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Na clínica psicanalítica com idosos acamados ou que dependem da família para acompanhá-los ao tratamento e sustentar seu custeio, torna-se fundamental que o analista crie algum laço com a família; em casos de pacientes internados ou em tratamentos médicos prolongados é importante também um diálogo com o corpo médico. Mesmo quando o idoso é autônomo, apesar da idade avançada, mas depende da família para acompanhá-lo ao analista, é importante promover uma implicação familiar de forma semelhante ao que ocorre na direção do tratamento com

A pacientes alcoolistas.
B crianças e adolescentes.
C adultos assintomáticos.
D adultos psicossomáticos.
E pacientes com transtorno de personalidade borderline .

O estudo sistemático dos pequenos grupos sociais, buscando compreender sua dinâmica, teve início nas décadas de 30 e 40, com Moreno, que iniciou o teatro da espontaneidade que levou ao Psicodrama, e com

A Kurt Lewin, que criou o termo “dinâmica de grupo”.
B Enrique Pichón-Rivière, que criou a “grupoanálise”.
C José Bleger, que criou os “grupos operativos”.
D David E. Zimerman, que criou os “grupos terapêuticos”.
E Wilfred Bion, que criou as “consultas terapêuticas”.

Sob as condições da teoria quantitativa da moeda na equação de trocas, tem-se que

A uma variação positiva na quantidade de moeda levará a uma variação negativa na renda nacional, se sua velocidade de circulação for estável.
B uma política monetária expansionista trará impacto nulo no nível de preços, se o nível do produto e a velocidade de circulação da moeda forem estáveis.
C a multiplicação do estoque de moeda pela sua velocidade de circulação resulta na apuração da renda nominal.
D o pleno emprego faz com que uma política monetária tenha efeito sobre a renda apenas no longo prazo.
E a velocidade de circulação da moeda é instável, o que leva a uma ineficácia da política monetária para influenciar a renda nominal.

Um(a) psicólogo(a) de uma organização, realizou o levantamento e a determinação das necessidades de treinamento para a liderança da empresa, e irá realizar o planejamento desse treinamento. Essa atividade irá requerer um plano que contemple a abordagem de uma necessidade específica de cada vez, além

A da definição clara do objetivo do treinamento; divisão do trabalho em módulos ou ciclos; determinação do conteúdo do treinamento; escolha dos métodos de treinamento; definição dos recursos necessários; local e controle e avaliação dos resultados.
B dos dados da avaliação de desempenho; requisitos básicos para a função de liderança; objetivos da área de treinamento; análise das operações e tarefas; análise do quadro de pessoal; técnicas de liderança e formulário de avaliação de reação.
C da elaboração de indicadores quantitativos e qualitativos; prognóstico de expansão dos cargos de liderança; indicadores de produtividade; escolha da população alvo; treinamento de instrutores: execução de plano piloto e dados para instrução.
D dos indicadores de resultados da área de pessoas; avaliação de nível organizacional; indicadores de clima organizacional; contratação de consultorias; aprovação do Comitê Executivo; indicadores de atendimento ao cliente e programa de bench-marking.
E da aplicação de princípios de aprendizagem; definição de ações pedagógicas com a equipe de colaboradores; definição de capital humano; ações de coaching executivo; mentorias; sistema de autoavaliação e processo de trabalho gerencial.

O Brasil tem enfrentado crises econômicas e sociais, agravadas pela crise sanitária da Covid-19. Como uma de suas consequências houve a ampliação da vulnerabilidade social e, por conseguinte, a necessidade de mais robustez no sistema de proteção social. Nessa linha, o Programa Bolsa Família ganha centralidade e constitui

A programa de transferência de renda do governo federal dirigido a famílias inscritas no Cadastro Único, que unificou outros benefícios de renda condicionados. A seleção dos beneficiários é descentralizada e implementada no nível do município.
B subvenção importante às famílias com renda per capita de até R$ 93,00. Além das famílias com crianças e adolescentes, também acessam esse Programa famílias cuja composição inclui idosos com renda per capita de 1/4 do salário mínimo.
C direito de renda, cuja permanência no Programa depende de condicionalidades em três políticas públicas. São elas: Saúde para pesar e medir as crianças, acompanhando seu desenvolvimento; educação, com obrigatoriedade de 90% de presença para as crianças beneficiárias; e assistência social, com obrigatoriedade de frequentar os serviços de convivência quinzenalmente.
D principal alternativa de enfrentamento à pobreza. O Programa Bolsa Família é destinado a famílias com renda familiar total de até três salários mínimos. A gestão é totalmente de responsabilidade dos municípios, incluindo a articulação com a Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do benefício.
E direito social que deve ter como pressuposto a contrapartida das famílias beneficiadas, até porque na Constituição federal o direito só é considerado se está associado aos deveres. Nessa linha, as condicionalidades devem incluir o comparecimento das mães nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) regularmente a cada quinze dias.

Em que pese a realização de um bom planejamento, os trabalhos do auditor interno não garantem a consecução satisfatória dos objetivos traçados. Esse aspecto está relacionado

A aos procedimentos de auditoria interna.
B aos riscos de auditoria interna.
C à eficiência dos testes realizados.
D ao conhecimento da missão e objetivos estratégicos da entidade.
E aos programas de trabalho de auditoria interna.

Rogério e Giovana mantêm relacionamento afetivo há cerca de quatro anos. Não se casaram e, embora não morem na mesma cidade e não tenham filhos, se apresentam para a sociedade como casal e dividem as despesas para o seu sustento. Esse relacionamento

A não configura união estável, uma vez que a lei exige expressamente, como requisito para a configuração de união estável, que haja coabitação, tornando impossível seu reconhecimento se o casal não residir na mesma residência.
B não configura união estável, uma vez que a lei prevê expressamente o prazo de cinco anos como o período mínimo de convivência para configurar relação de união estável.
C pode configurar união estável se, ausentes impedimentos legais, ficar configurada a convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.
D pode configurar união estável, mas somente se houver o expresso reconhecimento do casal por meio de uma escritura pública devidamente registrada em cartório.
E é considerado união estável independentemente do preenchimento de outros requisitos além da existência de um relacionamento afetivo e de compartilhamento de despesas.

De acordo com o Código Civil, ocorrendo óbito da pessoa, sua herança

A transmite-se, desde logo, aos herdeiros, legítimos e testamentários, independentemente da realização ou conclusão do inventário.
B passa a ser de titularidade do Estado enquanto não ultimado o inventário.
C é transmitida apenas aos herdeiros necessários indicados por lei, sendo ineficaz a indicação de qualquer outra pessoa feita pelo autor da herança em vida.
D transmite-se, desde logo, apenas aos herdeiros testamentários, ao passo que, em relação aos legítimos, a transmissão da herança depende da conclusão do inventário.
E transmite-se, desde logo, apenas aos herdeiros legítimos, ao passo que, em relação aos testamentários, a transmissão da herança depende da conclusão do inventário.

Ernesto se casou com Maria em 2003, no regime de separação de bens, mas vieram a se separar no ano de 2018, sem formalizar judicialmente a separação, tampouco o divórcio. Não tiveram outros relacionamentos estáveis. Ernesto veio a óbito em setembro de 2021, deixando quatro filhos, que teve com Maria. Nessas circunstâncias, em conformidade com as regras estabelecidas no Código Civil quanto ao casamento e à sucessão legítima, a separação de fato

A não coloca fim ao casamento, mas afasta Maria da condição de herdeira de Ernesto, salvo prova de que a convivência se tornou impossível sem sua culpa, de modo que, à falta dessa prova, a herança deve ser dividida em partes iguais somente entre os filhos do casal.
B não coloca fim ao casamento, mas afasta Maria da condição de herdeira de Ernesto, afastando-se ex vi legis qualquer discussão a respeito da culpa, de modo que, a princípio, a herança deve ser dividida em partes iguais somente entre os filhos de Ernesto.
C coloca fim ao casamento e, por este motivo, afasta Maria da condição de herdeira de Ernesto, de modo que a herança deve ser dividida em partes iguais somente entre os filhos do casal.
D não coloca fim ao casamento, de modo que, em qualquer caso, Maria deve ser reconhecida como herdeira de Ernesto e concorrer à herança em partes iguais com os filhos do casal.
E não coloca fim ao casamento, de modo que Maria deve, em qualquer caso, ser reconhecida como herdeira de Ernesto e concorrer com os filhos comuns do casal, cabendo-lhe a metade da herança.

Letícia faleceu, deixando viúvo seu esposo Luiz, com o qual foi casada por vinte anos, no regime da comunhão parcial, sem jamais dele se separar, de fato ou judicialmente. De acordo com a ordem de vocação hereditária prevista no Código Civil, em relação aos bens particulares de Letícia, Luiz

A é o único herdeiro de Letícia e tem direito à integralidade da herança deixada, independentemente da existência de descendentes ou ascendentes de Letícia.
B é herdeiro e concorre com os descendentes de Letícia, se houver, ou, ainda, na falta destes, com eventuais ascendentes vivos, somente ficando com a integralidade da herança se Letícia não tiver deixado descendentes nem ascendentes vivos.
C não é considerado herdeiro da autora da herança, a não ser que seja contemplado, por testamento; se não houver testamento, a herança deve ser dividida somente entre os eventuais descendentes de Letícia.
D é herdeiro e concorre com os descendentes de Letícia, desde que sejam seus herdeiros também.
E é herdeiro e nunca concorre com os ascendentes vivos de Letícia, mesmo que esta não tenha deixado descendentes.