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A lei 13.021/2014 dispõe sobre o exercício e a fiscalização da profissão farmacêutica. Sobre o disposto nessa lei, assinale a alternativa correta.

A As farmácias de qualquer natureza poderão dispor, para atendimento imediato à população, de medicamentos, vacinas e soros que atendam o perfil epidemiológico de sua região demográfica.
B As farmácias de qualquer natureza devem ter presença de farmacêutico em pelo menos 80% do período de funcionamento.
C O proprietário da farmácia poderá desautorizar ou desconsiderar as orientações técnicas emitidas pelo farmacêutico.
D O fiscal farmacêutico poderá ser responsável técnico ou proprietário de estabelecimento farmacêutico.
E Ocorrendo a baixa do profissional farmacêutico, obrigam-se os estabelecimentos à contratação de novo farmacêutico, no prazo máximo de 60 dias.
Texto associado
Quem precisa da Barbie, tenha o corpo que tiver? –
Por Eliane Brum

Demorou só 57 anos para a Mattel “descobrir” que as mulheres reais do planeta têm cores e formas variadas. A notícia de que a Barbie ganharia mais três tipos de corpos foi comemorada como uma vitória da diversidade. Por décadas movimentos denunciaram a imposição de um único padrão de beleza. Mas só nos últimos anos, quando as vendas começaram a cair, a Mattel “sensibilizou-se” e reconheceu a multiplicidade das mulheres do mundo. Em 2015, a empresa já tinha iniciado a conversão da Barbie, lançando sua criação com novas tonalidades de pele, penteados e estruturas faciais, sem deixar de manter a “clássica”. Com a inclusão de novas formas, a boneca é lançada agora com sete tons de pele, quatro tipos de corpos, 22 cores de olhos e 24 estilos de cabelos diferentes, na linha que chama de “Fashionistas”. Quando a mudança é anunciada, a Mattel já povoou a Terra com uma superpopulação de suas criaturas loiras, altas e magras. E a cabeça das crianças com um modelo que vai muito além de um padrão de beleza. Barbie é aquela que ensina as meninas que se nasce para consumir. Já foram produzidas mais de 1 bilhão dessas replicantes, há mais Barbies no mundo do que europeus na Europa. Nenhuma delas é “apenas” uma boneca. Se a pressão dos protestos contra a Barbie e o crescente protagonismo das minorias na afirmação da diversidade conseguiu fazer as vendas do produto caírem a ponto de obrigar uma das maiores fabricantes de brinquedos a se mover, não é pequena essa conquista. Mas é também assustadoramente fascinante observar o capitalismo em ação.
A estratégia da Mattel, que parece estar obtendo considerável sucesso, é fazer a liberação dos corpos barbísticos vendendo a imagem de uma empresa afinada com o seu tempo, defensora das “diferenças” e até mesmo inovadora. Se conseguir, se transformará num case obrigatório em livros de marketing, em mais uma prova de que o capitalismo sempre pode contar com a adesão pela fé quando as pessoas são reduzidas a consumidores. Que modelo de mulher é a Barbie, que reinou por mais de meio século como um ideal feminino a ser atingido? Um que não existe. E não é que Barbie não exista por ser linda demais, inatingível para pobres mortais com seus genes imperfeitos, mas sim por ser bizarra demais, uma arquitetura que literalmente não para em pé. Segundo infográfico do Rehabs.com, graças a sua cinturinha, Barbie só teria espaço para acomodar metade de um rim e alguns centímetros de intestino. Como o pescoço é duas vezes maior do que o de uma mulher e 15 centímetros mais fino, ela não teria como manter a cabeça erguida. Andar, só de quatro. Se fosse uma mulher de carne e osso, Barbie seria uma anoréxica.
O que pode ser perturbador, porém, é a aceitação tácita de que precisamos de Barbies e outros produtos do gênero. De que não há brinquedos ou imaginação fora da indústria. De que é preciso consumir mercadorias do tipo – e de que a autonomia possível é influenciar aquilo que as corporações vendem, reduzindo toda intervenção ao papel de “consumidores conscientes”. Pode ser perturbador constatar que a insubordinação máxima seja não comprar porque não se reconhece. Mas, caso se reconheça no produto que chega às prateleiras, toda a cadeia simbólica e concreta implicada nesse ato está justificada? Será que se reconhecer num brinquedo é o suficiente para se sentir representado? É a naturalização que pode soar preocupante quando se testemunha ativistas comemorarem a “evolução” da Barbie, aceitando sua existência no quarto das meninas como fato consumado, presença imprescindível, já dada, sem questionar as engrenagens mais ocultas que levam a boneca até a vida das crianças.
Quem precisa da Barbie, afinal, tenha ela a forma, a cor e o cabelo que tiver? A pergunta parece ter silenciado. Quanto mais realista a boneca, menos imaginação precisa a criança. Sem esquecer que “realista” dá conta de uma realidade determinada, planejada e autorizada por uma equipe de profissionais do marketing. E não da realidade como experiência e conflito. Uma boneca serve justamente para se pensar a vida enquanto se brinca. E brincar não é imitar. Para que, então, serve uma Barbie e o seu “mundo mágico” onde #VocêPodeSerTudoQueQuiser? Para que serve uma Barbie, mesmo que seja a “Barbie da diversidade”?

Texto adaptado. Disponível em: < http://brasil.elpais.com/bra
sil/2016/02/01/opinion/1454337243_379959.html> Acesso em: 17 maio
2016.

Na oração “Mattel já povoou a Terra”, a palavra “Terra” tem função sintática de

A predicativo do sujeito.
B adjunto adverbial de lugar.
C complemento nominal.
D objeto indireto.
E objeto direto.

A resolução 596 de 21 de fevereiro de 2014 dispõe sobre o Código de Ética Farmacêutica. De acordo com essa resolução, é proibido ao farmacêutico.

A interagrir com o profissional prescritor, quando necessário, para garantir o uso racional de medicamentos.
B aceitar a interferência de leigos em seus trabalhos e em suas decisões de natureza profissional.
C negar-se a realizar atos farmacêuticos que sejam contrários aos ditames da ciência, da ética e da técnica.
D ter acesso a todas as informações técnicas relacionadas ao seu local de trabalho e ao pleno exercício da profissão.
E garantir ao usuário o acesso à informação independente sobre as práticas terapêuticas oficialmente reconhecidas no país, de modo a possibilitar sua livre escolha.

A técnica de amamentação está adequada quando

A a cabeça do bebê está no nível abaixo da mama da mãe e o queixo está tocando-a.
B o lábio inferior está virado para fora.
C as bochechas estão encovadas.
D vê-se grande parte da aréola durante a mamada.
E a barriga do bebe está voltada para cima.

Na atenção básica, uma das mais importantes contribuições do farmacêutico para o uso racional de medicamentos é a promoção da adesão ao regime terapêutico prescrito. São resultados da boa adesão os seguintes itens, EXCETO

A o cumprimento das recomendações clínicas conforme o recomendado.
B a utilização do medicamento como prescrito.
C a submissão do paciente a técnicas diagnósticas e procedimentos terapêuticos desnecessários com risco de iatrogenia.
D a diminuição das sobras de medicamentos, evitando-se a automedicação irracional e envenenamentos.
E a adoção pelos pacientes de mudanças aconselhadas no estilo de vida.

Sobre pedagogia e autonomia, assinale a alternativa correta.

A Está fundada no caráter do ser humano ser conclusivo.
B Concebe que é possível ser gente apesar das práticas educativas.
C Significa reconhecer que somos condicionados e determinados.
D Está fundada na ética, no respeito e na dignidade do educando.
E Pressupõe a luta do homem para ser objeto da história.

Na manhã do dia 11 de setembro do ano de 2001, o mundo Ocidental sofreu um imenso abalo. Em um ataque terrorista organizado pela Al Qaeda, as duas torres do até então maior edifício do mundo, o World Trade Center, situado em Nova York (EUA), vieram abaixo, deixando milhares de pessoas mortas. Além de um mundo todo em estado de alerta. Esse ataque terrorista, segundo foi apurado pela inteligência americana, foi idealizado por

A Osama Bin Laden.
B Sadam Houssein.
C Muamar Kadafi.
D Hosni Mubarak.
E Bashar al-Assad.

Um dos problemas mais graves da contemporaneidade diz respeito à emissão de CO 2 (Dióxido de Carbono) na atmosfera. Tal emissão provoca, dentre outras coisas, o efeito estufa. Assinale a alternativa que apresenta uma das medidas adotadas para conter a emissão de poluentes na atmosfera.

A O protocolo de Kyoto, assinado em 1997, que teve como objetivo estipular metas de emissão de Co 2 na atmosfera pelos países.
B A Convenção Americana de Direitos Humanos, de 1969, que objetivou lutar contra qualquer tipo de poluição que pudesse colocar a existência humana em risco.
C O MERCOSUL, composto inicialmente por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, que teve como principal objetivo promover o crescimento sustentável da economia dos países membros.
D O Tratado de Maastricht (1991), o qual foi o mais eficiente modelo de cooperação internacional sobre as mudanças climática já assinado pela Europa, principalmente no combate à emissão de CO 2
E O Mercado de Créditos de Carbono que incentivou as empresas poluidoras a não investirem na produção de energia limpa, já que a sua emissão se tornou excelente ativo financeiro.

Sobre os princípios do sistema de proteção social da assistência social, assinale a alternativa correta.

A O princípio da matricialidade sociofamiliar possibilita orientar a proteção social de assistência social na perspectiva do alcance de universalidade de cobertura entre indivíduos e famílias, sob situações similares de risco e vulnerabilidade.
B O princípio da segurança de acolhida supõe ações de abordagem em territórios de incidência de situações de risco, bem como a oferta de uma rede de serviços locais de permanência de indivíduos e famílias.
C O princípio da territorialização significa o reconhecimento da presença de múltiplos fatores sociais e econômicos, que levam o indivíduo e a família a uma situação de vulnerabilidade, risco pessoal e social.
D O princípio da proteção pró-ativa refere-se à dinâmica e à gestão da Assistência Social, exigindo medidas intersetoriais de combate à vulnerabilidade social e econômica.
E O princípio da convivência familiar e comunitária refere-se ao desenvolvimento de capacidades e potencialidades para o alcance da emancipação de famílias em situação de vulnerabilidade.