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Determinada empresa, ao final do exercício de 2023, apresentou uma redução de R$ 50.000 em seu Patrimônio Líquido. Diversos eventos podem influenciar a composição do Patrimônio Líquido, cada um com diferentes impactos. Considere as seguintes situações que ocorreram durante o ano de 2023:

1. A empresa utilizou reservas para compensar prejuízos acumulados.
2. A empresa reverteu reservas estatutárias para a conta de lucros acumulados.
3. A empresa vendeu ações próprias, mantidas em tesouraria, pelo valor de aquisição.
4. A empresa reverteu a Reserva de Lucros a Realizar para a conta Dividendos a pagar.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o(s) evento(s) que pode(m) ter causado a redução do Patrimônio Líquido dessa empresa em 2023.

A Apenas os eventos 1 e 2.
B Apenas o evento 1.
C Apenas o evento 3.
D Apenas o evento 4.
E Apenas os eventos 3 e 4.
Texto associado
Como a consciência pode ter evoluído para beneficiar a sociedade, não os indivíduos

Peter W Halligan e David A Oakley

Por que a experiência da consciência evoluiu a partir da nossa fisiologia cerebral subjacente? Apesar de ser uma área empolgante da neurociência, as pesquisas atuais sobre a consciência são caracterizadas por divergências e controvérsias. Existe uma disputa entre uma série de teorias concorrentes. [...]

Perigos da intuição

As principais crenças intuitivas – por exemplo, que nossos processos mentais são distintos dos nossos corpos físicos (dualismo mente-corpo) e que os nossos processos mentais dão origem e controlam as nossas decisões e ações (causalidade mental) – são reforçadas por uma vida inteira de experiências subjetivas.
Estas crenças são encontradas em todas as culturas humanas. São importantes porque servem como crenças fundamentais para a maioria das democracias liberais e dos sistemas de justiça criminal. Elas são resistentes a contraprovas. Isto porque são fortemente validadas por conceitos sociais e culturais como o livre-arbítrio, os direitos humanos, a democracia, a justiça e a responsabilidade moral. Todos esses conceitos pressupõem que a consciência desempenha uma influência controladora central.
A intuição, no entanto, é um processo cognitivo automático que evoluiu para fornecer explicações e previsões rápidas e confiáveis. Na verdade, ela faz isso sem a necessidade de sabermos como ou por que sabemos disso. Os resultados da intuição moldam, portanto, a forma como percebemos e explicamos nosso mundo cotidiano, sem a necessidade de uma reflexão extensa ou de explicações analíticas formais.
Embora úteis e cruciais para muitas atividades cotidianas, as crenças intuitivas podem estar erradas. E também podem interferir na alfabetização científica. [...]
O problema para os modelos científicos de consciência continua a ser acomodar estas explicações intuitivas dentro de uma estrutura materialista consistente com as descobertas da neurociência. Embora não haja uma explicação científica atual sobre como o tecido cerebral gera ou mantém a experiência subjetiva, o consenso entre (a maioria dos) neurocientistas é que ela é um produto de processos cerebrais.

Propósito social

Se for esse o caso, por que a consciência, definida como percepção subjetiva, evoluiu?
A consciência provavelmente evoluiu como parte da evolução do sistema nervoso. De acordo com várias teorias, a principal função adaptativa (proporcionar ao organismo vantagens reprodutivas e de sobrevivência) da consciência é tornar possível o movimento volitivo. E a volição é algo que, em última análise, associamos à vontade, ao arbítrio e à individualidade. Portanto, é fácil pensar que a consciência evoluiu para nos beneficiar como indivíduos.
Mas argumentamos que a consciência pode ter evoluído para facilitar funções adaptativas sociais fundamentais. Em vez de ajudar os indivíduos a sobreviver, ela evoluiu para nos ajudar a transmitir as nossas ideias e sentimentos vivenciados para o resto do mundo. E isto pode beneficiar a sobrevivência e o bem-estar da espécie como um todo.
A ideia se encaixa no novo pensamento sobre genética. Embora a ciência evolucionista se concentre tradicionalmente nos genes individuais, há um reconhecimento cada vez maior de que a seleção natural entre os humanos opera em vários níveis. Por exemplo, a cultura e a sociedade influenciam características transmitidas entre gerações – valorizamos algumas mais do que outras.
No centro da nossa explicação, está a ideia de que a sociabilidade [...] é uma estratégia de sobrevivência fundamental que influencia a forma como o cérebro e a cognição evoluem.
Adotando esta estrutura social evolutiva, nós propomos que a percepção subjetiva carece de qualquer capacidade independente de influenciar causalmente outros processos ou ações psicológicas. [...] Afirmar que a percepção subjetiva não tem influência causal não significa negar a realidade da experiência subjetiva ou afirmar que a experiência é uma ilusão. [...]
Na verdade, é justamente devido ao valor que damos a estas experiências que os relatos intuitivos permanecem convincentes e difundidos nos sistemas de organização social e jurídica e na psicologia.
Apesar de ser contraintuitivo atribuir arbítrio e responsabilidade pessoal a um conjunto biológico de células nervosas, faz sentido que construções sociais altamente valorizadas, como o livre-arbítrio, a verdade, a honestidade e a justiça, possam ser atribuídas de forma significativa aos indivíduos como pessoas responsáveis numa comunidade social.
Pense nisso. Embora estejamos profundamente arraigados à nossa natureza biológica, a nossa natureza social é amplamente definida por nossos papéis e interações na sociedade. Dessa forma, a arquitetura mental da mente deve estar fortemente adaptada para a troca e recepção de informações, ideias e sentimentos. [...]
Para se chegar a uma explicação mais científica para a percepção subjetiva, é necessário aceitar que a biologia e a cultura trabalham coletivamente para moldar a forma como os cérebros evoluem. [...]

Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9xwge33zko. Acesso em: 05 ago. 2024.

Considerando os processos de formação de palavras, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. No trecho “[...] nossos processos mentais são distintos dos nossos corpos físicos ( dualismo mente-corpo ) [...]”, “dualismo” formou-se por derivação sufixal, enquanto “mente-corpo”, por composição por justaposição.
II. Em “[...] estas explicações intuitivas dentro de uma estrutura materialista consistente com as descobertas da neurociência .”, os termos destacados originaram-se mediante um mesmo processo de formação de palavras.
III. No trecho “Dessa forma, a arquitetura mental da mente deve estar fortemente adaptada [...]”, os termos destacados apresentam sufixos nominais.
IV. Em “Apesar de ser contraintuitivo atribuir arbítrio e responsabilidade pessoal a um conjunto biológico de células nervosas [...]”, o termo destacado formou-se por composição por justaposição.
V. No trecho “Em vez de ajudar os indivíduos a sobreviver , ela evoluiu para nos ajudar [...]”, o verbo destacado formou-se por derivação prefixal.

A Apenas I, II e III.
B Apenas II, III e IV.
C Apenas II e IV.
D Apenas I e V.
E Apenas I, IV e V.
Texto associado
Como a consciência pode ter evoluído para beneficiar a sociedade, não os indivíduos

Peter W Halligan e David A Oakley

Por que a experiência da consciência evoluiu a partir da nossa fisiologia cerebral subjacente? Apesar de ser uma área empolgante da neurociência, as pesquisas atuais sobre a consciência são caracterizadas por divergências e controvérsias. Existe uma disputa entre uma série de teorias concorrentes. [...]

Perigos da intuição

As principais crenças intuitivas – por exemplo, que nossos processos mentais são distintos dos nossos corpos físicos (dualismo mente-corpo) e que os nossos processos mentais dão origem e controlam as nossas decisões e ações (causalidade mental) – são reforçadas por uma vida inteira de experiências subjetivas.
Estas crenças são encontradas em todas as culturas humanas. São importantes porque servem como crenças fundamentais para a maioria das democracias liberais e dos sistemas de justiça criminal. Elas são resistentes a contraprovas. Isto porque são fortemente validadas por conceitos sociais e culturais como o livre-arbítrio, os direitos humanos, a democracia, a justiça e a responsabilidade moral. Todos esses conceitos pressupõem que a consciência desempenha uma influência controladora central.
A intuição, no entanto, é um processo cognitivo automático que evoluiu para fornecer explicações e previsões rápidas e confiáveis. Na verdade, ela faz isso sem a necessidade de sabermos como ou por que sabemos disso. Os resultados da intuição moldam, portanto, a forma como percebemos e explicamos nosso mundo cotidiano, sem a necessidade de uma reflexão extensa ou de explicações analíticas formais.
Embora úteis e cruciais para muitas atividades cotidianas, as crenças intuitivas podem estar erradas. E também podem interferir na alfabetização científica. [...]
O problema para os modelos científicos de consciência continua a ser acomodar estas explicações intuitivas dentro de uma estrutura materialista consistente com as descobertas da neurociência. Embora não haja uma explicação científica atual sobre como o tecido cerebral gera ou mantém a experiência subjetiva, o consenso entre (a maioria dos) neurocientistas é que ela é um produto de processos cerebrais.

Propósito social

Se for esse o caso, por que a consciência, definida como percepção subjetiva, evoluiu?
A consciência provavelmente evoluiu como parte da evolução do sistema nervoso. De acordo com várias teorias, a principal função adaptativa (proporcionar ao organismo vantagens reprodutivas e de sobrevivência) da consciência é tornar possível o movimento volitivo. E a volição é algo que, em última análise, associamos à vontade, ao arbítrio e à individualidade. Portanto, é fácil pensar que a consciência evoluiu para nos beneficiar como indivíduos.
Mas argumentamos que a consciência pode ter evoluído para facilitar funções adaptativas sociais fundamentais. Em vez de ajudar os indivíduos a sobreviver, ela evoluiu para nos ajudar a transmitir as nossas ideias e sentimentos vivenciados para o resto do mundo. E isto pode beneficiar a sobrevivência e o bem-estar da espécie como um todo.
A ideia se encaixa no novo pensamento sobre genética. Embora a ciência evolucionista se concentre tradicionalmente nos genes individuais, há um reconhecimento cada vez maior de que a seleção natural entre os humanos opera em vários níveis. Por exemplo, a cultura e a sociedade influenciam características transmitidas entre gerações – valorizamos algumas mais do que outras.
No centro da nossa explicação, está a ideia de que a sociabilidade [...] é uma estratégia de sobrevivência fundamental que influencia a forma como o cérebro e a cognição evoluem.
Adotando esta estrutura social evolutiva, nós propomos que a percepção subjetiva carece de qualquer capacidade independente de influenciar causalmente outros processos ou ações psicológicas. [...] Afirmar que a percepção subjetiva não tem influência causal não significa negar a realidade da experiência subjetiva ou afirmar que a experiência é uma ilusão. [...]
Na verdade, é justamente devido ao valor que damos a estas experiências que os relatos intuitivos permanecem convincentes e difundidos nos sistemas de organização social e jurídica e na psicologia.
Apesar de ser contraintuitivo atribuir arbítrio e responsabilidade pessoal a um conjunto biológico de células nervosas, faz sentido que construções sociais altamente valorizadas, como o livre-arbítrio, a verdade, a honestidade e a justiça, possam ser atribuídas de forma significativa aos indivíduos como pessoas responsáveis numa comunidade social.
Pense nisso. Embora estejamos profundamente arraigados à nossa natureza biológica, a nossa natureza social é amplamente definida por nossos papéis e interações na sociedade. Dessa forma, a arquitetura mental da mente deve estar fortemente adaptada para a troca e recepção de informações, ideias e sentimentos. [...]
Para se chegar a uma explicação mais científica para a percepção subjetiva, é necessário aceitar que a biologia e a cultura trabalham coletivamente para moldar a forma como os cérebros evoluem. [...]

Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9xwge33zko. Acesso em: 05 ago. 2024.

Assinale a alternativa em que, ao se pluralizar os termos destacados, o verbo mantém-se no singular, obedecendo à norma-padrão.

A “Existe uma disputa entre uma série de teorias concorrentes.”
B “ O problema para os modelos científicos de consciência continua a ser [...].”
C “Embora não haja uma explicação científica atual [...].”
D “[...] o tecido cerebral [...] mantém a experiência subjetiva [...].”
E “No centro da nossa explicação, está a ideia [...].”
Texto associado
Como a consciência pode ter evoluído para beneficiar a sociedade, não os indivíduos

Peter W Halligan e David A Oakley

Por que a experiência da consciência evoluiu a partir da nossa fisiologia cerebral subjacente? Apesar de ser uma área empolgante da neurociência, as pesquisas atuais sobre a consciência são caracterizadas por divergências e controvérsias. Existe uma disputa entre uma série de teorias concorrentes. [...]

Perigos da intuição

As principais crenças intuitivas – por exemplo, que nossos processos mentais são distintos dos nossos corpos físicos (dualismo mente-corpo) e que os nossos processos mentais dão origem e controlam as nossas decisões e ações (causalidade mental) – são reforçadas por uma vida inteira de experiências subjetivas.
Estas crenças são encontradas em todas as culturas humanas. São importantes porque servem como crenças fundamentais para a maioria das democracias liberais e dos sistemas de justiça criminal. Elas são resistentes a contraprovas. Isto porque são fortemente validadas por conceitos sociais e culturais como o livre-arbítrio, os direitos humanos, a democracia, a justiça e a responsabilidade moral. Todos esses conceitos pressupõem que a consciência desempenha uma influência controladora central.
A intuição, no entanto, é um processo cognitivo automático que evoluiu para fornecer explicações e previsões rápidas e confiáveis. Na verdade, ela faz isso sem a necessidade de sabermos como ou por que sabemos disso. Os resultados da intuição moldam, portanto, a forma como percebemos e explicamos nosso mundo cotidiano, sem a necessidade de uma reflexão extensa ou de explicações analíticas formais.
Embora úteis e cruciais para muitas atividades cotidianas, as crenças intuitivas podem estar erradas. E também podem interferir na alfabetização científica. [...]
O problema para os modelos científicos de consciência continua a ser acomodar estas explicações intuitivas dentro de uma estrutura materialista consistente com as descobertas da neurociência. Embora não haja uma explicação científica atual sobre como o tecido cerebral gera ou mantém a experiência subjetiva, o consenso entre (a maioria dos) neurocientistas é que ela é um produto de processos cerebrais.

Propósito social

Se for esse o caso, por que a consciência, definida como percepção subjetiva, evoluiu?
A consciência provavelmente evoluiu como parte da evolução do sistema nervoso. De acordo com várias teorias, a principal função adaptativa (proporcionar ao organismo vantagens reprodutivas e de sobrevivência) da consciência é tornar possível o movimento volitivo. E a volição é algo que, em última análise, associamos à vontade, ao arbítrio e à individualidade. Portanto, é fácil pensar que a consciência evoluiu para nos beneficiar como indivíduos.
Mas argumentamos que a consciência pode ter evoluído para facilitar funções adaptativas sociais fundamentais. Em vez de ajudar os indivíduos a sobreviver, ela evoluiu para nos ajudar a transmitir as nossas ideias e sentimentos vivenciados para o resto do mundo. E isto pode beneficiar a sobrevivência e o bem-estar da espécie como um todo.
A ideia se encaixa no novo pensamento sobre genética. Embora a ciência evolucionista se concentre tradicionalmente nos genes individuais, há um reconhecimento cada vez maior de que a seleção natural entre os humanos opera em vários níveis. Por exemplo, a cultura e a sociedade influenciam características transmitidas entre gerações – valorizamos algumas mais do que outras.
No centro da nossa explicação, está a ideia de que a sociabilidade [...] é uma estratégia de sobrevivência fundamental que influencia a forma como o cérebro e a cognição evoluem.
Adotando esta estrutura social evolutiva, nós propomos que a percepção subjetiva carece de qualquer capacidade independente de influenciar causalmente outros processos ou ações psicológicas. [...] Afirmar que a percepção subjetiva não tem influência causal não significa negar a realidade da experiência subjetiva ou afirmar que a experiência é uma ilusão. [...]
Na verdade, é justamente devido ao valor que damos a estas experiências que os relatos intuitivos permanecem convincentes e difundidos nos sistemas de organização social e jurídica e na psicologia.
Apesar de ser contraintuitivo atribuir arbítrio e responsabilidade pessoal a um conjunto biológico de células nervosas, faz sentido que construções sociais altamente valorizadas, como o livre-arbítrio, a verdade, a honestidade e a justiça, possam ser atribuídas de forma significativa aos indivíduos como pessoas responsáveis numa comunidade social.
Pense nisso. Embora estejamos profundamente arraigados à nossa natureza biológica, a nossa natureza social é amplamente definida por nossos papéis e interações na sociedade. Dessa forma, a arquitetura mental da mente deve estar fortemente adaptada para a troca e recepção de informações, ideias e sentimentos. [...]
Para se chegar a uma explicação mais científica para a percepção subjetiva, é necessário aceitar que a biologia e a cultura trabalham coletivamente para moldar a forma como os cérebros evoluem. [...]

Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9xwge33zko. Acesso em: 05 ago. 2024.

Dentre as expressões destacadas nas seguintes alternativas, a que desempenha a mesma função sintática do termo sublinhado em “Elas são resistentes a contraprovas .” é

A “[...] as pesquisas atuais sobre a consciência são caracterizadas por divergências e controvérsias ”.
B “[...] sem a necessidade de uma reflexão extensa ou de explicações analíticas formais”.
C “E também podem interferir na alfabetização científica” .
D “[...] a principal função adaptativa (proporcionar ao organismo vantagens reprodutivas e de sobrevivência) da consciência é tornar possível o movimento volitivo”.
E “Dessa forma, a arquitetura mental da mente deve estar fortemente adaptada [...]”.

Para evitar invasões ou fraudes, um sistema de dados do Ministério Público foi protegido por uma senha numérica com sete dígitos, todos distintos. Sobre tais dígitos, sabe-se que todos os algarismos são múltiplos de 2 ou de 3 e que tanto o primeiro quanto o último dígito são números ímpares. Diante dessas informações, determine o número máximo de tentativas que devem ser feitas para descobrir a senha desse sistema.

A 5040
B 240
C 120
D 720
E 1440

Alguns autores psicanalíticos investigam e desenvolvem teorias acerca do processo de adoção. Em relação a esse tema e às discussões apresentadas pelos autores, assinale a alternativa correta.

A Na adoção, a ruptura com a família biológica deve ser minimizada, e os pais adotivos devem evitar discutir qualquer aspecto do passado da criança para facilitar a adaptação.
B A construção de novos laços afetivos na adoção deve ocorrer rapidamente para ajudar a criança a se ajustar ao novo ambiente familiar.
C O suporte emocional contínuo e a compreensão das experiências passadas da criança são fundamentais para a formação de vínculos seguros com a nova família.
D As regras e rotinas rígidas são essenciais para a adaptação da criança adotada, pois estabelecem uma estrutura clara que facilita a integração.
E Manter contato constante com os antigos cuidadores do abrigo é crucial para proporcionar à criança um sentimento de continuidade e segurança.

Uma psicóloga clínica está atendendo uma adolescente de 16 anos. Nas sessões de psicoterapia, a adolescente revelou detalhes sobre sua relação com as amigas, seus relacionamentos amorosos e dificuldades relacionadas à autoestima, sem apresentar risco ou sintomas graves. Disse também que estava sendo bom ter um espaço para falar sobre tudo isso, já que não consegue se abrir com os pais. Após algum tempo de psicoterapia, os pais da adolescente procuraram a psicóloga e disseram que desejam saber sobre o que está acontecendo na vida da filha, para poderem ajudá-la. Maysa não pode intervir, mesmo que o serviço seja multiprofissional e a intervenção faça parte da metodologia adotada.

Considerando esse cenário e as diretrizes do Código de Ética Profissional do Psicólogo, assinale a alternativa que apresenta uma conduta adequada.

A Visto que se trata de uma menor de idade, a psicóloga deve colocar os responsáveis a par dos conteúdos que estão sendo trabalhados nas sessões.
B A psicóloga deve garantir a confidencialidade das informações compartilhadas pela paciente durante as sessões, comunicando aos pais o estritamente essencial para promover medidas em benefício da adolescente.
C Na situação descrita, existe conflito entre o princípio de confidencialidade e os princípios fundamentais do Código de Ética; portanto, é permitida uma quebra de sigilo.
D A psicóloga deve redigir um relatório psicológico, a fim de apresentar aos pais quais estão sendo os resultados da psicoterapia.
E A psicóloga deve encerrar o atendimento caso a adolescente não concorde em compartilhar os conteúdos das sessões com os pais, pois os responsáveis têm o direito de estar informados sobre a psicoterapia.

As técnicas de entrevista psicológica são uma das ferramentas fundamentais no trabalho do psicólogo. Considerando as principais teorias sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA.

A A entrevista psicológica vai além de uma simples coleta de informações, é um encontro humano. Portanto, deve ser criado um ambiente acolhedor, de confiança e segurança.
B A entrevista psicológica tem sempre como objetivo uma avaliação diagnóstica.
C A qualidade da comunicação entre entrevistador e entrevistado é central, envolvendo não apenas a escuta das palavras, mas a observação de gestos, expressões faciais e outras formas de comunicação não verbal.
D Uma escuta de qualidade por parte do psicólogo envolve um equilíbrio entre neutralidade técnica e implicação emocional.
E Bleger, um dos principais teóricos sobre o tema, entende a entrevista como um processo dinâmico, em que o entrevistador deve ser capaz de ajustar suas perguntas e intervenções com base no que é revelado pelo paciente, sem seguir rigidamente um roteiro.

Em um experimento secreto, três androides idênticos: Alfa, Lambda e Sigma, dotados de inteligência artificial, foram testados exaustivamente. Após várias baterias de testes, foi possível perceber que duas das três máquinas adquiriram grande autonomia e eram capazes de mentir, enquanto a terceira máquina seguia falando apenas a verdade. Diante desse fato, novos testes deveriam ser conduzidos em um espaço com melhor tecnologia. Infelizmente, durante o transporte, os androides acabaram sendo misturados e não se sabia qual, entre eles, era qual. Dispostos lado a lado, cada androide fez uma declaração:

• a máquina da esquerda disse “Eu sou Alfa”;
• a máquina do centro disse “Eu não sou Alfa”;
• a máquina da direita disse “Eu não sou Sigma”.

Se os androides que têm capacidade de mentir fizeram afirmações falsas, então, é correto afirmar que

A a máquina do centro é Sigma.
B Lambda mente e Alfa mente.
C Alfa está à direita ou Sigma mente.
D Lambda mente e está à esquerda.
E a ordem das máquinas, da esquerda para a direita, é: Alfa, Lambda e Sigma.

Em uma repartição pública, cinco pessoas esperam para ser atendidas: Karla, Luís, Marcelo, Pedro e Tania. A ordem de atendimento dessas cinco pessoas em fila determina que:

• Karla será atendida antes de Marcelo;
• Tania será atendida imediatamente após Marcelo;
• Luís não será um dos três últimos a ser atendido;
• Pedro será atendido antes que Karla.

Dessa forma, entre essas cinco pessoas, as duas primeiras a serem atendidas serão:

A Luís e Pedro.
B Karla e Luís.
C Karla e Marcelo.
D Luís e Tania.
E Marcelo e Pedro