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Determinado perito elaborou seu laudo pericial de forma incorreta. Informou no processo um valor aquém do devido. O perito, de forma negligente, não percebeu a metragem correta do imóvel objeto da perícia. Com base nessa prova, o juiz condenou a parte no valor afirmado no laudo pericial. Nesse cenário, é correto afirmar que o perito:

A responderá pelos prejuízos que causou à parte e ficará inabilitado para atuar em outras perícias pelo prazo de dois a cinco anos;
B responderá pelos prejuízos que causou à parte e ficará inabilitado para atuar em outras perícias pelo prazo de um a dez anos;
C responderá pelos prejuízos que causou à parte, mas não ficará inabilitado para atuar em outras perícias por qualquer prazo;
D não responderá pelos prejuízos causados à parte, mas ficará inabilitado para atuar em outras perícias por qualquer prazo;
E não responderá pelos prejuízos causados à parte, mas ficará inabilitado para atuar em outras perícias pelo prazo de um a cinco anos.

O governo federal lançou um programa de expansão da rede federal de educação técnica e tecnológica, em áreas estratégicas de todas as regiões do país, com o objetivo de garantir qualificação de mão de obra para a indústria nacional. O investimento previsto é da ordem de R$ 2,5 bilhões, que cobrirão obras de infraestrutura e compra de equipamentos e mobiliário. As unidades criadas pela expansão da rede federal de educação técnica e tecnológica também terão despesas permanentes de custeio para manutenção das suas atividades. Nesse contexto, informações sobre necessidades futuras de recursos de uma entidade e as prováveis fontes de financiamento:

A devem ser evidenciadas no RCPGs para permitir avaliações da sustentabilidade da prestação de serviços;
B devem subsidiar a elaboração de diretrizes orçamentárias para assegurar a efetividade do fluxo financeiro;
C podem ser incluídas no planejamento plurianual apenas se as atividades forem concluídas no quadriênio;
D não devem ser incluídas nos RCPGs por se referirem a informações prospectivas;
E se referem a informações de caráter estritamente orçamentário.

O endividamento do setor público é um indicador que mostra a capacidade de pagamento de um país. O Brasil encerrou o exercício de 2023 com uma dívida pública superior R$ 6,5 trilhões. Adicionalmente, nesse mesmo exercício, as despesas com juros da dívida pública do Governo Federal somaram R$ 614 bilhões, o que representa uma parcela relevante dos recursos do orçamento. As demonstrações contábeis aplicadas ao setor público (DCASP) fornecem informações para acompanhamento e controle da dívida pública e das despesas com juros e encargos da dívida em um dado exercício. Nesse sentido, ao abordar as DCASP, o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP) orienta que:

A juros e encargos da dívida sejam apresentados como subgrupo do passivo circulante no balanço patrimonial;
B juros e encargos da dívida sejam tratados como desembolsos operacionais na demonstração dos fluxos de caixa;
C o fluxo de caixa líquido das atividades de financiamento deve contemplar despesas com juros e encargos da dívida;
D o saldo de operações de créditos no balanço patrimonial deve refletir os valores com amortização autorizada no orçamento;
E valores relativos a operações de créditos devem figurar como ingressos no fluxo de caixa de investimentos.

No encerramento de um dado exercício, um ente público municipal concluiu um processo de conciliação contábil entre as operações orçamentárias de aquisição de bens permanentes e os registros de controle patrimonial, possibilitando uma base adequada para o registro e controle das despesas de depreciação. Nesse contexto, para fins de consolidação das contas públicas, à luz das disposições do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP) quanto à depreciação de bens móveis, a entidade deve considerar que:

A a consolidação do ente e a consolidação nacional incluirão apenas o valor relativo à VPD;
B a consolidação nacional incluirá somente saldos de depreciação de bens que não transitaram pelo resultado;
C a retificação da conta do ativo será incluída apenas na consolidação do ente;
D a VPD e a retificação da conta do ativo serão incluídas na consolidação do ente e na consolidação nacional;
E os saldos decorrentes de registros de depreciação de bens constarão somente na DVP consolidada.

Um perito em contabilidade, durante seus trabalhos, recebeu algumas informações de um ativo imobilizado pertencente a uma empresa S/A. O ativo foi construído em 10/10/2023, com os seguintes custos: • Materiais: R$ 600.000; • Mão de obra direta: R$ 400.000; • Custos de instalação e montagem: R$ 200.000; • Custos de abertura da nova instalação: R$ 100.000; • Custos administrativos: R$ 50.000. A vida útil estimada do ativo é de 10 anos, e o valor residual não é significativo. Em 01/03/2024, o ativo começou a funcionar da forma pretendida pela administração. Em 30/11/2024, o ativo foi classificado como mantido para venda. Considerando-se as informações apresentadas e os preceitos do CPC 27 – Ativo Imobilizado, a despesa de depreciação anual na Demonstração do Resultado do Exercício de 2024, pelo método linear, será de:

A R$ 90.000,00;
B R$ 93.750,00;
C R$ 97.500,00;
D R$ 100.000,00;
E R$ 101.250,00.

Uma empresa S/A pretende captar recursos para financiar projetos de expansão e inovação para aumentar a competitividade e maximizar o retorno dos acionistas. Para isso, realizou a emissão de debêntures no valor nominal de R$ 10.000,00, com um prêmio de R$ 2.000,00 e custo de transação de R$ 1.000,00. Simultaneamente, emitiu 1.000 novas ações com valor nominal de R$ 1,00 por ação e preço de emissão de R$ 1,50 cada, com gastos na emissão das ações de R$ 150,00. Considerando-se as informações apresentadas, a contabilização correta dessas operações é:

A Emissão das debêntures Débito: Caixa R$ 12.000,00; Débito: Despesas com emissão de debêntures (DRE) R$ 1.000,00; Crédito: Debêntures a pagar R$ 10.000,00; Crédito: Prêmio na emissão de debêntures R$ 2.000,00; Emissão das ações Débito: Caixa R$ 1.350,00; Débito: Despesas com emissão de ações R$ 150,00; Crédito: Capital social R$ 1.500,00;
B Emissão das debêntures Débito: Caixa R$ 12.000,00; Crédito: Debêntures a pagar R$ 10.000,00; Crédito: Prêmio na emissão de debêntures R$ 2.000,00; Emissão das ações Débito: Caixa R$ 1.350,00; Débito: Despesas com emissão de ações R$ 150,00; Crédito: Capital social R$ 1.000,00; Crédito: Capital social (ágio) R$ 500,00;
C Emissão das debêntures Débito: Caixa R$ 11.000,00; Débito: Despesas de transação (DRE) R$ 1.000,00; Crédito: Debêntures a pagar R$ 10.000,00; Crédito: Prêmio na emissão de debêntures R$ 2.000,00; Emissão das ações Débito: Caixa R$ 1.350,00; Débito: Reserva de capital (gastos com emissão) R$ 150,00; Crédito: Capital social R$ 1.000,00; Crédito: Capital social (ágio) R$ 500,00;
D Emissão das debêntures Débito: Caixa R$ 11.000,00; Débito: Custos de Transação a apropriar R$ 1.000,00; Crédito: Debêntures a pagar R$ 10.000,00; Crédito: Prêmio na emissão de debêntures R$ 2.000,00; Emissão das ações Débito: Caixa R$ 1.350,00; Débito: Reserva de capital (gastos com emissão) R$ 150,00; Crédito: Capital social R$ 1.000,00; Crédito: Reserva de capital (ágio) R$ 500,00;
E Emissão das debêntures Débito: Caixa R$ 11.000,00; Débito: Custos de Transação a apropriar R$ 1.000,00; Crédito: Debêntures a pagar R$ 10.000,00; Crédito: Prêmio na emissão de debêntures R$ 2.000,00; Emissão das ações Débito: Caixa R$ 1.350,00; Débito: Reserva de capital (gastos com emissão) R$ 150,00; Crédito: Capital social R$ 1.000,00; Crédito: Capital social (ágio) R$ 500,00.

Considere as informações a seguir, relativas a uma empresa. • Capital Próprio: R$ 10 milhões, com um custo de 12% ao ano. • Dívida: R$ 5 milhões, contratada a uma taxa de 8% ao ano. • Alíquota de imposto de renda corporativo: 25%. Um gestor está analisando um projeto de investimento com um retorno esperado de 10% ao ano e precisa decidir se deve aceitá-lo. Paralelamente, ele está construindo uma carteira de ativos, em que avalia dois investimentos potenciais com as seguintes características: • Ativo X: Retorno esperado de 14% e beta de 1,3; • Ativo Y: Retorno esperado de 11% e beta de 0,8; • Taxa livre de risco: 5% ao ano; • Prêmio de risco de mercado: 6% ao ano. Com base nessas informações, é correto afirmar que:

A o custo efetivo da dívida da empresa será menor do que 8% devido ao benefício fiscal dos juros, reduzindo seu impacto no WACC;
B o projeto com retorno de 10% deve ser aceito, pois seu retorno esperado é maior do que o WACC da empresa, garantindo criação de valor;
C o ativo Y apresenta um retorno esperado superior ao retorno estimado pelo modelo CAPM, indicando que está precificado acima do seu valor justo;
D a alíquota de imposto de renda de 25% reduz apenas o custo do capital próprio, não afetando a dedutibilidade dos juros da dívida, de modo que o WACC permanece inalterado;
E o retorno esperado do ativo X, calculado pelo modelo CAPM, será maior do que 14%, pois o beta do ativo é superior a 1, indicando um prêmio adicional sobre a taxa livre de risco.

Um fundo de investimento consistentemente gera um retorno médio de 14% ao ano, enquanto o retorno médio do mercado (representado por um índice de ações) é de 10% ao ano. A taxa livre de risco é de 5% ao ano. Considere que alguns analistas financeiros recomendam ações com base em padrões históricos de preços, afirmando que determinados ativos têm tendência de alta após períodos de forte valorização. Também, alguns investidores cometem erros recorrentes, como: • evitar vender ativos que caíram de valor, mesmo quando há alternativas melhores; • comprar ações no pico do mercado devido ao entusiasmo gerado por notícias positivas; • confiar excessivamente em previsões otimistas, ignorando evidências contrárias. Com base nessas informações, é correto afirmar que:

A se o mercado for eficiente na forma fraca, os padrões históricos de preços podem ser usados para prever retornos futuros e obter ganhos acima da média;
B o fato de um fundo de investimento superar consistentemente o mercado por vários anos é uma prova de que a Hipótese dos Mercados Eficientes (HME) está incorreta;
C o comportamento dos investidores descrito pode ser explicado pelos vieses comportamentais: aversão à perda, excesso de confiança e efeito manada;
D se a Hipótese dos Mercados Eficientes for verdadeira, nenhuma estratégia de investimento pode gerar retornos acima da média do mercado em qualquer período;
E o retorno esperado do fundo pode ser explicado apenas pelo modelo CAPM, pois qualquer diferença em relação ao retorno do mercado deve estar relacionada ao risco sistemático do ativo.

Uma empresa que deseja analisar sua rentabilidade utilizando a equação de DuPont, bem como avaliar sua alavancagem financeira e o impacto da estrutura de capital no retorno sobre o capital empregado (ROCE), apresenta os seguintes dados financeiros para o ano de 202X: • Lucro Operacional (EBIT): R$ 500.000,00; • Receita Líquida: R$ 2.000.000,00; • Ativo Operacional Médio: R$ 1.500.000,00; • Patrimônio Líquido: R$ 1.000.000,00; • Passivo Exigível com custo: R$ 500.000,00; • Custo da Dívida (após impostos): 8% ao ano. Com base nesses dados, é correto afirmar que:

A a margem operacional da empresa é de 40%;
B o giro do ativo operacional da empresa é aproximadamente 1,33;
C a equação de DuPont não é aplicável a empresas com endividamento;
D a análise de indicadores financeiros é isenta de fatores subjetivos;
E o retorno sobre o capital empregado (ROCE) da empresa será maior do que o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE).

A biblioteca Pandas é uma importante biblioteca da linguagem Python utilizada para analisar dados cujos valores comumente estão armazenados em estruturas de duas dimensões, como o data frame. Observe o código Python a seguir. import pandas as pd processo={"id_processo":[1,2,3,4,5,6],"valor_causa":[10, 20,30,40,50,60]} df=pd.DataFrame(processo) Para visualizar as últimas 5 linhas do data frame df, deve-se utilizar o comando:

A print(df.head())
B print(df.tail())
C print(df.info(5))
D print(df.botton(5))
E print(df.display(5))