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Estudos divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) mostram que, só no ano de 2010, 50 milhões de pessoas no mundo sobreviveram a acidentes de trânsito com algum traumatismo ou ferida. Se nada for feito, a estimativa é de que teremos 1,9 milhão de mortes no trânsito em 2020 e 2,4 milhões em 2030. (www.sbotrj.com.br. Adaptado) O texto estabelece uma relação entre

A traumatismo ou ferida e seus tratamentos.
B acidentes de trânsito e suas causas.
C mortes no trânsito e suas repercussões.
D mortes no trânsito e suas formas de prevenção.
E acidentes de trânsito e suas consequências.

Estudos divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) mostram que, só no ano de 2010, 50 milhões de pessoas no mundo sobreviveram a acidentes de trânsito com algum traumatismo ou ferida. Se nada for feito, a estimativa é de que teremos 1,9 milhão de mortes no trânsito em 2020 e 2,4 milhões em 2030. (www.sbotrj.com.br. Adaptado) A expressão “Se nada for feito” pode ser substituída, sem alteração de sentido e conforme a norma-padrão da língua, por

A Apesar de nada ser feito.
B Pois que nada foi feito.
C Portanto nada fosse feito.
D Caso nada seja feito.
E Segundo nada seria feito.

Assinale a alternativa em que a concordância das palavras está de acordo com a norma-padrão.

A As mortes causadas por acidentes são muito preocupante.
B Acidentes de trânsito deixam um grande número de feridos.
C São essenciais que os motoristas dirijam com mais cautela.
D Foi estabelecido uma estimativa quanto ao número de acidentados.
E Poderão haver muitos mais vítimas de trânsito se nada for feito.

Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou as redes sociais do celular A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.” Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir" nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos. Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line. Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”. (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado) Justin Rosenstein apagou as redes sociais do celular porque elas A expressão destacada em “A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos” (1° parágrafo) pode ser substituída, com o sentido preservado, por

A até que.
B quando.
C onde.
D tanto que.
E embora.

Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está empregado corretamente.

A O garoto gosta de assistir à desenhos animados.
B O garoto prefere desenhos animados à filmes ou jogos.
C O garoto passou o sábado assistindo à televisão.
D O garoto perguntou à seu amigo se ele queria ver TV.
E O garoto prefere ver desenhos à brincar na rua.

Geovani Martins: como a favela me fez escritor Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança. Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento. A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas. (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado) Geovani Martins conta que seu livro é resultado de

A sua vivência pessoal em diferentes favelas.
B uma imaginação sem paralelo com a realidade.
C histórias que leu quando ainda era criança.
D uma reescrita de livros de autores eruditos.
E leituras de estudos realizados por intelectuais.

Geovani Martins: como a favela me fez escritor Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança. Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento. A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas. (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado) Para o autor, consumir

A é um benefício pouco acessível a moradores de favelas.
B significa produzir itens que classifica como supérfluos.
C restringe-se a adquirir produtos produzidos por multinacionais.
D envolve comprar produtos industrializados e apreciar arte.
E equivale a rejeitar a influência da cultura estrangeira.

Geovani Martins: como a favela me fez escritor Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança. Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento. A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas. (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado) Uma das características das favelas para a qual o autor chama a atenção é a

A precariedade do saneamento.
B desigualdade econômica.
C ausência de segurança.
D diversidade cultural.
E falta de opções de lazer.

Geovani Martins: como a favela me fez escritor Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança. Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento. A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas. (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado) Uma expressão empregada com sentido figurado está destacada em negrito na alternativa:

A ... os filmes e as séries de sucesso mundial. (3° parágrafo)
B ... cultura pop que faz a cabeça dos jovens... (3° parágrafo)
C ... encontra seus públicos por becos e vielas. (3° parágrafo)
D Destaco esses lugares ... (1° parágrafo)
E ... meu primeiro livro , publicado em março de 2018... (1° parágrafo)

Geovani Martins: como a favela me fez escritor Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança. Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento. A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas. (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado) Uma passagem do texto que permanece correta após o acréscimo das vírgulas é:

A Falo também, da cultura pop que faz a cabeça, dos jovens do mundo todo... (3° parágrafo)
B Depois, dessa primeira mudança encarei, mais umas tantas... (2° parágrafo)
C ... teve início, com o choque provocado, por essa mudança. (1° parágrafo)
D ... até o sol, parecia queimar, de outra forma. (2° parágrafo)
E a periferia precisa ser tratada, sempre, como algo em movimento. (2° parágrafo)