Corvos na Suécia
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
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A palavra destacada estabelece relação de sentido em conformidade com o que se afirma no 4º parágrafo em:
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Corvos na Suécia
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
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Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
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Considere os trechos:
• Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas. (2º parágrafo)
• Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas... (3º parágrafo)
• Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. (6º parágrafo) As palavras destacadas estabelecem, respectivamente, no contexto em que foram empregadas, relações de sentido de
Texto associado
Corvos na Suécia
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
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Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
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No trecho “Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente.” (3º parágrafo), a palavra destacada retoma corretamente:
Texto associado
Corvos na Suécia
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
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No trecho “Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos.” (1º parágrafo), a palavra destacada tem como antônimo, no contexto em que foi empregada:
Texto associado
Corvos na Suécia
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é possível afirmar sobre o comportamento dos corvos que eles
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Corvos na Suécia
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves, reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund. Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes, na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo assim, a população de fumantes mal-educados é grande o suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até 1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado formalmente. (Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de cigarro das ruas.
https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
O texto afirma que o uso de corvos na Suécia para coletar bitucas de cigarro
O artista que se dispõe ___ dar uma entrevista deve estar preparado para responder ___ mais diversas perguntas, já que sua vida e seu trabalho acabam atraindo ___ atenção do público. As lacunas devem ser completadas, correta e respectivamente, por:
Texto associado
Assinale a alternativa que apresenta as palavras da tira que seriam alteradas se a personagem entrevistada dissesse suas falas empregando a 1ª pessoa do singular, conforme a expectativa do entrevistador.
Texto associado
A partir da leitura da tira, é correto afirmar que