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Um projeto público foi estruturado com foco em entregas, inicialmente sem definição formal de indicadores de desempenho. Em momento posterior, foram incorporadas métricas sistemáticas de acompanhamento, visando aprimorar o monitoramento e a governança. Analise as afirmativas abaixo sob a égide das boas práticas de formatação e gestão de projetos. 1. Indicadores de desempenho permitem mensurar resultados associados às entregas realizadas. 2. A mensuração sistemática subsidia processos decisórios ao longo da execução do projeto. 3. A utilização de indicadores deve ser ajustada à complexidade e ao contexto do projeto. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas .

A É correta apenas a afirmativa 1.
B São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
C São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
D São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
E São corretas as afirmativas 1, 2 e 3.

A avaliação socioeconômica de projetos públicos difere da avaliação financeira em aspectos importantes. Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras(V) e falsas ( F ) sobre a avaliação socioeconômica. (_)inclui o índice benefício-custo. (_)exclui custos afundados, depreciação e encargos financeiros. (_)reflete custos e receitas transacionadas no projeto a preços de mercado. Assinale a alternativa que indica a sequência correta , de cima para baixo.

A V • V • F
B V • F • V
C V • F • F
D F • V • F
E F • F • V

Os procedimentos de manifestação de interesse permitem que particulares apresentem propostas e estudos para auxiliar na estruturação de empreendi mentos de concessão, permissão ou parceria público--privada. (PMF, 2025) Dentre os estudos mínimos exigidos nesse procedi mento, deve constar, necessariamente, o:

A de impacto social.
B de latifundiário, no que couber.
C de demanda e engenharia, no que couber.
D de detenção de propriedade intelectual.
E de aceite de licitação.

A atuação do BNDES no financiamento de longo prazo visa corrigir falhas de mercado e estimular investimentos privados. Assinale a alternativa correta quanto a esse fato.

A A participação do BNDES reduz a necessidade de cofinanciamento privado, sobretudo em projetos com elevada maturação temporal.
B O financiamento do BNDES ocorre majoritariamente por meio de instrumentos não reembolsáveis voltados à equalização de falhas estruturais.
C A atuação do BNDES prioriza projetos com retorno social elevado, ainda que prescinda de análise de viabilidade econômico-financeira detalhada.
D O BNDES pode promover crowding in ao ofertar crédito de longo prazo e instrumentos de mitigação de risco que ampliam o acesso do setor privado ao financiamento.
E O BNDES tende a substituir o mercado de capitais em projetos de maior risco, dada sua capa cidade de absorver integralmente incertezas financeiras.

Ao estruturar projetos de longo prazo no Brasil, a escolha entre financiamento bancário e mercado de capitais envolve trade-offs institucionais e de risco. Assinale a alternativa correta sobre esse processo.

A O financiamento bancário sempre oferece menores custos devido à ausência de intermediação regulatória.
B O mercado de capitais elimina completamente riscos de crédito por meio de diversificação sistêmica.
C O mercado de capitais permite diluição de ris cos e alongamento de prazos via instrumentos como debêntures incentivadas.
D O crédito direcionado impede a participação de investidores institucionais em projetos estruturados.
E O financiamento híbrido é inviável devido à incompatibilidade entre garantias contratuais exigidas.
Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

No trecho abaixo retirado do Texto: “Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões”. Os termos “preparadas ou conservadas” exercem a função de:

A objeto direto.
B aposto explicativo.
C complemento verbal.
D adjunto adverbial, indicando modo da ação verbal.
E adjunto adnominal.
Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

Segundo o Texto, os feijões secos:

A não passam por fiscalização sanitária.
B são pouco consumidos internacionalmente.
C possuem participação irrelevante na pauta exportadora.
D representam a maior parte do valor exportado de pulses.
E foram superados pelas ervilhas em valor exportado.
Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

De acordo com o Texto, para que estabeleci mentos possam acessar o mercado internacional com produtos vegetais destinados ao consumo humano, é necessário:

A apenas realizar o transporte adequado dos produtos.
B garantir apenas a padronização estética dos produtos, sem necessidade de inspeção.
C cumprir exclusivamente as exigências dos países importadores, sem necessidade de regulamentação nacional que fiscalize.
D fazer o plantio utilizando as mesmas técnicas de agricultura do país para onde o produto será enviado.
E atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela legislação vigente e obter certificação que comprove o cumprimento das normas sanitárias.
Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente, observando o uso do hífen conforme o último Acordo Ortográfico.

A Co-autor • extra-escolar • anti-social
B Papel-moeda • matéria-prima • bem-estar
C Auto-escola • contra-regra • infra-estrutura
D Anti-inflamatório • microondas • semi-deus
E Recém-nascido • geo-política • mal humorado
Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

Assinale a alternativa em que a frase “ Todos concordaram com aquela proposta. ” foi reescrita corretamente , mantendo o mesmo sentido.

A Todos anuíram àquela proposta.
B Todos abdicaram àquela proposta.
C Todos retificaram àquela proposta.
D Todos impugnaram aquela proposta.
E Todos tangenciaram àquela proposta.