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Na pré-adolescência o uso da narrativa ainda é muito comum, sobretudo quando a estética está no contexto da discussão de alguma imagem artística. Nesses casos, a narrativa considera mais os aspectos:

A da moda e do consumo ligados aos saberes artísticos
B subjetivos do que os objetivos
C da beleza do que a clareza
D de beleza e de realismo

O ensino das artes nos anos iniciais da educação básica tenta superar o universalismo de alguns códigos dominantes, como a leitura por meio do letramento e investe na:

A sensibilidade estética dos estudantes e professores
B noção de proporção entre os distintos campos de saber erudito e popular
C coletivização de saberes teórico e práticos norteados pelo senso estético postulado nos currículos da educação básica
D pluralidade como princípio articulador do conhecimento, o que implica na importância de um trabalho educativo com a diversidade

Entre os muitos argumentos que justificam a importância do ensino das artes, está o fato de a arte:

A permitir consolidar a exclusividade de um repertório estético ao mesmo tempo mais refinado e útil
B elevar a cultura dos estudantes por meio da neutralização das influências das mídias e demais produtos da indústria cultural
C preparar para o enfrentamento da cultura visual e para o desfrute dos aspectos positivos das artes nas dimensões conceituais e estéticas, culturais e históricas
D recuperar a memória das grandes civilizações e suas realizações artísticas e literárias, ampliando assim o interesse pela cultura em suas múltiplas fontes nacionais e internacionais

De um ponto de vista geográfico, é fundamental entender a lógica das grandes redes terroristas não apenas como uma lógica “reticular” ou de redes, mas também como uma lógica de um novo tipo de território – um território-rede – e, ao mesmo tempo, a utilização de uma enorme gama de diferentes tipos de territorialidade. HAESBAERT, Rogério e PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 66. Sobre a temática extraída do excerto acima, podemos considerar o:

A terrorismo de Estado como um produto universal presente no interior de todos os Estados do Sistema Internacional
B terrorismo islâmico como um dos elementos que amenizam os aglomerados de exclusão da periferia mundial
C terrorismo financeiro como uma prática militar pertencente às ações dissuasivas das Grandes Potências
D terrorismo religioso como um dos âmbitos fundamentais mais perversos da globalização neoliberal

Milton Santos, um dos maiores geógrafos do mundo, problematizou o processo de globalização. Para ele, o mundo contemporâneo passava por um processo de globalização perversa. Nesse prisma analítico, a globalização pode ser vista como um processo:

A cuja força dos Estados é redimensionada em prol da vida coletiva, ressaltando os alicerces do neoliberalismo para o desenvolvimento de mecanismos distributivos voltados à construção de um Estado de bem-estar social
B no qual a tirania da informação e a do dinheiro são apresentadas como os pilares de uma situação em que o progresso técnico é aproveitado por um pequeno número de atores globais em seu benefício exclusivo
C protagonizado pela agenda socioambiental de movimentos populares e pelas camadas mais pobres da população da periferia do Sistema Internacional, o que impõe ao mundo uma globalização de possibilidades
D comandado pela democratização do dinheiro e da informação, pela redistribuição do capital e equilíbrio de poder sem precedentes na história interestatal do capitalismo

A erosão dos solos tem causas relacionadas à própria natureza, como a quantidade e distribuição das chuvas, a declividade, o comprimento e forma das encostas, e também à ação do homem, como o uso e manejo da terra que, na maioria das vezes, tende a acelerar os processos erosivos. GUERRA, Antonio; MENDONÇA, Jane. Erosão dos solos e a questão ambiental. IN: VITTE, Antonio Carlos & GUERRA, Antonio José Teixeira (Orgs.). Reflexões sobre a Geografia Física no Brasil. 6ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012, p. 193. A erosão dos solos é um dos principais impactos ambientais no Brasil tanto em ambiente rural como em ambiente urbano. Sobre o tema, podemos considerar que:

A os efeitos erosivos, embora severos e, muitas vezes, irreversíveis, são sentidos apenas em escala local
B a erosão dificulta o escoamento da água em canais, contribuindo para a formação de voçorocas ao longo do tempo
C os drásticos impactos da erosão dos solos no assoreamento de corpos líquidos diminuem a quantidade e qualidade de água disponíveis
D o início de todos os tipos de erosão se dá com o efeito splash ou salpicamento, formando crostas na superfície que dificultam a infiltração de raízes e água

O termo "hotspot" refere-se a áreas que possuem alta biodiversidade, mas que enfrentam riscos de extinção ou degradação devido a ações humanas. Essa terminologia foi criada pelo ecólogo britânico Norman Myers em 1988. O Brasil abriga dois hotspots. Os dois hotspots e as principais ações antrópicas relacionadas a eles são:

A Hotspot da Amazônia e Hotspot do Cerrado; queimadas, exploração de recursos naturais e agricultura extensiva
B Hotspot da Mata Atlântica e Hotspot do Cerrado; desmatamento, expansão agrícola e urbanização
C Hotspot das Pradarias e Hotspot da Mata Atlântica; poluição da água, pecuária intensiva e turismo descontrolado
D Hotspot da Amazônia e Hotspot da Caatinga; extração de madeira, mineração e atividades agropecuárias

Embora possuam diferenças conceituais em sua definição e espacialização, a variedade de biomas e domínios presentes no território brasileiro coloca o país como um dos territórios globais de megabiodiversidade. Alguns dos biomas e domínios morfoclimáticos presentes no Brasil são:

A Bioma das Pradarias, Bioma do Cerrado, Domínio do Pantanal e Domínio dos Mares de Morros
B Bioma do Cerrado, Bioma dos Mares de Morros, Domínio da Amazônia e Domínio da Caatinga
C Bioma da Amazônia, Bioma das Araucárias, Domínio da Caatinga e Domínio da Mata Atlântica
D Bioma do Pantanal, Bioma da Mata Atlântica, Domínio das Araucárias e Domínio dos Mares de Morros

O território (...) é fundamentalmente um espaço definido e delimitado por e a partir de relações de poder. SOUZA, Marcelo Lopes. O território: sobre espaço, poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO Et al. (orgs.) Geografia: Conceitos e Temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 78. A definição acima, amplamente reconhecida pela comunidade geográfica, explicita:

A as múltiplas possibilidades e práticas de poder sobre o uso do território em enclaves urbanos de exclusão
B como o poder se circunscreve unicamente ao governo e às formas de dominação e violência
C a exclusividade do Estado-nação como a única forma de poder territorial no espaço nacional
D o caráter militar do conceito através do monopólio da força pelo aparelho estatal.