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Se as chuvas fossem distribuídas de maneira uniforme no globo, a média seria de 900 mm. A distribuição geográfica da chuva depende, basicamente, de quatro fatores que determinam a quantidade e o padrão de precipitação em diferentes regiões do mundo. (José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado) São eles:

A latitude, distância do oceano, ação do relevo e efeito das correntes marítimas.
B longitude, ventos alísios, elevação da temperatura e presença de cobertura vegetal.
C latitude, massas de ar, amplitude térmica, distância do oceano.
D temperatura, umidade, pressão atmosférica e radiação solar.
E longitude, estações do ano, evapotranspiração e efeito das correntes marítimas.

Considere os textos a seguir: Texto

I Os desmatamentos na Amazônia eliminarão uma fonte de umidade importante para a atmosfera, considerando que 56% das chuvas locais e regionais dependem da floresta. Através da superfície das folhas das árvores evaporam-se grandes volumes de água. (José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross, (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado) Texto

II A floresta amazônica exerce um papel fundamental na regulação da umidade atmosférica, através de uma intensa reciclagem da água realizada pelas árvores. Depois da chuva, a floresta tropical promove a evapotranspiração, fenômeno que consiste na combinação de processos de evaporação e transpiração intensas. A água retorna à superfície sob a forma de chuva. A floresta realiza o transporte de umidade dentro e fora da região, afetando o ciclo hidrológico e os níveis dos rios amazônicos. Além disso, a umidade originada na bacia amazônica é transportada pelos ventos para outras partes do continente, desempenhando papel importante na formação de precipitações em regiões distantes da própria Amazônia, como o Sudeste e o Sul do Brasil e a bacia do Prata. (José A. Marengo; Gilberto Fisch. Clima e Região Amazônica. In: Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti. Nelson Jesuz Ferreira (Org.). Clima das regiões brasileiras e variabilidade climática . 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2021. Adaptado) O Texto II completa a ideia do Texto I , fazendo referência a um fenômeno atmosférico denominado de

A gutação.
B ilhas de calor.
C rios voadores.
D inversão térmica.
E correntes térmicas.

Considere os textos a seguir: Texto I “Cabe ao professor de qualquer disciplina motivar o aluno a encarar os estudos como uma tarefa significativa e interessante. Se o aluno apresenta dificuldades de ler, analisar e redigir textos, é importante a orientação docente. O argumento comumente utilizado de que “não somos professores de Língua Portuguesa” não se justifica. Em qualquer disciplina, também em Geografia, é possível orientar os alunos para a melhor maneira de estudar um texto, desenvolvendo a capacidade de lidar com essa forma de comunicação e ampliando a possibilidade de compreender a realidade social com maior profundidade. [...] Saber ler e analisar um texto ou documento é requisito indispensável para o estudante em todas as disciplinas escolares [...]”. (Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia . São Paulo: Cortez, 2007) Texto II “Um texto constitui, portanto, uma mensagem codificada, e sua leitura implica a decodificação da mensagem pela compreensão e acompanhamento do raciocínio do autor. A finalidade da análise textual é aprender a ler, a familiarizar-se com os termos técnicos, os conceitos, as ideias e saber como elas se relacionam, assim como buscar hierarquizar o conteúdo do texto, identificar e acompanhar o raciocínio do autor, suas conclusões e as bases que as sustentam”. (Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia . São Paulo: Cortez, 2007). A crítica presente no Texto I remete ao entendimento de que a leitura deve ser trabalhada no espaço escolar por todas as disciplinas, com o intuito de ajudar o aluno a desenvolver a capacidade de análise e compreensão do texto. Considerando-se a finalidade da análise textual abordada no Texto II, as autoras propõem a integração entre literatura e Geografia, pois entendem que é pela leitura que se conhecem e aprendem os conteúdos de ensino. Nesse sentido, sugerem um roteiro para que seja realizada a análise temática de um texto literário, estruturado em:

A assunto e tema, problematização do tema, ideia central, raciocínio do autor, ideias secundárias e resumo.
B biografia do autor, título do texto, leitura flutuante, personagens, hipóteses interpretativas e novo desfecho.
C exposição ou introdução, complicação ou desenvolvimento, clímax, desfecho ou conclusão, tempo fictício e personagens.
D título, personagens, objetivo do texto, hipótese interpretativa, tempo fictício e contexto espacial.
E leitura flutuante, pré-análise, exploração do material, tratamento dos resultados, inferência e interpretação.

As atividades agrárias têm-se mostrado crescentemente como fortes depredadoras dos recursos naturais. É incontestável a necessidade crescente de produção de alimentos que possam atender ao crescimento do consumo pela população que cada dia mais vive em cidades. Para suprir tais necessidades, a tendência tem sido a de recorrer a tecnologias cada dia mais sofisticadas. Nesse processo de aperfeiçoamento técnico e na procura de aumento da produtividade por hectare e por trabalhador visando aumentar a lucratividade, o ambiente natural está cada dia mais sendo alterado, chegando em algumas áreas do Brasil e do mundo a verdadeira degradação ambiental. (Jurandyr Luciano Sanches ROSS. A sociedade industrial e o ambiente. In______. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995.Adaptado) Uma das variáveis mais importantes de ambientes terrestres que favorecem ou dificultam a expansão de áreas de cultivo e o aumento da capacidade produtiva dos lugares é

A o relevo.
B a rede viária.
C a rotação de culturas.
D o aquecimento global.
E a reserva ecológica.

Considerando as condições de segurança e saúde no trabalho na indústria da construção, nos canteiros de obras, para impedir que os montantes fiquem soltos e prejudiquem a estabilidade, as escadas extensíveis devem possuir sistema de travamento (tirante ou vareta de segurança) quando possuírem comprimento superior a

A 20,0 m.
B 15,0 m.
C 12,0 m.
D 9,0 m.
E 7,0 m.
Órgão: Prefeitura de Itatiba SP Cargo: Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica Prova: VUNESP - Prefeitura de Itatiba SP - Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica - 2025

Na realização de um projeto de sistemas prediais de esgoto sanitário, foram empregados dispositivos providos de fecho hídrico, destinados a vedar a passagem de gases no sentido oposto ao deslocamento do esgoto. Tais dispositivos são denominados

A colunas de ventilação.
B barriletes de ventilação.
C desconectores.
D caixas de boqueio.
E ralos secos.
Órgão: Prefeitura de Itatiba SP Cargo: Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica Prova: VUNESP - Prefeitura de Itatiba SP - Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica - 2025

Para o projeto de execução das instalações prediais de esgoto sanitário de um apartamento, o número de unidades de Hunter de contribuição e o diâmetro nominal mínimo (DN) do ramal de descarga da pia da cozinha são, correta e respectivamente,

A 1 e 40.
B 2 e 40.
C 6 e 75.
D 3 e 50.
E 6 e 100.
Órgão: Prefeitura de Itatiba SP Cargo: Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica Prova: VUNESP - Prefeitura de Itatiba SP - Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica - 2025

Nas instalações de águas pluviais de um novo edifício residencial, um condutor horizontal de seção circular com diâmetro interno igual a 300 mm deve realizar o escoamento de lâmina d’água com altura de

A 275 mm.
B 250 mm.
C 225 mm.
D 200 mm.
E 175 mm.
Órgão: Prefeitura de Itatiba SP Cargo: Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica Prova: VUNESP - Prefeitura de Itatiba SP - Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica - 2025

Para os projetos dos sistemas prediais de esgoto sanitário, no dimensionamento do coletor predial e dos subcoletores de esgoto em prédios residenciais, deve ser considerado apenas o aparelho de maior descarga de cada banheiro para a somatória do número de unidades de Hunter de contribuição (UHC). Nos demais casos, devem ser considerados todos os aparelhos contribuintes para o cálculo do número de UHC. Entretanto, o coletor predial dever ter diâmetro nominal mínimo de

A DN 30.
B DN 40.
C DN 50.
D DN 75.
E DN 100.
Órgão: Prefeitura de Itatiba SP Cargo: Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica Prova: VUNESP - Prefeitura de Itatiba SP - Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica - 2025

Para o abastecimento de água de uma área periurbana de expansão municipal, foi projetado um sistema de recalque com a instalação de duas bombas centrífugas iguais e ligadas em paralelo. Como a vazão a ser recalcada pelas bombas ligadas em paralelo é igual a 60 litros/segundo, a altura manométrica do projeto é igual a 75 m e o rendimento de cada bomba é 75%, a potência de cada bomba é:

A 40,0 CV.
B 50,0 CV.
C 65,0 CV.
D 75,0 CV.
E 100,0 CV.
Órgão: Prefeitura de Itatiba SP Cargo: Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica Prova: VUNESP - Prefeitura de Itatiba SP - Engenheiro Civil com Especialização em Hidráulica - 2025