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A boa fixação de um tecido depende de certos fatores. Certos tecidos necessitam de uma penetração lenta para melhor preservar suas estruturas. Nesses casos, aconselha-se que a fixação seja realizada sob resfriamento de:

A -2°C a 4°C.
B 0°C a 6°C.
C 0°C a 4°C.
D -2°C a 6°C.
E 2°C a 6°C.

Depois de preparar o Reativo de Schiff é importante testá-lo. Para tanto, deve-se proceder e observar o seguinte:

A pingar gotas dele em um pouco de formol a 10%. Caso a solução fique vermelho-púrpura, indica que o reativo poderá ser utilizado.
B pingar gotas dele em um pouco de formol a 10%. Caso a solução fique roxa, indica que o reativo poderá ser utilizado.
C pingar gotas dele em um pouco de formol a 5%. Caso a solução fique vermelho-púrpura, indica que o reativo poderá ser utilizado.
D pingar gotas dele em um pouco de formol a 5%. Caso a solução fique roxo, indica que o reativo poderá ser utilizado.
E pingar gotas dele em um pouco de formol a 10%. Caso a solução fique azul, indica que o reativo poderá ser utilizado.

A Coloração de Tricômico de Masson possibilita a visualização de diferentes estruturas do tecido conjuntivo em cores diferenciadas. No preparo das soluções, 10ml de solução aquosa de fucsina ácida 1%, é utilizada na:

A solução de Bouin.
B solução ácida fosfotúngstica-fosfomolíbdica.
C solução de azul de anilina
D hematoxilina férrica de Weigert.
E solução de Escarlate de Biebrich.

O principal objetivo dessa coloração é demonstrar as fibras Elásticas, que normalmente não se coram bem pela coloração de Hematoxilina e Eosina. Na Solução van Gieson, é utilizada:

A 4 g de iodeto de Potássio.
B 5 ml de fuccina ácida 1%.
C 10 ml de cloreto de ferro.
D 25 ml de hematoxilina alcoólica 10 %.
E 100 ml de álcool absoluto.

A Coloração de Papanicolaou é utilizada para detectar alterações em células do colo uterino. Quando dos seus resultados, encontramos:

A células superficiais: citoplasma vermelho.
B células intermediárias e profundas: citoplasma azul.
C células superficiais: Núcleo piquinótico róseo.
D células intermediárias e profundas: núcleo roxo.
E floras anormais: bacilos e cocos azuis a roxos.

A combinação bicrômica considerada coloração universal em histologia e histopatologia é a hematoxilina e eosina. A eosina, atraída pelos elementos básicos das proteínas citoplasmáticas, confere ao citoplasma, uma coloração:

A roxo-azulada.
B púrpura.
C rósea-avermelhada.
D alaranjada.
E amarelada.

A Burocracia é essencial para a interpretação do trabalho no interior das instituições. Em relação a este tema, segundo Fernando Prestes Motta

( 1984 ):

A Para a burocracia é imprescindível a presença da hierarquia; no entanto, essa estrutura tem apenas o objetivo de organização das atribuições, funções e facilitação das rotinas, diferente do modelo piramidal.
B Não há relação entre burocracia e alienação, na medida em que o poder alienante que torna o trabalhador estranho ao objeto e a si mesmo só era possível no modelo fabril do século XVIII.
C Não se pode considerar que todo o desenho institucional é marcado pela burocracia, pois há importantes fissuras em sua estrutura organizativa que permitem superar a dominação burocrática.
D A burocracia caracteriza-se pela separação entre os que executam e os que planejam, organizam, dirigem e controlam, além de ser interpretada pelos temas do poder, controle e alienação.
E Em que pese a capacidade de controle que a burocracia exerce através do registro e do regramento, há perfeita compatibilidade com o homem integral.

Luciano é criança com deficiência intelectual e cadeirante. Está matriculado em escola pública da rede regular de educação e enfrenta diariamente três dificuldades: 1) não há guias rebaixadas nas calçadas para facilitar a travessia das ruas com a cadeira de rodas até chegar à escola; 2) na escola, os funcionários não permitem que ele explore todos os espaços do prédio, temendo que ele se machuque; 3) na escola não existe elevador que lhe permita chegar ao laboratório de ciências, que fica no segundo andar. Considerando os conceitos trazidos na lei brasileira de inclusão, Luciano enfrenta, respectivamente, nas situações 1, 2 e 3, barreiras

A urbanísticas; atitudinais; arquitetônicas.
B de mobilidade; simbólicas; científicas.
C de acessibilidade; de segurança; tecnológicas.
D físicas; de superproteção; de transporte.
E arquitetônicas; de oportunidade; de inclusão.

Seguindo a regra expressa da legislação vigente, a avaliação da deficiência, quando necessária, será de natureza

A ampla, mas com ênfase nos aspectos que atendam a finalidade para a qual foi solicitada, devendo ser realizada preferencialmente por equipe de referência no atendimento longitudinal do avaliado.
B médica, mediante emissão de laudo que aponte a condição do avaliado, segundo critérios diagnósticos do CID (Código Internacional de Doenças).
C biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar que considerará, entre outros aspectos, impedimentos do corpo, limitação de atividades e restrição de participação.
D biopsíquica, realizada por equipe de saúde que considere simultaneamente as restrições de natureza física e mental.
E funcional, devendo ser promovida por médico ou profissional de saúde habilitado, a partir dos critérios da Classificação de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde do Ministério da Saúde.

Maria, pessoa com deficiência e mobilidade reduzida, residente em local remoto sem transporte público acessível, não consegue sair de casa sem que isso lhe acarrete forte sofrimento, gerando ônus desproporcional e indevido. Por conta disso não tem podido dar andamento a pedido de benefício previdenciário, programa de transferência de renda, consultas médicas, entre outros. Para Maria superar esta barreira que dificulta a tutela de seus direitos, o Estatuto da Pessoa com Deficiência

A dá a ela o direito de encaminhar solicitação de atendimento domiciliar ao órgão que lhe exigir o atendimento presencial.
B reconhece seu direito a transporte individual e especial, ainda que por ambulância, aos locais onde funcionam os serviços de que necessita.
C determina que cada serviço público a cujo acesso Maria está privada, disponibilize um veículo próprio para transportá-la até o local de atendimento da forma mais humanizada possível.
D diz que Maria deverá se fazer representar por pessoa de sua confiança, em favor de quem emitirá procuração com firma reconhecida.
E assegura sua remoção, ainda que transitória, a residência inclusiva, onde disporá de assistência na área de saúde e acesso aos demais serviços de que necessitar por intermédio dos profissionais da instituição.