituras” (último parágrafo).
B “a lista do supermercado” (penúltimo parágrafo).
C “minha vida” (último parágrafo).
D “uma lista dos melhores romances que li em minha vida” (último parágrafo).
E “A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros” (penúltimo parágrafo).
Texto associado
Texto 1A1-I Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles. Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis. Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte. Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. Luiz Ruffato. Meus romances preferidos . Internet: (com adaptações).

Assinale a opção que apresenta uma proposta de reescrita que seja gramaticalmente correta e mantenha o sentido do seguinte trecho do último parágrafo do texto 1A1-I: “Ocorresse isso, me daria por satisfeito”.

A Quando isso acontece, estarei satisfeito.
B Assim que isso acontessa, ficarei satisfeito.
C Se isso acontecesse, eu me consideraria satisfeito.
D Enquanto isso acontecer, eu continuarei satisfeito.
E Mesmo que isso acontecesse, estaria satisfeito.

Considere que uma pesquisa com 1.000 pessoas tenha revelado as seguintes informações: nos quatro primeiros meses de 2021, • 350 pessoas tiveram aumento em suas rendas; • 400 pessoas receberam recursos financeiros não previstos; • 150 pessoas, mesmo recebendo recursos financeiros não previstos, tiveram redução em suas rendas; • 300 pessoas mantiveram suas rendas, mesmo sem receber recursos financeiros não previstos. Com base nessas informações, conclui-se que, no período mencionado,

A o número de pessoas que receberam recursos financeiros não previstos e tiveram aumento de renda é superior ao número de pessoas que não receberam recursos financeiros não previstos e tiveram redução de renda.
B entre as pessoas que receberam recursos financeiros não previstos, a maioria teve redução de renda.
C entre as pessoas que não receberam recursos financeiros não previstos, o número de pessoas que conseguiram manter suas rendas foi inferior ao número dos que tiveram redução de renda.
D menos de 100 pessoas tiveram aumento de renda mesmo sem receber recursos financeiros não previstos.
E menos de 50 pessoas receberam recursos financeiros não previstos e tiveram aumento de renda.