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Underground library in Warsaw metro invites commuters to trade scrolling for stories

In Warsaw’s Targówek district, a metro ride has become more than a daily routine. Now it offers a chance to escape into a story. Thanks to Metroteka, a newly opened subterranean library inside the Kondratowicza M2 metro station, commuters can now trade mindless scrolling for meaningful reading.
The 150-square-meter space is stocked with more than 16,000 books, all available through a fast self-checkout system. Visitors can also borrow laptops, sip complimentary coffee, and unwind in a cozy communal area, all while waiting for their train.
“Our dream is for Metroteka to become an educational and cultural center, and not just a place where you can borrow your books from,” says Grażyna StrzelczakBatkowska, deputy director of the Targówek library.

A modern space that breathes life into books
Metroteka’s design is as inviting as its mission. A lush hydroponic garden wall filled with herbs and flowers gives the underground space a breath of fresh air, literally. Basil, oregano, and other plants grow without soil or sunlight, infusing the library with an unexpected sense of vitality. The bookshelves, shaped like soft, undulating waves, add to the organic feel.
“I always joke that books are not made of glass,” Strzelczak-Batkowska says. “You can just pop in, grab a few, throw them on a self-checkout machine, and that’s it—you’re out on a new adventure.”

Aiming to reverse a national trend
Poland’s reading habits have been in steady decline for years. A 2024 survey by the National Library of Poland found that only 41 percent of respondents had read at least one book in the past year. According to Tomasz Makowski, director of the National Library, the legacy of war has shaped these numbers. During World War II, Poland lost 70 percent of its libraries.
“We had several generations that did not see their parents or grandparents in front of a wall of books,” Makowski says. “Reading is [also] not something associated with adulthood, but with schools, teachers, librarians, and usually mothers reading to children.
By placing literature in the path of everyday commuters, Metroteka hopes to shift that cultural perception.

An open invitation to all
For Makowski, the location is just as important as the books. “Opening a library in a metro station is like a dream for us,” he says. “Libraries should be beautiful and open; inviting, not intimidating. It’s not a shrine, but a place where you can spend time freely, take part in discussions, public consultations, or meet people.”
In the coming months, Metroteka plans to host author readings, workshops, and classes to further engage the community. Books can be returned either directly to the library or via parcel lockers outside the station, available around the clock.
As commuters pass through Kondratowicza station with coffee in hand and a novel tucked under one arm, Metroteka quietly transforms daily routines into cultural moments. By meeting people where they are, literally underground, the library isn’t just promoting reading. It’s redefining what public space can offer.

Source: https://www.optimistdaily.com/2025/09/underground-library-in-warsaw-metro-invites-commuters-to-trade-scrolling-for-stories/. Access on May 4th 2026.

You, an English teacher, decided to use the article “Underground library in Warsaw metro invites commuters to trade scrolling for stories” in the classroom with your students. While you are studying the text with them, reading, asking questions and doing some exercises, you are also evaluating them. You ask yourself, about each student, the following questions:

- Is the student paying attention to the class?
- Is the student joining the discussions we are doing during the class?
- Is the student doing the exercises, written or spoken?
- Is the student reading the text aloud, in silence during the class or as homework, depending on what was asked?

The questions help you evaluate the students, considering their participation during the classes and not only the grades they get on the tests. You could say that you are performing what kind of assessment?

A Diagnostic assessment.
B Formative assessment.
C Summative assessment.
D Pre-test assessment.
E Accountability assessment.
Órgão: Prefeitura de Vitória da Conquista Cargo: Professor de Ensino Fundamental - Área: Inglês Prova: Instituto AOCP - Prefeitura de Vitória da Conquista - Professor de Ensino Fundamental - Área: Inglês - 2026

A Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais constitui um instrumento normativo fundamental para a política de assistência social no Brasil. Assinale a alternativa que apresenta o principal serviço oferecido pela Tipificação.

A Organização, padronização e classificação dos serviços socioassistenciais.
B Classificação dos serviços de segurança socioassistenciais.
C Oferta de proteção social e provisões socioassistenciais.
D Definição de estruturas de atendimento socioassistenciais.
E Descrição de serviços de proteção especial.
Órgão: Prefeitura de Vitória da Conquista Cargo: Monitor Escolar -Área: Suporte Às Crianças Com Deficiência Prova: Instituto AOCP - Prefeitura de Vitória da Conquista - Monitor Escolar -Área: Suporte Às Crianças Com Deficiência - 2026

Considerando a forma de organização da Educação Nacional, assinale a alternativa INCORRETA.

A A União, os Estados e os Municípios atuam de forma articulada na organização da educação.
B Os Estados participam da oferta e da organização do ensino em seus sistemas.
C União, Estados e Municípios compartilham responsabilidades na garantia da educação.
D Os Municípios devem seguir as decisões da União, não tendo autonomia na organização do ensino.
E A atuação dos entes federativos ocorre de forma integrada, respeitando suas competências e responsabilidades específicas na oferta da educação.

Em uma rede de ensino, a Secretaria orienta que todos os estudantes com deficiência sejam matriculados na classe comum e recebam AEE no contraturno. Apesar disso, algumas escolas ainda organizam turmas separadas, alegando dificuldades de atendimento. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta.

A As escolas podem manter turmas separadas, desde que ofereçam atendimento especializado no contraturno. A organização escolar pode ser flexibilizada conforme a realidade local.
B A inclusão escolar é uma recomendação, mas não uma obrigatoriedade das políticas educacionais. Cabe à escola decidir o melhor modelo de atendimento.
C A política educacional brasileira permite a substituição da classe comum por classes especiais quando necessário. Isso garante maior qualidade no atendimento educacional.
D A organização em turmas separadas está de acordo com os princípios da educação inclusiva. Ela facilita o processo de aprendizagem dos estudantes com deficiência.
E As políticas educacionais brasileiras determinam a matrícula na classe comum e o AEE como complementar. A segregação em turmas especiais contraria a perspectiva inclusiva.
Órgão: Prefeitura de Vitória da Conquista Cargo: Professor de Ensino Fundamental - Área: Atendimento Educacional Especializado AEE Prova: Instituto AOCP - Prefeitura de Vitória da Conquista - Professor de Ensino Fundamental - Área: Atendimento Educacional Especializado AEE - 2026
Texto associado
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes levantam temas para a formulação de políticas públicas

A quinta edição da PeNSE trata de temas como consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e segurança e traz informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá de Andrade, do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é importante porque gera dados suficientes para a melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e investigar, segundo o Ministério da Saúde, a frequência e distribuição de fatores de riscos para doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental, vacinação, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica que a visão plural de saúde é fundamental dentro da pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista biológico ou de uma doença instalada, mas também aspectos que podem interferir ou produzir estados relacionados à saúde também, como saúde mental, a questão da violência fora e dentro da escola, saúde sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o desenvolvimento de políticas públicas, principalmente o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas áreas interdependentes: educação e saúde. “A educação é um dos determinantes de saúde por uma das abordagens teóricas na relação saúde e educação. Dentro das políticas públicas elas estão interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e, até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós podemos pensar também que melhores níveis de educação possibilitam às pessoas maior acesso e melhores condições de saúde. Não só pela educação, mas há outros determinantes interligados a isso, como renda, como saneamento básico e outros determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é importante para o desenvolvimento de políticas públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os jovens, crianças e adolescentes em relação a diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz elementos muito importantes para essa construção ou reformulação das políticas públicas na área e para as ações. A universidade pode colaborar também no desenho dessas políticas públicas e por meio da extensão que já faz com ações junto à escola, junto às Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz Luciane.

Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.

A partir das ideias apresentadas no texto, analise as seguintes assertivas e a relação proposta entre elas e assinale a alternativa correta.

I. A pesquisa traz informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes e é um retrato de como estão os jovens, crianças e adolescentes em relação a diferentes questões relacionadas à saúde.
II. A pesquisa serve como base para a melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa etária pesquisada.

A As assertivas I e II são verdadeiras.
B As assertivas I e II são falsas.
C A assertiva I é verdadeira, mas a II é falsa.
D As assertivas I e II são verdadeiras, e a I contrapõe a II.
E As assertivas I e II são verdadeiras, mas a segunda não pode ser relacionada com a primeira.
Texto associado
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes levantam temas para a formulação de políticas públicas

A quinta edição da PeNSE trata de temas como consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e segurança e traz informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá de Andrade, do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é importante porque gera dados suficientes para a melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e investigar, segundo o Ministério da Saúde, a frequência e distribuição de fatores de riscos para doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental, vacinação, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica que a visão plural de saúde é fundamental dentro da pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista biológico ou de uma doença instalada, mas também aspectos que podem interferir ou produzir estados relacionados à saúde também, como saúde mental, a questão da violência fora e dentro da escola, saúde sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o desenvolvimento de políticas públicas, principalmente o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas áreas interdependentes: educação e saúde. “A educação é um dos determinantes de saúde por uma das abordagens teóricas na relação saúde e educação. Dentro das políticas públicas elas estão interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e, até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós podemos pensar também que melhores níveis de educação possibilitam às pessoas maior acesso e melhores condições de saúde. Não só pela educação, mas há outros determinantes interligados a isso, como renda, como saneamento básico e outros determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é importante para o desenvolvimento de políticas públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os jovens, crianças e adolescentes em relação a diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz elementos muito importantes para essa construção ou reformulação das políticas públicas na área e para as ações. A universidade pode colaborar também no desenho dessas políticas públicas e por meio da extensão que já faz com ações junto à escola, junto às Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz Luciane.

Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra acentuada com base na mesma regra de acentuação do termo “política”.

A Saúde.
B Estatística.
C Só.
D Também.
E Educação.
Texto associado
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes levantam temas para a formulação de políticas públicas

A quinta edição da PeNSE trata de temas como consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e segurança e traz informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá de Andrade, do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é importante porque gera dados suficientes para a melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e investigar, segundo o Ministério da Saúde, a frequência e distribuição de fatores de riscos para doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental, vacinação, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica que a visão plural de saúde é fundamental dentro da pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista biológico ou de uma doença instalada, mas também aspectos que podem interferir ou produzir estados relacionados à saúde também, como saúde mental, a questão da violência fora e dentro da escola, saúde sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o desenvolvimento de políticas públicas, principalmente o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas áreas interdependentes: educação e saúde. “A educação é um dos determinantes de saúde por uma das abordagens teóricas na relação saúde e educação. Dentro das políticas públicas elas estão interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e, até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós podemos pensar também que melhores níveis de educação possibilitam às pessoas maior acesso e melhores condições de saúde. Não só pela educação, mas há outros determinantes interligados a isso, como renda, como saneamento básico e outros determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é importante para o desenvolvimento de políticas públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os jovens, crianças e adolescentes em relação a diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz elementos muito importantes para essa construção ou reformulação das políticas públicas na área e para as ações. A universidade pode colaborar também no desenho dessas políticas públicas e por meio da extensão que já faz com ações junto à escola, junto às Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz Luciane.

Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.

Com base na leitura do texto de apoio, no trecho “A universidade pode colaborar também no desenho dessas políticas públicas e por meio da extensão que já faz com ações junto à escola, junto às Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios [...]”, a palavra em destaque está empregada com o sentido de

A medida do espaço ocupado por algo.
B ampliação de conhecimentos ou de estudo em uma determinada área.
C tempo de duração de algo.
D aumento desmedido; ampliação.
E conjunto dos elementos designados por um conceito.

Diversos autores abordam a importância do cuidado no desenvolvimento humano e das necessidades específicas de cada faixa etária. Uma das questões que merecem atenção especial do monitor escolar diz respeito às noções de higiene e cuidado pessoal com crianças. Nesse contexto, é correto afirmar que

A o estágio sensório motor acontece de 0 a 5 anos, em média; os bebês utilizam sua sensibilidade e motricidade para perceberem o mundo ao redor, é uma fase importante da pessoa humana.
B o desenvolvimento humano ocorre de forma contínua e envolve aspectos físicos, cognitivos, afetivos e sociais, sendo importante respeitar o ritmo e as necessidades de cada criança.
C crianças menores devem desenvolver autonomia sozinhas, pois não têm necessidade de maior acompanhamento em atividades de higiene, alimentação, uso do banheiro e organização dos pertences pessoais.
D a escola deve se eximir de trabalhar práticas de higiene no ambiente escolar, pois se trata de obrigação da família; portanto, o papel da escola é ensinar o letramento.
E a educação infantil se constitui como um período que deve ser dedicado a incentivar a habilidade da escrita, não se prendendo a questões de rotina e cuidados pessoais.
Órgão: Prefeitura de Vitória da Conquista Cargo: Monitor Escolar - Área: Suporte Às Turmas Da Educação Infantil E Cobertura Das Ac’s Prova: Instituto AOCP - Prefeitura de Vitória da Conquista - Monitor Escolar - Área: Suporte Às Turmas Da Educação Infantil E Cobertura Das Ac’s - 2026
Texto associado
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes levantam temas para a formulação de políticas públicas

A quinta edição da PeNSE trata de temas como consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e segurança e traz informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá de Andrade, do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é importante porque gera dados suficientes para a melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e investigar, segundo o Ministério da Saúde, a frequência e distribuição de fatores de riscos para doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental, vacinação, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica que a visão plural de saúde é fundamental dentro da pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista biológico ou de uma doença instalada, mas também aspectos que podem interferir ou produzir estados relacionados à saúde também, como saúde mental, a questão da violência fora e dentro da escola, saúde sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o desenvolvimento de políticas públicas, principalmente o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas áreas interdependentes: educação e saúde. “A educação é um dos determinantes de saúde por uma das abordagens teóricas na relação saúde e educação. Dentro das políticas públicas elas estão interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e, até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós podemos pensar também que melhores níveis de educação possibilitam às pessoas maior acesso e melhores condições de saúde. Não só pela educação, mas há outros determinantes interligados a isso, como renda, como saneamento básico e outros determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é importante para o desenvolvimento de políticas públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os jovens, crianças e adolescentes em relação a diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz elementos muito importantes para essa construção ou reformulação das políticas públicas na área e para as ações. A universidade pode colaborar também no desenho dessas políticas públicas e por meio da extensão que já faz com ações junto à escola, junto às Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz Luciane.

Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.

Com base no texto, em “A educação é um dos determinantes de saúde por uma das abordagens teóricas na relação saúde e educação.” e em “Ela investiga informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos.”, os termos destacados têm sentido semelhante, respectivamente, a:

A consequências e aumentar.
B efeitos e desenvolver.
C produtos e limitar.
D causas e estimar.
E conclusões e explicar.
Texto associado
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes levantam temas para a formulação de políticas públicas

A quinta edição da PeNSE trata de temas como consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e segurança e traz informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá de Andrade, do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é importante porque gera dados suficientes para a melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e investigar, segundo o Ministério da Saúde, a frequência e distribuição de fatores de riscos para doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental, vacinação, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica que a visão plural de saúde é fundamental dentro da pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista biológico ou de uma doença instalada, mas também aspectos que podem interferir ou produzir estados relacionados à saúde também, como saúde mental, a questão da violência fora e dentro da escola, saúde sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o desenvolvimento de políticas públicas, principalmente o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas áreas interdependentes: educação e saúde. “A educação é um dos determinantes de saúde por uma das abordagens teóricas na relação saúde e educação. Dentro das políticas públicas elas estão interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e, até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós podemos pensar também que melhores níveis de educação possibilitam às pessoas maior acesso e melhores condições de saúde. Não só pela educação, mas há outros determinantes interligados a isso, como renda, como saneamento básico e outros determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é importante para o desenvolvimento de políticas públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os jovens, crianças e adolescentes em relação a diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz elementos muito importantes para essa construção ou reformulação das políticas públicas na área e para as ações. A universidade pode colaborar também no desenho dessas políticas públicas e por meio da extensão que já faz com ações junto à escola, junto às Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz Luciane.

Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.

A respeito dos excertos do texto, considerando a norma-padrão da língua, assinale a alternativa correta.

A Em “Luciane explica que a visão plural de saúde é fundamental dentro da pesquisa.”, uma reescrita possível seria: A pesquisadora elucida que um olhar diversificado para a saúde é substancial dentro da pesquisa.
B Uma reescrita adequada para “Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o desenvolvimento de políticas públicas, principalmente o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas áreas interdependentes: educação e saúde.” seria: Os aspectos dissimulados no trabalho, transviam as políticas públicas, majoritariamente, o Programa Saúde na Escola (PSE) o qual intercala duas áreas: educação e saúde.
C Em “Nós podemos pensar também que melhores níveis de educação possibilitam às pessoas maior acesso e melhores condições de saúde.”, tem-se a seguinte possibilidade de reescrita: Saúde e educação são áreas independentes, sendo um nível diferente do outro.
D Para o excerto “A integração entre outros agentes da sociedade é importante para o desenvolvimento de políticas públicas.”, uma reescrita adequada seria: Segregar outros participantes sociais é vultoso para a evolução da política e da sociedade.
E Em “A universidade pode colaborar também no desenho dessas políticas públicas [...]”, tem-se a seguinte possibilidade de reescrita: Os projetos gráficos dos documentos públicos podem ser realizados por graduandos.