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Acerca das atividades econômicas modernas e tradicionais do Rio Grande do Norte, assinale a opção correta.

A A economia potiguar abrange atividades tradicionais, como agricultura, extração de sal marinho e pesca, e atividades modernas, como extração de petróleo e gás natural, produção de energia e fruticultura irrigada, que contribuem para a composição do PIB e a geração de riqueza.
B A agricultura é um setor importante na geração de empregos, renda e impostos do estado, participando de forma expressiva do PIB potiguar, a partir da fruticultura de caju, coco, uva e abacate.
C A participação da produção mineral no PIB potiguar tem diminuído expressivamente a partir do esgotamento de jazidas de petróleo, gás natural, gesso, sal e tungstênio.
D O setor primário (agricultura e mineração) destaca-se na economia potiguar, o que justifica a queda recente do PIB do estado, em razão da crise das commodities minerais no mercado internacional, em 2025, e a baixa participação dos setores da indústria, comércio e serviços na composição do índice de produtividade estadual.
E A baixa participação do setor industrial na economia potiguar justifica-se pela forte concentração da atividade industrial nos setores do beneficiamento do algodão, têxtil e confecção de roupas.

Em relação à matriz energética do estado do Rio Grande do Norte, assinale a opção correta.

A Predominam, no estado, empresas de energia eólica e solar, logo, é correto afirmar que a matriz energética potiguar é limpa e renovável, o que torna o estado referência na produção de energias sustentáveis.
B A única usina hidrelétrica do Rio Grande do Norte, a usina de Umari, localizada no município de Upanema, responde pela maior parte da geração de energia do estado, e a inauguração da usina de Oiticica, prevista para 2027, consolidará a matriz hidrelétrica e limpa como principal fonte energética estadual.
C A energia eólica produzida no estado tem grande potencial de expansão e de se consolidar como fonte limpa e de baixa custo no futuro, em que pese a sazonalidade dos ventos, que são mais fortes entre janeiro e junho e diminuem de intensidade, principalmente, entre agosto e novembro, período de baixa produtividade de energia eólica.
D Há um grande número de empresas de geração de energia eólica no Rio Grande do Norte, porém a geração de energia hidrelétrica ainda é dominante na matriz energética do estado.
E As expressivas reservas de petróleo e de gás natural na plataforma continental e em áreas próximas ao litoral do Rio Grande do Norte elevam o estado à condição de grande produtor de energia termelétrica limpa e de baixo custo a partir da queima desses recursos minerais.

Do final do século XIX ao início da década de 40 do século XX, o cangaço foi assunto recorrente na imprensa, com destaque para os jornais de Mossoró. Em relação a essa temática, assinale a opção correta.

A Os jornais de Mossoró abstiveram-se de escolher um lado no conflito entre a sociedade, coronéis e cangaceiros.
B Antes do ataque de Lampião a Mossoró, o bando liderado pelo cangaceiro era denominado pela imprensa de “redentor do sertão”.
C A mestiçagem era utilizada nas publicações dos jornais de Mossoró como justificativa para a degeneração dos cangaceiros.
D A rendição da cidade de Mossoró foi noticiada pela imprensa com a exaltação da formação de aliança entre o prefeito e Lampião.
E Segundo a imprensa local, Mossoró era arcaica e atrasada, razão pela qual era suscetível a ataques de cangaceiros.

Após três anos de seca, em 1877, as autoridades decretaram a situação de calamidade que, somada às dificuldades financeiras, assolava a população da província do Rio Grande do Norte. Acerca desse contexto, assinale a opção correta.

A A comissão de socorro público destacou-se por sua responsabilidade ética na distribuição dos recursos de combate à seca.
B Durante todo esse período, houve surto epidêmico de doenças como beribéri e escorbuto.
C Os escravizados foram considerados libertos no intuito de poupar os senhores de sustentá-los ou de tratar-lhes a saúde.
D A vacinação contra a varíola obteve grande sucesso na contenção da doença dada a grande adesão da população à iniciativa.
E O pagamento da dívida pública da província com a União foi suspenso, tendo sido posteriormente decretada a anistia do valor devido.

Em relação à capitania do Rio Grande do Norte, assinale a opção correta.

A A produção de açúcar desenvolveu-se como a principal atividade econômica da capitania desde a primeira metade do século XVI.
B A posição geográfica estratégica de Natal garantiu-lhe a função de principal porto comercial no século XVI, que só foi superada, no século XVII, pelo porto de Salvador.
C No final do século XVI, a coroa portuguesa indenizou os herdeiros do donatário e transformou a capitania em régia.
D O território litorâneo da capitania era inabitado quando a primeira armada de conquista aportou na sua costa em 1536.
E As terras da capitania não foram ocupadas devido ao desinteresse do donatário, João de Barros, na conquista do território.
Texto associado
A era digital transformou diversos aspectos da vida cotidiana, e a inteligência artificial (IA) surge como um dos pilares dessa nova era. Com a inserção da IA no setor público, desafios regulatórios significativos emergem. A implementação dessa tecnologia pode potencializar serviços públicos, mas também levanta questões jurídicas complexas que requerem atenção.

O desafio inicial de regular a IA no setor público reside na compreensão dos fundamentos tecnológicos e sua interligação com o arcabouço jurídico. Sendo um campo multifacetado, a IA abrange desde o aprendizado de máquina até o processamento de linguagem natural e robótica. Por sua natureza, ela desafia noções tradicionais de direitos e responsabilidades, o que torna imperativo um novo olhar jurídico.

No Brasil, a regulação da IA ainda está em desenvolvimento, mas algumas legislações existentes já interagem com o tema. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um exemplo de como as questões de privacidade e proteção de dados são cruciais quando se fala de IA, especialmente no setor público. Esta lei assegura que o tratamento de dados pessoais seja realizado com respeito à liberdade e à privacidade.

É crucial estabelecer políticas públicas que incentivem a inovação, mas que também delimitem o campo de atuação da IA. Isso requer a colaboração entre legisladores, tecnólogos e especialistas em ética. A criação de um marco regulatório robusto possibilitaria a formação contínua dos operadores do direito e permitiria que profissionais se mantivessem atualizados em relação às melhores práticas e desenvolvimentos no campo da IA.

Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada para o período “É crucial estabelecer políticas públicas que incentivem a inovação, mas que também delimitem o campo de atuação da IA.” (último parágrafo) é gramaticalmente correta e preserva os sentidos do texto CG1A1.

A O estabelecimento de políticas públicas que incentivem a inovação é crucial para que também delimitem o campo de atuação da IA.
B É crucial que se estabeleçam políticas públicas que incentivem a inovação, mas que também delimitem o campo de atuação da IA.
C Incentivar a inovação e delimitar o campo de atuação da IA são cruciais para estabelecer políticas públicas.
D É crucial estabelecer políticas públicas que incentivam a inovação, mas delimitam também o campo de atuação da IA.
E Estabelecer políticas públicas é crucial para que incentivem a inovação, mas também para que delimitem o campo de atuação da IA.
Texto associado
A era digital transformou diversos aspectos da vida cotidiana, e a inteligência artificial (IA) surge como um dos pilares dessa nova era. Com a inserção da IA no setor público, desafios regulatórios significativos emergem. A implementação dessa tecnologia pode potencializar serviços públicos, mas também levanta questões jurídicas complexas que requerem atenção.

O desafio inicial de regular a IA no setor público reside na compreensão dos fundamentos tecnológicos e sua interligação com o arcabouço jurídico. Sendo um campo multifacetado, a IA abrange desde o aprendizado de máquina até o processamento de linguagem natural e robótica. Por sua natureza, ela desafia noções tradicionais de direitos e responsabilidades, o que torna imperativo um novo olhar jurídico.

No Brasil, a regulação da IA ainda está em desenvolvimento, mas algumas legislações existentes já interagem com o tema. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um exemplo de como as questões de privacidade e proteção de dados são cruciais quando se fala de IA, especialmente no setor público. Esta lei assegura que o tratamento de dados pessoais seja realizado com respeito à liberdade e à privacidade.

É crucial estabelecer políticas públicas que incentivem a inovação, mas que também delimitem o campo de atuação da IA. Isso requer a colaboração entre legisladores, tecnólogos e especialistas em ética. A criação de um marco regulatório robusto possibilitaria a formação contínua dos operadores do direito e permitiria que profissionais se mantivessem atualizados em relação às melhores práticas e desenvolvimentos no campo da IA.

Em relação a aspectos linguísticos do texto CG1A1, assinale a opção correta.

A No trecho “o que torna imperativo um novo olhar jurídico” (final do segundo parágrafo), o vocábulo “imperativo” poderia ser substituído, sem prejuízo da coerência das ideias do texto, por obrigatório.
B No trecho “A implementação dessa tecnologia pode potencializar serviços públicos” (primeiro parágrafo), a substituição de “pode potencializar” por potencializará preservaria os sentidos e a correção gramatical do texto.
C O trecho “com respeito à liberdade e à privacidade” (final do terceiro parágrafo) poderia ser reescrito, mantidas a coerência e a correção gramatical do texto, como respeitando à liberdade e à privacidade.
D No trecho “Isso requer a colaboração entre legisladores, tecnólogos e especialistas em ética” (último parágrafo), os sentidos e a correção gramatical do texto seriam mantidos caso se substituísse a preposição “entre” por de.
E A supressão da vírgula no segmento “Sendo um campo multifacetado, a IA abrange” (segundo parágrafo) preservaria a correção gramatical, sem alteração de sentido.
Texto associado
A era digital transformou diversos aspectos da vida cotidiana, e a inteligência artificial (IA) surge como um dos pilares dessa nova era. Com a inserção da IA no setor público, desafios regulatórios significativos emergem. A implementação dessa tecnologia pode potencializar serviços públicos, mas também levanta questões jurídicas complexas que requerem atenção.

O desafio inicial de regular a IA no setor público reside na compreensão dos fundamentos tecnológicos e sua interligação com o arcabouço jurídico. Sendo um campo multifacetado, a IA abrange desde o aprendizado de máquina até o processamento de linguagem natural e robótica. Por sua natureza, ela desafia noções tradicionais de direitos e responsabilidades, o que torna imperativo um novo olhar jurídico.

No Brasil, a regulação da IA ainda está em desenvolvimento, mas algumas legislações existentes já interagem com o tema. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um exemplo de como as questões de privacidade e proteção de dados são cruciais quando se fala de IA, especialmente no setor público. Esta lei assegura que o tratamento de dados pessoais seja realizado com respeito à liberdade e à privacidade.

É crucial estabelecer políticas públicas que incentivem a inovação, mas que também delimitem o campo de atuação da IA. Isso requer a colaboração entre legisladores, tecnólogos e especialistas em ética. A criação de um marco regulatório robusto possibilitaria a formação contínua dos operadores do direito e permitiria que profissionais se mantivessem atualizados em relação às melhores práticas e desenvolvimentos no campo da IA.

Considerando os mecanismos de coesão empregados no texto CG1A1 e seus sentidos, assinale a opção correta.

A No último parágrafo, o termo “Isso” refere-se à “formação contínua dos operadores do direito”, mencionada posteriormente.
B No terceiro parágrafo, a forma pronominal “Esta” tem função catafórica, pois prenuncia uma informação apresentada posteriormente no texto.
C No último parágrafo, o termo “que”, em “É crucial estabelecer políticas públicas que incentivem a inovação, mas que também delimitem o campo de atuação da IA”, retoma, em suas duas ocorrências, a expressão “políticas públicas”.
D No primeiro parágrafo, o segmento “dessa tecnologia” retoma a expressão “era digital”.
E No segundo parágrafo, o termo “ela”, em “ela desafia noções tradicionais”, retoma o segmento “linguagem natural e robótica”.
Texto associado
A era digital transformou diversos aspectos da vida cotidiana, e a inteligência artificial (IA) surge como um dos pilares dessa nova era. Com a inserção da IA no setor público, desafios regulatórios significativos emergem. A implementação dessa tecnologia pode potencializar serviços públicos, mas também levanta questões jurídicas complexas que requerem atenção.

O desafio inicial de regular a IA no setor público reside na compreensão dos fundamentos tecnológicos e sua interligação com o arcabouço jurídico. Sendo um campo multifacetado, a IA abrange desde o aprendizado de máquina até o processamento de linguagem natural e robótica. Por sua natureza, ela desafia noções tradicionais de direitos e responsabilidades, o que torna imperativo um novo olhar jurídico.

No Brasil, a regulação da IA ainda está em desenvolvimento, mas algumas legislações existentes já interagem com o tema. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um exemplo de como as questões de privacidade e proteção de dados são cruciais quando se fala de IA, especialmente no setor público. Esta lei assegura que o tratamento de dados pessoais seja realizado com respeito à liberdade e à privacidade.

É crucial estabelecer políticas públicas que incentivem a inovação, mas que também delimitem o campo de atuação da IA. Isso requer a colaboração entre legisladores, tecnólogos e especialistas em ética. A criação de um marco regulatório robusto possibilitaria a formação contínua dos operadores do direito e permitiria que profissionais se mantivessem atualizados em relação às melhores práticas e desenvolvimentos no campo da IA.

O texto CG1A1 caracteriza-se como predominantemente

A argumentativo, pois as ideias são organizadas com base em justificativas que sustentam a necessidade de regulação da IA.
B narrativo, pois apresenta a evolução da IA por meio de encadeamento temporal de fatos.
C injuntivo, pois orienta o leitor sobre procedimentos para a regulação da IA no setor público.
D expositivo, visto que as informações são apresentadas de forma objetiva, sem posicionamentos acerca do tema.
E descritivo, uma vez que se restringe à caracterização técnica da IA e de seus elementos.
Texto associado
A era digital transformou diversos aspectos da vida cotidiana, e a inteligência artificial (IA) surge como um dos pilares dessa nova era. Com a inserção da IA no setor público, desafios regulatórios significativos emergem. A implementação dessa tecnologia pode potencializar serviços públicos, mas também levanta questões jurídicas complexas que requerem atenção.

O desafio inicial de regular a IA no setor público reside na compreensão dos fundamentos tecnológicos e sua interligação com o arcabouço jurídico. Sendo um campo multifacetado, a IA abrange desde o aprendizado de máquina até o processamento de linguagem natural e robótica. Por sua natureza, ela desafia noções tradicionais de direitos e responsabilidades, o que torna imperativo um novo olhar jurídico.

No Brasil, a regulação da IA ainda está em desenvolvimento, mas algumas legislações existentes já interagem com o tema. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um exemplo de como as questões de privacidade e proteção de dados são cruciais quando se fala de IA, especialmente no setor público. Esta lei assegura que o tratamento de dados pessoais seja realizado com respeito à liberdade e à privacidade.

É crucial estabelecer políticas públicas que incentivem a inovação, mas que também delimitem o campo de atuação da IA. Isso requer a colaboração entre legisladores, tecnólogos e especialistas em ética. A criação de um marco regulatório robusto possibilitaria a formação contínua dos operadores do direito e permitiria que profissionais se mantivessem atualizados em relação às melhores práticas e desenvolvimentos no campo da IA.

Depreende-se das ideias veiculadas no texto CG1A1 que

A a principal função das políticas públicas relacionadas à IA é restringir sua aplicação, dada a priorização governamental da segurança jurídica em detrimento da inovação.
B a regulamentação da IA no setor público brasileiro já se encontra consolidada, restando apenas ajustes pontuais de ordem técnica.
C a complexidade da IA decorre exclusivamente de sua diversidade tecnológica, não havendo impactos relevantes sobre conceitos jurídicos tradicionais.
D a formação contínua dos operadores do direito é prescindível, uma vez que legislações como a LGPD já contemplam plenamente os desafios da IA.
E a regulação eficaz da IA no setor público exige abordagem interdisciplinar, em que se alie conhecimento técnico, jurídico e ético, diante de desafios que extrapolam normas já existentes.