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Leia o texto para responder à questão. Building on the professional consensus that no method could claim supremacy, Prabhu (1990) asks why there is no best method. He suggests that there are three possible explanations: (1) different methods are best for different teaching / learning circumstances; (2) all methods have some truth or validity; and (3) the whole notion of what is a good or a bad method is irrelevant. Prabhu argues for the third possibility and concludes that we need to rethink what is “best” such that classroom teachers and applied linguists can develop shared pedagogical perceptions of what real-world classroom teaching is. H.D. Brown (2002), in his critique of methods, adds the following two observations: (1) so-called designer methods seem distinctive at the initial stage of learning but soon come to look like any other learner centered approach; and (2) it has proven impossible to empirically (i.e., quantitatively) demonstrate the superiority of one method over another. Brown (2002) concludes that classroom teachers do best when they ground their pedagogy in “well-established principles of language teaching and learning” (p.17). So what are these well-established principles that teachers should apply in the post methods era? One of the early concrete proposals comes from Kamaravadivelu (1994), who offers a framework consisting of 10 macro strategies, some of which are summarized below: – Maximize learning opportunities. The teacher’s job is not to transmit knowledge but to create and manage as many learning opportunities as possible. – Facilitate negotiated interaction. Learners should initiate classroom talk (not just respond to the teacher’s prompts) by asking for clarification, by confirming, by reacting, and so on, as part of teacher-student and student-student interaction. – Activate intuitive heuristics . Teachers should provide enough data for learners to infer underlying grammatical rules, since it is impossible to explicitly teach all rules of the L2. – Integrate language skills. The separation of listening, reading, speaking, and writing is artificial. As in the real-world, learners should integrate skills: conversation (listening and speaking), note-taking (listening and writing), self-study (reading and writing), and so on. – Raise cultural consciousness. Teachers should allow learners to become sources of cultural information so that knowledge about the culture of the L2 and of other cultures (especially those represented by the students) becomes part of classroom communication. – Ensure social relevance: acknowledge that language learning has social, political, economic, and educational dimensions that shape the motivation to learn the L2, determine the uses to which the L2 will be put, and define the skills and proficiency level needed in the L2. (Celce-Murcia, M. 2001. Adaptado)

In the excerpt from the text “to infer underlying grammatical rules”, the word in bold is a use of the suffix -ing as an adjective. An example of this use of -ing is found in:

A Not knowing what to do does not mean you are irresponsible.
B Instead of arguing, one must act.
C Check the rules before doing something you might regret.
D Megan showed an encouraging response to what she might do.
E Many people willing to live abroad lack the courage to go through such a change.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Com a seriedade que lhe conferiam seus poucos anos a mais, além de sua condição de bacharel em direito e professor, João Etienne Filho não embarcava nas estripulias dos companheiros. Sempre se mantinha sóbrio, conta, para cuidar deles. Entrou em pânico na madrugada em que viu Fernando Sabino encarapitado 1 no arco do viaduto, na postura de quem se atiraria de um trampolim. Hélio Pellegrino se aprazia em brincar com Etienne. Tinha mania de carregá-lo na avenida Afonso Pena – como, aliás, Paulo Mendes Campos fez um dia com Monteiro Lobato na avenida São João, no centro de São Paulo, na euforia de estar diante de um dos heróis de sua infância. O convívio nem sempre era idílico 2 , e houve momentos em que Etienne se magoou de verdade com os quatro amigos – a ponto de escrever uma carta a Mário de Andrade, queixando-se. Recebia mal as brincadeiras de Otto Lara Resende, por exemplo. Quando publicou seu primeiro livro, Dia e noite , Etienne morava no primeiro andar da farmácia de uns tios, em Copacabana, que se chamava exatamente Dia e Noite – e Otto espalhou que o título da obra visava promover o estabelecimento. Nada o magoou mais, no entanto, que as insinuações de que seria ele o inspirador de Hugo, personagem de O encontro marcado a certa altura envolvido com um aluno, “um negócio meio escandaloso”. “Foi uma safadeza do Fernando”, reagiu Etienne, lembrando que Hugo foi basicamente inspirado em Otto Lara Resende, assim como Mauro é quase todo Hélio Pellegrino e Eduardo Marciano o próprio romancista. (Humberto Werneck. O desatino da rapaziada. Companhia das Letras, 1992. Adaptado) Vocabulário: 1 encarapitar: pôr-se no alto. 2 2 idílico: de amor terno e delicado.

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que

A o auge da amizade de Etienne, Hélio, Paulo e Otto foi terem recebido como quinto elemento Monteiro Lobato.
B a relação de amizade entre os quatro companheiros apresenta momentos de convivência com altos e baixos.
C a acusação de que Etienne estava tentando subliminarmente promover negócio familiar foi feita com seriedade.
D Etienne, nas reuniões com os amigos, não consumia bebidas por ser o mais velho e graduado entre eles.
E cada um dos amigos mostrava uma peculiaridade de caráter, o que fazia deles um grupo muito homogêneo.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Com a seriedade que lhe conferiam seus poucos anos a mais, além de sua condição de bacharel em direito e professor, João Etienne Filho não embarcava nas estripulias dos companheiros. Sempre se mantinha sóbrio, conta, para cuidar deles. Entrou em pânico na madrugada em que viu Fernando Sabino encarapitado 1 no arco do viaduto, na postura de quem se atiraria de um trampolim. Hélio Pellegrino se aprazia em brincar com Etienne. Tinha mania de carregá-lo na avenida Afonso Pena – como, aliás, Paulo Mendes Campos fez um dia com Monteiro Lobato na avenida São João, no centro de São Paulo, na euforia de estar diante de um dos heróis de sua infância. O convívio nem sempre era idílico 2 , e houve momentos em que Etienne se magoou de verdade com os quatro amigos – a ponto de escrever uma carta a Mário de Andrade, queixando-se. Recebia mal as brincadeiras de Otto Lara Resende, por exemplo. Quando publicou seu primeiro livro, Dia e noite , Etienne morava no primeiro andar da farmácia de uns tios, em Copacabana, que se chamava exatamente Dia e Noite – e Otto espalhou que o título da obra visava promover o estabelecimento. Nada o magoou mais, no entanto, que as insinuações de que seria ele o inspirador de Hugo, personagem de O encontro marcado a certa altura envolvido com um aluno, “um negócio meio escandaloso”. “Foi uma safadeza do Fernando”, reagiu Etienne, lembrando que Hugo foi basicamente inspirado em Otto Lara Resende, assim como Mauro é quase todo Hélio Pellegrino e Eduardo Marciano o próprio romancista. (Humberto Werneck. O desatino da rapaziada. Companhia das Letras, 1992. Adaptado) Vocabulário: 1 encarapitar: pôr-se no alto. 2 2 idílico: de amor terno e delicado.

Assinale a alternativa em que há regência e emprego do pronome, em conformidade com a norma-padrão e com o que se afirma no texto.

A Eram constantes as travessuras dos amigos, as quais Etienne não embarcava.
B João Etienne Filho era bacharel e professor, onde se mostrava uma pessoa séria.
C O amigo Otto fez uma brincadeira, da qual Etienne não gostou nem um pouco.
D Etienne conhecia Mário de Andrade, de quem escreveu, expressando sua chateação.
E Hélio se divertia com Etienne, a quem carregava como fizera uma vez com Lobato.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Com a seriedade que lhe conferiam seus poucos anos a mais, além de sua condição de bacharel em direito e professor, João Etienne Filho não embarcava nas estripulias dos companheiros. Sempre se mantinha sóbrio, conta, para cuidar deles. Entrou em pânico na madrugada em que viu Fernando Sabino encarapitado 1 no arco do viaduto, na postura de quem se atiraria de um trampolim. Hélio Pellegrino se aprazia em brincar com Etienne. Tinha mania de carregá-lo na avenida Afonso Pena – como, aliás, Paulo Mendes Campos fez um dia com Monteiro Lobato na avenida São João, no centro de São Paulo, na euforia de estar diante de um dos heróis de sua infância. O convívio nem sempre era idílico 2 , e houve momentos em que Etienne se magoou de verdade com os quatro amigos – a ponto de escrever uma carta a Mário de Andrade, queixando-se. Recebia mal as brincadeiras de Otto Lara Resende, por exemplo. Quando publicou seu primeiro livro, Dia e noite , Etienne morava no primeiro andar da farmácia de uns tios, em Copacabana, que se chamava exatamente Dia e Noite – e Otto espalhou que o título da obra visava promover o estabelecimento. Nada o magoou mais, no entanto, que as insinuações de que seria ele o inspirador de Hugo, personagem de O encontro marcado a certa altura envolvido com um aluno, “um negócio meio escandaloso”. “Foi uma safadeza do Fernando”, reagiu Etienne, lembrando que Hugo foi basicamente inspirado em Otto Lara Resende, assim como Mauro é quase todo Hélio Pellegrino e Eduardo Marciano o próprio romancista. (Humberto Werneck. O desatino da rapaziada. Companhia das Letras, 1992. Adaptado) Vocabulário: 1 encarapitar: pôr-se no alto. 2 2 idílico: de amor terno e delicado.

A alteração da posição do vocábulo destacado em relação ao trecho original mantém a norma-padrão de colocação pronominal em:

A Com a seriedade que conferiam -lhe seus poucos anos a mais (nasceu em março de 1918)… (1º parágrafo)
B Sempre mantinha -se sóbrio, conta, para cuidar deles. (1º parágrafo)
C … encarapitado no arco do viaduto, na postura de quem atiraria -se de um trampolim. (1º parágrafo)
D Hélio Pellegrino aprazia -se em brincar com Etienne. (2º parágrafo)
E Nada magoou -o mais, no entanto, que as insinuações de que seria ele o inspirador… (4º parágrafo)

O Conselho Escolar pode exercer um papel relevante na gestão escolar, contribuindo, por exemplo, para a construção e implementação do projeto político-pedagógico da escola. Além disso, o Conselho Escolar, ao atuar no sentido de contribuir com a ampliação das oportunidades de aprendizagens dos estudantes, não só se fortalece como _________________ como também auxilia a escola pública no cumprimento _____________________ (Aguiar, 2006). Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do excerto.

A instância de controle social … de sua função social
B espaço democrático … da fiscalização dos docentes
C instância curricular … de sua missão pedagógica
D órgão administrativo … de metas de gestão escolar
E órgão complementar … do controle da direção

Segundo o documento Interação escola-família: subsídios para práticas escolares (UNESCO/MEC, 2009), a escola tem a responsabilidade de atuar junto a outros atores da rede de proteção social de crianças e adolescentes. No entendimento de Castro e Regattieri

( 2009 ), isso significa dar relevo ao papel fundamental da escola

A nas ações assistencialistas.
B na contenção da violência social.
C na sanção das famílias que resistem a matricular seus filhos.
D na realização do direito da criança e do adolescente à educação.
E na aculturação das classes desprivilegiadas em direção à erudição.

De acordo com Libâneo

( 1985 ), acerca das relações entre educação e política, é correto afirmar que o enfoque

A tradicional vê a prática educativa como dissolvida na prática política e social.
B sociopolítico atribui pouca importância à especificidade do pedagógico.
C renovado-tecnicista valoriza a relação entre a transmissão e a aquisição de conteúdos.
D tecnicista enfatiza a prática social como vinculada à dimensão pedagógica e cultural.
E crítico-social dos conteúdos assume a superioridade, a universalidade e a permanência da prática pedagógica sobre a teoria.

Referenciada por demais autores da área, Mendes

( 2006 ) afirma que o Paradigma da Inclusão se globaliza no final do século XX e que, em contrapartida aos movimentos e paradigmas anteriores,

A estabelece que as diferenças humanas são inatas e estimuladas por diversidades de origem pessoal, biológica e psicológica.
B considera uma sociedade integrativa como um processo de fundamental importância para o desenvolvimento e a manutenção do estado republicano.
C prega a necessidade de repensar a escola especial para prover uma educação de qualidade para as crianças com deficiência.
D aponta a necessidade de reformulação dos currículos, das formas de avaliação e da formação dos professores, além da adoção de uma política educacional mais democrática.
E orienta a preferência pelos serviços educacionais com o mínimo possível de restrição no caso de alunos com deficiência.

Mendes, Almeida e Toyoda

( 2011 ) apresentam um modelo de prestação de serviço no qual um educador comum e um educador especial dividem a responsabilidade de planejar, instruir e avaliar a instrução de um grupo heterogêneo de estudantes, como uma alternativa aos modelos de sala de recursos, classes especiais ou escolas especiais, de modo a apoiar a escolarização de estudantes com deficiência em classes comuns. Trata-se do(a)

A docência unificadora.
B pedagogia integrativa.
C regência especializada.
D pedagogia do mainstreaming .
E ensino colaborativo.

Segundo Prieto ( in Baptista; Jesus, 2011), embora as políticas locais muitas vezes apontem para a educação escolar como direito de todos os alunos, em algumas realidades escolares,

A são observados arranjos educacionais de atendimento que parecem se apoiar no que falta aos alunos, e a classe comum ainda se constitui um espaço de acesso seletivo.
B a alternativa à inclusão é a colocação de alunos com deficiência em escolas e classes especiais, que acabam atuando enquanto centros terapêuticos e de educação.
C as normativas relacionadas à institucionalização permanecem apoiadas em políticas normalizadoras após a promulgação da Declaração de Salamanca.
D a integração escolar passa a oferecer melhores opções de escolarização para os alunos com deficiência ou altas habilidades/superdotação.
E as classes especiais continuam a funcionar em ambientes não pedagógicos, como centros terapêuticos e de saúde.