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Não é de hoje que ouvimos falar sobre o suposto uso de hormônios para o desenvolvimento mais rápido dos frangos. Porém, a realidade não é bem essa, trata-se de um mito bastante popular. Com 40 dias de idade, estes animais podem alcançar até três quilos. Esse crescimento rápido é resultado, fundamentalmente, da intensa atividade de pesquisa nas áreas de genética, nutrição, sanidade e no conhecimento do manejo da produção destes animais. (http://abz.org.br. Adaptado) A explicação que o texto traz sobre o mito quanto à utilização de hormônios na avicultura se relaciona com

A a teoria sintética da evolução capaz de induzir a formação de organismos mutantes cuja produtividade é maior.
B o desenvolvimento de organismos geneticamente modificados (transgênicos) para maior produtividade.
C o processo de seleção artificial realizado desde as primeiras criações de aves, há muitos séculos.
D os mecanismos evolutivos de seleção natural e especiação comprovados por Charles Darwin.
E a aplicação do conhecimento obtido a partir da genética molecular e biotecnologia de microrganismos.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão Dicas para evitar a disseminação de boatos e notícias falsas 1. Saiba quando uma mensagem é encaminhada Mensagens com a etiqueta “Encaminhada” ajudam a determinar se seu amigo ou parente escreveu aquela mensagem ou se ela veio originalmente de outra pessoa. 2. Verifique fotos e mídia com cuidado Fotos, áudios e vídeos podem ser editados para enganar você. Procure por fontes de notícias confiáveis para ver se a história está sendo reportada também em outros veículos. Quando uma notícia é reportada em vários canais confiáveis, é mais provável que ela seja verdadeira. 3. Fique atento a mensagens que parecem estranhas Muitas mensagens ou links para sites que contêm boatos ou notícias falsas apresentam erros de português. Procure por esses sinais para verificar se a informação é confiável. 4. Esteja atento a preconceitos e influências Histórias que parecem difíceis de acreditar são, em sua maioria, realmente falsas. 5. Notícias falsas frequentemente viralizam Não encaminhe uma mensagem só porque o remetente está lhe pedindo para fazer isso. 6. Verifique outras fontes Se você ainda não tem certeza de que uma mensagem é verdadeira, faça uma busca online por fatos e verifique em sites de notícias confiáveis para ver de onde a história veio. 7.Ajude a parar a disseminação Não compartilhe uma mensagem só porque alguém lhe pediu. Se algum contato ou grupo está enviando notícias falsas constantemente, denuncie-os. Importante: Se você sentir que você ou alguém está em perigo emocional ou físico, por favor, contate as autoridades locais de cumprimento da lei. Essas autoridades são preparadas e equipadas para oferecer assistência nesses casos. (https://faq.whatsapp.com/pt. Adaptado)

Assinale a alternativa em que os termos destacados são recorrentes em textos que tratam de temas relacionados às mídias digitais.

A Ajude a parar a disseminação . Verifique outras fontes.
B Saiba quando uma mensagem é encaminhada. Procure por estes sinais para verificar se a informação é confiável.
C Notícias falsas frequentemente viralizam . Não compartilhe uma mensagem só porque alguém lhe pediu.
D Esteja atento a preconceitos e influências. Verifique fotos e mídia com cuidado.
E Fique atento a mensagens que parecem estranhas . Não encaminhe uma mensagem só porque o remetente está lhe pedindo para fazer isso.
Texto associado
Leia o texto para responder às questão de número Drogas e mortes As taxas de homicídios dolosos e de mortes de trânsito no Brasil, é notório, situam o país entre os mais violentos do planeta. No ano passado, registraram-se quase 56 mil assassinatos intencionais, ou 27 por 100 mil habitantes. Em 2016, pelo dado mais recente, 38 mil vidas foram ceifadas em ruas e estradas nacionais, cerca de 19 por 100 mil. Diante dessa carnificina cotidiana, deve-se exigir das autoridades nada menos que a busca de estratégias mais efetivas para a prevenção desses óbitos. Países desenvolvidos, já há algumas décadas, passaram a adotar com sucesso políticas públicas ancoradas em evidências empíricas. Nem sempre é o que ocorre por aqui, no entanto. Tome-se o exemplo da associação entre a ingestão de álcool e o aumento da violência interpessoal (homicídios e agressões) e dos acidentes de trânsito. Embora a relação esteja bem estabelecida na literatura da área, praticamente inexistem no país dados sobre o consumo da substância pelas vítimas. Estudo recente conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e noticiado por esta Folha jogou luz sobre tal questão na cidade de São Paulo. Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 365 vítimas de crimes violentos. Constatou-se que, em 55% dos casos, havia traços de álcool ou outras drogas. Também entre as vítimas de acidentes de trânsito analisadas no trabalho, chama a atenção o alto percentual de casos (43%) que mostraram resquícios de álcool no sangue. Embora o país conte há uma década com severa legislação sobre o tema, a taxa indica que o diploma deveria ser mais efetivo em seu propósito. Leis como essa não devem ter a meta de apreender transgressores, mas de criar a percepção de que aqueles que a infringirem serão pegos e punidos. O estudo deveria servir de exemplo para que o país invista na geração contínua de dados como esses. Assim será possível identificar as causas dos problemas, avaliar a efetividade das políticas públicas adotadas e orientar a formulação de novas estratégias. (Editorial. Folha de S.Paulo, 20.10.2018. Adaptado)

As informações apresentadas permitem concluir corretamente que o objetivo do editorial é

A questionar os resultados do estudo conduzido pela Faculdade de Medicina da USP, uma vez que os dados coletados não permitem uma associação entre aumento da violência e uso de drogas ou álcool.
B mostrar a problemática do trânsito no Brasil, com base nos estudos da Faculdade de Medicina da USP, enfatizando que, apesar da diminuição dos casos de morte em acidentes em relação a anos anteriores, a situação ainda é preocupante.
C criticar o governo pela falta de incentivo a pesquisas que, assim como o estudo da Faculdade de Medicina da USP, permitam entender efetivamente a relação entre uso de drogas e álcool e aumento da violência.
D discutir, à luz de estudos da Faculdade de Medicina da USP, os perigos decorrentes do uso de drogas ou de álcool, que funcionam como potencializadores de homicídios e mortes no trânsito.
E posicionar-se de forma contrária ao estudo promovido pela Faculdade de Medicina da USP, uma vez que a relação entre violência e uso de drogas e álcool está bem estabelecida na literatura da área.
Texto associado
Leia o texto para responder a questão . Ao leitor: A gravidez como ela é Li há alguns meses uma crônica em que a escritora, grávida, desabafava: “estar grávida é estranho”. Dizia que não conseguia soltar fogos de artifício, que o corpo dela estava esquisito, que sentia cansaço e angústia. E que se achava uma E.T. por sentir tudo isso – afinal, grávidas devem ser felizes e gratas. Eu, também grávida de minha segunda filha, me identifiquei prontamente. Estar grávida é estranho mesmo. Por nove meses, nosso corpo se transforma completamente para formar um outro ser. Pode ser lindo, mas também é dolorido. Pode ser mágico, mas também é angustiante. E, junto com as transformações físicas, vem uma avalanche de dúvidas, de regras, de medos. Estar grávida não é fácil. Mais difícil ainda é passar por isso sem informação. Sem saber no que acreditar, que regras seguir, o porquê de estar sentindo tudo aquilo. Como gestante, sentia falta de publicações que questionassem, que polemizassem, que tivessem coragem de tocar em alguns pontos que, por vezes, tirassem da gravidez o revestimento de encanto e, da grávida, a aura imaculada. Mergulhando nesse universo, vimos que o tema é ainda mais complexo do que podíamos imaginar. Neste especial, você não encontrará lista de enxoval, sintomas de trabalho de parto nem dicas para fazer o bebê dormir. Mas vai ter informações preciosas sobre esse período de revolução na sua vida – o antes, o durante e o depois da gravidez. Para entender o que está de fato acontecendo e ter as ferramentas para tomar as decisões que fazem sentido para você. A gravidez pode continuar sendo uma coisa estranha, mas não será mais tão desconhecida. Para mim, foi transformador. Espero que seja para você também. Boa leitura, Marina Bessa editora ( Superinteressante , edição especial, março de 2018. Adaptado)

Analisando a percepção que a escritora mencionada na matéria e a editora da revista têm da gravidez, conclui-se corretamente que

A a primeira considera o momento esquisito, mas ainda assim prefere romantizá-lo; já a segunda se declara muito desconfortável, razão pela qual o questiona.
B ambas se mostram bastante ambíguas com relação aos seus sentimentos vividos nesse período, ficando evidente que preferiam não vivenciar essa experiência.
C a primeira se declara pouco confortável com esse período de vida; a segunda, por sua vez, ainda que se sinta assim, prefere mostrar-se feliz e grata.
D ambas reconhecem que há muitas transformações com o corpo nesse período, mas preferem buscar o lado menos polêmico para não criarem conflitos.
E ambas veem esse período da vida feminina com incômodo, o que se agrava quando confrontam essa percepção com outras, notadamente romantizadas.
Texto associado
Leia o poema para responder a questão . Meninos carvoeiros Os meninos carvoeiros Passam a caminho da cidade. – Eh, carvoero! E vão tocando os animais com um relho enorme. Os burros são magrinhos e velhos. Cada um leva seis sacos de carvão de lenha. A aniagem é toda remendada. Os carvões caem. (Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, [dobrando-se com um gemido.) – Eh, carvoero! Só mesmo estas crianças raquíticas Vão bem com estes burrinhos descadeirados. A madrugada ingênua parece feita para eles... Pequenina, ingênua miséria! Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis! – Eh, carvoero! Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado, Encarapitados nas alimárias Apostando corrida, Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos [desamparados! (Manuel Bandeira, Estrela da vida inteira , 1993) Vocabulário: • Relho : chicote • Aniagem : tecido grosseiro usado na confecção de sacos e fardos • Encarapitados : postos no alto • Alimárias : bestas de carga

Analisando a organização textual-discursiva do poema, conclui-se corretamente que o seu foco está na

A temática da infância, que aparece em oposição à ideia de lúdico e alegria.
B informalidade na voz do eu lírico, que atribui alegria às cenas descritas.
C descrição de ações e seres, raramente empregando linguagem figurada.
D flagrante liberdade criadora, com a métrica e as rimas regulares.
E opção por uma métrica irregular contrariando os preceitos modernistas.

Existem cidades no mundo cujo traçado visto de cima assemelha-se a um tabuleiro de xadrez. Considere um ciclista trafegando por uma dessas cidades, percorrendo, inicialmente, 2,0 km no sentido leste, seguindo por mais 3,0 km no sentido norte. A seguir, ele passa a se movimentar no sentido leste, percorrendo, novamente, 1,0 km e finalizando com mais 3,0 km no sentido norte. Todo esse percurso é realizado em 18 minutos. A relação percentual entre o módulo da velocidade vetorial média desenvolvida pelo ciclista e a respectiva velocidade escalar média deve ter sido mais próxima de

A 72%.
B 74%.
C 77%.
D 76%.
E 70%.

José Mário é um homem que mantém sua condição física fazendo caminhadas em torno do condomínio em que reside. Em dias de chuva, ele compensa subindo a escadaria do prédio, a partir do térreo até o seu apartamento, no 10 ° andar. O desnível entre 2 andares consecutivos é de 3,0 m. José Mário pesa 800 N. Se fosse possível converter toda a energia potencial acumulada nessa subida em energia elétrica para acender um circuito de 10 lâmpadas e LED, de 5 W cada, o circuito permaneceria aceso, ininterruptamente, por

A 8,0 min.
B 4,2 min.
C 6,0 min.
D 2,4 min.
E 7,2 min.

Uma das etapas do tratamento de água para a rede de distribuição urbana consiste na sua desinfecção, que é feita pelo ácido hipocloroso (HClO) que se forma quando se adiciona hipoclorito de sódio na água a ser tratada. Porém, se a água tiver contaminantes orgânicos, reações adversas podem ocorrer, como aquela entre o contaminante acetona (C ₃ H ₆ O) e o ácido hipocloroso, que resulta na solução de ácido acético (CH ₃ COOH), água e o agente carcinogênico clorofórmio (CHCl ₃ ), como representado na equação: C ₃ H ₆ O (aq) + 3HClO (aq) CH ₃ COOH (aq) + CHCl ₃ (aq) + 2 H ₂ O (l) (T.W. Swaddle, Applyed Inorganic Chemistry , University of Calgary Press, 1990. Adaptado) Considerando-se o tratamento de 1 m ³ de água contaminada com acetona na concentração 5,8 mg/L, a quantidade máxima, em mol, de ácido hipocloroso que poderá ser consumida na reação com a acetona é igual a

A 1,0 × 10 – 2
B 3,0 × 10 –4
C 3,0 × 10 –1
D 1,0 × 10 –1
E 3,0 × 10 –2

A compreensão dos processos ecológicos que ocorrem em um ecossistema envolve a constatação de que a matéria e a energia se comportam de maneiras diferentes, tendo em vista a origem dos elementos químicos que compõem as moléculas constituintes dos organismos e a fonte energética primária que os abastece. Dessa forma, com relação à dinâmica de um ecossistema, é correto afirmar que

A a energia se comporta de maneira cíclica, cuja origem está nos organismos do primeiro nível trófico, os produtores.
B a matéria e a energia apresentam a mesma origem e o mesmo destino, fluindo por todos os níveis tróficos.
C a energia é parcialmente dissipada em cada nível trófico, até seu total retorno aos seres classificados como autótrofos.
D a matéria se comporta de maneira cíclica, de modo que os microrganismos exercem papéis fundamentais na biogeoquímica.
E a matéria obedece um fluxo unidirecional, cujo destino final são os seres decompositores.

O alelo dominante K é autossômico e condiciona pelagem amarela nos ratos, sendo letal ainda na fase embrionária quando em homozigose. Já o alelo recessivo k condiciona pelagem selvagem (marrom). Considerando um cruzamento entre parentais amarelos, a probabilidade de nascimento de uma fêmea marrom é de

A 1/8.
B 1/3.
C 1/4.
D 1/9.
E 1/6.