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Os sensores de pressão atuam em diferentes processos, sendo a indústria uma das principais áreas de aplicação em que a pressão apresenta importância mais pronunciada, devido aos processos críticos e ao atendimento a normas de segurança. Em relação aos sensores e transdutores de pressão, assinale a alternativa correta.

A O sensor piezoelétrico é amplamente utilizado para medição de pressões estáticas.
B Os sensores de pressão piezorresistivos variam a capacitância de elementos sensores quando submetidos a uma força e a uma consequente deformação.
C Os transdutores de pressão piezoelétricos são construídos com materiais que produzem uma diferença de potencial quando submetidos a uma deformação mecânica.
D O Método de Knudsen tem a propriedade de ser sensível à composição do gás cuja pressão deseja-se medir.
E O método de Pirani mede a pressão pela mudança da resistência elétrica dos gases.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Professor - Área: Elétrica/Automação Prova: Instituto AOCP - IFMS - Professor - Área: Elétrica/Automação - 2025

O modelo OSI (Open Systems Interconnection) é um padrão conceitual que define como diferentes sistemas se comunicam em redes de computadores. Ele organiza a comunicação em níveis, especificando funções distintas para cada um, como o envio de dados, a segurança, a integridade da transmissão e a interface com o usuário. Esse modelo facilita a interoperabilidade entre diferentes tecnologias e fabricantes, servindo como uma referência para o desenvolvimento e a padronização de protocolos de rede. Em relação à organização dos níveis das camadas do modelo OSI, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. A camada de apresentação fica abaixo da camada de enlace.
II. A camada de enlace fica acima da camada física.
III. A camada de sessão fica abaixo da camada física.
IV. A camada de transporte fica abaixo da camada de rede.

A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas IV.
E I, II, III e IV.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Técnico de Tecnologia da Informação Prova: Instituto AOCP - IFMS - Técnico de Tecnologia da Informação - 2025

Um sistema de controle utiliza um trocador de calor para aquecer um determinado processo, em que a ação de controle PID foi utilizada para estabilizar o valor da variável de processo sobre o valor do setpoint no tempo de 80 segundos. Acerca da teoria de controle e sistemas de primeira ordem, assinale a alternativa correta.

A A constante de tempo é definida como o tempo para que a resposta alcance e fique em uma faixa de 2% em torno de seu valor final.
B O tempo de acomodação é o tempo para que a resposta alcance e fique em uma faixa de 2% em torno de seu valor final.
C O tempo de subida é o tempo para e –at decair para 37% de seu valor inicial.
D Os polos de uma função de transferência são os valores da variável da transformada de Laplace, s, que fazem com que a função de transferência se torne infinita, ou quaisquer raízes do denominador da função de transferência que são comuns às raízes do numerador.
E A ação de controle independe do valor do erro entre o valor da variável de processo e o setpoint, pois atua com variáveis estocásticas adaptativas.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Professor - Área: Elétrica/Automação Prova: Instituto AOCP - IFMS - Professor - Área: Elétrica/Automação - 2025

Ao analisar um conversor buck em bancada, foi possível entender, a partir de sua documentação e de sinais obtidos nos circuitos, que: Vs=120 V e D=0,3. Com base nesses dados, a tensão na saída do conversor é

A 100 V.
B 12 V.
C 58 V.
D - 44 V.
E 36 V.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Professor - Área: Elétrica/Automação Prova: Instituto AOCP - IFMS - Professor - Área: Elétrica/Automação - 2025

Foi requisitado ao técnico de laboratório de agropecuária, responsável pelo preparo de soluções no laboratório, o preparo de 500 ml de uma solução de sacarose (C 12 H 22 O 11 ) a 0,25 molar. Considerando a massa atômica de C = 12, H = 1 e O = 16, assinale a alternativa que apresenta a massa de sacarose a ser adicionada para o preparo de 500 ml da solução.

A 21,37 g.
B 25,00 g.
C 42,75 g.
D 85,50 g.
E 342 g.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Agropecuária Prova: Instituto AOCP - IFMS - Técnico de Laboratório - Área: Agropecuária - 2025

Segundo o Regime Geral da Previdência Social (RGPS), o trabalhador tem direito à aposentadoria por invalidez, independentemente de carência, se for portador de

A alienação mental.
B surdez.
C hérnia de disco.
D neoplasia benigna.
E epilepsia.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Médico - Área Médico do Trabalho Prova: Instituto AOCP - IFMS - Médico - Área Médico do Trabalho - 2025
Texto associado
Lhama mais velha do mundo trabalha em acampamento para crianças doentes

Nascido em 1997, Whitetop é conhecido por seu trato
gentil e a paixão por selfies – um pedido constante
dos pequenos com problemas crônicos ou terminais.

Por Bela Lobato

Em 1997, o mundo conheceu Pokémon, uma franquia repleta de criaturas adoráveis e fascinantes que formam laços com seus treinadores. No mesmo ano, nasceu Whitetop, uma lhama que, com sua presença tranquila, viria a desempenhar um papel igualmente adorável e especial no acampamento para crianças com doenças crônicas e terminais em que trabalha e vive.
Nascida em 30 de maio de 1997, com 27 anos e 250 dias, Whitetop foi reconhecida pelo Guinness World Records como a lhama mais velha do mundo. Ele foi doado ao acampamento Victory Junction, nos EUA, em 2006, onde até hoje divide um curral com nove cavalos, duas cabras, dois coelhos, dois burros e uma vaca.
No pasto, Whitetop é acompanhada por dois burros em miniatura chamados Jed e Jethro, e seu melhor amigo é Gus-Gus, uma vaca highland (aquela raça bem peluda, de cor marrom) em miniatura que cresceu ao seu lado e o trata como um avô.
“Por terem brincado tanto juntos, Gus-Gus acha que Whitetop é uma vaca!”, disse Billie Jo Davis, diretora do celeiro em Victory Junction, em um comunicado. “Gus-Gus gosta de tentar pular em cima dele para brincar, e nós dizemos: ‘Não, ele é velho, deixe-o em paz!’ Mas Whitetop é muito carinhoso com todos.”
[...]
Os cuidadores relatam que o animal tem uma doçura incomum para a espécie, já que, diferente de outras lhamas, nunca cospe em ninguém. Eles contam que Whitetop até tenta cuspir em outros animais quando eles disputam comida ou têm briguinhas, mas ele é tão velho que não sai mais nada. “Ele é tão bom com as nossas crianças que, assim que os dias de acampamento começam, ele simplesmente se deita e não se levanta até o almoço. Ele fica ali deitado e deixa que as crianças corram até ele e o acariciem”, acrescenta Davis.
“Ele trata isso como um trabalho – e é o trabalho dele!”
O Victory Junction oferece, sem custos, experiências recreativas para crianças com doenças graves ou condições crônicas. Em um ambiente seguro, elas podem participar de atividades como escalada, passeios de barco, esportes e artes, aproveitando espaços adaptados para garantir inclusão e diversão.
Whitetop faz parte de um programa que permite que as crianças o acariciem, cuidem dele e tirem fotos com ele. Ele acorda antes da maioria das crianças e começa o dia com uma grande tigela de café da manhã – sua comida favorita é ração para lhama misturada com ração sênior para cavalos e probióticos secos em seu balde especial.
Ele recebe as crianças no turno da manhã, entre 9h30 e meio-dia e depois faz um horário de almoço generoso. Entre as 15h e as 18h, retorna para as crianças. Segundo os tratadores, Whitetop ama fazer selfies com as pessoas, e geralmente encosta a cabeça na cabeça das crianças para posar.
“Ele não tem medo de nada. Ele é tão bom em seu trabalho que sempre pode ser confiado a campistas de todas as habilidades”, disse Davis. Quase um Pokémon da vida real.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/sociedade/lhama-mais-velha-do-mundo-trabalha-em-acampamento-para-criancasdoentes/. Acesso em: 14 mar. 2025.

Considere o seguinte trecho:

“Gus-Gus gosta de tentar pular em cima dele para brincar, e nós dizemos: ‘Não, ele é velho, deixe-o em paz!’ Mas Whitetop é muito carinhoso com todos.”

Nesse caso, as aspas simples foram utilizadas pelo autor do texto com a função de

A indicar uma citação direta do autor do texto.
B intercalar um discurso direto embutido em outro discurso direto.
C marcar o início da fala de um personagem do texto que aparece pela primeira vez.
D apontar uma ironia, como se a fala não fosse verdadeira.
E destacar um pensamento de Whitetop, o que indica uma interpretação mais subjetiva.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Assistente em Administração Prova: Instituto AOCP - IFMS - Assistente em Administração - 2025
Texto associado
A palavra é nomofobia

Em série de reportagens da Rádio UFMG Educativa, especialistas analisam as implicações da dependência digital e do uso excessivo de celulares pelas crianças

Por UFMG | Pesquisa e Inovação

As novas tecnologias, como smartphones , tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao léxico especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: ela desencadeia um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos no geral.
A doença está listada na chamada Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID). Nos Estados Unidos, pesquisa realizada pela Common Sense Media trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na UFMG, alguns estudos avaliam as consequências do vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender a dependência digital.
Júlia Khoury ensina como identificar crianças e adolescentes viciados no celular: “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas de que gostava e que são incompatíveis com o smartphone , como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.
[...]
Ainda na UFMG, a terapeuta ocupacional e doutora em Medicina Molecular Renata Santos estudou as associações entre tempo de tela e saúde mental. Ela também indica como perceber a nomofobia infantojuvenil: “Ela aparece quando começa a atrapalhar as outras atividades, quando começam os atrasos na entrega de tarefas de casa e da escola. As crianças também começam a mentir sobre a quantidade de tempo que passam no celular. Elas não acham nada mais interessante do que ficar no celular. Elas se sentem às vezes frustradas e tristes quando não podem usar. Precisam ficar cada vez mais tempo para poder satisfazer suas necessidades. E a gente percebe que elas têm fracassado nas tentativas de diminuir o uso”.
[...]
O córtex pré-frontal é a região do cérebro responsável por planejamento, tomada de decisões, autocontrole e regulação emocional, e pode não estar completamente desenvolvido até os 20 anos ou mais tarde. Em geral, de acordo com o campo da neuropediatria, os celulares estimulam vias de processamento cerebral passivas. O tempo excessivo durante o qual crianças e adolescentes passam diante de telas é um tempo em que deveriam ser estimulados pelas vias ativas. O ideal é praticar atividades para desenvolvimento da coordenação motora, da comunicação, da resolução de problemas e da sociabilidade de maneira off-line.
Um cuidado especial deve ser tomado com as recompensas fáceis que as redes sociais ofertam ao córtex pré-frontal, prejudicando o desenvolvimento de uma região cerebral controladora de impulsos, atenção, julgamentos e tomada de decisão. Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantojuvenil pode mesmo se viciar no uso de celular e demais telas: “Sim, a dependência digital ou o vício em tecnologia existe. Quando se está interagindo com um dispositivo eletrônico, muitas vezes, se tem como recompensa uma gratificação imediata por meio dos jogos ou das redes sociais, dos vídeos ou de alguma forma de entretenimento. Então, isso leva a um ciclo de recompensa que vai estimular cada vez mais o uso contínuo dos aplicativos desses conteúdos digitais. Eles são projetados para ser envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar off-line nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais”.
[...]

Adaptado de: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-aoalcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares. Acesso em: 6 mar. 2025.

No trecho “ Apesar de tanto se falar em vício em celular [...]”, a expressão em destaque indica uma noção

A explicativa.
B adversativa.
C proporcional.
D concessiva.
E conformativa.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Técnico em Assuntos Educacionais Prova: Instituto AOCP - IFMS - Técnico em Assuntos Educacionais - 2025
Texto associado
Leia o Texto 2 para responder às questões de 22 a 30.

Texto 2

O LINGUISTA LIBERTÁRIO

Carlos Fioravanti (Jornal da Unicamp)

Quem foi e como era sua primeira professora ou professor de português?

Ataliba Castilho – Foi o professor Amaury de Assis Ferreira (1920-1995), pai do apresentador de TV Amauri Jr. Era um professor muito bom, lia e estudava muito, mostrava os livros que comprava com muito entusiasmo. De vez em quando eu ia na casa dele, meu pai era eletricista e ia trocar a resistência de seu fogão elétrico. Ele me chamava e mostrava a biblioteca e os livros que tinha comprado. Ele tinha muito prazer no que ele fazia. Pensei: “Quero ser um cara assim”. Depois peguei outros professores ótimos em São Paulo, como o Theodoro Maurer, meu orientador de doutorado. Quietinho, magrinho, filho de suíços, ele escreveu sozinho um dos trabalhos mais extensos do mundo sobre a gramática e a sintaxe do latim vulgar.

Qual sua participação no Museu da Língua Portuguesa?

Ataliba Castilho – Em 2004, Jarbas Mantovanini, que atuava na Fundação Roberto Marinho, apareceu na USP, apresentou o projeto do museu e disse que queria me fazer dois pedidos. O primeiro era dar ideias para o museu. O segundo era para fazer a linha do tempo sobre a história do português. Aryon iria fazer a parte das línguas indígenas e Yeda Pessoa de Castro, da Universidade Federal da Bahia, se ocuparia das línguas africanas. Jarbas disse para chamar quem eu quisesse. Chamei Mário Viaro e Marilza de Oliveira, os dois da USP, para fazer outras partes. Jarbas me perguntou como eu queria representar a linha do tempo, se com filmes ou painéis fixos. Preferi os painéis, porque já haveria filmes do outro lado da sala. Entreguei o projeto, ele gostou: “Está tudo muito bonito, mas no lugar do último quadro vou colocar um espelho. Todos vão percorrer aquela baita história de 2 mil anos e quando chegam no final vão ver a si mesmos”. Sabe que ele acertou na mosca? Muita gente que via a própria imagem, depois de fazer o percurso histórico, caía no choro. Uma colega de Minas, Maria Antonieta Cohen, ia no começo para ver o museu e depois para ver as pessoas quando chegavam no espelho. Ela me perguntou: “Por que será que elas choram?”. Fiquei pensando muito naquilo. As pessoas choravam, decerto, porque viam ali sua identidade. O que é a língua portuguesa? Sou eu, que represento agora todo esse percurso. A língua é minha identidade.

Adaptado de: https://unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/10/06/o-linguista-libertario/. Acesso em: 04 de abr. de 2025.

Sobre as regras de concordância da língua portuguesa e a flexão dos vocábulos, assinale a alternativa correta.

A No excerto “De vez em quando eu ia na casa dele, meu pai era eletricista e ia trocar a resistência de seu fogão elétrico.”, os verbos estão flexionados no mesmo tempo, modo, número e pessoa para concordar com o sujeito.
B No excerto “Jarbas disse para chamar quem eu quisesse .”, os verbos destacados possuem a mesma desinência modo-temporal.
C No excerto “Preferi os painéis, porque já haveria filmes do outro lado da sala.”, o verbo destacado é utilizado no singular para concordar com o núcleo do sintagma nominal em função de sujeito.
D No excerto “Muita gente que via a própria imagem [...] caía no choro.”, o sujeito sintático do verbo destacado é representado pelo pronome que o antecede, mas a concordância ocorre com um sintagma nominal.
E No excerto “Uma colega de Minas, Maria Antonieta Cohen, ia no começo para ver o museu [...]”, o verbo destacado fica no infinitivo, pois seu sujeito é uma oração substantiva.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Professor - Área: Português Prova: Instituto AOCP - IFMS - Professor - Área: Português - 2025
Texto associado
Lhama mais velha do mundo trabalha em acampamento para crianças doentes

Nascido em 1997, Whitetop é conhecido por seu trato
gentil e a paixão por selfies – um pedido constante
dos pequenos com problemas crônicos ou terminais.

Por Bela Lobato

Em 1997, o mundo conheceu Pokémon, uma franquia repleta de criaturas adoráveis e fascinantes que formam laços com seus treinadores. No mesmo ano, nasceu Whitetop, uma lhama que, com sua presença tranquila, viria a desempenhar um papel igualmente adorável e especial no acampamento para crianças com doenças crônicas e terminais em que trabalha e vive.
Nascida em 30 de maio de 1997, com 27 anos e 250 dias, Whitetop foi reconhecida pelo Guinness World Records como a lhama mais velha do mundo. Ele foi doado ao acampamento Victory Junction, nos EUA, em 2006, onde até hoje divide um curral com nove cavalos, duas cabras, dois coelhos, dois burros e uma vaca.
No pasto, Whitetop é acompanhada por dois burros em miniatura chamados Jed e Jethro, e seu melhor amigo é Gus-Gus, uma vaca highland (aquela raça bem peluda, de cor marrom) em miniatura que cresceu ao seu lado e o trata como um avô.
“Por terem brincado tanto juntos, Gus-Gus acha que Whitetop é uma vaca!”, disse Billie Jo Davis, diretora do celeiro em Victory Junction, em um comunicado. “Gus-Gus gosta de tentar pular em cima dele para brincar, e nós dizemos: ‘Não, ele é velho, deixe-o em paz!’ Mas Whitetop é muito carinhoso com todos.”
[...]
Os cuidadores relatam que o animal tem uma doçura incomum para a espécie, já que, diferente de outras lhamas, nunca cospe em ninguém. Eles contam que Whitetop até tenta cuspir em outros animais quando eles disputam comida ou têm briguinhas, mas ele é tão velho que não sai mais nada. “Ele é tão bom com as nossas crianças que, assim que os dias de acampamento começam, ele simplesmente se deita e não se levanta até o almoço. Ele fica ali deitado e deixa que as crianças corram até ele e o acariciem”, acrescenta Davis.
“Ele trata isso como um trabalho – e é o trabalho dele!”
O Victory Junction oferece, sem custos, experiências recreativas para crianças com doenças graves ou condições crônicas. Em um ambiente seguro, elas podem participar de atividades como escalada, passeios de barco, esportes e artes, aproveitando espaços adaptados para garantir inclusão e diversão.
Whitetop faz parte de um programa que permite que as crianças o acariciem, cuidem dele e tirem fotos com ele. Ele acorda antes da maioria das crianças e começa o dia com uma grande tigela de café da manhã – sua comida favorita é ração para lhama misturada com ração sênior para cavalos e probióticos secos em seu balde especial.
Ele recebe as crianças no turno da manhã, entre 9h30 e meio-dia e depois faz um horário de almoço generoso. Entre as 15h e as 18h, retorna para as crianças. Segundo os tratadores, Whitetop ama fazer selfies com as pessoas, e geralmente encosta a cabeça na cabeça das crianças para posar.
“Ele não tem medo de nada. Ele é tão bom em seu trabalho que sempre pode ser confiado a campistas de todas as habilidades”, disse Davis. Quase um Pokémon da vida real.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/sociedade/lhama-mais-velha-do-mundo-trabalha-em-acampamento-para-criancasdoentes/. Acesso em: 14 mar. 2025.

Assinale a alternativa cujo termo destacado introduz um complemento verbal, como o destacado em “Gus-Gus gosta de tentar pular em cima dele para brincar [...]”.

A “[...] uma franquia repleta de criaturas [...].”
B “Nascida em 30 de maio de 1997 [...].”
C “[...] raça bem peluda, de cor marrom [...].”
D “[...] elas podem participar de atividades [...].”
E “Whitetop faz parte de um programa [...].
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Cargo: Técnico de Tecnologia da Informação Prova: Instituto AOCP - IFMS - Técnico de Tecnologia da Informação - 2025