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FAFIPA
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FUNIVERSA
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FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
255 questões encontradas
De acordo com as afirmações abaixo sobre Modelos OSI e TCP/IP, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
Em uma arquitetura Ethernet, diversos protocolos podem ser utilizados, desta maneira, a função do protocolo ARP (Address Resolution Protocol) em uma rede Ethernet é:
Texto associado
Texto – Pescadores (Carlos Drummond de Andrade) Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba em charuta*. Os quatro jovens executivos sonhavam com um programa diferente. – Se a gente desse uma de pescador? – Falou. Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais piscosa, mais sensacional. Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar. – Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo. – É. Peixe não vinha. Veio pela estrada foi a Kombi, lentamente. Parou, saltaram uns barbudos: – Pescando, hem? Beleza de lugar. Fazem muito bem aproveitando a folga num programa legal. Saúde. Esporte. Alegria. – Estamos só arejando a cuca*, né? Semana inteira no escritório, lidando com problemas. – Ótimo. – Assim é que todos deviam fazer. Trocar a poluição pela natureza, vida ao ar livre. Somos da televisão, estamos filmando aspectos do domingo carioca. Podem colaborar? – Que programa é esse? – Aprenda a Viver no Rio. Programa novo, cheio de bossas*. Vai ser lançado semana que vem. Gostaríamos que vocês fossem filmados como exemplo do que se pode curtir num dia de lazer, em benefício do corpo e da mente. – Pois não. O grilo* é que não pescamos nada ainda. – Não seja por isso. Tem peixe na Kombi, que a gente comprou para uma caldeirada logo mais. Desceram os aparelhos e os peixes, e tudo foi feito com técnica e verossimilhança, na manhã cristalina. Os quatro retiravam do mar, em ritual de pescadores experientes, os peixes já pescados. O pessoal da TV ficou radiante: – Um barato*. Vocês estavam ótimos. – Quando é que passa o programa? – Quinta-feira, horário nobre. Já está sendo anunciado. Quinta-feira, os quatro e suas jovens mulheres e seus encantadores filhos reuniram-se no apartamento de um deles – o que tivera a ideia da pescaria. – Vocês vão ver os maiores pescadores da paróquia* em plena ação. O programa, badaladíssimo, começou. Eram cenas do despertar da manhã carioca, trens superlotados da Linha Auxiliar, filas no elevador, escritórios em atividade, balconistas, enfermeiras, bancários, tudo no batente ou correndo para. O apresentador fez uma pausa, mudou de tom: “– Agora, o contraste. Em pleno dia de trabalho, com a cidade funcionando a mil por cento para produzir riqueza e desenvolvimento, os inocentes do Leblon dedicam-se à pescaria sem finalidade. Aí estão esses quatro folgados,esquecidos de que a Guanabara enfrenta problemas seríssimos e cada hora desperdiçada reduz o produto nacional bruto...” – Canalhas! – Pai, você é um barato*! – E eu que não sabia que você, em vez de ir para o escritório, vai pescar com a patota*, Roberto! – Se eu pego aqueles safados mato eles. – E o peixe, pai, você não trouxe o peixe para casa! – Não admito gozação! – Que é que vão dizer amanhã no escritório! – Desliga! Desliga logo essa porcaria! Para aliviar a tensão, serviu-se uísque aos adultos e refrigerante aos garotos. (Carlos Drummond de Andrade.70 Historinhas) Vocabulário Acaba em charuta = Acaba da mesma forma. cuca = cabeça; mente bossas = novidades grilo = problema um barato = coisa legal, simpática, interessante patota = grupo de amigos os maiores pescadores da paróquia = os maiores pescadores que se tem notícias.
Assinale a alternativa que retrata a rotina na vida dos personagens:
Texto associado
Texto – Pescadores (Carlos Drummond de Andrade) Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba em charuta*. Os quatro jovens executivos sonhavam com um programa diferente. – Se a gente desse uma de pescador? – Falou. Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais piscosa, mais sensacional. Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar. – Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo. – É. Peixe não vinha. Veio pela estrada foi a Kombi, lentamente. Parou, saltaram uns barbudos: – Pescando, hem? Beleza de lugar. Fazem muito bem aproveitando a folga num programa legal. Saúde. Esporte. Alegria. – Estamos só arejando a cuca*, né? Semana inteira no escritório, lidando com problemas. – Ótimo. – Assim é que todos deviam fazer. Trocar a poluição pela natureza, vida ao ar livre. Somos da televisão, estamos filmando aspectos do domingo carioca. Podem colaborar? – Que programa é esse? – Aprenda a Viver no Rio. Programa novo, cheio de bossas*. Vai ser lançado semana que vem. Gostaríamos que vocês fossem filmados como exemplo do que se pode curtir num dia de lazer, em benefício do corpo e da mente. – Pois não. O grilo* é que não pescamos nada ainda. – Não seja por isso. Tem peixe na Kombi, que a gente comprou para uma caldeirada logo mais. Desceram os aparelhos e os peixes, e tudo foi feito com técnica e verossimilhança, na manhã cristalina. Os quatro retiravam do mar, em ritual de pescadores experientes, os peixes já pescados. O pessoal da TV ficou radiante: – Um barato*. Vocês estavam ótimos. – Quando é que passa o programa? – Quinta-feira, horário nobre. Já está sendo anunciado. Quinta-feira, os quatro e suas jovens mulheres e seus encantadores filhos reuniram-se no apartamento de um deles – o que tivera a ideia da pescaria. – Vocês vão ver os maiores pescadores da paróquia* em plena ação. O programa, badaladíssimo, começou. Eram cenas do despertar da manhã carioca, trens superlotados da Linha Auxiliar, filas no elevador, escritórios em atividade, balconistas, enfermeiras, bancários, tudo no batente ou correndo para. O apresentador fez uma pausa, mudou de tom: “– Agora, o contraste. Em pleno dia de trabalho, com a cidade funcionando a mil por cento para produzir riqueza e desenvolvimento, os inocentes do Leblon dedicam-se à pescaria sem finalidade. Aí estão esses quatro folgados,esquecidos de que a Guanabara enfrenta problemas seríssimos e cada hora desperdiçada reduz o produto nacional bruto...” – Canalhas! – Pai, você é um barato*! – E eu que não sabia que você, em vez de ir para o escritório, vai pescar com a patota*, Roberto! – Se eu pego aqueles safados mato eles. – E o peixe, pai, você não trouxe o peixe para casa! – Não admito gozação! – Que é que vão dizer amanhã no escritório! – Desliga! Desliga logo essa porcaria! Para aliviar a tensão, serviu-se uísque aos adultos e refrigerante aos garotos. (Carlos Drummond de Andrade.70 Historinhas) Vocabulário Acaba em charuta = Acaba da mesma forma. cuca = cabeça; mente bossas = novidades grilo = problema um barato = coisa legal, simpática, interessante patota = grupo de amigos os maiores pescadores da paróquia = os maiores pescadores que se tem notícias.
Nas alternativas abaixo, assinale aquela que representa o fato que marca o início da trama no texto.
Texto associado
Texto – Pescadores (Carlos Drummond de Andrade) Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba em charuta*. Os quatro jovens executivos sonhavam com um programa diferente. – Se a gente desse uma de pescador? – Falou. Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais piscosa, mais sensacional. Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar. – Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo. – É. Peixe não vinha. Veio pela estrada foi a Kombi, lentamente. Parou, saltaram uns barbudos: – Pescando, hem? Beleza de lugar. Fazem muito bem aproveitando a folga num programa legal. Saúde. Esporte. Alegria. – Estamos só arejando a cuca*, né? Semana inteira no escritório, lidando com problemas. – Ótimo. – Assim é que todos deviam fazer. Trocar a poluição pela natureza, vida ao ar livre. Somos da televisão, estamos filmando aspectos do domingo carioca. Podem colaborar? – Que programa é esse? – Aprenda a Viver no Rio. Programa novo, cheio de bossas*. Vai ser lançado semana que vem. Gostaríamos que vocês fossem filmados como exemplo do que se pode curtir num dia de lazer, em benefício do corpo e da mente. – Pois não. O grilo* é que não pescamos nada ainda. – Não seja por isso. Tem peixe na Kombi, que a gente comprou para uma caldeirada logo mais. Desceram os aparelhos e os peixes, e tudo foi feito com técnica e verossimilhança, na manhã cristalina. Os quatro retiravam do mar, em ritual de pescadores experientes, os peixes já pescados. O pessoal da TV ficou radiante: – Um barato*. Vocês estavam ótimos. – Quando é que passa o programa? – Quinta-feira, horário nobre. Já está sendo anunciado. Quinta-feira, os quatro e suas jovens mulheres e seus encantadores filhos reuniram-se no apartamento de um deles – o que tivera a ideia da pescaria. – Vocês vão ver os maiores pescadores da paróquia* em plena ação. O programa, badaladíssimo, começou. Eram cenas do despertar da manhã carioca, trens superlotados da Linha Auxiliar, filas no elevador, escritórios em atividade, balconistas, enfermeiras, bancários, tudo no batente ou correndo para. O apresentador fez uma pausa, mudou de tom: “– Agora, o contraste. Em pleno dia de trabalho, com a cidade funcionando a mil por cento para produzir riqueza e desenvolvimento, os inocentes do Leblon dedicam-se à pescaria sem finalidade. Aí estão esses quatro folgados,esquecidos de que a Guanabara enfrenta problemas seríssimos e cada hora desperdiçada reduz o produto nacional bruto...” – Canalhas! – Pai, você é um barato*! – E eu que não sabia que você, em vez de ir para o escritório, vai pescar com a patota*, Roberto! – Se eu pego aqueles safados mato eles. – E o peixe, pai, você não trouxe o peixe para casa! – Não admito gozação! – Que é que vão dizer amanhã no escritório! – Desliga! Desliga logo essa porcaria! Para aliviar a tensão, serviu-se uísque aos adultos e refrigerante aos garotos. (Carlos Drummond de Andrade.70 Historinhas) Vocabulário Acaba em charuta = Acaba da mesma forma. cuca = cabeça; mente bossas = novidades grilo = problema um barato = coisa legal, simpática, interessante patota = grupo de amigos os maiores pescadores da paróquia = os maiores pescadores que se tem notícias.
No fragmento: “(...) Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe.” - Em – “à (espera)”, temos o acento indicador de crase. Assinale a única alternativa em que o referido acento está correto.
Texto associado
Texto – Pescadores (Carlos Drummond de Andrade) Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba em charuta*. Os quatro jovens executivos sonhavam com um programa diferente. – Se a gente desse uma de pescador? – Falou. Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais piscosa, mais sensacional. Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar. – Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo. – É. Peixe não vinha. Veio pela estrada foi a Kombi, lentamente. Parou, saltaram uns barbudos: – Pescando, hem? Beleza de lugar. Fazem muito bem aproveitando a folga num programa legal. Saúde. Esporte. Alegria. – Estamos só arejando a cuca*, né? Semana inteira no escritório, lidando com problemas. – Ótimo. – Assim é que todos deviam fazer. Trocar a poluição pela natureza, vida ao ar livre. Somos da televisão, estamos filmando aspectos do domingo carioca. Podem colaborar? – Que programa é esse? – Aprenda a Viver no Rio. Programa novo, cheio de bossas*. Vai ser lançado semana que vem. Gostaríamos que vocês fossem filmados como exemplo do que se pode curtir num dia de lazer, em benefício do corpo e da mente. – Pois não. O grilo* é que não pescamos nada ainda. – Não seja por isso. Tem peixe na Kombi, que a gente comprou para uma caldeirada logo mais. Desceram os aparelhos e os peixes, e tudo foi feito com técnica e verossimilhança, na manhã cristalina. Os quatro retiravam do mar, em ritual de pescadores experientes, os peixes já pescados. O pessoal da TV ficou radiante: – Um barato*. Vocês estavam ótimos. – Quando é que passa o programa? – Quinta-feira, horário nobre. Já está sendo anunciado. Quinta-feira, os quatro e suas jovens mulheres e seus encantadores filhos reuniram-se no apartamento de um deles – o que tivera a ideia da pescaria. – Vocês vão ver os maiores pescadores da paróquia* em plena ação. O programa, badaladíssimo, começou. Eram cenas do despertar da manhã carioca, trens superlotados da Linha Auxiliar, filas no elevador, escritórios em atividade, balconistas, enfermeiras, bancários, tudo no batente ou correndo para. O apresentador fez uma pausa, mudou de tom: “– Agora, o contraste. Em pleno dia de trabalho, com a cidade funcionando a mil por cento para produzir riqueza e desenvolvimento, os inocentes do Leblon dedicam-se à pescaria sem finalidade. Aí estão esses quatro folgados,esquecidos de que a Guanabara enfrenta problemas seríssimos e cada hora desperdiçada reduz o produto nacional bruto...” – Canalhas! – Pai, você é um barato*! – E eu que não sabia que você, em vez de ir para o escritório, vai pescar com a patota*, Roberto! – Se eu pego aqueles safados mato eles. – E o peixe, pai, você não trouxe o peixe para casa! – Não admito gozação! – Que é que vão dizer amanhã no escritório! – Desliga! Desliga logo essa porcaria! Para aliviar a tensão, serviu-se uísque aos adultos e refrigerante aos garotos. (Carlos Drummond de Andrade.70 Historinhas) Vocabulário Acaba em charuta = Acaba da mesma forma. cuca = cabeça; mente bossas = novidades grilo = problema um barato = coisa legal, simpática, interessante patota = grupo de amigos os maiores pescadores da paróquia = os maiores pescadores que se tem notícias.