Banco público de questões
Questões para Concursos
Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.
Questões por banca
29 bancas disponíveis.
Clique para visualizar todas.
Questões por banca
29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.
Acesse diretamente as bancas disponíveis na QuestLab. As quantidades abaixo consideram as questões ativas do banco.
CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
598 questões encontradas
Texto associado
Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil apresenta, no ano de 2019, uma população total de aproximadamente 210 milhões de habitantes. Esse número expressivo revela questões importantes a respeito da distribuição da população pelo território nacional, bem como das implicações para a configuração intraurbana das cidades brasileiras, já que cerca de 84% da população vive em espaços urbanos. Com base nessa informação, julgue o item a seguir.
As questões relacionadas à mobilidade urbana têm afetado, de forma negativa, a gestão e a capacidade competitiva das metrópoles brasileiras. A distância significativa entre bairros residenciais e as áreas centrais, concentradoras da oferta de postos de trabalho, tem gerado perdas de tempo e de recursos que afetam grande parte da população nessas metrópoles.
Acerca das revoluções mencionadas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir. O caráter tradicional das sociedades espanhola e hispanoamericana levou a que a circulação de notícias a respeito dos acontecimentos revolucionários do fim do século 18 e início do século 19 fosse quase nula.
Texto associado
Texto A distinção Multicultural/ Multiculturalismo Pode ser útil fazer aqui uma distinção entre o 9 (L.01) “multicultural” e o “multiculturalismo”. Multicultural é um termo qualificativo. Descreve as características sociais e os problemas de governabilidade apresentados por qualquer (L.04) sociedade na qual diferentes comunidades culturais convivem e tentam construir uma vida em comum, ao mesmo tempo em que retêm algo de sua identidade (L.07) “original”. Em contrapartida, o termo “multiculturalismo” é substantivo. Refere-se às estratégias e políticas adotadas para governar ou administrar problemas de diversidade e (L.10) multiplicidade gerados pelas sociedades multiculturais. É usualmente utilizado no singular, significando a filosofia específica ou a doutrina que sustenta as estratégias (L.13) multiculturais. “Multicultural”, entretanto, é, por definição, plural. Existem muitos tipos de sociedade multicultural, como, por exemplo, os Estados Unidos da América, a Grã- (L.16) Bretanha, a França, a Malásia, o Sri Lanka, a Nova Zelândia, a Indonésia, a África do Sul e a Nigéria. Esses são, de forma bastante distinta, “multiculturais”. Entretanto, (L.19) todos possuem uma característica em comum. São, por definição, culturalmente heterogêneos. Eles se distinguem, neste sentido, do Estado-nação “moderno”, constitucional (L.22) liberal, do Ocidente, que se afirma sobre o pressuposto (geralmente tácito) da homogeneidade cultural organizada em torno de valores universais, seculares e individualistas (L.25) (Goldberg, 1994). Ambos os termos são hoje interdependentes, de tal forma que é praticamente impossível separá-los. Contudo, o (L.28) “multiculturalismo” apresenta algumas dificuldades específicas. Denomina “uma variedade de articulações, ideais e práticas sociais”. O problema é que o -ismo tende a (L.31) converter o “multiculturalismo” em uma doutrina política, “reduzindo-o a uma singularidade formal e fixando-o em uma condição petrificada [...] Assim convertida [...] a (L.34) heterogeneidade característica das condições multiculturais é reduzida a uma doutrina fácil e prosaica” (Caws, 1994). Na verdade, o “multiculturalismo” não é uma única (L.37) doutrina, não caracteriza uma estratégia política e não representa um estado de coisas já alcançado. Não é uma forma disfarçada de endossar algum estado ideal ou utópico. (L.40) Descreve uma série de processos e estratégias políticas sempre inacabados. Assim como há distintas sociedades multiculturais, assim também há “multiculturalismos” (L.43) bastante diversos. O multiculturalismo conservador segue Hume (Goldeberg, 1994) ao insistir na assimilação da diferença às tradições e aos costumes da maioria. O (L.46) multiculturalismo liberal busca integrar os diferentes grupos culturais o mais rápido possível ao mainstream, ou sociedade majoritária, com base em uma cidadania (L.49) individual universal, tolerando certas práticas culturais particularistas apenas no domínio privado. O multiculturalismo pluralista, por sua vez, avaliza diferenças (L.52) grupais em termos culturais e concede direitos de grupo distintos a diferentes comunidades dentro de uma ordem política comunitária ou mais comunal. O multiculturalismo (L.55) comercial pressupõe que, se a diversidade dos indivíduos de distintas comunidades for publicamente reconhecida, então os problemas de diferença cultural serão resolvidos (e (L.58) dissolvidos) no consumo privado, sem qualquer necessidade de redistribuição do poder e dos recursos. O multiculturalismo corporativo (público ou privado) busca (L.61) “administrar” as diferenças culturais da minoria, visando aos (L.62) interesses do centro. O multiculturalismo crítico ou “revolucionário” enfoca o poder, o privilégio, a hierarquia das opressões e os movimentos de resistência (McLaren, (L.65) 1997). Procura ser “insurgente, polivocal, heteroglosso e antifundacional” (Goldeberg, 1994). E assim por diante. Pode um conceito que significa tantas coisas diferentes (L.68) e que tão efetivamente acirra os ânimos de inimigos tão diversos e contraditórios realmente ter algo a dizer? Por outro lado, sua condição contestada não constitui (L.71) precisamente seu valor? Afinal: “o signo, se subtraído às tensões da luta social, se posto à margem da luta de classes, irá infalivelmente debilitar-se, degenerará em alegoria, (L.74) tornar-se-á objeto de estudo dos filólogos e não será mais instrumento racional e vivo para a sociedade.” (Volochínov/ Bakhtin, 1973). Por bem ou por mal, estamos (L.77) inevitavelmente implicados em suas práticas, que caracterizam e definem as “sociedades da modernidade tardia”. (L.80) HALL, Stuart. Da Diáspora: Identidades e mediações culturais. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2013, com adaptações. No que se refere aos aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o item a seguir.
Os adjetivos “original” (linha 8), “moderno” (linha 22) e “revolucionário” (linha 64) são empregados, no texto, em sentido conotativo e, por isso, a opção do autor por colocá-los entre aspas.
Texto associado
A respeito das relações entre o Brasil e a África, julgue o item a seguir.
Entre os países da África, a República Democrática do Congo é o que gerou o maior fluxo de refugiados para o Brasil nessa década.
Considerando as dimensões econômica, social e política da América portuguesa, julgue (C ou E) o item a seguir. A descoberta de ouro e a consequente circulação de riquezas na capitania das Minas Gerais atraiu grande número de migrantes para a região, propiciando o surgimento de um ambiente cosmopolita e intelectualmente sofisticado. Nesse contexto, a abertura das primeiras gráficas na América portuguesa – autorizadas pelo Marquês de Pombal no âmbito de um conjunto de medidas ditas esclarecidas, que visavam a atualizar a relação entre Metrópole e Colônia – contribuiria para catalisar a circulação dos ideais revolucionários do Iluminismo francês entre a elite letrada local.
A intervenção do Estado na economia é uma característica do processo de desenvolvimento brasileiro. A respeito dessa atuação, julgue (C ou E) o item a seguir. A Secretaria Especial para o Controle de Empresas Estatais (SEST), criada no governo Fernando Henrique Cardoso, buscou um controle centralizado sobre as empresas estatais e permitiu que se utilizassem essas empresas, de forma sistemática, para controle inflacionário no Plano Real e na captação de recursos externos, em um momento de maior abertura econômica.
Texto associado
1 Since 1914 the structure of the world has changed. Compared to the present struggle between West and East, the rivalries of the eighteenth and nineteenth centuries sink 4 into insignificance. Today we are faced, not with a clash of interests, but with a fight between the desire on the one hand to defend individual liberties and the resolve on the other 7 hand to impose a mass religion. In the process the old standards, conventions and methods of international negotiation have been discredited. Had it not been for the 10 invention of the atomic bomb, we should already have been subjected to a third world war. Members of the Communist bloc today are 13 convinced that sooner or later they will acquire world dominion and will succeed in imposing their faith and their authority over the whole earth. They strain towards this 16 objective with religious intensity and are prepared to devote to its achievement their lives, their comfort and their prospects of happiness. Anything that furthers their purpose 19 is “right”; anything that obstructs it is “wrong”; conventional morality, even the creation of confidence, has no part in this scheme of things. Truth itself has lost its 22 significance. Compared to the shining truth of their gospel, all minor forms of veracity are merely bourgeois inhibitions. The old diplomacy was based upon the creation of 25 confidence, the acquisition of credit. The modern diplomat must realize that he can no longer rely on the old system of trust; he must accept the fact that his antagonists will not 28 hesitate to falsify facts and that they feel no shame if their duplicity be exposed. The old currency has been withdrawn from circulation; we are dealing in a new coinage. 31 This transformation of values has been aided by a new or “democratic” conception of international relations. In the old days the conduct of foreign affairs was entrusted to a 34 small international élite who shared the same sort of background and who desired to preserve the same sort of world. Today the masses are expected to take an interest in 37 foreign affairs, to know the details of current controversies, to come to their own conclusions, and to render these conclusions effective through press and parliament. At the 40 same time, however, current issues have been rendered complex and interconnected; it is not possible to state issues, such as the Common Market, in short and simple terms. 43 Thus, whereas the man in the street is expected to have an opinion on international problems, the very complexity of these problems has rendered it difficult to provide him with 46 the information on which to base his judgment. Nicolson, H. (1963) (3rd edition) Diplomacy. Oxford: OUP, with adaptations.