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Em um município, foram registrados 50 novos casos de tuberculose em um ano, em uma população de 100.000 habitantes, com um total de 200 casos (novos e antigos). Nesse contexto, qual é o coeficiente de incidência anual?

A 50 por 100.000 habitantes.
B 200 por 100.000 habitantes.
C 0,5 por 1.000 habitantes.
D 5 por 10.000 habitantes.

Paciente de 68 anos, internado na UTI por sepse abdominal, apresenta gasometria arterial com os seguintes resultados: pH 7,25, PaCO ₂ 30 mmHg e HCO₃⁻ 13 mEq/L. Nesse contexto, qual é a interpretação correta do distúrbio ácido-básico?

A Acidose metabólica com compensação respiratória adequada.
B Acidose metabólica com alcalose respiratória associada (distúrbio misto).
C Acidose metabólica com acidose respiratória associada.
D Alcalose respiratória primária.

Paciente de 29 anos procura atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com febre alta há 2 dias, exantema maculopapular difuso, conjuntivite não purulenta e linfadenopatia retroauricular. Refere esquema vacinal incompleto, e há relato de surto recente de doença exantemática na região. Nesse contexto, qual é a conduta mais adequada em relação à vigilância em saúde?

A Aguardar confirmação laboratorial para realizar notificação compulsória.
B Realizar notificação apenas após confirmação sorológica.
C Realizar notificação compulsória imediata diante de suspeita clínica.
D Notificar apenas em caso de internação hospitalar.

Paciente de 34 anos retorna de viagem à região amazônica feita há 10 dias e apresenta febre alta intermitente há 4 dias, calafrios intensos seguidos de sudorese, cefaleia e mialgia. Exames laboratoriais iniciais mostram hemoglobina de 11 g/dL, plaquetas de 95.000/mm³, leucócitos de 4.200/mm³ e teste rápido negativo para dengue. Considerando o quadro clínico e epidemiológico, qual é a melhor conduta inicial?

A Solicitar gota espessa e aguardar resultado antes de iniciar tratamento.
B Iniciar tratamento empírico para malária, solicitar confirmação diagnóstica e notificar o caso.
C Repetir teste para dengue em 48 horas e manter conduta expectante.
D Iniciar antibioticoterapia de amplo espectro para sepse.

Paciente de 66 anos, diabético, é admitido na emergência com quadro de febre, tosse produtiva e dispneia há 3 dias. Ao exame, apresenta pressão arterial de 86/52 mmHg, frequência cardíaca de 122 bpm, frequência respiratória de 32 irpm, temperatura de 38,7 °C, saturação de O₂ de 90% em ar ambiente e confusão mental. O lactato é de 3,8 mmol/L. Após infusão de 30 mL/kg de cristaloide, o paciente mantém pressão arterial de 84/50 mmHg. Nesse contexto, qual é a melhor conduta diante do quadro apresentado?

A Iniciar noradrenalina e antibioticoterapia imediatamente.
B Iniciar dopamina como vasopressor de escolha.
C Administrar bicarbonato de sódio para correção da acidose.
D Aguardar resposta volêmica antes de iniciar outras medidas.

Paciente de 58 anos, hipertenso e tabagista, apresenta dor torácica opressiva há 1 hora, irradiando para braço esquerdo, associada à sudorese. O ECG mostra supradesnivelamento do segmento ST em DII, DIII e aVF e infradesnivelamento do segmento ST em V1–V3. Nesse contexto, qual é a melhor interpretação e a conduta inicial, respetivamente?

A Infarto anterior extenso – trombólise imediata.
B Infarto inferior com possível acometimento de ventrículo direito – evitar nitratos inicialmente.
C Angina instável – iniciar antiagregação e aguardar marcadores.
D Pericardite aguda – iniciar anti-inflamatório.

Paciente de 62 anos, hipertenso, procura a emergência com dor torácica súbita de forte intensidade, descrita como “em rasgo”, com irradiação para o dorso. Ao exame, apresenta pressão arterial de 180/100 mmHg no braço direito e 150/90 mmHg no braço esquerdo, frequência cardíaca de 105 bpm e eletrocardiograma sem alterações isquêmicas significativas. Nesse contexto, qual é a melhor conduta inicial?

A Iniciar heparina e antiagregante plaquetário.
B Solicitar troponina seriada e observar.
C Iniciar controle rigoroso da frequência e da pressão arterial com betabloqueador.
D Administrar nitrato sublingual.

Paciente de 42 anos apresenta ganho ponderal, fraqueza proximal e hipertensão de difícil controle. Ao exame, observa-se fácies em “lua cheia”, estrias violáceas abdominais e glicemia elevada. Exames iniciais confirmam hipercortisolismo, com ACTH elevado. Nesse contexto, qual é o diagnóstico mais provável?

A Adenoma adrenal produtor de cortisol.
B Doença de Cushing (adenoma hipofisário).
C Uso exógeno de corticosteroide.
D Carcinoma adrenal.

Paciente de 68 anos, previamente independente, apresenta início súbito, há 1 hora, de hemiparesia direita, afasia, desvio conjugado do olhar para a esquerda. Ao exame, apresenta pressão arterial de 168/92 mmHg, glicemia capilar de 120 mg/dL e NIHSS de 14. A tomografia de crânio sem contraste não evidencia hemorragia nem sinais precoces extensos de isquemia. Nesse contexto, qual é a melhor conduta inicial?

A Realizar trombólise intravenosa com alteplase.
B Iniciar ácido acetilsalicílico imediatamente.
C Iniciar heparina não fracionada em dose plena.
D Aguardar nova tomografia em 24 horas antes de intervir.