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56 Uma cientista de dados necessita gerar um número randômico entre 1 e 15 na linguagem Python. Assinale a alternativa que apresenta o código correto que essa cientista de dados deve escrever.

A init{
from random import randint
print (randint(1, 15))}
B from random import randint
print (randint(1, 15))
C import random;
print (randint(1, 15));
D import random
print (random(1, 15))
E from random import randnum
print (randnum(1, 15))

Assinale a alternativa que apresenta o código Python que implementa corretamente uma função para o cálculo da área de um retângulo, bem como o código que imprime o seu resultado.

A def area_retangulo(comp, larg){
return comp * larg}
print(' A área é ' +
area_retangulo (2,4))
B func area_retangulo(comp, larg):
return comp * larg
print(' A área é ' ||
area_retangulo (2,4))
C def area_retangulo(comp, larg)(
return comp * larg);
print(' A área é {}' .format
(area_retangulo (2,4)))
D func area_retangulo(comp, larg):
return comp * larg;
println(' A área é ' +
area_retangulo (2,4))
E def area_retangulo(comp, larg):
return comp * larg
print(' A área é {}' .format
(area_retangulo (2,4)))
Texto associado
Posfácio do livro Rio em Shamas (2016), de Anderson França, Dinho

Rafael Dragaud

NÃO PIRA! Foi com esse conselho, há cerca de seis anos, que começou minha história com o Dinho. Colaborávamos na mesma instituição social e vez ou outra nos esbarrávamos numa reunião, ele sempre ostensivamente calado. Por algum motivo da ordem do encosto, no sentido macumbeirístico mesmo, ou cumplicidade de gordos, vimos um no outro um elo possível de troca.
Ele então começou a me enviar milhões de textos que eram uma mistura frenética de sonhos, pseudorroteiros cinematográficos, pedidos de desculpas, posts-denúncias, listas de exigências de sequestrador, tudo num fluxo insano de criação, que ele mesmo dizia que um dia iria sufocá-lo de vez — o que me fez proferir o dito conselho.
O fato é que um dia passei em frente ao notebook dele e lá estava a tela quase inteiramente coberta de post-its, todos iguais, escritos: NÃO PIRA. E ele então me confidenciou: Cara, você resolveu minha vida. Eu só não posso pirar! É isso!
Esse episódio obviamente fala muito mais sobre essa característica de esponja afetointelectual dele do que sobre alguma qualidade do meu conselho. E foi sendo assim, esponja que se enche e se comprime (deixando desaguar seus textos em redes sociais), que foi surgindo um escritor muito especial. Especial não pra mãe dele ou pra Su (a santa), mas para a cidade do Rio de Janeiro.
Com uma voz e um estilo absolutamente singulares, Dinho flerta com a narrativa do fluxo do pensamento, o que poderia gerar textos apenas egoicos e herméticos, eventualmente mais valiosos pra ele do que para o leitor. Mas sei lá como, seus textos conciliam esse jeitão com uma relevância quase política, pois jogam luz sobre partes da cidade que merecem ser mais vistas, mais percebidas, e até mesmo mais problematizadas.
Dinho “vê coisas”. E, consequentemente, tem o que dizer. Não só sobre o subúrbio, suas ruas, seus personagens e seus modos, numa linhagem Antônio Maria ou João do Rio, mas muitas vezes também sobre bairros já enjoativos, de tão submersos em clichês, como o tão adorado-odiado Leblon. Seu “olhar de estrangeiro” revela estranhas entranhas da Zona Sul do Rio de Janeiro. O fato é que, com este livro, a cidade fica muito maior, mais plural e consequentemente mais justa.
Espero que este seja apenas o primeiro de uma série. Se é que posso dar mais algum conselho, o único que me ocorre ao vê-lo escrevendo hoje em dia é: NÃO PARE!

FRANÇA, Anderson. Rio em Shamas . Rio de Janeiro: Objetiva, 2016.

Assinale a alternativa que apresenta uma função do texto.

A Ressaltar o aspecto egoico e hermético dos textos de Dinho.
B Destacar que Rafael Dragaud foi um bom conselheiro.
C Exemplificar a importância de “não pirar” diante de uma situação estressante.
D Avaliar positivamente o livro e seu autor.
E Relatar a história de amizade entre Dinho e Rafael Dragaud.

Na PL/SQL, os packages, também chamados de pacotes, são programas que funcionam como repositório para agrupar vários objetos do tipo procedure e function. Um profissional de tecnologia da informação, que necessita criar um package, deve saber que as duas partes que compõem um package da PL/SQL são:

A public e private.
B read e write.
C declare e cursor.
D function e procedure.
E specification e body.

In Python, the statement 'for loop' is used for iterating over a sequence. Considering that, choose the correct alternative that presents a proper example concerning the use of 'for loop' in Python.

A for x = ["John", "Sophie", "Junior"]:
print(x)
B array (["John"],["Sophie"],["Junior"])
for each i = 0 to array[i]
print (array[i])
C names = ["John", "Sophie", "Junior"]
for x in names:
print(x)
D names =
{{"John"}, {"Sophie"}, {"Junior"}}
for x in names:
print(names)
E array.names("John", "Sophie", "Junior")
for x print(names[x]):
end for:

Os formatos de tabela OLAP referem-se a estruturas de tabela multidimensionais, normalmente empregadas em sistemas de Data Warehouse. Assim, os dados são representados em estruturas. Um profissional de tecnologia da informação necessita montar uma dessas estruturas as quais recebem o nome de

A filas.
B pilhas.
C cubos.
D matrizes.
E vetores.

4.000 cientistas foram entrevistados a respeito da decisão da União Astronômica Internacional em rebaixar Plutão para um planeta-anão. Todos os entrevistados responderam ao questionamento com uma das alternativas, sim ou não, nunca com ambas. Os resultados dessa pesquisa apontaram que: 2.250 cientistas responderam sim, 2.850 cientistas são mulheres ou responderam sim e 1.900 cientistas são homens e responderam sim. Entre os cientistas entrevistados, é correto afirmar que

A 3.400 cientistas são homens.
B 350 cientistas são mulheres.
C 250 homens responderam não ao questionamento.
D 1.900 mulheres responderam não ao questionamento.
E 1.500 homens responderam sim ao questionamento.
Texto associado
Posfácio do livro Rio em Shamas (2016), de Anderson França, Dinho

Rafael Dragaud

NÃO PIRA! Foi com esse conselho, há cerca de seis anos, que começou minha história com o Dinho. Colaborávamos na mesma instituição social e vez ou outra nos esbarrávamos numa reunião, ele sempre ostensivamente calado. Por algum motivo da ordem do encosto, no sentido macumbeirístico mesmo, ou cumplicidade de gordos, vimos um no outro um elo possível de troca.
Ele então começou a me enviar milhões de textos que eram uma mistura frenética de sonhos, pseudorroteiros cinematográficos, pedidos de desculpas, posts-denúncias, listas de exigências de sequestrador, tudo num fluxo insano de criação, que ele mesmo dizia que um dia iria sufocá-lo de vez — o que me fez proferir o dito conselho.
O fato é que um dia passei em frente ao notebook dele e lá estava a tela quase inteiramente coberta de post-its, todos iguais, escritos: NÃO PIRA. E ele então me confidenciou: Cara, você resolveu minha vida. Eu só não posso pirar! É isso!
Esse episódio obviamente fala muito mais sobre essa característica de esponja afetointelectual dele do que sobre alguma qualidade do meu conselho. E foi sendo assim, esponja que se enche e se comprime (deixando desaguar seus textos em redes sociais), que foi surgindo um escritor muito especial. Especial não pra mãe dele ou pra Su (a santa), mas para a cidade do Rio de Janeiro.
Com uma voz e um estilo absolutamente singulares, Dinho flerta com a narrativa do fluxo do pensamento, o que poderia gerar textos apenas egoicos e herméticos, eventualmente mais valiosos pra ele do que para o leitor. Mas sei lá como, seus textos conciliam esse jeitão com uma relevância quase política, pois jogam luz sobre partes da cidade que merecem ser mais vistas, mais percebidas, e até mesmo mais problematizadas.
Dinho “vê coisas”. E, consequentemente, tem o que dizer. Não só sobre o subúrbio, suas ruas, seus personagens e seus modos, numa linhagem Antônio Maria ou João do Rio, mas muitas vezes também sobre bairros já enjoativos, de tão submersos em clichês, como o tão adorado-odiado Leblon. Seu “olhar de estrangeiro” revela estranhas entranhas da Zona Sul do Rio de Janeiro. O fato é que, com este livro, a cidade fica muito maior, mais plural e consequentemente mais justa.
Espero que este seja apenas o primeiro de uma série. Se é que posso dar mais algum conselho, o único que me ocorre ao vê-lo escrevendo hoje em dia é: NÃO PARE!

FRANÇA, Anderson. Rio em Shamas . Rio de Janeiro: Objetiva, 2016.

Sobre o uso das aspas no texto, assinale a alternativa correta.

A Em “olhar de estrangeiro”, as aspas indicam que se trata de uma citação.
B Em “olhar de estrangeiro”, as aspas indicam que Dinho não é de fato um estrangeiro no Brasil.
C Em “olhar de estrangeiro” as aspas sinalizam que a expressão é um estrangeirismo.
D Em “vê coisas”, as aspas sinalizam que a expressão é uma gíria.
E Em “vê coisas”, as aspas indicam que as coisas vistas por Dinho são da ordem do sobrenatural.

Um administrador de banco de dados do MJSP disparou os comandos SQL ANSI GRANT e REVOKE em um banco de dados. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a função desses comandos.

A Com o comando GRANT, o administrador de banco de dados criou algum usuário, enquanto, com o comando REVOKE, ele excluiu algum usuário.
B Com o comando GRANT, o administrador do banco de dados criou alguma TRIGGER, enquanto, com o comando REVOKE, ele excluiu alguma TRIGGER do banco de dados.
C Com o comando GRANT, o administrador de banco de dados garantiu que o usuário pudesse criar outro usuário, enquanto, com o comando REVOKE, ele excluiu essa permissão de algum usuário.
D Com o comando GRANT, o administrador de banco de dados gravou transações no banco de dados, enquanto, com o comando REVOKE, ele cancelou as transações.
E Com o comando GRANT, o administrador de banco de dados deu acesso a algum objeto do banco para algum usuário, enquanto, com o comando REVOKE, ele retirou o acesso de algum objeto para algum usuário.

A compound subject is a sentence that has two or more nouns used as subjects which are joined by the conjunction "and." Choose the correct alternative that presents a sentence containing a compound subject.

A Computers and applications are widespread.
B Computers are fast and accessible.
C Applications are user-friendly for dummies.
D Programmers are happy when coding their apps.
E The data scientist is the professional of the future.