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Sobre a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS é correta afirmar:

A embora seja uma política de governo, desenvolvida pelo Ministério da Saúde, as PICS não são reconhecidas pela OMS;
B a adoção das PICS visa estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde por meio de tecnologias eficazes e seguras, com ênfase na escuta acolhedora;
C no Brasil, a legitimação e a institucionalização dessas abordagens de atenção à saúde iniciaram-se a partir da década de 80, mas foram desestimuladas com a criação do SUS;
D a homeopatia não é uma prática que compõe a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS;
E a Medicina Tradicional Chinesa caracteriza-se por um sistema médico integral, originado há milhares de anos na China, em razão de sua complexidade e de sua especificidade, não é uma prática que compõe a referida Política Nacional.

A redução de danos quanto ao uso de álcool e outras drogas é uma estratégia de cuidado em saúde e saúde mental que, em linhas gerais, objetiva:

A estimular a adoção de comportamentos mais seguros no consumo de produtos, substâncias ou drogas que causem dependência, e nas práticas sexuais de seus consumidores e parceiros sexuais;
B estimular o uso de substâncias ou drogas, ainda que causem dependência, e práticas sexuais diversas, de maneira mais segura, promovendo a saúde e minorando os agravos;
C estimular a adoção de comportamentos sexuais mais seguros, tais como a adoção da monogamia;
D Desestimular o uso de substâncias ou drogas que causem dependência, e diminuir a ocorrência de práticas sexuais potencialmente danosas à saúde;
E promover ações de educação e prevenção, facilitando a adoção, por parte dos usuários de produtos, substâncias ou drogas que causem dependência, da abstinência segura e duradoura como objetivo final.

Sobre o cuidado aos usuários de álcool e outras drogas na RAPS é correto afirmar:

A o equipamento responsável pela atenção aos usuários de álcool e outras drogas é o CAPS III, que deve estar presente em cidades com população igual e/ou superior a 70.000 habitantes;
B o equipamento responsável pela atenção aos usuários de álcool e outras drogas é a UBS;
C vários equipamentos podem e devem participar da atenção e do cuidado integral aos usuários de álcool e outras drogas, entretanto, o equipamento especializado na atenção a tal população é o CAPS ad;
D vários equipamentos podem e devem participar da atenção e do cuidado integral aos usuários de álcool e outras drogas, entretanto, o equipamento especializado na atenção a tal população é o CAPSi;
E vários equipamentos podem e devem participar da atenção e do cuidado integral aos usuários de álcool e outras drogas, entretanto, o equipamento especializado na atenção a tal população é a UBS.

De acordo com as “Referências Técnicas para atuação de psicólogas(os) na Atenção Básica à Saúde”, na AB a psicologia:

A embora seja prevista como especialidade que deve compor a equipe mínima, na prática ainda é pouco presente na AB;
B deve realizar atendimentos clínicos, individuais e grupais, bem como a psicoeducação, individual e coletiva;
C não faz parte da equipe de atenção básica, mas, nos poucos casos em que a compõe, tem o papel de acompanhar os ACS;
D não deve realizar intervenções individuais, quer seja em psicoterapia, quer seja de psicoeducação;
E tem um papel de retaguarda, de oferecer instrumentais teóricos técnicos que deveriam perpassar o planejamento e as intervenções para a promoção do cuidado integral.

Tomando como base a Política Nacional de Atenção Básica – (PNAB), a alternativa que apresenta alguns dos princípios e diretrizes do SUS e da RAS que devem ser operacionalizados na Atenção Básica é:

A universalidade/ cuidado centrado na multiplicidade/ coletividade;
B equidade/cuidado centrado na pessoa/ resolutividade;
C integralidade/ resolutividade/referência;
D universalidade/ participação da comunidade/resolução territorial;
E equidade/multideterminação/cuidado centrado na comunidade.

Segundo a Portaria nº 635/2023, são responsabilidades das Equipes Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde:

A facilitar o acesso da população aos cuidados em saúde, por meio do trabalho desempenhado pela equipe mínima já alocada no equipamento;
B integrar práticas de assistência, prevenção, promoção da saúde, excluindo a vigilância e a formação em saúde na APS;
C colocar em segundo plano as ações de atendimento individual, em grupo e domiciliar, priorizando as atividades coletivas;
D desconsiderar os atributos essenciais e derivados da APS, conforme orientado pela Política Nacional da Atenção Básica - PNAB, por meio da atenção interprofissional, de modo a superar a lógica de fragmentação do cuidado que compromete a corresponsabilização clínica;
E facilitar o acesso da população aos cuidados em saúde, por meio do trabalho colaborativo entre profissionais das eMulti e das equipes vinculadas.

De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, são considerados unidades ou equipamentos de saúde no âmbito da Atenção Básica ou Atenção primária à Saúde:

A Unidade Básica de Saúde Terrestre/ Unidade Básica de Saúde Fluvial/ Casa Dia;
B Unidade Básica de Saúde/ Consultório de Rua/ Equipe de ACS;
C Unidade Básica de Saúde/ Unidade Básica de Saúde Fluvial/ Unidade Odontológica Móvel;
D Unidade Básica de Saúde Terrestre/ Unidade Básica de Saúde Fluvial/Unidade Odontológica Comunitária Móvel;
E Unidade Básica de Saúde Terrestre/ Unidade Básica de Saúde Fluvial/ Hospital Dia.

A Política Nacional de Humanização visa efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão, promovendo:

A maior diálogo entre gestores, trabalhadores e usuários do SUS, modificando as formas de gerir e cuidar;
B maior diálogo entre trabalhadores e gestores do SUS, permitindo mudanças nos contextos de trabalho do sistema;
C maior autonomia para os usuários e familiares de usuários do SUS, modificando as formas de cuidar;
D maior beleza nas estruturas físicas dos equipamentos e serviços do SUS, modificando a forma de receber os usuários e familiares de usuários;
E maior aproximação entre trabalhadores e usuários do SUS que estejam em situação de internação hospitalar longa/cuidados paliativos, modificando as formas de cuidar.

A Atenção Domiciliar é definida como:

A forma de atenção à saúde oferecida pelo SUS na moradia do paciente e caracterizada por um conjunto de ações semanais de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação, com garantia da continuidade do cuidado e integrada à Rede de Atenção à Saúde;
B forma de atenção à saúde oferecida pelo SUS na moradia do paciente e caracterizada por um conjunto de ações quinzenais de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação, com garantia da continuidade do cuidado e integrada à Rede de Atenção à Saúde;
C forma de atenção à saúde oferecida pelo SUS na moradia do paciente e caracterizada por um conjunto de ações mensais de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação, com garantia da continuidade do cuidado e integrada à Rede de Atenção à Saúde;
D forma de atenção à saúde oferecida pelo SUS na moradia do paciente e caracterizada por um conjunto de ações trimestrais de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação, com garantia da continuidade do cuidado e integrada à Rede de Atenção à Saúde;
E forma de atenção à saúde oferecida pelo SUS na moradia do paciente e caracterizada por um conjunto de ações diárias de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação, com garantia da continuidade do cuidado e integrada à Rede de Atenção à Saúde.

A Atenção Domiciliar é um tipo de cuidado a ser realizado pela(s) equipe/equipes de:

A a depender da necessidade do paciente, esse cuidado pode ser realizado por diferentes equipes;
B pela EMAD;
C prioritariamente pela EMAD;
D pela EMAP;
E prioritariamente pela EMAP.