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A ação docente na Educação Infantil deve promover práticas que contemplam:

I. A escuta atenta dos interesses e necessidades das crianças.

II. O autoconhecimento e o relacionamento com o outro.

III. As sensações, percepções, emoções e pensamentos.

IV. As intervenções espontâneas, sem intencionalidade. Estão corretas apenas:

A I, II e III.
B I, III e IV.
C II, III e IV.
D I e III.
E II e III.

O Currículo do Espírito Santo, etapa da Educação Infantil, com base nos conceitos e nas normativas da BNCC, estabelece:

I. As interações e brincadeiras como o centro das práticas pedagógicas.

II. O acréscimo do criar, como mais um direito de aprendizagem.

III. Os espaços coletivos de cuidado e de aprendizagem para a criança.

IV. O acolhimento, a escuta ativa e as características individuais da criança.

V. A brincadeira e os jogos individuais como atividades de recreação e lazer. Estão corretas apenas:

A I, II e III.
B II, III e V.
C I, III e IV.
D I, IV e V.
E I e III.

Os Campos de Experiências da Educação Infantil constituem-se numa organização curricular relativamente nova que:

A abordam as múltiplas linguagens simbólicas.
B identificam as disciplinas, e não os conhecimentos complementares.
C priorizam as competências cognitivas das disciplinas.
D traduzem as práticas sociais e culturais de modo fragmentado.
E inviabilizam a aplicação das competências socioemocionais.

Os Campos de experiência estão organizados de forma a apoiar o professor no planejamento de sua prática possibilitando a organização de situações que estimulem o desenvolvimento da autonomia infantil. Para os Bebês (zero a 1 ano e 6 meses), o professor deve adotar estratégias para o campo de experiência, “O Eu, o Outro e o Nós”, que possibilitem:

I. Acolhimento por meio do contato físico positivo, do acalanto.

II. Uma maior comunicação, identidade e independência do bebê.

III. O conhecimento de outras culturas, identidades e costumes.

IV. As brincadeiras envolvendo fotos e visualização da autoimagem no espelho.

V. A interação em contexto de brincadeiras como esconder e achar. Estão corretas apenas:

A I, II e III.
B II, III e IV.
C III, IV e V.
D I, IV e V.
E II, III e V.

Analise as asserções abaixo.

I. Os campos de experiência não podem ser trabalhados como divisões de área, ou disciplinas, a proposta é explorar de forma transdisciplinar todos os campos, levando em consideração que, é imprescindível organizar o espaço, materiais, dividir pequenos grupos, gerir o tempo, realizar os registros, estimular a participação e interação das crianças. PORQUE

II. O currículo por campos de experiências defende a necessidade de se conduzir o trabalho pedagógico na Educação Infantil por meio da organização de práticas abertas às iniciativas, desejos e formas próprias de agir das crianças, e que são mediadas pelos professores, constituindo um rico contexto de significativas aprendizagens. BRASIL/MEC (2018, p.13) A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

A I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
B I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
D I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
E I e II são proposições falsas.

Avaliar o desenvolvimento de uma criança é uma ação complexa e exige da escola um olhar de extrema atenção. Na Educação Infantil, a avaliação não tem o objetivo de fazer a criança passar de ano, mas deve contemplar, EXCETO:

A os desenhos, os álbuns e a fotografia como instrumentos avaliativos.
B os relatórios individuais de acompanhamento das crianças e os portfólios.
C a aplicação de provas, questionários e entrevista de acompanhamento.
D a valorização das descobertas, as brincadeiras e as interações no cotidiano.
E a aplicabilidade de múltiplos registros realizados pelos professores e pelas crianças.

O Currículo do Espírito Santo propõe um caminho a ser percorrido pelos estudantes por meio do apontamento das aprendizagens essenciais. Fundamentado na concepção de que o currículo é uma elaboração situada num tempo e espaço permeado de valores, sujeitos e contextos, que se consolida numa proposta que continuará sendo construída em seu caminhar, podemos afirmar que, o Currículo do Espírito Santo apresenta:

A uma visão única, individualizada e parcial da criança e do adolescente.
B o reconhecimento da pluralidade de infâncias e juventudes.
C o princípio da fraccionalidade do desenvolvimento do sujeito.
D a predominância do desenvolvimento do sujeito em sua dimensão intelectual.
E a exclusão histórica que atravessa a escolarização básica dos sujeitos.

O Currículo do Espírito Santo reitera seu compromisso em promover a contextualização e a problematização dos saberes, por isso, contempla na sua concepção de competência, elementos como:

I. Atitudes, valores e habilidades socioemocionais.

II. Conhecimentos conceituais e procedimentais.

III. Habilidades práticas e cognitivas.

IV. Aptidões, vocações atitudinais e perceptivas. Estão corretas apenas:

A I, II e III.
B II, III e IV.
C I, II e IV.
D I e II.
E III e IV.

A matriz de saberes com a qual as áreas de conhecimento devem se comprometer ao longo de toda Educação Básica, no Currículo do Espírito Santo contempla, para além das escutas, as competências gerais definidas na Base Nacional Comum Curricular, bem com as competências tecnológicas, que se inter-relacionam e se desdobram na etapa da/do:

A Educação Infantil.
B Ensino Médio.
C Ensino Fundamental anos iniciais.
D Ensino Fundamental anos finais.
E Educação Básica.
Texto associado
Reaprender a estar no mundo Volta às atividades sociais e ao trabalho precisam incluir cuidados com a saúde física, autoconhecimento, diálogo e empatia. Claudio Lottenberg 9 de dezembro de 2021 No estágio em que nos encontramos da pandemia de Covid-19 no Brasil, com uma parcela expressiva – mais de 60% – de sua população completamente imunizada, já é possível, ainda com alguns cuidados e medidas protetivas como uso de máscara e higienização constante das mãos, falar em alguma volta à normalidade. Com isso, avançam os planos para o retorno ao trabalho presencial ou em formatos híbridos. Mas no dia 11 de novembro a pandemia completou 20 meses, um período longo e que exigiu demais de todos em termos emocionais. Simplesmente voltar ao que éramos antes será muito difícil, assumindo que seja possível. Será preciso um reaprendizado. Algumas pessoas comentam, em tom de brincadeira, que já não sabem mais como viver em sociedade – que desaprenderam como se comportar em público. Por mais que seja mesmo brincadeira, isso não está tão longe assim da realidade. Aristóteles disse que o homem é um animal que vive em sociedade – mas talvez isso seja algo que tenha de ser adquirido, não um traço de algum modo inato. Listas, receitas, métodos, programas e recomendações de como nos reinserirmos no mundo circulam em abundância. Esses conteúdos são importantes, pensando que casos de ansiedade e depressão tiveram forte crescimento ao longo da pandemia – de 27,6% para a primeira e de 25,6%, para a segunda, segundo pesquisa publicada na revista científica The Lancet no mês passado. Mais do que em qualquer outro momento de nossas vidas, cuidar da saúde, tão atingida pelas consequências da crise sanitária, se faz necessário nesse caminho de volta à normalidade. Seja qual for a fórmula a se seguir, nela não poderá faltar ao menos: – Cuidado com a saúde física : o bem-estar físico não está desconectado da saúde mental. Ao praticar exercícios e estimular a liberação de dopamina e serotonina, estamos nutrindo nosso corpo com substâncias que elevam o prazer, a autoestima e ajudam a equilibrar as emoções. Aqui vale encontrar a atividade que mais combina com seu estilo, como uma caminhada pela manhã, yoga, práticas meditativas, natação e até uma dança de salão. Enquanto você cuida da sua saúde mental, o corpo também agradece. Com 150 minutos de exercício por semana é possível diminuir o risco de doenças como o diabetes. – Autoconhecimento: conhecer a si mesmo faz muito sentido quando falamos sobre saúde mental. Compreender o que gostamos de fazer, e isso inclui o trabalho, ao qual dedicamos grande parte do tempo de nossas vidas. Reconhecer nossos limites e se dar direito ao descanso e ao lazer. – Diálogo e empatia: as pessoas que estão retomando suas rotinas agora podem voltar com muitas sequelas desse período de isolamento. Mais do que nunca será preciso olhar para o capital humano e acolher aqueles que podem ter sofrido perda de familiares ou de amigos, ou estar com sequelas da doença, com problemas para dormir, ou que de outra forma estejam abaladas. Tudo isso lembrando que a pandemia não acabou e que ainda é preciso continuar com as medidas de proteção individuais e coletivas. Claudio Lottenberg é mestre e doutor em oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp). É presidente do conselho do Hospital Albert Einstein e do Instituto Coalizão Saúde. (LOTTENBERG, Claudio. Reaprender a estar no mundo. Forbes Brasil, 09 de dezembro de 2021. Colunas. Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2021/12/claudio-lottenberg-reaprender-aestar-no-mundo/. Acesso em: 18 dez. 2021.)

A tese defendida pelo articulista é a de que:

A os longos 20 meses de pandemia exigiram muito da humanidade em termos emocionais.
B a saúde é um elemento primordial no caminho de volta à normalidade pós-pandemia.
C será preciso reaprender a estar no mundo e a viver em sociedade após a pandemia de Covid-19.
D o traço humano de convivência em sociedade é algo aprendido, e não inato.
E é preciso continuar com as medidas preventivas da Covid-19 após o término da pandemia.