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São considerados problemas ambientais associados à falta ou à precariedade do saneamento básico, EXCETO:

A Queimadas.
B Assoreamento.
C Inundações frequentes.
D Propagação de doenças.
E Poluição ou contaminação na captação de água para o abastecimento humano.

Inúmeros municípios descartam esgoto não tratado em rios, lagos ou lagoas e utilizam estes corpos receptores, como o abastecimento de água, a recreação, a irrigação e a aquicultura. Entre estes municípios, muitos lançam esgoto não tratado nos corpos hídricos, utilizando-os a jusante para a irrigação e, ainda, outros são usados para o abastecimento humano. São doenças relacionadas com o saneamento ambiental INADEQUADO:

A Alzheimer, Dengue e Asma.
B Cólera, Coqueluche e Lúpus.
C Cólera, Coqueluche e Dengue.
D Diarreias, Dengue e Leptospirose.
E Botulismo, Diarreia, Dengue e Leptospirose.

São consideradas atividades dos Agentes de Combate às Endemias que deverão ser assistidas por profissionais de nível superior e condicionadas à estrutura de vigilância epidemiológica e ambiental e de atenção básica, EXCETO:

A Auxílio na coleta e no encaminhamento de amostras laboratoriais.
B Necropsia de animais com diagnóstico suspeito de zoonoses de relevância para a saúde pública.
C Desenvolvimento de ações educativas e de mobilização da comunidade relativas à prevenção e ao controle de doenças e agravos à saúde.
D Coleta de animais e no recebimento, no acondicionamento, na conservação e no transporte de espécimes ou amostras biológicas de animais, para seu encaminhamento aos laboratórios responsáveis pela identificação ou diagnóstico de zoonoses.
E Planejamento, execução e avaliação das ações de vacinação animal contra zoonoses de relevância para a saúde pública normatizadas pelo Ministério da Saúde, bem como notificação e investigação de eventos adversos temporalmente associados a essas vacinações.

O saneamento básico é um conjunto de serviços compreendidos como: distribuição de água potável, coleta e tratamento de esgoto, drenagem urbana e coleta de resíduos sólidos. Os serviços de saneamento atingem diretamente a saúde, a qualidade de vida e o desenvolvimento da sociedade como um todo. É o órgão do Ministério da Saúde, que detém a contínua experiência em ações de saneamento no País:

A Secretaria da Biodiversidade.
B Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
C Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
D Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
E Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Sobre os efeitos e as ações de saneamento na saúde, analise as afirmativas a seguir.

I. Água de boa qualidade para o consumo humano e seu fornecimento contínuo asseguram a redução e o controle de doenças infectocontagiosas.

II. Coleta regular, acondicionamento e destino final adequado dos resíduos sólidos que diminuem a incidência de casos de: peste, febre amarela, dengue, toxoplasmose, leishmaniose, cisticercose, salmonelose, teníase, leptospirose, cólera e febre tifoide.

III. Esgotamento sanitário adequado como fator que contribui para a eliminação de vetores da: malária, diarreia, verminose, esquistossomose, cisticercose e teníase. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

A I, II e III.
B II, apenas.
C I e II, apenas.
D I e III, apenas.
E II e III, apenas.

“A natureza trabalha em ciclos – ‘nada se perde, tudo se transforma’. Animais, excrementos, folhas e todo o tipo de material orgânico morto que se decompõe com a ação de milhões de micro-organismos decompositores, como bactérias, fungos, vermes, dentre outros, disponibilizam nutrientes que vão alimentar outras formas de vida.” (Disponível em: https://www.mma.gov.br/estruturas/Secex.pdf.) Os resíduos sólidos são classificados de acordo com as suas origens. São características dos resíduos sólidos de serviços de saúde:

A Restos da construção civil, reformas, demolições, solos de escavações.
B Gerados na atividade de pesquisa, extração ou beneficiamento de minérios.
C Provenientes de hospitais, clínicas médicas ou odontológicas, laboratórios, farmácias.
D Embalagens de agrotóxicos, rações, adubos, restos de colheita, dejetos da criação de animais.
E Gerados em portos, aeroportos, terminais alfandegários, rodoviários e ferroviários e passagens de fronteira.

Resíduos perigosos contaminam o solo, a água e o ar, quando não são remanejados corretamente. Eles devem ser descartados adequadamente, a fim de evitar riscos ao homem e ao meio ambiente. O metal pesado, que contamina os seres humanos, proveniente de produtos farmacêuticos, lâmpadas fluorescentes, pilhas e baterias, fungicidas e termômetros trata-se de:

A Cobre.
B Cromo.
C Cádmio.
D Chumbo.
E Mercúrio.
Texto associado
Pela emancipação masculina Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca. Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista do Brasil. João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo. Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo feminino. Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado” (sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe, às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal. É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os homens para sempre, desde pequenos. Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele for gay . Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos que se alastram em suas costas. Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas vaias. Os cartazes começam a despontar na pequena multidão, estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida por um apelo emocionado do organizador ao microfone: “Alguém viu minha carteira?”. (Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em: 10/09/2019. Manuela Cantuária.)

Considere as afirmativas a seguir.

I. A finalidade do texto é narrar uma sequência de ações inusitadas para entreter o leitor.

II. O foco narrativo do texto está na primeira pessoa do discurso e o narrador é o personagem principal da história.

III. O texto é exemplo do gênero crônica narrativa, que se caracteriza pela flexibilidade de circular tanto no domínio discursivo jornalístico como também no literário.

IV. O narrador do texto apresenta ao leitor suas impressões e inferências acerca de um acontecimento real, que serviu apenas de pretexto para expor suas reflexões. Está correto o que se afirma apenas em

A I e II.
B I e III.
C II e III.
D II e IV.
E III e IV.
Texto associado
Pela emancipação masculina Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca. Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista do Brasil. João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo. Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo feminino. Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado” (sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe, às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal. É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os homens para sempre, desde pequenos. Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele for gay . Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos que se alastram em suas costas. Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas vaias. Os cartazes começam a despontar na pequena multidão, estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida por um apelo emocionado do organizador ao microfone: “Alguém viu minha carteira?”. (Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em: 10/09/2019. Manuela Cantuária.)

“Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca. Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista do Brasil.” (1º§) Podemos afirmar que, nesse trecho, predomina a tipologia textual:

A Injuntiva.
B Narrativa.
C Descritiva.
D Expositiva.
E Argumentativa.
Texto associado
Pela emancipação masculina Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca. Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista do Brasil. João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo. Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo feminino. Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado” (sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe, às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal. É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os homens para sempre, desde pequenos. Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele for gay . Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos que se alastram em suas costas. Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas vaias. Os cartazes começam a despontar na pequena multidão, estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida por um apelo emocionado do organizador ao microfone: “Alguém viu minha carteira?”. (Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em: 10/09/2019. Manuela Cantuária.)

O fato que desencadeia essa história é:

A O desejo de todos os homens de serem livres.
B A reunião de homens na orla da Barra da Tijuca.
C Um homem se sentir subjulgado por sua mulher.
D A primeira passeata masculinista organziada por um brasileiro.
E O descaso da sociedade com os problemas complicados dos homens.