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Durante a realização da entrevista, o assistente social identificou que os determinantes sociais que interferiram nos problemas de saúde/doença do usuário precisam ser levantados através da realização de coleta de dados através de outros instrumentos técnico-operativos e interpretados a partir de referencial teórico para que se estabeleça um parecer sobre a situação. Essa ação implica em

A um Relatório Social.
B um Estudo Social.
C uma Perícia Social.
D um Laudo Social.
E um Relatório Técnico Social.

A 14ª Conferência de Saúde do Recife foi a etapa municipal da 16ª Conferência Nacional de Saúde. Foi realizada pelo Conselho Municipal de Saúde (CMS) do Recife em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e teve como tema central de debate

A SUS na seguridade social – Política pública, patrimônio do povo brasileiro.
B Saúde, Cidadania e Políticas Públicas.
C Humanização em Saúde: manutenção da universalidade como princípio fundamental do Sistema Único de Saúde.
D Democracia e saúde: Saúde como direito e consolidação e financiamento do Sistema Único de Saúde.
E Saúde para Todos: a reformulação da política nacional de saúde.

Texto

I Culpa Mario Prata Por que a culpa? É o que eu tenho perguntado à minha psicanalista. No princípio era o verbo e eu achava que só eu me sentia culpado. Com o passar do tempo (e da verba), fui descobrindo que todo criador tem culpa. Não no cartório. Mas na consciência. Vou tentar explicar. Todo mundo acha que a pessoa que vive de criar, ou seja, um criador, não faz nada o dia inteiro. Fica só pensando. É verdade. O problema é que ninguém considera o trabalho de pensar como ofício. Daí a culpa ensimesmada. Será que só pode ser considerado trabalhador o sujeito que fica o dia inteiro numa mesa de escritório, ouvindo pela janela olha a uva de Atibaia, melancia barata, melancia barata? Você vê uma frase num out-door tipo refresca até pensament o. São três palavrinhas mágicas. O sujeito que inventou isso deve ganhar uma fortuna por mês. O que ninguém entende é que ele trabalha há vinte neste ofício. Pode ser que a frase tenha saído de um estalo. Mas um estalo vinte anos depois. Não precisa ser nenhuma brastemp para se ter uma ideia dessas. Ou precisa? Mas o povo pensa: ganhar essa fortuna para escrever uma bobagem dessas? Para aliviar meu sofrimento, penso no Romário que trabalha umas dez horas por mês e ganha 100 mil dólares. Será que ele tem culpa? O Chico Buarque, que fica meses sem trabalhar , jogando futebol, será que ele acorda com culpa? E o Erasmo Carlos? Tem uma culpa tremendona? Vou almoçar fora e quase emendo com o fim do dia. Bebendo cerveja. Mas pensando. Pensando nessas besteiras que vocês estão a ler agora. Juro que eu trabalho, gente. Penso, invento, crio. E esses funcionários fantasmas, que trabalham em várias repartições e nunca comparecem? Será que eles não têm culpa? Será que só eu me sinto culpado neste país? Uma vez perguntei para o Chico Buarque, que acabava de acordar às duas da tarde, se ele não tinha culpa. Já tive. Superei . E o Caetano Veloso que nunca acorda antes das quatro (da tarde)? Foram anos e anos de culpa para conseguir escrever esta crônica. Mas saiu. Mas não adiantou nada. Continuo com culpa. Acho que eu nunca deveria ter saído do Banco do Brasil. Não bater ponto desnorteia a minha vida. Adaptado de: . Acesso em: 13 Jan. 2020.

A F – F – F.
B V – F – F.
C F – V – F.
D V – V – V.
E V – V – F.

Texto

I Culpa Mario Prata Por que a culpa? É o que eu tenho perguntado à minha psicanalista. No princípio era o verbo e eu achava que só eu me sentia culpado. Com o passar do tempo (e da verba), fui descobrindo que todo criador tem culpa. Não no cartório. Mas na consciência. Vou tentar explicar. Todo mundo acha que a pessoa que vive de criar, ou seja, um criador, não faz nada o dia inteiro. Fica só pensando. É verdade. O problema é que ninguém considera o trabalho de pensar como ofício. Daí a culpa ensimesmada. Será que só pode ser considerado trabalhador o sujeito que fica o dia inteiro numa mesa de escritório, ouvindo pela janela olha a uva de Atibaia, melancia barata, melancia barata? Você vê uma frase num out-door tipo refresca até pensament o. São três palavrinhas mágicas. O sujeito que inventou isso deve ganhar uma fortuna por mês. O que ninguém entende é que ele trabalha há vinte neste ofício. Pode ser que a frase tenha saído de um estalo. Mas um estalo vinte anos depois. Não precisa ser nenhuma brastemp para se ter uma ideia dessas. Ou precisa? Mas o povo pensa: ganhar essa fortuna para escrever uma bobagem dessas? Para aliviar meu sofrimento, penso no Romário que trabalha umas dez horas por mês e ganha 100 mil dólares. Será que ele tem culpa? O Chico Buarque, que fica meses sem trabalhar , jogando futebol, será que ele acorda com culpa? E o Erasmo Carlos? Tem uma culpa tremendona? Vou almoçar fora e quase emendo com o fim do dia. Bebendo cerveja. Mas pensando. Pensando nessas besteiras que vocês estão a ler agora. Juro que eu trabalho, gente. Penso, invento, crio. E esses funcionários fantasmas, que trabalham em várias repartições e nunca comparecem? Será que eles não têm culpa? Será que só eu me sinto culpado neste país? Uma vez perguntei para o Chico Buarque, que acabava de acordar às duas da tarde, se ele não tinha culpa. Já tive. Superei . E o Caetano Veloso que nunca acorda antes das quatro (da tarde)? Foram anos e anos de culpa para conseguir escrever esta crônica. Mas saiu. Mas não adiantou nada. Continuo com culpa. Acho que eu nunca deveria ter saído do Banco do Brasil. Não bater ponto desnorteia a minha vida. Adaptado de: . Acesso em: 13 Jan. 2020.

A “Foram anos e anos de culpa para conseguir escrever esta crônica.”
B “Todo mundo acha que a pessoa que vive de criar, ou seja, um criador, não faz nada o dia inteiro.”
C “Acho que eu nunca deveria ter saído do Banco do Brasil.”
D “Vou almoçar fora e quase emendo com o fim do dia.”
E “Uma vez perguntei para o Chico Buarque, que acabava de acordar às duas da tarde, se ele não tinha culpa.”

Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. No que diz respeito ao planejamento em saúde que consta no decreto n° 7.508/11, em âmbito Estadual, deve ser realizado de maneira ____________________________, a partir das necessidades dos ___________________, considerando o estabelecimento de metas de saúde.

A centralizada / polos assistenciais
B hierarquizada / gestores
C regionalizada / municípios
D normatizada / conselhos
E sistematizada / prestadores de serviço

TEXTO

I Janeiro branco: campanha chama atenção para saúde mental dos brasileiros Projeto de psicólogo pega carona no começo do ano para estimular pessoas a refletirem sobre seu bem-estar emocional Marilia Marasciulo O Brasil está no 11º lugar do ranking de países mais ansiosos do mundo: são 13,2 milhões de pessoas com algum transtorno de ansiedade por aqui. E nós já fomos os primeiros dessa lista. Dá para entender, portanto, porque o psicólogo mineiro Leonardo Abrahão decidiu criar, em 2014, a campanha Janeiro Branco. O objetivo é chamar atenção para a saúde mental e promover conhecimento e compreensão sobre temas como depressão, ansiedade e fobias. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma a cada quatro pessoas vai sofrer com algum transtorno mental durante a vida. Só a depressão afeta mais de 300 milhões de pessoas em todo mundo e é a principal causa de incapacidade. Mesmo assim, ainda de acordo com a OMS, os investimentos dos países no tratamento não correspondem à alta demanda. Um dos principais focos da campanha — que conta com palestras, rodas de conversa, distribuição de folhetos informativos, entre outras ações em diferentes estados brasileiros — são os jovens. De acordo com os idealizadores, nos últimos três anos o número de atendimentos no SUS a jovens com depressão aumentou 118%. A escolha do mês de janeiro não é por acaso: o período de fim de ano e início de um novo pode causar ou aumentar a ansiedade pela frustração de não ter cumprido metas ou anseio por mudanças. Embora seja liderada por psicólogos e outros profissionais da área, a ideia é que, aos poucos, uma cultura da saúde mental seja fortalecida e disseminada na sociedade brasileira, com desmistificação de crenças populares sobre o assunto. Disponível em: . Acesso em: 13 jan. 2020.

A sofrera.
B sofrerá
C sofrerão.
D sofreria.
E sofrer-se-á.

Nos termos da Lei n° 8.080/1990, a competência do Planejamento Estratégico Nacional no âmbito do Sistema Único de Saúde é

A dos Governos estaduais e municipais.
B da Direção Nacional do Sistema Único da Saúde, em cooperação técnica com os Estados, Municípios e Distrito Federal.
C da Comitiva Federal do Sistema de Saúde.
D da Direção Nacional do Sistema Único da Saúde, exclusivamente.
E do Conselho Nacional de Saúde em parceria com a Organização das Nações Unidas.

O Conselho Federal de Serviço Social – CFESS –, manifestando-se frente aos desmontes no âmbito da Seguridade Social, lançou, em janeiro de 2020, uma nota de repúdio que diz respeito

A à retirada da participação popular do Conselho de Políticas sobre Drogas.
B à retirada da 16ª Conferência Nacional de Saúde.
C à autorização da internação compulsória de pessoas em uso ou abuso de álcool e outras drogas, sem a necessidade de autorização judicial.
D ao recrutamento de militares da reserva para atendimento à população no INSS.
E às alterações do Benefício de Prestação Continuada em que os idosos teriam de esperar até os 70 anos para receber integralmente o valor de um salário mínimo.

Durante a realização da reunião de grupo com gestantes na unidade de saúde, as mulheres começaram a relatar ao assistente social as angústias que sofrem durante a gestação com medo de não se adaptar à criança que irá nascer. Diante dos relatos, o assistente deve

A atender às gestantes individualmente e tranquilizá-las, pois é uma fase que vai passar.
B orientar em grupo que esses problemas serão comuns e que juntas poderão resolvê-los.
C orientar sobre a realização de atendimento social terapêutico para solucionar o problema.
D informar os familiares e amigos sobre as angústias das gestantes a fim de ajudá-las a resolver esse problema.
E orientar as gestantes que esses problemas serão discutidos com a equipe interdisciplinar e, identificadas as causas, o profissional competente irá atender às gestantes.